Arte

Cia de Dança apresentará espetáculo no Parque da Cidade e Bosque da Princesa em Pinda

Apesar das fronteiras físicas que se fizeram necessárias por conta da Covid-19, outras possibilidades de conexões e relações foram estabelecidas

24/11/2021 às 15:25.
Atualizado em 24/11/2021 às 15:25
Cia de Dança apresentará espetáculo no Parque da Cidade e Bosque da Princesa (Divulgação)

Cia de Dança apresentará espetáculo no Parque da Cidade e Bosque da Princesa (Divulgação)

Com a obra Corpos de Fronteira, T. F. Style Cia de Dança se apresentará no próximo domingo, 28. As apresentações acontecem às 11h no Bosque da Princesa e às 15h no Parque da Cidade.

O projeto tem o objetivo de atravessar fronteiras físicas e virtuais, pois, apesar das fronteiras físicas que se fizeram necessárias por conta da Covid-19, outras possibilidades de conexões e relações foram estabelecidas.

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Segundo a artista de dança, Maria Emília Gomes, “nosso objetivo é pelo encontro, pela possibilidade de reconhecer o próprio corpo como borda e vislumbrar uma estreia em que a experiência (s) cinestésica aconteça como ritual de partilha”, explica.

Segundo informações da Secretaria de Cultura e Turismo da Prefeitura, a obra foi contemplada pelo Edital Proac Expresso Lei Aldir Blanc 48/2020, e tem o objetivo de possibilitar a troca de experiências entre o núcleo e artistas de corpo de oito cidades diferentes da grande São Paulo, do interior e do litoral.

A entrada do evento é gratuita, e aberta a todos os públicos.

Sinopse - A obra busca refletir sobre a pluralidade de corpos que colocam em questão tais fronteiras: negros, mulheres, homossexuais, periféricos unem-se por acreditar que juntos as individualidades se potencializam, além de proporcionar microfissuras possíveis para entendimento do mundo hoje. Em tempos de distanciamento social, entendemos o atravessamento dessas fronteiras para além da fisicalidade que separa os territórios.

Um anseio pelo encontro, pela possibilidade de reconhecer o próprio corpo como borda e pela experiência (s) cinestésica em ritual de partilha. Corpos de Fronteira visa fazer um retrato da condição humana: coletiva, conjunta, agrupada, buscando interações, associações. Em meio ao silêncio do distanciamento, redescobrimos e inventamos formas estar junto. Subimos pelas paredes e, às vezes, não apenas metaforicamente. Na cena, as hierarquias entre os papéis sociais são testadas e, no melhor dos cenários, podem ser questionados e reconfigurados.

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