Erica Mizutani

Cores e traços que acolhem: artista reforça papel fundamental da arte de espalhar força e amor

Publicado em 07/09/2021 às 00:01Atualizado há 07/09/2021 às 00:01
Cores e traços que acolhem (Divulgação)

Cores e traços que acolhem (Divulgação)

Se alguém ainda questionava o papel acolhedor, reflexivo e vital da arte, a pandemia, que atingiu em cheio a indústria cultural, não deixou dúvidas. Visitar uma exposição em local fechado tem feito muita falta, ainda mais quando se trata do trabalho de uma mulher como Erica Mizutani, 47 anos, mãe de três filhos que, por meio de cores e traços, transmite conforto e amor. 

Natural de São Paulo, mas vivendo há cinco anos em São José dos Campos, Mizú, como é carinhosamente conhecida, possui formas naturais e orgânicas, passando em alguns momentos pelo abstrato. O resultado são obras divertidas, repletas de vida, algumas vezes, melancólicas – o retrato perfeito da infância, onde ela criou memórias afetivas e referências estéticas, na sala da própria casa, onde funcionava o estúdio de criação do pai, também artista e publicitário. 

Dedicando-se totalmente ao autoral, Erica ilustra e pinta em variadas vertentes – papel, telas, desenhos digitais, estampas e paredes. Ao longo da carreira, já levou a arte para lugares distantes como Japão, Bélgica, França e Estados Unidos. No Brasil, não é diferente. As criações assinadas por ela estampam produtos, embalagens, roupas de renomadas grifes, até um mural de 250 metros de extensão na zona portuária do Rio de Janeiro. 

“A arte na pandemia tem o papel importante de instruir, questionar, acolher e abraçar. Ela deve ser útil principalmente para o artista que a cria”. 

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