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Após recontagem, Islândia não tem mais maioria feminina eleita em seu parlamento

Anteriormente as mulheres ocupariam 52% das cadeiras disponíveis, porém após recontagem o número caiu para 47,6%

Maria Luiza MachadoPublicado em 27/09/2021 às 16:07Atualizado há 27/09/2021 às 16:07
Katrin Jakobsdottir, primeira ministra da Islândia (AP Photo / Arni Torfason)

Katrin Jakobsdottir, primeira ministra da Islândia (AP Photo / Arni Torfason)

Os resultados iniciais das eleições da Islândia surpreendeu a todos neste domingo (26), após apontar que o país seria o primeiro a eleger um Parlamento com maioria feminina em toda a Europa. Porém, após a recontagem dos votos, infelizmente, a nação ainda não alcançou o posto.

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Inicialmente, os números mostravam que as mulheres iriam assumir 33 das 63 cadeiras disponíveis, porém, após a recontagem dos votos foi mostrado que o número correto era 30 cadeiras assumidas por mulheres.

Antes da Islândia, apenas a Suécia chegou tão perto da igualdade de genero na representação política, com 47% do seu parlamento sendo ocupado pelo sexo feminino.

REPRESENTAÇÃO POLÍTICA

A Islândia é considerada líder mundial em igualdade de gênero, e chegou a ser classificada 12 vezes como a nação mais igualitária do mundo pelo Fórum Econômico Mundial. O país também carrega o título de ser o primeiro a eleger uma mulher como chefe de Estado em 1980.

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