Licitação

Novo contrato de combustível custará R$ 797 mil por ano à Câmara de Taubaté

No total, Legislativo vai dobrar a quantidade de combustível adquirida, que passará de 72 mil litros a cada 12 meses para 144 mil litros

Da Redação
15/12/2021 às 22:29.
Atualizado em 15/12/2021 às 22:29
Farra das Viagens. Veículo oficial estacionado ao lado da Câmara de Taubaté (Arquivo/OVALE)

Farra das Viagens. Veículo oficial estacionado ao lado da Câmara de Taubaté (Arquivo/OVALE)

O novo contrato para aquisição de combustível para a frota da Câmara de Taubaté custará R$ 797 mil. O pregão presencial foi realizado nessa quarta-feira (15).

A única empresa a apresentar proposta foi o Auto Posto Humaitá, que já era o antigo fornecedor do Legislativo.

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Pelo resultado do pregão, a Câmara irá comprar 57,6 mil litros de gasolina por R$ 6,199 o litro, e 68,4 mil litros de etanol por R$ 5,099 o litro.

Os valores máximos previstos no edital eram de R$ 6,232 pelo litro de gasolina e R$ 5,299 pelo do etanol. Ou seja, o contrato poderia custar até R$ 816 mil por ano.

COMPARATIVO.

No total, a Câmara vai dobrar a quantidade de combustível que adquire por ano. O contrato em vigor atualmente prevê a compra de 72 mil litros a cada 12 meses, sendo 36 mil litros de gasolina e 36 mil litros de etanol. Já o novo contrato será de 144 mil litros, sendo 57,6 mil litros de gasolina e 86,4 mil litros de etanol.

Firmado em 2019, o contrato em vigor, que não será prorrogado, custava inicialmente R$ 254 mil por ano, mas o gasto atual estava em R$ 190 mil a cada 12 meses.

A reportagem questionou o Legislativo sobre a decisão de dobrar a quantidade de combustível adquirido, mas a Câmara não quis comentar.

No fim de julho desse ano, o Legislativo já havia dobrado a cota mensal de combustível por gabinete, que havia passado de 300 litros para 600 litros, voltando ao patamar que vigorou de outubro de 2014 a março de 2019 – a redução, em 2019, ocorreu após a revelação do escândalo da Farra das Viagens.

Em 2021, a Câmara também ampliou o número de veículos da frota oficial, que passou de oito para 17 carros – eles agora são alugados, em um contrato que custa R$ 305 mil por ano.

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