Investigação

Denúncia original ao MP foi feita há 11 meses e cita também 'laranjas' e 'fantasmas'

Representação que aponta irregularidades no gabinete de deputada estadual de São José partiu de filiado do PSDB local

Julio Codazzi
15/10/2021 às 22:29.
Atualizado em 15/10/2021 às 23:21
Anderson Senna e Leticia Aguiar na inauguração do diretório do PSL em São José dos Campos, em 2019 (Divulgação)

Anderson Senna e Leticia Aguiar na inauguração do diretório do PSL em São José dos Campos, em 2019 (Divulgação)

A denúncia sobre supostas irregularidades no gabinete da deputada estadual Leticia Aguiar (PSL) foi feita ao Ministério Público de São José dos Campos em novembro de 2020, por um filiado do PSDB que trabalha na Prefeitura.

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Segundo a acusação, supostos laranjas teriam sido nomeados no ano passado para substituir cinco assessores de Leticia que haviam sido exonerados para disputar as eleições municipais na região – o chefe de gabinete Anderson Senna foi candidato a prefeito de São José e o assessor especial parlamentar Carlos Alberto Fávaro, que é o terceiro na hierarquia do gabinete, concorreu à Câmara, por exemplo, ambos pelo PSL.

A denúncia apontou ainda que, mesmo em horário de expediente, os substitutos atuavam na campanha dos antigos funcionários, que teriam continuado a receber os salários indiretamente.

A acusação diz também que os substitutos eram pessoas sem experiência nas funções. Três deles, por exemplo, tinham idades entre 63 e 72 anos.

Após o pleito municipal, no qual nenhum deles foi eleito, Senna, Fávaro e um terceiro assessor retornaram para o gabinete da deputada na Assembleia Legislativa.

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