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Em meio à reta final das eleições americanas, o presidente Donald Trump achou tempo para comentar o novo filme do ator e comediante Sacha Baron Cohen, "Borat 2", lançado no Amazon Prime Video na última semana. No mockumentary, Rudolph Giuliani, advogado de Trump e ex-prefeito de Nova York, cai numa armação de Cohen e dá uma "entrevista exclusiva" para a atriz Maria Bakalova, que interpreta uma repórter menor de idade filha de Borat, o protagonista do filme, vivido por Cohen. Na cena, Giuliani aceita o convite da jovem para o quarto e é flagrado deitando na cama e colocando a mão dentro da calça. Até ser interrompido pela estrela da comédia. Questionado por jornalistas sobre esta passagem durante voo do Air Force One, Trump disse: "Não sei o que aconteceu. Anos atrás ele tentou me enganar, mas fui o único que disse não. É um cara mentiroso. Não acho engraçado. Tudo que sei dele é que tentou me pregar uma peça." Cohen aproveitou sua conta no Twitter para responder ao depoimento do presidente americano neste sábado. "Donald, eu agradeço a publicidade gratuita para o Borat! Eu admito, também não te acho engraçado. Mas mesmo assim o mundo inteiro ri de você", disse o ator, que continuou: "Eu estou sempre procurando pessoas que interpretam racistas bufões, e você vai precisar de um novo trabalho depois de 20 de janeiro. Vamos conversar!". Na mesma rede social, Giuliani escreveu que "o vídeo do Borat é uma fraude completa. Eu estava ajeitando minha camisa após retirar o equipamento de gravação. Em nenhum momento antes, durante ou depois da entrevista eu fui inapropriado. Se o Sacha Baron Cohen insinua o contrário, ele é um grande mentiroso". Um deboche sobre o comportamento ultraconservador, negacionista e preconceituoso de parcela da sociedade americana, o novo filme de Cohen é a continuação de "Borat" (2006), que arrecadou mais de US$ 250 milhões de bilheteria. A história do personagem, um atrapalhado repórter do Cazaquistão, rendeu ao filme uma indicação ao Oscar de melhor roteiro adaptado.
O streaming é a grande onda da vez. Já era antes da pandemia do novo coronavírus e, durante a quarentena, com as pessoas confinadas em casa, se tornou a grande ‘vedete’ para consumidores de filmes e séries. A modalidade ganha cada vez mais espaço. Um grande exemplo é o NetFlix, onde a pessoa paga uma mensalidade e tem acesso a uma grande diversidade de filmes, séries e documentários, incluindo várias produções exclusivas. Com o streaming, a pessoa pode assistir vídeos e ouvir música pela internet sem necessariamente precisar ‘baixar’ o arquivo no computador. E a facilidade de mobilidade também é outra vantagem, pois pode ser consumido no computador, notebook, tablet, celular e até pela televisão, desde que tenha a função Smart. Um outro serviço bastante popular – e gratuito – é o YouTube, onde qualquer pessoa pode ter acesso e até mesmo postar os próprios vídeos. Quer ver uma cena clássica de novela? Quer ver os gols de um jogo lá da década de 1970? Quer rever uma vitória história do Ayrton Senna? É só procurar no Youtube. Hoje, as pessoas têm ainda a opção da TV aberta, têm a opção dos canais por assinatura, que geralmente têm valores mais altos e, agora, o streaming. NÚMEROS. Uma pesquisa realizada recentemente pela empresa Nielsen Brasil em parceria com a Toluna, mostra que 42,8% dos brasileiros entrevistados assistem a conteúdos de streaming todos dias, enquanto outros 43,9% têm essa prática ao menos uma vez por semana. Ainda de acordo com a mesma pesquisa, o Brasil está entre os dez países do mundo que mais consomem o produto. Assim, o potencial de crescimento do país é ainda muito grande. Um bom exemplo disso é que neste segundo semestre, por exemplo, a Disney está lançando o seu canal de streaming no país, a Disney+, que chega para concorrer com Netflix e Amazon. Para a especialista em Marketing Digital Priscilla Oliveira, de São José dos Campos, essa tecnologia se popularizou ainda mais no período da pandemia porque se tornou uma das principais formas de entreter as pessoas nos meses de isolamento social. “Atualmente existem diversas plataformas que oferecem esse serviço e o crescimento de novos usuários aconteceu exponencialmente no país. É um período de experimentação, em que as pessoas buscam diferentes caminhos para ocupar horários de uma rotina que mudou, e isso, é uma consequência do período no qual as pessoas passaram a ficar mais tempo diante da televisão, ouvindo rádio, lendo conteúdos online, etc”, explica Priscilla. Segundo ela, as consequências disso são refletidas diretamente nessas plataformas, pois houve uma mudança de comportamento, horários e locais de acesso de cada usuário, sem contar um nível maior de exigência do que estão assistindo e/ou ouvindo, portanto a demanda se torna alta. “Já para os usuários, a mudança é na rotina, em que as pessoas estão cada vez mais fazendo diversas coisas ao mesmo tempo, sem precisar sair de casa, então todo tipo de informação e forma de entretenimento tem impacto, de acordo com o novo comportamento adotado”, disse. MUDANÇAS. Segundo a especialista em marketing digital, já estamos vivendo mudanças na forma de consumir esse tipo de conteúdo. “O período de pós-pandemia trará muitas consequências de um comportamento que praticamente a maioria da população foi ‘obrigada’ a adotar”, ressalta. “Isso faz com que o nosso consumo seja diferente e o que exigimos também. De todo ônus e bônus que toda ação tem, o benefício deste modelo que cresce cada dia mais é que, com o crescimento das plataformas, mais mecanismos são criados para melhor adaptabilidade de uma rotina diferente para diversos brasileiros”, finaliza.
O que você gosta de fazer aos fins de semana? Eu, como um chef que se preze, saio em busca dos melhores sabores para saciar meu paladar. Escutei meu estômago essa semana e ele pedia a leveza de um prato português, então obedeci e fui conhecer o mais tradicional de São José dos Campos, o Cassiano. O menu, que pode ser acessado via QR Code ou por tablet, logo me chamou a atenção, por ser vasto e ilustrativo. Isso gera expectativa no cliente -- ele já começa a experiência “comendo com os olhos”. Logo de início, após um dia de muito calor, a minha primeira escolha foi meia garrafa de um Chardonnay Argentino. Porém, o frescor que eu tanto buscava não foi atingido, o vinho estava um pouco acima da temperatura adequada para os dias quentes enfrentados no Brasil. De imediato, minha percepção foi a de que havia no menu um desiquilíbrio entre poucas opções de grelhados em meio à vasta opção de aperitivos fritos. Optei pela lula ao vinagrete e mexilhões que me trouxeram o frescor que eu não encontrei no vinho. Ponto positivo. PRATO PRINCIPAL . Optei por dois. O Filé à Portuguesa, com seu aroma impecável, foi responsável por uma festa causada pelas minhas papilas gustativas. O ponto da carne e o sabor foram o ponto alto da noite. A apresentação? Deixou a desejar.  E, claro, não poderia deixar de experimentar uma das especialidades da casa, o Bacalhau Gomes de Sá, um dos mais tradicionais pratos portugueses. Enquanto o sabor do filé chamou mais atenção que o empratamento, aqui a sensação causada foi oposta. A porção bem servida e a bela apresentação me fizeram acreditar que minha passagem estava comprada para Portugal e iria me transportar por alguns minutos... mas, infelizmente, o voo não decolou. O protagonista do prato ficou de lado e quem falou mais alto foram as batatas, ovos e azeitonas. A estrela do prato deve ter adormecido e perdido a hora dentro do forno já que aparentemente não obedeceu ao que era para ser uma leve gratinada, segundo a receita tradicional. Infelizmente, alguns minutos a mais transformam a textura do bacalhau negativamente, este foi o caso aqui. Muitas vezes uma apresentação brilhante pode ser ofuscada por um prato que precisaria de mais atenção, assim como um empratamento ruim é uma injustiça com um prato saboroso. No site, falo mais sobre a apresentação. Como tudo nessa vida é relativo, às vezes fui em um dia ruim. Quem sabe numa próxima?! Apresentação. Desde a entrada, as apresentações me fizeram observar escolha das louças que não tinham uma beleza harmônica para exaltar os pedidos. Esse é um ponto que chama minha atenção já que o empratamento faz parte da elaboração de um bom menu e a comida começa a ser saboreada pelos olhos do cliente. O filé, como mencionei, veio com um sabor indescritível, mas não condizente com a vista. O prato é servido em uma cumbuca rústica de barro que quase transbordava com a quantidade de molho. Deixo aqui minha sugestão, um clássico filé regado por seu molho sem exageros com a intenção de aromatizar a carne e acompanhado de um clássico Gratin Dauphinois, o nosso popular gratinado de batata, torna o prato reconfortante e agrada crianças e adultos. Quem diz não gostar, nunca provou um verdadeiro! Já o bacalhau foi muito bem apresentado com um conceito moderno, seus pedaços foram servidos intercalados lindamente com azeitonas, ovos cozidos e finalizado com azeite de oliva. Atendimento.  Pontualidade dos pratos nota 10 e uma atenção super especial do staff.  Obs: em tempos de Covid-19 ainda não me acostumo em ver bons restaurantes com suas mesas vazias. Muito triste. Reflexão geral: simpatizei com o ambiente, mas com algumas ressalvas. O conceito “menos é mais” precisa ser levado em consideração aqui. Muitas vezes uma apresentação brilhante pode ser ofuscada por um prato que precisaria de mais atenção assim como um empratamento ruim é uma injustiça com um prato saboroso. Bacalhau à Gomes de Sá O bacalhau - este prato popular português é feito com bacalhau, batata, cebola, ovos cozidos, azeitonas e e um bom azeite - é tradicionalmente servido na Sexta Feira Santa, mas é fácil de saborear durante todo o ano não é mesmo?! Você sabia que a tradição de comer bacalhau veio de Portugal para o Brasil mas que o bacalhau não é nativo das águas portuguesas? Isso mesmo! Ele vem da costa da Noruega ou da Islândia e tornou-se popular em todo o mundo por ser tão utilizado nas receitas tradicionais portuguesas e é assim considerado o prato nacional de Portugal. Existem milhões diferentes maneiras de cozinhar o bacalhau, a receita que eu escolhi hoje foi baseada na tradição do bacalhau da sexta feira santa da minha mãe com apenas 6 ingredientes. COMO REMOVER O SAL DO BACALHAU PARA DEIXAR ELE AINDA MAIS SABOROSO: Antes de cozinhar o bacalhau, devemos primeiro hidratá-lo e retirar o sal. Isso é feito deixando-o de molho por um a três dias e trocando a água algumas vezes, geralmente três a quatro vezes por dia. Uma outra coisa muito importante é que período de tempo que você precisa dependerá do tipo de bacalhau, espessura e o sal geral em torno dele . Eu particularmente recomendo cortar o bacalhau em pedaços e deixá-lo em uma tigela bem grande de molho com água fria por pelo menos 48 horas para ter certeza de que foi dessalinizado completamente. Para estar mais seguro prove um pedaço: ele deve ter gosto salgado leve, mas não salgado ardente e excessivo. O processo parece longo, eu sei ! mas acredite, depois de todo este processo ele deixará de ser um peixe seco e desagradável para ser uma iguaria tenra e delicada. RECEITA: - 250 kg de Bacalhau -  500 kg de batatas descascadas e cortas em fatias - Azeite - 1 cebola cortada em pedaços a médios - 4 ovos cozidos cortados - 30 kg Azeitonas - Folhas de salsa MODO DE PREPARO: - Deixe de molho o bacalhau salgado por 48 horas. Enxágüe bem em água corrente e coloque em uma tigela. - Cubra o bacalhau com água fria e cubra a tigela com filme plástico. Leve à geladeira e troque a água 4 vezes ao dia, até que o bacalhau esteja suficientemente dessalinizado. Corte o bacalhau em pedaços grandes, removendo as espinhas e reserve. - Em uma panela coloque as batatas e uma colher de chá de sal, cubra e deixe ferver, depois que levantar fervura reduza o fogo para médio-baixo e cozinhe por cerca de 5 minutos. As batatas ainda devem estar firmes e o garfo deve encontrar resistência, pois vão terminar de cozinhar no forno. Escorra e reserve. - Pré-aqueça o forno a 200 graus - Unte generosamente uma caçarola refratária com azeite e adicione 1/3 das cebolas às rodelas, depois cubra com metade das batatas, metade do bacalhau e outra generosa camada de azeite. Repita, terminando com uma camada de cebola e uma boa dose de azeite e cubra com papel alumínio. - Asse no forno pré-aquecido por 40 minutos, regando ocasionalmente com os sucos, ou até que as batatas estejam macias e a maior parte do excesso de suco tenha evaporado. Retire o papel alumínio, acrescente os ovos cozidos e as azeitonas e continue assando até dourar (cerca de 10 a 15 minutos) - Retire do forno e jogue a salsa fresca, e APROVEITE! Nascido em São José dos Campos e cidadão do mundo, Kadu Giacomini é ex-aluno da Fundhas, formado em Artes Culinárias pela Le Cordon Bleu Paris e especializado em Cake Design
O 2º Fórum de Saberes Artesanais de Ubatuba acontecerá de 28 a 31 de outubro, no formato online, com objetivo de coordenar e desenvolver atividades que visem valorizar o artesão do Litoral Norte, elevando o seu nível cultural, profissional, social e econômico, bem como, desenvolver e promover o artesanato e a empresa artesanal, no entendimento de que artesanato é empreendedorismo, e apontar que a utilização do saber tradicional manual está desencadeando o design contemporâneo. Este ano ele será no formato online e terá como atração: mesas redondas, vivências, exposições e oficinas. Neste período teremos, todos os dias, às 19hs as mesas cujos Temas debatidos serão :Patrimônio Cultural; Protagonismo Feminino; Turismo Cultural e Ecodesign. E nossas oficinas terão temáticas variadas, gratuitas, em forma de encontros virtuais, através da plataforma Zoom. Têm oficina de Reciclagem, Tingimento, Cestaria e Macramê. O conteúdo completo destes atrativos está em nosso site OFICINA I SUSTENTABILIDADE DATA - 28/10 HORÁRIO - 16h FACILITADOR- Mário Gato e Maria Flor FORMATO - PRESENCIAL TEMA - Cestaria com cipó SAIBA MAIS - https://www.facebook.com/mariogato76 LOCAL - RANCHO CAIÇARA PEREQUÊ- ACÚ VAGAS - 5 MATERIAL NECESSÁRIO - O Material será fornecido no local da oficina mediante inscrição OBJETIVOS : Despertar os interessados, em especial o mais jovem, para o reconhecimento de sua identidade cultural e a necessidade de preservação da tradição. SERÁ TRANSMITIDO AO VIVO NOS CANAIS DO FÓRUM OFICINA II LINHAS DATA - 29/10 HORÁRIO - 16h (entrar com pelo menos 5 minutos de antecedência) FACILITADORA - Ana Lucia Drechsler/ Analu-artesania consciente FORMATO - ON LINE PLATAFORMA ZOOM TEMA - Enfeite de parede com cristal em Macramê SAIBA MAIS - https://www.analu.art/ VAGAS - 15 MATERIAL NECESSÁRIO - 39 metros de Cordão de algodão (ou sisal ou barbante grosso) de aproximadamente 4mm de espessura 1 galho ou pedaço de madeira de aproximadamente 45 cm de largura 1 cristal ou pedra de aproximadamente 7 cm OBJETIVOS: Resgate dos saberes ancestrais, conexão com o manual, possibilidade de negócio. OFICINA III RECICLAGEM DATA - 30/10 HORÁRIO - 16h (entrar com pelo menos 5 minutos de antecedência) FACILITADOR - Sabrina Pedrosa FORMATO - ON LINE PLATAFORMA GOOGLE MEET TEMA -Criação de cadernos criativos com costuras artesanais básicas (brochura correntinha e japonesa) e ferramentas de gambiarra SAIBA MAIS - www.facebook.com/boracose LOCAL - ONLINE VAGAS - 30 MATERIAL NECESSÁRIO - OBJETIVOS : Democratizar o acesso ao ofício da encadernação através do uso alternativo, acessível e de reuso de materiais e ferramentas. OFICINA TINGIMENTO NATURAL DATA - 31/10 HORÁRIO - 16h (entrar com pelo menos 5 minutos de antecedência) FACILITADOR - Clara Soler Jacq FORMATO - ON LINE PLATAFORMA WEBINAR TEMA - Confecção de tintas naturais SAIBA MAIS - VAGAS - 15 MATERIAL NECESSÁRIO - 6 copos de terra 10 copos de água 1 copo de cola branca cal (a quantidade pode variar de acordo com o tom desejado). urucum se encontrar 2 baldes 1 bastao grande 1 concha Se possivel água+terra no balde 12hs antes da oficina... OBJETIVOS: Apresentar técnicas de tintura de baixo impacto ambiental, alta durabilidade e baixo custo com o uso de terras de colorações distintas.
Depois de mais de sete meses de espera, os cinemas já estão liberados a funcionar em São José dos Campos. Por conta da pandemia do novo coronavírus, os espaços foram atingidos em cheio e tiveram que ficar fechados durante este longo período.  Agora, os amantes da telona já podem retomar, aos poucos, a rotina de ir acompanhar filmes. Porém, seguindo os protocolos de segurança do Ministério de Saúde. A Cinépolis, que funciona no Shopping Jardim Oriente, em São José dos Campos, vai reabrir as portas agora. De acordo com a direção do cinema, todos os complexos da rede estão preparados com os protocolos de segurança definidos pelos órgãos competentes, criando um ambiente seguro e confiável para clientes e colaboradores. A rede também faz parte do movimento #JuntosPeloCinema, que discutiu as melhores práticas e protocolos de segurança e bem-estar para a retomada dos cinemas em todo Brasil. Nas dependências do cinema, além de ser obrigatório o uso da máscara para clientes e funcionários, há banners com todos protocolos de segurança visíveis para o público, adesivos no chão indicando o distanciamento seguro entre espectadores, álcool gel em diversos pontos do cinemas, completa limpeza e higienização das salas entre a sessões, incentivo de compra de ingressos online e nos terminais de autoatendimento, aferição de temperatura dos colaboradores diariamente, redução da capacidade de ocupação nas salas, dentre outros. Todas as salas da Cinépolis tiveram a redução de sua capacidade, seguindo a ocupação de acordo com cada decreto de lei estadual ou municipal vigentes. No Kinoplex do Vale Sul Shopping, outro que anunciou reabertura nesta quinta, os protocolos de segurança pedidos pela prefeitura, como distanciamento na hora da fila para entrar, deverão ser respeitados. Assim, filmes como “Os Novos Mutantes”, “Como Cães e Gatos 3”, “A Ilha da Fantasia” e “Scooby” já poderão serem assistidos pelo público em geral.
A Universal Pictures já planeja os dois últimos filmes da franquia "Velozes e Furiosos", que deverá acabar após o lançamento do 11º longa. Os capítulos finais deverão ser dirigidos por Justin Lin, que comandou cinco filmes da saga estrelada por Vin Diesel — quinto ator mais bem pago do mundo — e Paul Walker. Atualmente, "Velozes e Furiosos" está em seu nono filme, com lançamento previsto para o ano que vem. A produção marcou a volta de Lin à direção da franquia — ele assinou do terceiro ao sexto longas. De acordo com o site Deadline, o diretor já está negociando com a Universal e deve assumir o capítulo final da saga,que será dividido em duas partes. A expectativa é de que os últimos filmes também contem com a participação de Vin Diesel , Michelle Rodriguez, Tyrese Gibson, Chris "Ludacris" Bridges, Jordana Brewster, Nathalie Emmanuel e Sung Kang. Além deles, Dwayne "The Rock" Johnson e Jason Statham deverão retornar. Ainda não se sabe quando o final de "Velozes e Furiosos" começará a ser produzido. Iniciada em 2001, a saga lançou Paul Walker (morto em 2013) ao estrelato, no papel de um policial disfarçado que se infiltra em uma gangue de hackers automotivos liderada por Dominic Toretto (Vin Diesel). Nos filmes seguintes, as tramas foram ampliadas para envolver espionagem internacional e armas de destruição em massa. Embora a Universal planeje encerrar a história principal no 11º filme, é possível que os personagens ainda voltem em spin-offs, como aconteceu em "Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw", lançado em 2019 .
Para mais da metade dos brasileiros, 67% deles, o acesso à cultura ficou mais democrático nos últimos meses, por conta da pandemia, graças à explosão de ofertas de atrações pela internet. E 56% da população diz ter aumentado seu interesse pelas atividades culturais online. É o que mostra uma pesquisa do Itaú Cultural e do Datafolha, divulgada nesta terça-feira. O estudo também demonstrou que ouvir música e assistir a filmes e séries é o que o país mais gosta de fazer na internet neste período. Sobre a democratização, a opinião é compartilhada por 72% dos membros das classes A e B, 63% da classe C e 71% das classes D e E. Na avaliação de 58% dos participantes da pesquisa, as atividades culturais realizadas na web, como lives e filmes, melhoraram o relacionamento entre moradores da mesma casa, especialmente para aqueles com menor escolaridade e maior faixa etária. A percepção é compartilhada por 65% das pessoas com ensino fundamental e por 55% dos que possuem ensino médio; 57% dos que têm formação universitária disseram ter sentido o benefício. Em relação às faixas etárias, 66% das pessoas entre 45 e 66 anos relataram experimentar o mesmo efeito — percebido por 53% dos jovens entre 16 e 24 anos. O impacto positivo foi mais notado pelos homens (63%) do que pelas mulheres (54%). Trancada na casa dos pais idosos, em Petrópolis, desde março, a estudante Mariana Moebus, de 23 anos, é uma das que afirmam que a cultura ajudou a minimizar a tensão dos relacionamentos durante a pandemia. Depois de quatro anos morando em Niterói, a jovem precisou voltar ao lar para passar a quarentena. Nas lives musicais, encontrou um momento de distração compartilhado com a família: "As lives de domingo são nosso evento da semana. A gente se prepara a semana inteira: compramos cerveja, fazemos lanches. A sala vira uma pista de dança. É a nossa forma de fugir, juntos, do estresse e dos conflitos que esse momento pode causar. Mesmo que agora já estejamos saindo mais, mantemos o compromisso de sentarmos juntos para assistir, cantar e conversar", conta. O estudo foi realizado com 1.521 pessoas, de 16 a 65 anos e de todas as regiões do país, através de entrevistas por telefone feitas entre os dias 5 e 14 de setembro — quando grande parte dos equipamentos culturais ainda estavam fechados. Além da melhora nas relações, as atividades culturais realizadas on-line durante a pandemia também ajudaram 54% dos entrevistados a se sentirem menos sós. Para 45%, o acesso à cultura pela internet reduziu o estresse e ansiedade; 44% viram uma melhora geral na qualidade de vida. Para Eduardo Saron, diretor do Itaú Cultural, os resultados corroboram o impacto positivo da arte na saúde emocional das pessoas. "Talvez o maior impacto da pandemia sejam as doenças no campo mental. As nossas emoções estão muito afetadas", lembra. "Com essas poucas perguntas, já se evidenciou como a arte e a cultura podem cumprir um papel de acolhimento dessas questões. Pesquisas internacionais também estão aferindo isso". Paulo Alves, gerente de pesquisa do Datafolha, aponta que o interesse pela cultura deve permanecer mesmo após a pandemia. "Não que a desigualdade tenha sido apagada, mas pessoas de classes mais baixas puderam acessar atividades culturais que antes não eram viáveis. Isso abriu os olhos delas para outras possibilidades. O índice de interessados em continuar a consumir cultura no pós-pandemia praticamente se equivale entre as classes". Música, filmes e séries são os queridinhos A pesquisa também demonstrou que o consumo de cultura on-line durante a pandemia é maior entre aqueles que frequentaram atividades presenciais do mesmo gênero nos 12 meses anteriores às entrevistas. Por exemplo, 87% dos que foram ao cinema no último ano assistiram a filmes e séries na web. 72% dos que assistiram a shows presencialmente neste intervalo também acompanharam apresentações musicais pela internet. E 36% dos frequentadores de museus e exposições apostaram nas visitas on-line neste período. A pesquisa também rastreou quais são os hábitos culturais on-line mais cultivados pelos brasileiros durante a pandemia. A música sai na frente: 84% dos entrevistados relataram ouvir canções pela internet; 73% assistem a filmes e séries; 60% veem shows. Os livros digitais são lidos por 38% dos brasileiros, mesmo índice de pessoas que aproveitam o período de distanciamento para participar de cursos livres. Atividades infantis são acompanhadas por 25% dos entrevistados, enquanto podcasts são ouvidos por 26%. Por último, vêm os espectadores de teatro, dança ou circo (21%) e os frequentadores de museus e exposições on-line (17%). Apenas 5% dos brasileiros disseram não ter participado de nenhuma atividade cultural pela internet neste período. Com reabertura, shows on-line devem perder público Com a reabertura de museus, cinemas e outros espaços, a tendência é de que os eventos culturais realizados virtualmente percam adeptos. Segundo o estudo, os maiores afetados deverão ser os shows on-line: 47% dos brasileiros não têm a intenção de continuar a assisti-los no pós-pandemia. Já 69% dos cinéfilos pretendem seguir vendo filmes e séries pela web, mesmo com o retorno das salas. A pesquisa também demonstrou que o consumo de cultura on-line durante a pandemia é maior entre aqueles que frequentaram atividades presenciais do mesmo tipo nos 12 meses anteriores às entrevistas. Por exemplo, 87% dos que foram ao cinema no último ano assistiram a filmes e séries na web. Dos que assistiram a shows presencialmente neste intervalo, 72% também acompanharam apresentações musicais pela internet. E 36% dos frequentadores de museus e exposições apostaram nas visitas virtuais neste período.
Alguns cientistas brasileiros em posições de prestígio manifestaram ceticismo em relação ao anúncio de que o vermífugo nitazoxanida teria demonstrado eficácia no combate ao novo coronavírus. Por não terem ainda apresentado um estudo sobre o teste clínico, o Ministério da Ciência e Tecnologia o grupo da UFRJ que conduziu o teste clínico vêm enfrentando críticas. Na última madrugada, o ministro da Ciência, Marcos Pontes, publicou postagens nas redes sociais justificando a decisão de não apresentar artigos científicos e dados detalhados no evento onde foi feito o anúncio. "Todos os dados e cálculos serão apresentados após a publicação do artigo científico internacional que necessita ser inédito. "Existem centenas de pessoas morrendo diariamente, o que, obviamente, obriga a divulgação da conclusão antes da divulgação dos cálculos", afirmou Pontes. "Obviamente, a informação é baseada nos números, cálculos estatísticos, etc., já de posse dos pesquisadores." A afirmação de que o estudo requer ineditismo, porém, não vai de encontro à política da maior parte das revistas científicas para Covid-19, que tem aberto exceção a esse tipo de regra em virtude da urgência de saúde pública imposta pela pandemia. Denise Garret, epidemiologista do Instituto Sabin (EUA), cobrou em postagem de mídias sociais que o governo apresente os estudos. "Apresentação dos resultados antes da publicação (até mesmo reportagens escritas) não tira a originalidade dos resultados. O trabalho continua sendo inédito", disse a cientista, mostrando como exemplo a política de publicação da revista "Science", uma das mais disputadas do mundo. Um número grande de estudos que saem em periódicos de prestígio tem sido divulgado na forma de pré-prints (estudos que ainda não passaram por revisão independente), antes de serem aceitos para publicação formal em periódicos acadêmicos. O GLOBO tentou contato com a pneumologista Patricia Rocco, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), líder do estudo clínico em questão, para ouvir sua versão sobre os questionamentos. A professora pediu à reportagem que contatasse a assessoria de imprensa da universidade. Esta, por sua vez, afirmou que a cientista não estaria disponível para entrevistas. Segundo alguns pesquisadores, o anúncio foi marcado pela pressa do governo em anunciar um resultado que subsidie a política de tratamento precoce para a Covid-19, que o Ministério da Saúde defende em contraposição ao que recomendam associações médicas. "O governo federal acaba de reciclar o discurso do tratamento precoce para Covid-19", escreveu Daniel Dourado, médico e advogado sanitarista da USP, sobre o anúncio. "O tratamento precoce infelizmente não existe, não foi descoberto. Mas agora estão tentando emplacar a nitazoxanida. De novo, sem apresentar nenhuma comprovação científica de eficácia." Na falta de um estudo que possa ser avaliado, alguns cientistas buscaram analisar o documento de registro do teste coordenado pela UFRJ, que foi submetido ao site clinicaltrials.gov dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA. O portal se tornou uma referência mundial para atestar a credibilidade de ensaios clínicos. No registro feito ali, o trabalho liderado por Rocco, que lista recrutamento de 1.575 voluntários para o teste, declara não buscar medir impacto da droga na mortalidade entre pacientes ou taxa de internação, critérios de desfecho considerados mais objetivos para avaliar se uma droga funciona. "O desenho do estudo é inadequado para demonstrar eficácia clínica ou impacto sobre a transmissão da Covid-19", escreveu ao GLOBO o infectologista Mauro Schechter, professor titular da Faculdade de Medicina da UFRJ. "Os desfechos primários são subjetivos (tosse e astenia) ou aferidos pelo participante (febre) e medidos no oitavo dia. Já o desfecho secundário é carga viral. Ou seja, nada que tenha caráter prognóstico estabelecido." Na defesa que Pontes buscou fazer hoje do anúncio feito sobre a droga, porém, o ministro ainda pareceu sugerir automedicação. "Se contrairem Covid, lembrem-se da conclusão dos estudos apresentada hoje. Isso é o importante", escreveu. 'Cozinhando' dados? Em artigo para o Instituto Questão de Ciência, o microbiologista Alison Chaves, destrinchou os registros dos testes clínicos da nitazoxina, e criticou a prática dos pesquisadores de não publicaram o protocolo definitivo do estudo antes de ele começar a ser realizado. "Embora não seja uma garantia de qualidade, essa prática permite que depositemos alguma confiança na integridade do estudo: a publicação prévia impede que o protocolo seja 'cozinhado' à medida que os dados aparecem", diz o cientista. Ele explica que, como não houve publicação prévia para o trabalho sobre a nitazoxina, não há prova de que os critérios de desfecho do trabalho não tenham sido escolhidos sob medida para mostrar que o remédio teve efeito positivo. O primeiro registro da fase 2 do estudo que começou no dia 8 de junho só foi realizado um mês depois, em 27 de julho no REBEC (Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos). O segundo registro, feito no clinicaltrials.gov, data de 17 de setembro. A despeito da desconfiança em relação à maneira com que o teste clínico foi conduzido e anunciado, alguns cientistas condenam críticas feitas antes da publicação do estudo. Rafael Polidoro, imunologista na Universidade de Indiana (EUA), afirma que o pronunciamento de segunda-feira "tem exageros" e recebeu "atenção desnecessária e talvez mal intencionada", mas não vê em princípio má conduta dos pesquisadores. "Vamos aguardar os dados reais saírem pra poder criticar e/ou se alegrar", escreveu. "O trabalho em si foi tocado por pesquisadores sérios, em que eu confio e respeito." Dados "não reais" foram mostrados durante a apresentação do estudo no ministério. Um vídeo de apresentação do trabalho mostrava um gráfico que na verdade havia sido tirado de um banco de imagens, não do estudo original. Sobre o episódio, o ministro Pontes respondeu: "O gráfico da apresentação de hoje era meramente ilustrativo". O GLOBO apurou que o trabalho científico em si teria sido submetido ao JAMA, a revista da Associação Médica Americana, um periódico relevante no cenário médico. Segundo Schechter, a avaliação do resultado depende muito de quais serão as alegações publicadas no estudo final, quando aceito. "Se demonstra uma importante redução de carga viral, com significação estatística, e conclui dizendo que isso pode servir de base para futuros estudos para investigar eficácia clinica ou impacto em transmissão, eu, como editor ou revisor, recomendaria a publicação", escreve. "Mas, se conclui que essa redução justifica seu uso clínico em tratamento precoce, pediria para mudar a conclusão ou rejeitaria o trabalho caso não aceitasse mudar."
Até sábado, é possível conferir gratuitamente e online todas as novidades do setor e reflexões sobre o mercado com a pandemia, durante o Dwalk 2020 - Semana de Design do Vale. Profissionais internacionais e nacionais agregam as discussões. Eles foram convidados pelas lojas que integram o “Design District, que ficam entre as avenidas Av. Rio Branco, Av. São João, Av. Madre Paula e Heitor Villa Lobos. Na programação deste dia 21 de outubro, quarta –feira, entre os assuntos estão: A Firmato PIÚ que traz tanto na parte da manhã quanto à tarde, o designer Aristeu Pires com o tema “O Contexto e a Arte”. O designer de móveis apresentará para arquitetos e profissionais do mercado um panorama de sua carreira e suas criações. São 15 anos de poesia em forma de móveis, o designer nascido na Bahia, entre as experiências profissionais tem histórias como a vivida em 1999, em um Congresso da Oracle Corporation na Alemanha, Aristeu Pires arquiteto de soluções tecnológicas de uma empresa brasileira, após apresentar seu trabalho e aplaudido de pé. Em setembro de 2017, dentro da programação da Paris Design Week ministra palestra na Embaixada do Brasil na França, como parte da mostra itinerante do Projeto Raiz, que visa estimular a presença do mobiliário brasileiro de traço autoral no exterior. Residindo em Gramado e atuante na área de tecnologia, a necessidade de uma mesa com cadeiras para sua residência o leva a desenhar mobiliário com traços modernos e decide arriscar-se como fabricante de móveis em Canela, como empreendedor pesquisou muito sobre o seu novo ofício. A designer absorve elementos da vida e da natureza e transforma em criação. Aristeu Pires, o homem que pretende trabalhar até os 100 anos e que “ faz um móvel para durar mais que ele “O seu objetivo é que, o filho de quem adquire esse móvel hoje, queira tê-lo na sua casa amanhã”, finalizou. A Valeflex neste dia contará com os designers italianos Adriano Baldanzi e Alessandro Novelli, considerados um dos melhores no setor de cadeiras e móveis para escritório. Eles são responsáveis pela criação de diversas cadeiras e assentos corporativos de destaque no Brasil, e irão falar sobre as inspirações e sobre o lançamento 2020 da cadeira Volare, da Flexform, com assento inovador e com mais de 50 composições diferentes em tecido e acabamentos. A Bontempo terá um bate papo descontraído entre os Decornautas e Nildo José, eles falam sobre Arquitetura do bem-estar com foco na casa pensada exclusivamente para a pessoa, como extensão de sua personalidade. A Sono Class contará com Fábio Barrocal e Íris Lessa falando sobre qualidade de vida e bem-estar. O Senac traz Cyntia Salles e Danielle Brandão para falarem sobre Horta na Cozinha – Espaços Sustentáveis. A Boa Esperança terá as arquitetas Shrilei Proença e Nayara Alvarenga nas lives, elas abordam as tendências para o hall de entrada. E para fechar a programação deste dia 21 de outubro, a Florense promoverá a conversa com o fotógrafo Denilson Machado, o profissional aborda a fotografia de interiores para arquitetos. A programação completa você confere no Instagram: @dwalk_sjc.