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Phil Spector, um dos mais influentes e bem-sucedidos produtores musicais do rock'n'roll e do pop, responsável por uma série de sucessos no início dos anos 1960 e discos icônicos como "Let it be" e "Imagine", morreu no último sábado, 16, aos 81 anos. A morte foi confirmada na tarde deste domingo, 17, por autoridades do Departamento de Correções e Reabilitação da Califórnia, onde ele cumpria pena por assassinato desde 2003, quando a modelo Lana Clarkson foi encontrada morta na casa do produtor. Segundo sua filha, Nicole Audrey Spector, o produtor morreu por complicações da Covid-19. Ele recebeu o diagnóstico do novo coronavírus no fim de novembro na California Healthcare Facility, a prisão em que cumpria pena. Spector foi levado ao San Joaquin General Hospital no dia 31 de dezembro, e intubado no dia seguinte. Wall of Sound Spector ficou conhecido pela abordagem wagneriana na música pop, com uma produção definida pelo tratamento instrumental luxuoso. O estilo foi batizado de Wall of Sound (muro de som), e moldou a indústria musical a partir dos anos 1960. Especialista em criar hits, ele colocou, entre 1960 e 1965, nada menos do que 24 álbuns no top 40 dos mais vendidos. A canção "You’ve lost that lovin’ feeling", composta por ele, Barry Mann e Cynthia Well e conhecida principalmente na versão dos The Righteous Brothers, é a música mais tocada do século XX em rádio e TV, de acordo com a gravadora BMI. Sua colaboração com os Beatles resultou no estrondoso sucesso do álbum "Let it be", entre outros. Ele também viria a trabalhar no "Imagine", de John Lennon. Outras de suas parcerias incluem artistas como Ronettes, Crystals, Ike & Tina Turner, Cher, Leonard Cohen e Ramones, antes de entrar em um período de inatividade a partir dos anos 1980, com alguns trabalhos ocasionais. Produtor como protagonista Ao elaborar uma assinatura sonora imediatamente identificável, Spector criou sozinho o imaginário do produtor musical como autor, uma figura cuja força criativa iguala ou até supera a dos artistas. Sua marca de assinatura era a Wall of Sound, uma onda sônica aperfeiçoada nos estúdios Gold Star em Los Angeles, onde trabalhou com o engenheiro Larry Levine, o arranjador Jack Nitzsche e um grupo de músicos apelidado de Wrecking Crew (equipe da demolição) por Hal Blaine, um de seus bateristas regulares. Com dezenas de músicos e cantores de apoio agrupados nos aposentos apertados do Gold Star, Spector superpôs várias camadas de guitarras, baixos e teclados e aplicou um brilho cintilante de cordas. "Houve compositores-produtores antes dele, mas ninguém fez tudo como Phil", disse à Rolling Stone o compositor e produtor Jerry Leiber, que morreu em 2011 e com quem Spector fez um breve, mas crucial, aprendizado na Atlantic Records. A técnica de Spector inspirou outros artistas na criação de álbuns fundamentais. Um dos maiores exemplos é o icônico "Pet sounds", dos Beachs Boys, que emulou o Wall of Sound com perfeição. "Ele é eterno", disse sobre Spector o compositor Brian Wilson, líder dos Beach Boys e a mente por trás de "Pet sounds", em 1966. Outros que assumiram a influência do produtor foram Velvet Underground, Brian Eno, My Bloody Valentine e Bruce Springsteen, entre outros. Carreira manchada por assassinato e denúncias Sua carreira de sucesso, porém, foi manchada pelo assassinato da modelo e atriz Lana Clarkson, que foi encontrada morta com um tiro na cabeça na casa de Spector, em 2003. Em 2009, o produtor foi condenado a 19 anos de prisão. Clarkson trabalhava com recepcionista numa boate de Los Angeles e, após uma noite de bebedeira com Phil Spector, acompanhou o produtor até sua casa. A polícia de Los Angeles encontraria a mulher, então com 40 anos, morta numa cadeira da sala de estar, com um único ferimento de bala na cabeça.   Também em 2003, dois dos filhos adotados de Spector, Donté e Gary, denunciaram que o pai os manteve em cativeiro quando eram crianças e os forçava a praticar atos sexuais com uma de suas namoradas. "Por anos, nós éramos apenas animais enjaulados e usados para a diversão do papai", disse Donté ao jornal inglês "Mail on Sunday". Segunda mulher de Spector e mãe de Donté, Gary e Louis, Veronica Bennett já havia denunciado comportamentos violentos do músico em 1990, no livro "Be my baby: How I survived mascara, miniskirts and madness". Segundo ela, que ficou conhecida como Ronnie Spector no grupo Ronettes (criado por Spector), o ex-marido a manteve em cativeiro e sabotou sua carreira a impedindo de fazer shows. Ela precisou fugir da mansão de Spector com a ajuda da mãe, em 1972. Depois do divórcio, em 1974, Bennett disse que Spector ameaçou contratar um matador de aluguel para assassiná-la.
Na nova série do History, Quanto Vale? (What´s It Worth?), que estreia dia 19, às 20h40, o comediante e colecionador Jeff Foxworthy faz uma viagem virtual pelos Estados Unidos em busca dos tesouros escondidos que pessoas comuns guardam durante anos, na esperança de um dia transformá-los em dinheiro. Foxworthy e sua equipe examinam uma variedade de relíquias de família, bugigangas e tesouros para ajudar as pessoas a saberem se estão sentadas em uma mina de ouro ou se estão apenas segurando itens por valor sentimental. Com objetos que vão desde lembranças da cultura pop e artigos estranhos a relíquias históricas, as descobertas são acompanhadas das incríveis histórias pessoais por trás desses tesouros escondidos, alguns tão impressionantes quanto seus valores em dólar. Na estreia, o History exibe dois episódios: No primeiro deles, Nos braços de um anjo, o colecionador e comediante Jeff Fowworthy examina uma estátua do anjo Gabriel que pode ter sido feita para um Papa, e as jaquetas dos seguranças do festival de Woodstock. Quanto podem custar? Além disso, um dos donos vai se espantar com o preço de um esqueleto que ele conseguiu de graça. Em Fonte da juventude, Jeff e os especialistas avaliam o preço de uma fonte com a estátua de um membro da família. Na sequência, checam se um bebê gigante é autêntico, tiram o pó da primeira edição do livro As Mil e Uma Noites e determinam que valor pode alcançar um console vintage do jogo Donkey Kong.
Sucesso no cinema e nas livrarias, a franquia "Para todos os garotos que já amei" chega ao fim com o terceiro filme da trilogia. Adaptação do livro homônimo da americana Jenny Han, "Agora é para sempre" estreia no Netflix no dia 12 fevereiro, e traz de volta os atores Lana Condor e Noah Centineo nos papeis de Lara Jean Song Covey e Peter Kavinsky, respectivamente. Em "Para todos os garotos que amei", título do primeiro opus da triologia (publicada em livro em 2014 e adaptada para o cinema em 2018), a aluna do segundo grau Lara  escrevia em segredo para todos os seus crushes, e foi pega de surpresa quando um dia as cartas foram misteriosamente enviadas para os destinatários. Com a vida amorosa turbinada, ela teve que aprender como funciona um relacionamento de verdade na segunda parte, "P.S.: Ainda amo você". Agora, a série se encerra com um novo dilema: ingressar na faculdade ou permanecer com a família e com Peter, o namorado? De origem coreana, Lara é muito próxima de suas duas irmãs, e as obras refletem sobre os relacionamentos familiares.  No Brasil, os livros da série venderam 900 mil exemplares, segundo a editora Intrínseca. "Para todos garotos que já amei" foi o primeiro livro com uma asiática na capa a aparecer entre os mais vendidos do "New York Times". Hoje pode parecer bizarro, mas a autora Jenny Han, também de origem coreana, conta que na época a editora americana teve medo que a capa prejudicasse as vendas. Imaginavam que as pessoas achariam a imagem de Lara muito diferente delas. "Queria muito que garotas asiáticas tivessem essa experiência de entrar na livraria e se ver nas prateleiras", disse Jenny ao GLOBO em 2017, quando veio à Bienal do Rio. "Muitas pessoas se sentem invisíveis, e essa é uma maneira de fazê-las se sentirem vista". Por isso, a autora conseguiu incluir em seus livros diversas curiosidades a respeito da cultura coreana, por meio dos costumes de Lara Jean e suas irmãs Margot e Kitty. No cinema não foi diferente. Para Han, o mais importante é que as adaptações mantivesse o nível de representatividade de descendentes asiáticos. "Representatividade é tão importante, e isso significa tudo para mim. Mais do que qualquer coisa, eu espero que o sucesso desse filme gere mais oportunidades para atrizes asiáticas e escritoras à margem da sociedade", escreveu em sua página do Facebook. As adaptações também foram um sucesso. A Netflix, que raramente revela resultados de audiência, anunciou que o filme lançado em agosto de 2018 foi o segundo na lista de mais reassistidos daquele ano na plataforma. Perdeu apenas para "A barraca do beijo", outra comédia romântica voltada para o público juvenil.
Adaptado ao formato virtual, o 36º Festival de Marchinhas de São Luiz do Paraitinga promove nos dias 16, 23 e 30 de janeiro uma aula show com o maestro e multi-instrumentista Alexandre Peixe e duas mesas de debate com participação de Benito Campos - um dos fundadores do Carnaval luizense e do bloco Juca Teles, o compositor Thar Ferreira, a cantora Suzana Salles e o músico Paulo Padilha. Serão três encontros, sempre aos sábados às 10h da manhã com transmissão pela página do facebook da Viva Produções Culturais www.fb.com/crescenteproducoes. Em decorrência da pandemia pela Covid 19 o Carnaval luizense foi cancelado, entretanto o consagrado Festival de Marchinhas foi mantido e adaptado para o ambiente virtual, aproveitando novas possibilidades de conexão entre artistas e publico. Este ano, além do Festival de Marchinhas e da Mostra das Bandas de Carnaval, a programação trará de forma inédita ações formativas visando fomentar a troca de conhecimento sobre profissionais da área e a história do maior e mais tradicional carnaval do Vale do Paraíba. Adaptado aos protocolos estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde – OMS, os eventos terão início no dia 16 de janeiro, às 10h com o multi-instrumentista Alexandre Peixe, que irá ministrar uma aula show com o tema “A evolução melódica, harmônica e rítmica das marchinhas luizense”. Voltada para profissionais da música ou simplesmente amantes da folia a mesa trará informações técnicas sobre a marchinha e sua evolução no cenário musical. Já no dia 23, às 10h, Benito Campos - um dos fundadores do bloco Juca Teles, Thar Ferreira, compositor e líder da Banda Quar de Mata, Suzana Salles – cantora e Paulo Padilha – músico e educador; participam da mesa com o tema “Resumo da história do carnaval brasileiro e seu surgimento na cidade de São Luiz do Paraitinga”. A partir das pesquisas e materiais do acervo dos participantes a mesa apresentará a identidade e a transformação do carnaval luizense, colocando-o como um dos principais eventos no calendário cultural de nosso país. Por fim, no dia 30, às 10h, os músicos Camilo Frade e Lia Marques participam da mesa “Os filhos do Carnaval Luizense”, que promoverá um bate papo sobre os artistas expoentes da nova geração musical e carnavalesca na cidade de São Luis do Paraitinga
A exposição e o documentário foram apresentados ao público no último sábado (9), em dois eventos virtuais promovidos pelo Museu do Folclore, gerando um total de 926 visualizações, 93 curtidas e 83 comentários. A abertura da exposição, seguida de um bate-papo, aconteceu pelo Facebook, às 16h30, e o lançamento do documentário pelo YouTube, às 19h. Confira aqui a exposição Confira aqui o documentário Exposição virtual A exposição, intitulada ‘A estrela que move o Vale’, reúne 180 fotos de 12 Folias de Reis que participam anualmente da Chegada das Bandeiras. Todos as fotos são de autoria do fotógrafo Paulo Amaral, 46 anos, responsável por sugerir a realização da exposição. O profissional registra eventos culturais há mais de vinte anos, em particular, os ligados à cultura popular. Também participaram do bate-papo sobre a mostra, além do próprio Paulo Amaral, a folclorista Angela Savastano e a museóloga Mariana Boujadi, responsável pela orientação técnica da exposição. A pesquisadora Tiane Tessaroto foi a mediadora do encontro. “A exposição virtual estimula a construção de novos percursos, significando e resignificando formas de leitura e de interpretação dos registros fotográficos, dos textos e dos contextos apresentados. Uma exposição virtual é, sobretudo, uma exposição sem fronteiras visíveis”, destaca Mariana. Documentário O documentário mostra imagens, em vídeo e foto, de 13 Folias de Reis participando da Chegada das Bandeiras, de visitas a outros presépios e de gravaçõs feitas por alguns grupos neste período da pandemia. O material também traz depoimentos de mestres e contramestres falando do quanto é importante manter a tradição das Folias de Reis e da importância que elas tem para os devotos. A pesquisadora Tiane Tessaroto foi responsável pelo trabalho de pesquisa, roteiro e locução do documentário, com edição do profissional Danilo Ferrara. O material é uma realização do Museu do Folclore, em parceria com a Fundação Cultural Cassiano Ricardo e Prefeitura de São José. A produção e gestão coube ao CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular).
“O mês de janeiro é, tradicionalmente, o mês das liquidações das grandes marcas. E quando o assunto é moda, os descontos são ainda mais atrativos nas coleções de primavera-verão, que já começam a dar espaço para a chegada das peças do preview de outono”, comenta Margarete Sato, gerente de marketinh do Colinas Shopping, em São José dos Campos. E esse período é, realmente, uma excelente oportunidade para quem busca itens com descontos – como divulga a campanha “Colinas Sale” com descontos de até 80% entre as lojas participantes. A maioria deles vale para itens de vestuário, acessórios e calçados. A loja MOB, por exemplo, oferece peças com 50% off na coleção verão 2021, assim como a Dudalina, Mr Cat, Santa Lolla, L'occitane Au Brésil e Oficina do Corpo. Já a Le Lis Blanc, tem descontos de até 60%, e Nagata Shoes e Hope Lingerie, de até 70%. Na Morana, os acessórios estão com preços 80% off. O período das campanhas de descontos das marcas varia de acordo com cada loja, mas a maioria segue até o dia 31 de janeiro. Para conferir o guia de lojas e produtos das marcas, o cliente também pode acessar a vitrine virtual do Colinas Shopping www.colinasshopping.com.br/shopping/vitrine e realizar a sua compra online ou no formato drive-thru. Carla Fabricia Sem Festa Festeira de carteirinha – organizadora das tradicionais festas do Polo Vale Decor como coordenadora de relacionamento do grupo e empresária do segmento de eventos, dona do Buffet Zabumba em Taubaté – Carla Fabricia comemora suas 36 primaveras neste sábado, dia 16. Mas, ao contrário dos anos anteriores e em tempos de Covid-19, a profissional optou por passar um final de semana na tranquilidade de um chalé em Santo Antônio do Pinhal junto ao seu sócio e marido Fabiano Domiciano. Aplicativo Garupa Delivery O Aplicativo de mobilidade Garupa São José dos Campos e Jacareí chega à região e se diferencia pelos serviços prestados. A pouco menos de 30 dias, eles lançam na região o Garupa Food para atender com serviço Delivery restaurantes e bares nas duas cidades. “Aqui aplicamos uma taxa justa e compatível com a atual realidade do nosso país”, comenta o empresário Ricardo Rodrigues. O carro-chefe da empresa, que antes era a mobilidade das pessoas, passou a ser entrega de documentos e objetos. E ainda serviços agora chegou ao delivery de comida. “Trabalhamos muito com três pilares: Movimentar a economia local, valorizar os motoristas com o repasse de 80% e tarifas justas para nossos passageiros”, reforça Ricardo. O serviço pode ser acessado pelos garupasaojos e @garupa.jacarei .
A Netflix anunciou um ambicioso plano de lançamento para 2021: pelo menos um novo filme por semana no catálogo do serviço. E convocou um time de estrelas para divulgar o combo de estreias, em um vídeo promocional capitaneado por Ryan Reynolds, Gal Gadot e Dwayne "The Rock" Johnson, que estão em "Red Notice", longa de ação que está neste pacote de apostas. Melissa McCarthy, Halle Berry, Jason Momoa, Octavia Spencer, Regina King, Chris Hemsworth e Lin-Manuel Miranda são outros figurões de Hollywood que aparecem no material de divulgação, veiculado nas redes sociais. Entre os destaques estão "A mulher na janela", suspense com Amy Adams, e "Don’t loook up", de Adam McKay, que conta com um elenco milionário: Jennifer Lawrence, Leonardo DiCaprio, Ariana Grande, Timothee Chalamet, Kid Cudi e Meryl Streep. Sem esquecer do desfecho de duas trilogias originais de muito sucesso da Netflix: "Para todos os garotos que já amei" e "Barraca do beijo". Abaixo você confere a lista completa de novos filmes já anunciados pela plataforma para 2021. Janeiro Pai em dobro (comédia, dia 15) Zona de combate (ação, dia 15) Vovó saiu do armário (comédia, dia 22) O tigre branco (drama, dia 22) A escavação (drama, dia 29) Em busca de Ohana (aventura, dia 29) Abaixo de zero (suspense, dia 29) Fevereiro Malcolm & Marie (drama, dia 5) I care a lot (drama, dia 19) Março Moxie (comédia, dia 3) Dia do sim (comédia, dia 12) Sem data definida Army of the Dead (ação) Awake (ação) Kate (ação) Red Notice (ação) Sweet Girl (ação) Fear Street Trilogy (terror) No One Gets Out Alive (terror) There’s Someone Inside Your House (terror) Things Heard and Seen (terror) Blood Red Sky (suspense) Beckett (suspense) Escape from Spiderhead (suspense) Intrusion (suspense) Munich (suspense) O2 (suspense) Night Teeth (suspense) The Swarm (suspense) The Woman in the Window (suspense) Stowaway (ficção científica) A Castle For Christmas (romance) Fuimos Canciones (romance) Kissing Booth 3 (romance) Love Hard (romance) The Last Letter from Your Lover (romance) The Princess Switch 3 (romance) To All The Boys: Always and Forever (romance) Untitled Alicia Keys Rom-Com (romance) Beauty (drama) Blonde (drama) Bombay Rose (drama) Bruised (drama) Concrete Cowboy (drama) Fever Dream (drama) Monster (drama) The Guilty (drama) The Hand of God (drama) The Power of the Dog (drama) The Starling (drama) Unt. Alexandre Moratto Film (drama) Unt. Graham King (drama) The Harder They Fall (faroeste) 8 Rue de l’Humanité (comédia) Afterlife of the Party (comédia) Bad Trip (comédia) Don’t Look Up (comédia) Double Dad (comédia) The Last Mercenary (comédia) Thunder Force (comédia) A Boy Called Christmas (para toda família) A Winter’s Tale from Shaun the Sheep (para toda família) Back to the Outback (para toda família) Loud House (para toda família) Nightbooks (para toda família) Robin Robin (para toda família) Skater Girl (para toda família) Teenage Mutant Ninja Turtles (para toda família) Trollhunters: Rise of the Titans (para toda família) Wish Dragon (para toda família) A Week Away (musical) tick, tick…BOOM (musical)
Depois de passar por São Paulo e Brasília, onde foi vista por quase 200 mil pessoas, a exposição "Linhas da vida", retrospectiva da artista japonesa Chiharu Shiota, chega ao Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro com 70 obras, muitas delas inéditas, entre gravuras, desenhos, objetos e instalações. Entre elas está "Além da memória", que recebe o público logo na rotunda do CCBB, com 13 metros de altura, feita com 20 mil folhas de papel sulfite e dois mil novelos de lã e inspirada, segundo a artista, na diversidade do povo brasileiro. A instalação também funciona, diz a curadora Tereza de Arruda, como uma dica do que os visitantes vão encontrar a seguir: um trabalho meticuloso de linhas e formas que falam sobre caminhos, afeto e memória. Ou autoconhecimento, um tema presente em todo o percurso da artista de 49 anos, radicada em Berlim há mais de 20.  Amiga da artista e também moradora da capital alemã desde 1989, Tereza de Arruda percorreu a exposição pontuando características inerentes à obra de Shiota, que não virá ao Rio porque está montando outra mostra neste momento em Berlim. Tereza define Shiota como uma artista "tímida", que precisou ultrapassar as barreiras bidimensionais da pintura ainda jovem, por não "caber" naquele formato. — Na primeira vez que ela saiu do Japão, em um intercâmbio da universidade para a Austrália, ela teve um sonho em que estava se transformando em pintura, como se o corpo dela fosse a superfície de uma pintura. Aí fez aquela performance — conta a curadora, apontado para a obra "Transformando-se em pintura", de 1994, uma série de quatro fotos onde a artista aparece encharcada de tinta vermelha. Depois, aliás, Shiota descobriu que a tinta era tóxica e teve que cortar o cabelo. — Mas foi algo muito espontâneo, uma tentativa de expandir o campo pictórico — diz Tereza. Além desta, outras performances documentadas estão no primeiro salão da exposição, um primeiro núcleo "introdutório", como explica a curadora, entre os cinco que compõem "Linhas da vida". Nesta seção, há trabalhos que giram em torno do corpo como tema, como "No banheiro" (2002) e "Tente ir para casa" (1997). Percebe-se a preferência da artista pelo uso do branco, do vermelho e do preto, que representam início, vida e morte, respectivamente, segundo Tereza. Adiante, o público vai se deparar com "Dois barcos, um destino" (2019), instalação que apresenta uma metáfora sobre trajetória e percursos da vida. — O barco é uma figura recorrente no trabalho dela, mas não é usado como meio de transporte, e sim pelo formato que remete a uma mão, algo que vai te guiar, te conduzir. São barcos idealizados. A cor preta indica o fim. Aqui, ela está falando da morte. É uma viagem, e fortíssima pelo que estamos vivendo hoje, mas ela lida com isso com sutileza e fragilidade — explica a curadora. Chiharu Shiota também toma a figura do barco como ponto de partida de diversos desenhos e gravuras expostos nos salões do CCBB, a exemplo das litografias "Linha ondulada" (2018) e "No barco" (2019), além da instalação "A chave na mão" (2015), vista em uma fotografia de grande formato. Esta foi a obra que a japonesa levou para representar seu país na 56ª Bienal de Veneza, em 2015. Para concebê-la, utilizou dois barcos cobertors por uma trama de fios de lã vermelhos que suspendem 180 mil chaves. — Ela coletou essas chaves em uma campanha, e é interessante porque nós só entregamos chaves a quem confiamos. Para ela, essas chaves estão relacionadas a memórias pessoais de quem as entregou — observa a curadora. Lenda japonesa Outra instalação de destaque é "Linha interna" (2019), um site specific composto por três grandes vestidos vermelhos, com cerca de 35 mil metros de fios entrelaçados em uma estrutura retangular. A obra foi criada especialmente para ocupar a Japan House, em São Paulo, em 2019, quando a individual da artista no CCBB paulista ocorria simultaneamente. Foi inspirada em uma lenda japonesa que conta que quando uma criança nasce, um fio vermelho é amarrado em seu dedo, representando a extensão de sua corrente sanguínea, e que esse fio vai se cruzar com o fio de outra pessoa ao longo da vida, modificando caminhos. Tereza de Arruda explica que quando a exposição acabar, em abril, os fios e papéis sulfite que formam a obra monumental do foyer serão encaminhados para reciclagem e doações. E cita, mais uma vez, a palavra que "amarra" a exposição de Chiharu Shiota: — Ela está interessada na presença que a obra vai ter na memória das pessoas, pois a obra acaba, é desmontada, mas vai continuar existindo na memória de quem viu. Onde: Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março 66, Centro —3808-2020. Quando: De 13 de janeiro a 19 de abril. Qua a seg, das 9h às 17h. Agendamento pelo site eventim.com.br. Quanto: Grátis.
A Exposição Origens #3 acontece em formato totalmente virtual até o dia 31 de janeiro de 2021, com mais de 50 obras de 5 artistas plurais que refletem os resultados da diáspora africana nas realidades periféricas em que vivem. Com curadoria de Priscila Magalhães, os trabalhos são compostos por pinturas, colagens, artes digitais e fotografias. As obras ficarão expostas no site do Festival Cultural Pangeia, com acesso gratuito. Os artistas convidados são: Isabela Alves “Afrobela”, Cauã Bertoldo, Cassimano, Paulo Chavonga e Ione Maria. Planejada para ocorrer no formato presencial, a organização transferiu a exibição das obras para o meio virtual, aumentando o seu alcance e chamando a atenção do público, não só do Brasil como inclusive de outros países. Até o momento a exposição recebeu mais de 260 visitantes de diversas localidades como Estados Unidos, México, Angola, Moçambique, Equador, Holanda, Áustria e Itália. As obras que retratam nossas origens diaspóricas envolvidas no cotidiano de cada artista podem ser conferidas através do site https://www.festivalpangeia.com/ .“Foi muito provocador levar a exposição para o ambiente virtual e acredito que tem dado certo. Estamos conectados e buscando levar a reflexão do tema do festival que é Conexão Américas e África” para diversas pessoas, comenta Priscila. “Foi um desafio enorme remontar o planejamento e adaptar tudo para o meio digital, porém diante do alcance obtido decidimos manter a exposição por mais um tempo, para que mais pessoas possam apreciar as obras e fotografias no site. Talvez no formato tradicional não teríamos impactado o mesmo número de visitantes”, diz a diretora do Festival, Pauliana Reis sobre a continuidade da exposição até o final de janeiro.
Em 2021, diante das restrições a grandes eventos presenciais, apresenta-se ao público o projeto “Carnaval Virtual de Marchinhas de São Luiz do Paraitinga”, com todas as atividades disponibilizadas em ambiente virtual (Canal do YouTube e página da Viva Produções Culturais nas redes sociais). A programação será composta por mesas de debate, aula show e a realização de uma Mostra das Bandas do Carnaval Luizense e do 36º Festival de Marchinhas de São Luiz do Paraitinga (festival competitivo). Iniciando os trabalhos, o 36º Festival de Marchinhas de São Luiz do Paraitinga, um dos mais tradicionais do gênero no Brasil, está com inscrições abertas até às 17h do dia 18 de janeiro. As inscrições são gratuitas e para maiores informações os interessados deverão acessar o site www.vivaproducoesculturais.com.br Serão selecionadas 16 marchinhas que participarão do festival, e todas serão interpretadas pelas bandas de apoio contratadas, ficando a cargo dessas bandas a realização dos ensaios e arranjos. Além disso, a edição deste ano prevê diversas premiações e troféus aos participantes, inclusive, as classificadas receberão uma ajuda de custo de R$ 500,00. A classificação final para a distribuição dos prêmios se dará em 02 frentes. A primeira frente, por meio do Prêmio “Dodô/Quadô - Voto Popular”, contemplando as três marchinhas mais bem votadas numa enquete que será realizada junto ao público nas redes sociais, ofertando o valor de R$ 2.500,00 para a 1º mais votada, R$ 1.500,00 para a 2º mais votada e R$ 1.000,00 para a 3º mais votada. Por sua vez, a segunda frente refere-se ao “Júri Técnico” (formado por personalidades da música popular), os quais classificarão o primeiro lugar (melhor música), cuja premiação é de (R$ 2.500,00), melhor figurino (R$ 1.500,00)e melhor interprete (R$ 1.000,00). As marchinhas selecionadas serão gravadas e lançadas no YouTube e nas redes sociais nos dias 4 e 5 de fevereiro. A enquete referente ao Prêmio “Dodô/Quadô - Voto Popular” estará disponível ao público para votação a partir das 10h do dia 06 de fevereiro até às 17h do dia 07 de fevereiro de 2021. O Festival de Marchinhas de São Luiz do Paraitinga é uma produção da “Viva Produções Culturais”, subsidiado pelo Edital ProAC Expresso Lei Aldir Blanc nº 40/2020 da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, e conta com oapoio da Prefeitura Municipal de São Luiz do Paraitinga. Serviço: 36º Festival de Marchinhas de São Luiz do Paraitinga Inscrições: Até o dia 18 de janeiro às 17h Regulamento: www.vivaproducoesculturais.com.br