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Depois de atuar por 10 anos no mercado financeiro, num ambiente rígido e raras oportunidades de viajar e se desconectar do trabalho, Júlia Junqueira programou seu ano sabático, período de reconexão com o mundo e com ela mesma. Como ela mesmo disse nesta entrevista, com pouco tempo para fazer qualquer coisa que fosse diferente de estudar ou trabalhar, percebeu que se eu continuasse ali juntaria mais dinheiro e teria a segurança que ele traz, mas me sentiria uma prisioneira. "Minha filosofia é buscar manter a mente limpa e concentrada para facilitar ter clareza, calma e tranquilidade na minha vida. Entendo que a percepção equivocada das coisas pode causar muito stress e confusão interna e externamente, por isso procuro meditar e buscar momentos de silêncio durante o dia. Sinto que isso me ajuda a perceber o mundo e a mim mesma com mais nitidez, inteligência e bondade", contou Júlia. Para que pudesse realizar seu ano sabático, passou dois anos organizando as ideias e planejando. Fez sessões de coaching que a ajudaram a enxergar que já tinha uma reserva financeira suficiente para permitir que parasse de trabalhar por um tempo e a ter a confiança e a coragem para ir atrás do que eu queria. "Fiz dois sabáticos, o primeiro em 2014 logo que saí do mercado financeiro, e o segundo em 2018. No primeiro fiz muita festa, fui a muitos festivais de música pelo mundo, tudo muito divertido e sem grandes objetivos. O segundo foi focado em crescimento pessoal. Passei dois meses em um monastério budista, aprendi a tocar um instrumento musical (o violão), fiz um trekking de uma semana em elevada altitude pelos Himalaias, uma experiência física e psicologicamente muito desafiadora", disse. "A experiência contou com o acompanhamento de terapeutas e cientistas em parceria com a Imperial College London, uma das instituição acadêmicas pioneiras na pesquisa do uso de substâncias psicodélicas em ambiente terapêutico e seu impacto revolucionário no campo da neurociência, psiquiatria e exploração da consciência. Fiz também um retiro de tantra com meu companheiro, uma experiência absolutamente transformadora para nós dois", disse..  
A joseense Julia Ferrari não imaginava no início o quanto estaria inovando com seu "Som na Placa". A inspiração veio com a quarentena, quando, como ela mesma diz, "não aguentou ficar parada" e teve uma ideia. Ideia que virou projeto, que virou pesquisa e execução. E que hoje está sendo comercializada por todo o Brasil, entre apreciadores de todas as idades e quem sabe, daqui um tempo, ganhe o mundo por meio do comércio eletrônico. "Mais que uma placa decorativa em acrílico personalizado com sua música, álbum ou playlist favoritos do Spotify, o @somnaplaca pretende trazer a experiência das músicas favoritas para qualquer ambiente offline e independente do celular", conta Júlia. "Isso tudo vai além: a experiência de dar sentido à uma placa decorativa e a um ambiente por meio da música é completamente emocional e por isso, temos tido tantas procuras nos últimos dias por pessoas de todas as idades", completa ela. Segundo ela, o 'Som na Placa' ultrapassa o conceito de arte decorativa e interativa, uma vez que cada placa pode ser 100% personalizada de acordo com o estilo e preferência musical de cada um. Atualmente, é comercializado para todo o Brasil, mas Júlia, como reside na Austrália, já fez uma pesquisa informal entre os amigos da terra dos cangurus que já apontaram interesse em ter também sua placa de acrílico personalizada com sua música favorita. "Este produto é inédito e pretende trazer mais emoção à casa, ao ambiente de trabalho. Por isso, nesta pandemia, percebemos o quanto objetos decorativos que integram a casa podem ser tão importantes para estas horas extras dentro do lar. Com o toque musical e interativo da música, certamente torna a experiência mais interessante", completa Júlia. Além do formato mini, há placas nos formatos Clássico e Plus. E esperem: para lhe acompanhar pra lá e pra cá, Julia já colocou no mercado a opção chaveiro com corrente. Para conhecer mais, acesse no Instagram o @somnaplaca..
Ela tem 314 mil inscritos no canal do Youtube e algumas receitas registram 726 mil visualizações - como o Frango Frito Vegano Super Crocante! Luísa Carvalho Guida Motta é um fenômeno das redes sociais no segmento do veganismo e o que mais chama a atenção é sua consciência alimentar e de equilíbrio sustentável com tão pouca idade: 21 anos. "Ter uma alimentação saudável sempre foi incentivada em casa, com a família. Depois que virei vegana expandi meus horizontes. Entendi que veganismo é uma causa pelos animais, pelo bem estar do mundo e de todo sistema sustentável. A saúde vem em segundo plano, como consequência deste estilo de vida", conta Luísa. LEIGOS. Curiosamente, muitos dos seguidores do canal não são veganos. "Queremos conversar de uma forma autoral e divertida com o público leigo, que não conhece nosso pensamento, nossos princípios para quem sabe, atraí-los ao veganismo", conta Luiza. "O Larica Vegana é mais que um canal no Youtube. Eu e meu irmão, meu sócio, queríamos trazer uma nova abordagem para o veganismo, diferente que existia no Youtube. Queríamos mais divertido, engraçado, humor, cidadania, lifestyle, diferente de tudo que existia. Não gostamos de associar a algo fitness e estéticos, por exemplo. Gostamos de mostrar que veganismo pode ser prático e fazer sentido. É gostoso!" Luiza é expert em transformar receitas tradicionais não veganas e veganizá-las. Uma das receitas com o maior número de visualizações, por exemplo, é o Frango Frito Crocante Vegano, com mais de 700 mil visualizações. "Quando você se torna vegano você expande sua visão de mundo e vê a importância do equilíbrio entre todos os seres e a natureza. É preciso abrir os olhos, os ouvidos e a mente para outros mundos, outras jornadas, que só fazem bem ao mundo, como o veganismo", finaliza ela..  
João Pedro Oliveira, o JP, tem 27 anos e é um dos grandes nomes do skate brasileiro. Em São José dos Campos, deu seus primeiros rolês lá no Vista Verde, depois na pista do Aquárius e agora desafia a gravidade com manobras na pista do Pavilhão, recém inaugurada. Morou por 10 anos em Los Angeles, cidade que o fascina até hoje, e aos 12 anos viajava com a família quando numa pista de skate carioca, no aterro do Flamengo, formou sua crew de amigos skatistas. Mas foi nessa pandemia que sua expansão pessoal aflorou: longe das pistas devido ao distanciamento, começou a trabalhar com a família, que atua no setor de design, e ali nasceu então um novo projeto que une seu esporte à arte. "A ideia é trazer o skate para o design. Atualmente crio móveis e objetos de decoração e arte, sempre com foco no reaproveitamento de materiais e reciclagem. Mas com um detalhe: procuro aplicar o skate nesta nova proposta de decoração, reutilizando shapes e demais componentes para a nova proposta estética da casa", explica JP. NEGÓCIO. "Eu e minha família inauguramos recentemente o Urbania Interiores, espaço que com uma nova proposta de design de interiores, mobiliário, quadros, molduras e demais componentes de decoração. Esta nova proposta traz ainda a missão da transformação e do reaproveitamento, da reciclagem para tudo que fazemos. Gosto de reaproveitar objetos para criar novas coisas. Transformar. O que deixou de ter utilidade e transformar em formas uteis", conta JP. Transforma, inovar, com mais sustentabilidade, menos lixo, mais responsabilidade. Inovar. Irado!.