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Quem fez a sua roupa? Como foi fabricado esse algodão? Cada vez mais a consciência sobre a fabricação das roupas, seu papel, imagem social e de consumo responsável tem sido objeto de reflexão e mais que isso, de atitude entre consumidores de moda de todo o mundo. Em São José dos Campos, Mari Cury que está à frente do Boulevard Depot - um projeto inovador que mesmo antes da pandemia já estimulava as compras e o network ao ar livre, a céu aberto - irá nos contar um pouco sobre esta transmutação e novo posicionamento da moda. "O Boulevard Depot é resultado também desta osmose que passou a moda brasileira. Neste mês comemoramos 10 anos e nesta década nos adaptamos à todos os movimentos da cadeia da fabricação de roupas. Pois somos somente a ponta, contato direto com o consumidor final e tivemos que desenvolver entender gradualmente a consciência do chão de fábrica, do plantio do algodão, dos fabricantes para também passar ao nosso consumidor", conta Cury. "Hoje, temos um consumidor mais atento às informações sobre a procedência da roupa, por exemplo: quem faz as minhas roupas? Há trabalho escravo envolvido? Por isso, se ele paga um valor mais elevado, paga não só o corte e o tecido, como também todos os investimentos que vêm lá de traz da cadeia. E se o valor da roupa é econômico, ele também tem a consciência do diferencial de processos que aquela roupa passou", conta ela. A moda passou na década de 80 e 90 pela super glamourização, marcada pelo movimento das super models, nos anos 2000 tornou-se vendável, competitiva, atingindo o ápice no fast fashion, com coleções semanais dentro das lojas. "Atualmente , o movimento da moda consciente traz o slow fashion na ponta do iceberg: com um poder de compra reduzido, o fashion lover encontra alternativas na aquisição de roupas vendáveis, de qualidade, que podem ser usadas por mais tempo e combinadas com a proposta de novas produções e mix de combinações", acrescenta Mari Cury. Outra expressão da moda, contrária à glamourização, está na sua imagem nas redes sociais: a própria Mari veste a sua roupa e mostra como as combinações e possibilidades podem ser utilizadas no dia a dia. "Para mim, o Instagram é uma ferramenta de trabalho para gerar venda e também inspirar outras pessoas, mostrar para elas a consciência sobre a roupa, sobre o que vestir e combinar. Vejo muito sentido nisso tudo e tenho feedbacks positivos", conta a empresária. Atualmente, a moda mundial segue a trilha do reaproveitamento, das combinações, da inteligência de consumo e do valor agregado ao vestir uma peça de roupa. "Estar consciente perante este novo cenário permite também que apliquemos nossa criatividade e inspirações nas combinações dos looks no dia a dia", finaliza ela..  
Há alguns anos, o cinema e a televisão retratavam imagens do "futuro" como algo super tecnológico, desumanizado e inacessível. Vias suspensas no céu, carros que voam, robôs por todos os lados. A tecnologia evolui em todas estas a favor do bem estar e da qualidade de vida. Contudo, com a Covid-19, todas as previsões e expectativas deste futuro cinematográfico, mudaram. "Desde o início da pandemia e por todo o processo da quarentena, observamos no mundo o processo de humanização. A necessidade de se estar próximo à natureza, ao ar livre, ao contato humano de uma nova forma. Nossas necessidades hoje de qualidade de vida estão ligadas ao regate de alguns valores antes esquecidos ou pouco valorizados, como por exemplo, ir à praia e apreciar o mar", conta Fredy Ribeiro, um dos diretores da F3 Entretenimento. "Estamos, contudo, descobrindo uma nova forma de curtir a vida, por meio de novas experiências. O distanciamento social está humanizando muito mais as relações não somente entre as pessoas, como também lugares, ambientes e ações". Sociólogos, especialistas em história e comportamento humano, marqueteiros e um batalhão de profissionais seguem empenhados pela análise de um mercado futuro, diferente daquele traçado nas previsões antigas. O mercado de eventos, por exemplo, já aponta tendências à ativações e convivências ao ar livre, seja pela prática de meditação e yoga, como também contato permanente com a natureza, seja praia, campo ou montanha. NOVA ÓTICA. Dentro de casa, fez-se a necessidade de analisar o mundo de outra forma, com uma nova ótica. Nunca foi tão necessário e desejado pisar na areia da praia, curtir um domingo de sol num piquenique, trocar sorrisos e olhares descompromissados. "Outros países já que já estão no processo de reabertura e retomada dos antigos serviços já apontam hábitos e necessidade dos consumidores", comenta Felipe Ribeiro, que também está à frente da F3 Entretenimento. Certamente, nada será como antes. Para quem aproveitou a pandemia para se dar novas oportunidades de vivenciar novas experiências, desde a prática de exercícios físicos, novo tipo de alimentação, novas forma de relacionamento, já entendeu e sentiu na pele as melhoras deste novo processo de vida. "Temos percebido, por exemplo, a crescente tendência da prática da meditação entre empresários que antes nunca haviam pensado em praticá-la, por exemplo. Todo este movimento de transformação tem acontecido de dentro pra fora, o que é mais importante e eficiente", declara Fabiano Ribeiro, também sócio da F3. Quem sabe o cinema e os veículos de comunicação, a partir de agora, passem a retratar um novo cenário. Um futuro recheado por muito verde, águas, pedras, música, meditação e uma nova forma de relacionamento humano"..  
Prepare seu coração: ao embarcar no mercado de criptomoedas, ou moedas digitais, os usuários precisam saber sobre os riscos do mercado e estarem atentos às oportunidades, que como todas as transações de risco, podem dar muitos ônus, ou bônus. Questões regulatórias podem levar a grandes oscilações ao longo do ano em todas as criptomoedas e é preciso estar atento para todo o movimento do mercado. Alguns acreditam que as criptomoedas, ou moedas digitais, são o futuro das transações econômicas. E a partir de agora o Brasil, como o resto do mundo, se posiciona no mercado com sua primeira moeda virtual made in Brasil. Em tempos de pandemia, ganhar dinheiro sem sair de casa com um smartphone é o sonho de muitos. Esta é a principal funcionalidade das moedas digitais, que dispensam o papel e também as relações comerciais presenciais. Tudo é feito em ambiente online e já está sendo muito utilizada entre as relações de troca entre marcas e consumidores do setor de varejo. Além da vantagem de troca da moeda por produtos e serviços de varejo, em breve os usuários poderão também comprar, vender e trocar seus tokens nas exchanges, que têm até carteira de clientes que pode chegar até um milhão de clientes. Algumas delas mostram também preocupação social: um percentual de todas as ações realizadas dentro de algumas plataformas também se converte à projetos sociais, destinados a causas de inclusão sociodigital da população brasileira. Segundo especialistas, a sugestão para quem pretende se aventurar neste mercado é aplicar uma quantidade pequena em criptoativos. É preciso lembrar que é um mercado volátil e pouco correlacionado com os demais ativos tradicionais. No Vale do Paraíba, assim como em todo o Brasil, os comerciantes e empresários tem se movimentado para absorver cada dia mais esta nova possibilidade no mundo dos negócios. Pode ser uma alternativa mediante ao cenário de crise, que esperamos superar em breve..