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O presidente Jair Bolsonaro participa, na manhã deste sábado, da cerimônia de formatura de novos paraquedistas da Brigada de Infantaria do Exército, na Vila Militar. O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, e o filho do presidente, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), também estão no evento. Ao todo, foram entregues 749 brevês. Dos militares que compõem o Governo, estão presentes os ministros de Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, o da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, e o ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos. O ministro da Educação, Milton Ribeiro, e o secretário municipal de Ordem Pública, Gutemberg Fonseca também acompanham.  Esta foi a última de uma série de agendas do presidente no Rio de Janeiro, que nesta sexta-feira acompanhou a inauguração de uma escola cívico-militar no bairro do Rocha, na Zona Norte do Rio. Depois ele esteve no Comando Militar do Leste, visitou as instalações do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) e participou de uma confraternização na Fortaleza de São João, na Urca. Durante a cerimônia, o presidente, que é paraquedista do Exército, quebrou o protocolo formal da ocasião descendo do palanque para cumprimentar os formandos e também com seus familiares, posicionados em uma arquibancada lateral. O evento reuniu os quase 750 formandos juntos no campo de pouso da base, o que vai contra as recomendações dos órgãos de saúde de não causar aglomerações durante a pandemia de coronavírus.  O presidente retirou a máscara em alguns momentos durante a cerimônia para tirar fotos e conversar com apoiadores. Ele também se encontrou com os pais do paraquedista  Pedro Lucas Ferreira Chaves, que morreu ao saltar de um aeronave no dia 20 de junho. Durante o discurso, ele relembrou seus tempos na brigada de paraquedistas. "Hoje o paraquedista não apenas salta da rampa, hoje ele sobe a rampa do Palácio Central, para mostrar a todos do Brasil que temos honra na condução das questões públicas e queremos um Brasil muito melhor do que aquele que recebi em janeiro do ano passado".
A Rússia já começou a produção do primeiro lote de sua vacina para a Covid-19, segundo informou o Ministério da Saúde do país neste sábado. Sob desconfiança da comunidade internacional, o insumo "Sputnky V", feita pelo Instituto de Pesquisa Gamaleya, é a aposta do governo russo para chegar à frente na corrida por um imunizante contra o novo coronavírus. A Rússia foi o primeiro país a registrar uma vacina contra a Covid-19, que já matou mais de 760 mil pessoas no mundo e contaminou mais de 21 milhões. O país, no entanto, não apresentou ensaios clínicos sobre a eficácia e a segurança do insumo. Especialistas de vários países, como Anthony Fauci, um dos principais epidemiologistas dos EUA, dizer temer que com essa rápida aprovação regulatória, Moscou esteja colocando o prestígio nacional antes da segurança em meio à corrida global para desenvolver uma vacina contra a doença. Sua aprovação vem antes de testes que normalmente envolveriam milhares de participantes, comumente conhecidos como Fase III. Esses ensaios são geralmente considerados precursores essenciais para garantir aprovação regulamentar. Pesquisa divulgada na última terça mostrou que a maioria dos médicos russos não se sentiria confortável em receber doses da vacina. A Rússia informou que a vacina será lançada até o final deste mês. O presidente Vladimir Putin garantiu ao público que ela é segura, acrescentando que uma de suas filhas tomou o insumo como voluntária e se sentiu bem depois. Paraná e Rússia assinaram parceria para produção da vacina O diretor-presidente do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), Jorge Callado, afirmou que o governo do Paraná assinou um memorando de entendimento com o governo russo e que um grupo de trabalho começará as "tratativas técnicas" para aquisição e produção da vacina no estado. Callado enfatizou que o acordo só valerá de fato após acesso a dados sobre testes e eficiência da imunização, o que não deve acontecer antes de um mês, e a aprovação das entidades regulatórias brasileiras. "A produção só começará após a aprovação de todos os órgãos regulatórios, como a Anvisa e a Comissão Nacional de Ética e Pesquisa. E, claro, com a consonância da OMS, que é fundamental. Não teremos passos apressados, nem vamos queimar etapas. Vamos seguir todas as etapas técnico-científicas necessárias", afirmou em coletiva de imprensa.
Após viralizar num vídeo em que uma mulher aparece quebrando uma de suas peças, Romero Britto passou de artista aclamado a vilão em poucos segundos. Há um dia, o artista plástico é um dos assuntos mais comentados da internet e o chamado cancelamento, inevitável. De Miami, Romero se manifestou sobre o assunto, contando que o incidente aconteceu há três anos, embora tenha sido postado na rede social TikTok, que só passou a existir este ano. "O vídeo do incidente ocorreu em 2017 no qual todos podem ver que fui vítima de uma pessoa que foi a uma de minhas galerias de arte e quebrou uma escultura que havia ganhado. Uma peça pesada de porcelana que, ao quebrar em pedaços, poderia ter causado danos a mim, a ela ou a qualquer outra pessoa no local. É lamentável, mas a integridade física das pessoas foi colocada em risco naquele momento. Infelizmente, há pessoas que querem ficar famosas às custas de outro. Através da minha arte, meu propósito sempre foi o de levar alegria, amor e esperança a todos. Não admito desrespeito e jamais tive a intenção de desrespeitar alguém. A internet é muitas vezes injusta e as pessoas não estão preocupadas com a verdade. Gostam de confusão, drama, negatividade, de julgar sem analisar os fatos. Vou continuar minha missão de alegrar o mundo, que como nunca precisa de mais amor, felicidade, esperança e otimismo". A cliente que jogou a escultura no chão foi ao local para reclamar da forma como Britto teria tratado os funcionários de seu restaurante, Ole? Ole? And Tapelia, localizado em frente à galeria. Ela diz que seu marido havia lhe comprado aquela obra, da qual ela gostava. Indignada, a mulher contou na frente do artista e dos fãs dele que Britto teria reservado uma mesa para 20 convidados em seu estabelecimento para sentar-se sozinho, gastando apenas US$ 8 de consumação. A mulher afirma que ele teria ainda pedido um desconto e tradado os funcionários de forma grossa. O perfil do restaurante também se manifestou. Foi publicada uma foto da dona nos Stories, com uma mensagem de agradecimento pelo apoio. Internautas brasileiros descobriram a página do estabelecimento e têm deixado comentários de incentivo para a empresária. "Você é incrível! Adoraria que todos os chefes fizessem por sua equipe o que você fez pela sua. Brasil te admira muitíssimo", disse uma usuária brasileira.
A Diocese de São José dos Campos volta a celebrar missas com a presença de fiéis a partir deste sábado (15), mediante o atendimento de normas sanitárias contra a Covid-19. As celebrações de forma tradicional estavam suspensas há cerca de cinco meses em função da pandemia. Decreto que autorizou a retomada nas cidades que integram a Diocese de São José foi publicado pelo bispo Dom Cesar Teixeira no final de julho. Para as pessoas que integram o grupo de risco para a doença, é recomendado que o acompanhamento das celebrações continue sendo feito via transmissões ao vivo. O decreto estabelece que o controle do número dos fiéis às celebrações ficará sob a responsabilidade de cada paróquia, que poderá realizar agendamento na secretaria, agendamento por aplicativo ou via distribuição de senhas. O retorno também deve ser marcado por mudanças temporárias no protocolo de realização das missas, que não contarão com a procissão de entrada, por exemplo. Outra alteração é a recomendação para os ministros irem até os fiéis durante a Comunhão, e não o contrário. A Diocese de São José é responsável também pela cobertura das cidades de Jacareí, Igaratá, Paraibuna, Monteiro Lobato e Santa Branca.  Confira as regras para retomada: - As missas serão celebradas, preferencialmente, na igreja matriz de cada paróquia e/ou em capelas/salões/locais abertos que comportem um número razoável de pessoas com o devido distanciamento; - Na medida do possível, durante as celebrações, as igrejas deverão ter todas as portas e janelas abertas, favorecendo a circulação do ar; - Ventiladores e/ou ar condicionado deverão permanecer desligados; - Na medida do possível, as portas de entrada e de saída deverão ser diferenciadas e sinalizadas, para evitar que as pessoas se cruzem; - Tanto para a entrada quanto para a saída, deverá haver pessoas encarregadas da organização, a fim de que o distanciamento mínimo de 1,5 m entre as pessoas seja respeitado; - Cada paróquia cuidará da marcação que limitará os lugares a serem ocupados pelos fieis, respeitando o distanciamento mínimo de 1,5 m, entre eles; - Depois de cada celebração, todo o local e seus objetos (bancos, cadeiras, portas, janelas, corrimãos etc) deverão ser devidamente higienizados com álcool em gel, água sanitária ou outro desinfetante, para a próxima celebração; - Cada paróquia estabelecerá os horários das celebrações, observando um intervalo razoável entre as mesmas para a higienização do local; - As celebrações sejam breves; - Para todas as pessoas que participarem presencialmente das celebrações será obrigatório o uso de máscaras e a higienização das mãos, na entrada da igreja; - Haja constante orientação aos fiéis, tanto por meio de cartazes, quanto pelas redes sociais, acerca das ações em vista do cuidado da integridade própria e do próximo: uso de máscara, distanciamento, não se cumprimentarem com aperto de mão, abraço e qualquer outra forma de contato físico, não tocarem em imagens e outros elementos presentes no local da celebração, não ficarem aglomeradas antes e depois das celebrações; - Enquanto perdurar a pandemia da Covid-19, os fieis católicos estão dispensados do cumprimento do preceito dominical de participação da missa, pela autoridade do Bispo Diocesano (cf. Can. 87, § 1, do Código de Direito Canônico). Portanto, haja orientação e incentivo para que as pessoas participem da missa durante a semana, evitando grande afluência às celebrações dominicais. Isso deve valer de modo especial para quem não trabalha fora de casa durante a semana; - Para a celebração do sacramento do Batismo, da Confirmação, da Reconciliação, da Unção do Enfermos, do Matrimônio, da 1ª Comunhão e Exéquias seguir as Orientações da CNBB para as Celebrações Comunitárias no contexto da pandemia.
O hexacampeão mundial Lewis Hamilton é o pole position do Grande Prêmio da Espanha de Fórmula 1, deste domingo, às 10h10 (com TV Globo). Após liderar as duas primeiras etapas do treino, o piloto da Mercedes consolidou a boa atuação dos últimos dias e conquistou o primeiro lugar no grid, superando o companheiro Valtteri Bottas por apenas 0s059, na etapa final da classificação, em Barcelona. Essa será a sua 92ª pole position. Hamilton cravou 1m15s584 no Q3, enquanto o companheiro de equipe fez 1m15s643. Max Verstappen (Red Bull) confirmou a condição de principal ameaça à dupla da Mercedes e ficou em terceiro no grid com 1m16s292. Sergio Pérez (Racing Point) completa a segunda fileira (1m16s482). Charles Leclerc (Ferrari) conseguiu apenas em nono lugar, com 1m17s087. — Não consegui melhorar minha segunda volta, mas agradeço pela primeira ter sido boa o bastante para a pole — falou Hamilton. O GP da Espanha será o último em que os pilotos vão poder usar o chamado "modo festa" no motor, uma configuração que aumenta a potência por períodos mais curtos e que está banida pela FIA a partir do próximo GP, na Bélgica. Acredita-se que Mercedes, Renault e Honda tenham o "modo festa", mas o sistema da Mercedes é mais eficiente.  —  Não é uma surpresa, eles estão sempre tentando nos deixar mais lentos. Mas isso realmente não muda muito para nós, então não é um problema. Os caras da nossa equipe acabaram de fazer um bom trabalho com o motor. A proibição do "modo festa" obviamente é para reduzir a nossa velocidade, mas eles não vão conseguir os resultados que desejam  — disse Hamilton.
O presidente Jair Bolsonaro participa, na manhã deste sábado, da cerimônia de formatura de novos paraquedistas da Brigada de Infantaria do Exército, na Vila Militar.  O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, e o filho do presidente, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), também estão no evento. Ao todo, foram entregues 749 brevês. Dos militares que compõem o Governo,  estão presentes os ministros de Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, o da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, e o ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos. O ministro da Educação, Milton Ribeiro, e o secretário municipal de Ordem Pública, Gutemberg Fonseca também acompanham.  Esta foi o última de uma série de agendas do presidente no Rio de Janeiro, que nesta sexta-feira acompanhou a  inauguração de uma escola cívico-militar no bairro do Rocha, na Zona Norte do Rio. Depois ele estiver no Comando Militar do Leste, visitou as instalações do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) e participou de uma confraternização na  Fortaleza de São João, na Urca. Durante a cerimônia, o presidente, que é paraquedista do Exército, quebrou o protocolo formal da ocasião e descendo do palanque para cumprimentar os formandos e também com seus familiares, posicionamos em uma arquibancada lateral. O evento reuniu os quase 750 formando juntos no campo de pouso da base, o que vai contra as recomendações dos órgãos de saúde de não causar aglomerações durante a pandemia de coronavírus.
O presidente americano, Donald Trump, emitiu uma ordem executiva na sexta-feira à noite à  controladora chinesa da TikTok, ByteDance, para que se desfaça das operações do aplicativo nos Estados Unidos nos próximos 90 dias, informou a CNN. Trump explicou na ordem que acredita haver "evidências confiáveis" de que o ByteDance "pode ??tomar medidas que ameacem prejudicar a segurança nacional dos Estados Unidos" após a aquisição do aplicativo de mídia social Musical.ly pela empresa. Essa é mais recente reviravolta nas idas e vindas dramáticas entre o popular aplicativo de vídeo e o presidente, depois que ele declarou no mês passado que proibiria o TikTok de operar nos Estados Unidos. Trump emitiu uma ordem executiva na semana passada que proibiria o aplicativo de operar nos EUA em 45 dias se não fosse vendido. Negócio com Microsoft é quase certo Ainda segundo a CNN, a  ordem desta sexta-feira vai além e  instrui especificamente o ByteDance a destruir todos os dados obtidos dos usuários de TikTok nos EUA e informar o Comitê de Investimento Estrangeiro nos EUA assim que o fizer. A ByteDance terá que certificar semanalmente que está em conformidade com a ordem ao comitê, que está autorizado a tomar medidas para garantir a implementação da medida, entre elas,  permitir que funcionários do governo americano tenham acesso "a todas os escritórios e instalações" da ByteDance , TikTok e suas subsidiárias nos Estados Unidos. O procurador-geral William Barr tem autoridade para "tomar todas as medidas necessárias" para fazer cumprir a ordem, explica a CNN. O pedido também exige que o ByteDance notifique o comitê de qualquer venda ou transferência pretendida e declara explicitamente que o comitê pode considerar se o comprador ou cessionário é um cidadão americano ou é propriedade de cidadãos dos EUA. Enquanto a TikTok luta para manter viva sua presençanos EUA, a Microsoft emerge como um potencial, embora improvável, salvador para a plataforma. A empresa de Bill Gates disse no início deste mês que estava avançando com negociações para adquirir a TikTok, após uma conversa entre o CEO Satya Nadella e Trump. A transação pode ser complicada e difícil de realizar, e a Microsoft mudou sua estratégia de negócios nos últimos anos. Ainda assim, diz a CNN, analistas dizem que o negócio é quase certo de valer a pena para ambas as empresas. O aplicativo explodiu em popularidade nos Estados Unidos e em outros países ocidentais, tornando-se a primeira plataforma de mídia social chinesa a ganhar força significativa com usuários fora de seu país de origem. Termor de governo chinês ter acesso a dados de americanos Ele foi baixado 315 milhões de vezes nos primeiros três meses deste ano, mais downloads trimestrais do que qualquer outro aplicativo na história, de acordo com a empresa de análises Sensor Tower. Os críticos do TikTok temem que os dados que coleta de seus usuários americanos possam acabar nas mãos do governo chinês, embora a TikTok tenha dito que armazena seus dados fora da China e que resistiria a qualquer tentativa de Pequim de apreender as informações. "Os dados dos usuários da TikTok dos EUA são armazenados nos EUA, com controles rígidos sobre o acesso dos funcionários. Os maiores investidores da TikTok vêm dos EUA. Estamos comprometidos em proteger a privacidade e a segurança de nossos usuários enquanto continuamos trabalhando para levar alegria às famílias e carreiras significativas para aqueles que criam em nossa plataforma ", disse o porta-voz da TikTok, Hilary McQuaide, à CNN no início deste mês. Especialistas em segurança cibernética disseram que o risco potencial do TikTok para a segurança nacional é amplamente teórico e que não há evidências que sugiram que os dados do usuário do aplicativo tenham sido comprometidos pela inteligência chinesa.