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Após oito meses, a fila de espera por uma vaga nas creches municipais de Taubaté voltou a superar a marca de 1.000 crianças em julho. Os dados, atualizados até o último dia 12, foram divulgados pela prefeitura. São 1.099 crianças na fila, o que representa um crescimento de 17,41% sobre o registrado em junho (936). A maior espera é para berçário, com 769 crianças. Na sequência aparecem maternal 1 (252) e maternal 2 (78). A fila de espera atingiu o maior patamar desde novembro de 2018, quando a lista tinha o nome de 1.853 crianças. A menos de um ano e meio para o fim do governo, a tendência é que o prefeito Ortiz Junior (PSDB) não consiga cumprir a promessa de zerar o deficit de vagas em creches - o compromisso foi feito na eleição de 2012 e repetido no pleito de 2016. Hoje existe apenas uma unidade de ensino infantil em construção na cidade: a creche do Bardan, que deverá atender 150 crianças. Realizada pelo governo estadual, a obra teve início em abril de 2018 e deveria ter ficado pronta ainda em novembro do ano passado, mas está com apenas 55% de execução. O novo prazo é dezembro de 2019. O custo é de R$ 2,8 milhões, divididos igualmente entre estado e município. No início do ano, a gestão tucana chegou a anunciar o início das obras da creche no Vila Rica, mas o projeto segue no papel. "As tratativas para a construção da nova creche estão em fase de estudos de demanda e análise do projeto", explicou a prefeitura. No primeiro mandato Ortiz prometeu construir 16 creches, que somariam 3.000 novas vagas, mas apenas quatro foram entregues, com 581 vagas. Em janeiro de 2017, no começo do segundo mandato, o tucano fez uma nova promessa: entregar sete creches até o fim do ano. Só uma ficou pronta (130 vagas). Outras quatro creches foram inauguradas em 2018 (Marlene Miranda, Monjolinho, Oásis e Portal da Mantiqueira, somando 503 vagas) e duas em 2019 (Fazendinha e Hípica Pinheiro, com 244 vagas)..  
A Justiça concedeu uma liminar que suspende a reintegração de posse determinada para o terreno em que se encontram cerca de 200 famílias em Jacareí. A comunidade, batizada como Coração Valente, vivia em um terreno situado na estrada do Rio Comprido até outubro do ano passado, quando sofreram uma ordem de reintegração de posse. Com a decisão, as famílias migraram para outro terreno, localizado no bairro Bandeira Branca. A mudança fez com que o proprietário da nova área também pedisse pela reintegração, que inicialmente chegou a ser concedida pela Justiça. A decisão liminar, proferida no final da última semana, deve ser válida até que seja julgado o recurso de mérito da Defensoria Pública. Para o defensor Bruno Miragaia, o ideal é que o município intervenha no assunto para que a comunidade não precise continuar mudando frequentemente de terreno. "[É necessário] que o Poder Público saia da posição cômoda que está e enfrente o problema que aflige aqueles moradores, que é a falta de política habitacional e fundiária na cidade", afirmou Miragaia. Parte das famílias que vivem no local também foram moradoras do Pinheirinho, ocupação em São José dos Campos que chegou a registrar mais de 1.600 famílias e foram removidas à força em 2012. Em nota, o governo Izaias Santana (PSDB) informou que o terreno é particular e que a Pró-Lar tem se concentrado em ações de regularização fundiária, das quais registra cerca de 898 lotes regularizados. "A construção de moradias populares depende de recursos estaduais e federais que estão em análise nas respectivas secretarias. Caso haja a aprovação de algum projeto de moradia popular para o município, a prefeitura de Jacareí pretende atender os munícipes pela ordem de suas inscrições na Fundação Pró-Lar", afirmou a Prefeitura de Jacareí..  
Com investimento superior a R$ 30 milhões, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), vai assinar no próximo sábado o contrato para a ampliação do Copom (Centro de Operações da Polícia Militar) em São José dos Campos -- no dia do aniversário de 252 anos do município. A unidade, que atende toda a RMVale, região mais violenta de São Paulo, vai ser ampliada e ganhará novos serviços, como o monitoramento por câmeras e a possibilidade de integração com sistemas municipais de vigilância. O prazo para a conclusão da obra é de 18 meses. No início, para a construção da unidade, o Estado havia estimado investir R$ 20.679.880,94 para a obra e gerenciamento. Depois da licitação, o valor caiu para R$ 16.193.137,32 -- dos quais são R$ 15.132.085,49 para a obra e mais R$ 1.061.051,83 para o gerenciamento. Outros R$ 15 milhões serão investidos em equipamentos para segurança. Um novo prédio vai ser construído na área do 1º BPM-I (Batalhão de Policia Militar do Interior), na região central de São José, localizado ao lado do CPI-1 (Comando de Policiamento do Interior). Ao todo, de acordo com dados do Estado, serão 77 pontos de atendimento e 56 pontos de despacho, atendendo cerca de 3,7 milhões de pessoas. Neste sábado, também serão entregues 69 novas viaturas à PM que irão atender toda a área da RMVale. "A região tem esse hub [integração] de tecnologia, aproveitamos para fazer bons projetos na área de segurança pública. Vamos pegar os recursos do Fundo Vale, pegar o custeio que temos economizado na agencia metropolitana, e jogar para um investimento em um grande projeto de câmeras de vídeo monitoramento, plugando no nosso Copom, que o governador está investindo R$ 30 milhões", afirmou o secretário Estadual de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, durante uma em entrevista exclusiva concedida ao OVALE. O Fundo Vale é responsável por dar suporte financeiro ao planejamento e às ações destinadas à região, com utilização de recursos repassados pelo Estado, municípios e outras fontes financiadoras. Novo Copom pode reduzir os indicadores criminais na RMVale, aponta comandante A ampliação do Copom pode ajudar a reduzir os indicadores criminais da RMVale, região mais violenta de São Paulo. É o que acredita comandante da PM na região, coronel José Eduardo Stanelis. O Vale tem nove das 20 cidades com o maior número absoluto de homicídios no interior paulista em 2019, segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado. "A região tem peculiaridades, é extremamente difícil, talvez a mais difícil do estado, de se gerenciar em termos de polícia. A tendência é reduzir os indicadores, e o Copom vai ajudar", informou o coronel. Apesar da redução de 6,42% no índice de homicídio EM 2019, comparado com os primeiros cinco meses de 2018, a região é a recordista nos dois quesitos -- homicídio e latrocínio -- no interior paulista.
Com investimento de mais de R$ 30 milhões, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), deve assinar o contrato para a ampliação do Copom (Centro de Operações da Polícia Militar) em São José dos Campos, no sábado, dia em que o município comemora 252 anos. A unidade, que atende toda a RMVale pelo telefone 190, vai ser ampliada e ganhará novos serviços, como monitoramento por câmeras e a possibilidade de integração com sistemas municipais de vigilância. Inicialmente, para a construção do Copom, o governo estimou o valor de R$ 20.679.880,94 para a obra e gerenciamento. Após a realização da licitação, o valor negociado foi de R$ 16.193.137,32, sendo R$ 15.132.085,49 para a obra e R$ 1.061.051,83 para o gerenciamento. Outros R$ 15 milhões serão investidos em equipamentos. Um novo prédio será construído na área do 1º BPM-I (Batalhão de Policia Militar do Interior), na região central de São José, ao lado do CPI-1 (Comando de Policiamento do Interior). Ao todo, serão 77 pontos de atendimento e 56 pontos de despacho, atendendo aproximadamente 3,7 milhões de pessoas, dos 39 Municípios da região. “A região possui esse hub de tecnologia, aproveitamos para fazer bons projetos na área de segurança pública. Vamos pegar os recursos do Fundo Vale, pegar o custeio que temos economizado na agencia metropolitana, e jogar para um investimento em um grande projeto de câmeras de vídeo monitoramento, plugando no nosso Copom, que o governador está investindo R$ 30 milhões”, afirmou o secretário Estadual de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, em entrevista exclusiva ao OVALE. O prazo para a conclusão da obra é de 18 meses, e a construção ocorrerá em um terreno com uma área aproximada de 1.116 m², e a obra consistirá em cerca de 3.486 m² de área a ser construída.
Teve início nesta terça-feira uma série de audiências que deve discutir o pedido de indenização feito por famílias de crianças de Guaratinguetá que afirmaram terem sido barradas durante uma exposição visitada no mês de março no shopping JK Iguatemi, em São Paulo. Na ocasião, os alunos deixaram a cidade para visitar a mostra 'Michey 90 Anos', organizada pela ONG OrientaVida. No local, relataram terem sido barrados por uma funcionária da exposição, que afirmou que o shopping era 'elitizado' e não teria condições para abrigar a quantidade de alunos na praça de alimentação -- onde o grupo planejava almoçar. No entanto, quando conseguiram entrar no local, professores e alunos verificaram que o espaço possuía ampla acomodação para o número de visitantes. O episódio foi tido como discriminatório para os cerca de 120 alunos que participaram do passeio. A maioria, formada por uma comunidade carente de Guaratinguetá que ganhou o passeio após bom desempenho na escola. Após o caso, ao menos sete famílias ingressaram, em abril, com uma ação judicial por danos morais, que pede indenização de cerca de R$ 39,9 mil. Nesta terça-feira (23), duas audiências já foram realizadas e terminaram sem êxito.  OUTRO LADO. Em nota enviada anteriormente pela ONG OrientaVida,  a exposição informou que o grupo jamais havia sido barrado na entrada do shopping ou exposição. "Ocorre que o horário previsto para a visita era às 15h30 e o grupo chegou ao shopping às 12h30. Foi então necessário esperar um pouco para que o local fosse preparado para receber a todos, especialmente porque a exposição abre para o público a partir das 14h. A Exposição lamenta a sensação de desacolhimento das diretoras e professoras e reforça que realizou, posteriormente, todos os esforços para resolver a questão", dizia trecho da nota. "Ao mesmo tempo, esclarece que para receber 120 crianças na praça de alimentação, no horário de pico do almoço, é preciso organizar uma logística apropriada, justamente para garantir a segurança do grupo", continuava a ONG. OVALE procurou a OrientaVida novamente e aguarda retorno. O JK Iguatemi, à época, havia informado que o caso teria sido isolado e pontual. Nesta terça-feira, o shopping informou que não comenta casos judiciais.