Logo Jornal OVALE

notícias

O Taubaté começou mal a disputa pelo título da Superliga Nacional masculina de Vôlei. Nesta terça-feira à noite, perdeu para o Sesi, no ginásio da Vila Leopoldina, por 3 a 0 (parciais de 25/22, 25/22 e 25/22) em uma hora e 45 minutos de partida, no primeiro jogo da série melhor de cinco partidas. Agora, as duas equipes voltam a se enfrentar no próximo sábado, desta vez no ginásio do Abaeté, em Taubaté, a partir das 21h30. O time da região, comandado pelo técnico Renan, busca o título inédito. No primeiro set, o equilíbrio, como já era esperado, foi total. Os dois times se mantinham sempre com um ou dois pontos de diferença no placar. Mesmo com uma boa atuação, o Taubaté não conseguiu superar o Sesi e perdeu o período por três pontos de diferença: 25 a 22. Veio o segundo set e o panorama seguiu da mesma maneira. Com estrelas da Seleção Brasileira dos dois lados, o nível técnico era alto. Mas o Sesi, outra vez, foi melhor do que os taubateanos e repetiu o placar do primeiro set, ampliando a vantagem no jogo para 2 a 0. No intervalo, um susto. Enquanto concedia uma entrevista ao canal SporTV, a jogadora Jaqueline, da Seleção Brasileira, e esposa de Murilo, do Sesi, passou mal e desmaiou. O reinício atrasou um pouco até que ela se recuperasse. Passado o susto, os dois times retomaram a partida, que poderia ter um set decisivo. No terceiro set, o Taubaté começou melhor, chegou a abrir três pontos de vantagem e dava mostras de que poderia desequilibrar. Mas o Sesi cresceu e novamente fechou o jogo pela mesma contagem dos dois primeiros sets.
Tem talento novo do Vale do Paraíba pintando na área. O piloto Charles Camargo, de Guaratinguetá, fez sua estreia num momento histórico da Fórmula Vee, no último sábado, em Interlagos. Ele conseguiu um terceiro lugar e ainda presenciou um recorde da categoria, criada no Brasil há 52 anos pelos irmãos Emerson e Wilson Fittipaldi. O representante de Guará participou de duas provas válidas pela terceira etapa do Campeonato Paulista. Na primeira, ainda buscando se adaptar ao carro e conhecer o traçado da pista, ele ficou em oitavo lugar. “Foi minha primeira experiência num monoposto, ou fórmula como costumam dizer. É bem diferente do kart, onde eu competi por muitos anos e venci várias provas na região”, disse o piloto, de 36 anos. Já na segunda prova do dia, Charles Camargo estava mais confortável no carro. E com mais confiança em Interlagos, consegui garantir um lugar no pódio com a terceira posição. “Foi muito emocionante pilotar um carro de corrida neste autódromo tão tradicional, por onde passaram os maiores pilotos do mundo. E terminar bem a prova foi como uma vitória”, afirmou. O desempenho chamou a atenção de Wilsinho Fittipaldi, que hoje é consultor técnico da Fórmula Vee. “Esta é uma categoria que valoriza muito o piloto. Por isso, para quem nunca tinha pilotado um FVee, nem mesmo conhecia a pista de Interlagos, foi um resultado fantástico. O Charles tem tudo para melhorar e crescer”, disse. A Fórmula Vee foi criada no Brasil nos anos 1960. Até hoje, ela mantém suas características principais, de ser a categoria mais barata do automobilismo nacional, com um carro simples, confiável e seguro. O modelo atual tem motor VW Fox 1.6 cc, câmbios de 4 ou 5 marchas e chega a atingir 208 km/h na reta principal de Interlagos. Além de Emerson e Wilsinho, outros grandes nomes do automobilismo nacional passaram pela FVee, como Nelson Piquet, José Carlos Pace e Ingo Hoffmann. Recorde em Interlagos. E justo na sua primeira prova, Charles Camargo presenciou um momento histórico da Fórmula Vee. A categoria registrou a chegada mais apertada em 52 anos de disputas no Brasil, com a diferença de apenas 4 milésimos de segundo (0s004). A vitória histórica foi de Ricardo Cury no duelo com João Pedro Maia, decidido na linha de chegada. A marca supera em um milésimo de segundo o recorde anterior, de 0s005, registrado em abril de 2017 por Cristiano Denardi, também em Interlagos, em prova extra do Campeonato Paulista. Segundo o Guinness Book, o recorde da vitória mais apertada de todos os tempos é do americano Logan Gomez. Ele venceu por 5 décimos de milésimo de segundo (0s0005) o GP de Chicagoland em Joliet, próximo a Chicago, na então Indy Pro Series, a atual Indy Lights. A marca da FVee está entre as menores do mundo, em lista que inclui pilotos como Ayrton Senna, Rubens Barrichello e Hélio Castroneves. Veja as chegadas mais apertadas, segundo o Guinness Book e levantamento da Fórmula Vee Brasil: 1) 0s0005, Logan Gomez (EUA), Joliet (EUA), Indy Pro Series, 2007 2) 0s0024, DeanStoneman (GBR), Indianápolis (EUA), Indy Lights, 2016 3) 0s0026, Peter Dempsey (IRL), em Indianápolis (EUA), Indy Lights, 2013 4) 0s0026, Ricky Craven (EUA), Carolina (EUA), Nascar, 2003 5) 0s0033, Hélio Castroneves (BRA), Joliet (EUA), Indy, 2008 6) 0s004, Ricardo Cury (BRA), Interlagos (BRA), Fórmula Vee, 2019 7) 0s005, Cristiano Denardi (BRA), Interlagos (BRA), Fórmula Vee, 2017 8) 0s006, Keven Harvick (EUA), Atlanta (EUA), Nascar, 2001 9) 0s008, Augusto Santin (BRA), Interlagos (BRA), Fórmula Vee, 2018 10) 0s010, Denny Hamlin (EUA), Daytona (EUA), Nascar, 2016 11) 0s011, Rubens Barrichello (BRA), Indianápolis (EUA), Fórmula 1, 2002 12) 0s014, Ayrton Senna (BRA), Jerez (ESP), Fórmula 1, 1986 A próxima etapa do Campeonato Paulista de Fórmula Vee será em 17 de maio, em Interlagos. Resultado da 1ª bateria na 3ª etapa do Campeonato Paulista de FVee em Interlagos, sábado (20/4): 1) Ricardo Cury, 24min33s630 2) João Pedro Maia, a 0s004 3) Francisco Costa, a 4s897 4) Antonio Carlos Vieira de Souza, a 5s043 5) Augusto Santin, a 6s128 6) Pedro Facchini, a 10s976 7) Luis Albinati, a 39s254 8) Charles Camargo, a 1 volta 9) Elisio Netto, a 11 voltas Resultado da 2ª bateria na 3ª etapa do Campeonato Paulista de FVee em Interlagos, sábado (20/4): 1) Augusto Santin, 26min18s543 2) Ricardo Cury, a 0s054 3) Charles Camargo, a 4s886 4) Francisco Costa, a 10s224 5) Antonio Carlos Vieira de Souza, a 13s056 6) Luis Albinati, a 45s298 7) Elisio Netto, a 1 volta 8) João Pedro Maia, a 7 voltas 9) Saulo Soares, a 9 voltas 10) Braian Reganhan, a 10 voltas Classificação do Campeonato Paulista de Fórmula Vee: 1) Augusto Santin – 110 pontos 2) Ricardo Cury – 86 3) Francisco Costa – 84 4) Antonio Carlos Vieira de Souza – 84 5) João Pedro Maia – 74 6) Elisio Netto – 35 7) Saulo Soares – 27 8) Elisio Netto – 26 9) Dave Sharp – 26 10) Charles Camargo – 24 11) Paulo Campaneli – 20 12) Luis Albinati – 19 13) Pedro Facchini – 10 14) Braian Reganhan – 0 15) Wallace Martins – 0 Abaixo, o vídeo da chegada da primeira bateria, com líder e vice-líder praticamente empatados: https://www.youtube.com/watch?v=RqN4ZZlzXsY
Após 80 anos, o Corinthians alcançou o Tri do Campeonato Paulista em noite de quebra de recorde de público da Arena de Itaquera (46.481 pagantes / 46.903 total). Com uma vitória conquistada graças a gol de Vagner Love aos 44 minutos do segundo tempo, o Timão fez 2 a 1 no São Paulo e repetiu as trincas 22/23/24, 28/29/30 e 37/38/39. Agora, só o clube do Parque São Jorge é Tri no Estado por quatro vezes. Por outro lado, o São Paulo segue seu martírio. São seis anos sem um título e 14 temporadas sem levantar a taça do Paulistão. A equipe até foi valente, chegou a arrancar um empate com Antony nos acréscimos do primeiro tempo depois de Danilo Avelar abrir o placar, mas acabou castigada por um cochilo na marcação nos minutos finais. A decisão desse domingo de Páscoa também marcou o 11º Majestoso do estádio corintiano, que segue invito, com oito vitórias dos mandantes, além de três empates. Como já era de se imaginar, Corinthians e São Paulo evitaram o famoso ‘abafa’ nos minutos iniciais e desde o primeiro apito preferiram um jogo estudado. Claramente, o receio de um erro fatal era mais latente que o ímpeto de balançar logo as redes. Empurrado por sua torcida, que durante a entrada dos times em campo mandou o recado por meio de um mosaico, o Timão foi para cima ao perceber a postura cautelosa dos visitantes. Os contra-ataques eram oferecidos e, em um deles, Everton teve boa chance de finalizar de dentro da área, mas mandou direto pela linha de fundo, sem maiores problemas a Cássio. Os comandados de Carille abusavam das bolas no pivô. Gustavo era bastante acionado. Só faltou corresponder. Assim, na base da imposição, mesmo que ausente de um futebol mais vistoso, o Corinthians foi chegando e incomodando, principalmente na bola parada. Aos 31 minutos, então, os tais treinos fechados deram resultado. A jogada foi ensaiada. Sornoza levantou para Ralf na segunda trave em cobrança de escanteio. O volante devolveu para o primeiro pau e Danilo Avelar marcou, de cabeça também, seu quinto gol no ano com a camisa alvinegra. O cenário se inverteu imediatamente, e os donos da casa falharam no momento de abrir vantagem e, quem sabe, definir a final. Pedrinho foi o primeiro a desperdiçar superioridade numérica. Depois, Clayson e Gustagol bateram cabeça na tentativa de um corta-luz. O castigo veio no lance derradeiro da etapa inicial. Antony, até então totalmente sumido do clássico, recebeu da entrada da área, limpou para o pé esquerdo e bateu no canto, rasteiro, sem chance para Cássio. O gol esfriou o otimismo das arquibancadas no intervalo e colocou o São Paulo de volta no jogo. O Tricolor ainda voltou para o segundo tempo com Hernanes no lugar de Everton Felipe. Na prática, porém, o São Paulo seguiu recuado. Em ritmo cadenciado, culpa dos inúmeros erros de passes e cruzamentos de ambas as equipes, o Majestoso seguiu imprevisível e com os goleiros sem tanto trabalho a fazer. Foi o momento de Love entrar na vaga de Pedrinho e Léo na de Jucilei. Nada mudou e de novo os técnicos agiram juntos. Boselli substituiu Gustagol, que alongou seu jejum de gols para seis partidas, e Everton foi trocado por Willian Farias. Escalações, formações táticas e características individuais alteradas. Carille e Cuca até tentaram, mas os jogadores em campo abusavam dos erros e a partida caminhava para o fim com toda pintada que teríamos pênaltis amis uma vez. Só impressão. Aos 44 minutos, Sornoza percebeu o espaço que a defesa do São Paulo deu a Vagner Love, lançou perfeitamente e o camisa 9 pegou de primeira para marcar um golaço. O gol do título. O gol do Tri do Corinthians. Daí para frente foi só festa do lado alvinegro e decepção aos são-paulinos. Só deu tempo para Clayson e Boselli desperdiçarem uma oportunidade inacreditável de marcar o terceiro gol corintiano. Nada que impedisse o título. Agora, as duas equipes concentram atenções nos campeonatos Brasileiro e Copa do Brasil. O Timão ainda tem a Copa Sul-Americana como objetivo. FICHA TÉCNICA CORINTHIANS 2 X 1 SÃO PAULO Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP) Data: 21 de abril de 2019, domingo Horário: 16h (de Brasília) Árbitro: Raphael Claus Assistentes: Danilo Ricardo Simon e Marcelo Carvalho Van Gasse Quarto árbitro: Douglas Marques das Flores VAR: Thiago Duarte Peixoto VAR 1: Emerson Augusto de Carvalho VAR 2: Rodrigo Guarizo Ferreira Cartões amarelos: Fagner, Ramiro e Clayson (COR); Reinaldo (SPFC) Público pagante: 46.481 pessoas Público Total: 46903 Renda: R$ 5.014.884,00 GOLS: Corinthians: Danilo Avelar, aos 31 minutos do 1T, e Vagner Love, aos 44 minutos do 2T. São Paulo: Antony, aos 47 minutos do 1T CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Manoel, Henrique (Pedro Henrique) e Danilo Avelar; Ralf e Ramiro; Pedrinho (Vagner Love), Sornoza e Clayson; Gustagol (Boselli). Técnico: Fábio Carille SÃO PAULO: Tiago Volpi; Hudson, Arboleda, Bruno Alves e Reinaldo; Luan, Jucilei (Léo) e Igor Gomes; Antony, Everton Felipe (Hernanes) e Everton (Willian Farias). Técnico: Cuca
O São José perdeu para o Iranduba por 1 a 0 em pleno estádio Martins Pereira  neste domingo à tarde, pela quinta rodada da primeira fase do Campeonato Brasileiro Feminino de futebol. Foi a terceira derrota consecutiva das Meninas da Águia, após vencer nas duas primeiras rodadas. Com seis pontos, as joseenses foram ultrapassadas pelas amazonenses, que foram a sete, e caíram para o nono lugar, fora da zona de classificação para segunda fase do torneio. Agora, a equipe da região, comandada pelo técnico Cléber Arildo, volta a jogar pelo torneio na próxima quarta-feira, quando visita o Corinthians, a partir das 15h, no estádio Parque São Jorge. Em campo, o primeiro tempo foi de poucas oportunidades para os dois lados. O São José, mesmo em casa, não conseguia se impor sobre as amazonenses. A primeira grande chance de gol veio aos 34min, quando Tayane arriscou chute forte para o gol, a bola bateu no travessão e caiu; as jogadoras da Águia reclamaram que a bola havia entrado, mas a arbitragem mandou seguir.  Pouco tempo depois, Tamyres, aos 39min, teve a chance de ampliar. A bola passou muito perto do gol e foi pela linha de fundo. No segundo tempo, o São José novamente teve dificuldades para tentar abrir o placar. O ataque não funcionava e o Iranduba ainda se arriscava mais nos contra-ataques, levando perigo à defesa joseense. Aos 32min da etapa final, o time amazonense foi premiado com o primeiro gol. Elisa abriu o placar, complicando a vida das Meninas da Águia. Depois, o São José não teve mais forças para buscar a reação.
O São José, finalmente, conquistou a sua primeira vitória no Campeonato Paulista da Quarta Divisão. Neste domingo, no duelo regional como visitante do Atlético Joseense, no estádio Martins Pereira, em São José dos Campos, fez 1 a 0 e chegou aos 5 pontos no grupo 5, em segundo lugar, atrás apenas do líder Amparo. Já o Tigre do Vale, comandado pelo técnico Rafael Attili, segue sem vitórias. Com apenas 2 pontos, está em quinto lugar na chave. Os comandados do técnico Francisco Oliveira somam dois empates e uma vitória. Na próxima rodada, o Tigre visita o Manthiqueira, sábado, a partir das 15h, no estádio Dario Rodrigues Leite, em Guaratinguetá, em mais um duelo regional. Já a Águia recebe o União Mogi, no mesmo dia, a partir das 19h, novamente no Martins Pereira. O JOGO. A Águia começou pressionando, buscando o ataque desde os primeiros minutos. O goleiro Guilherme Almeida, do Joseense, teve que trabalhar logo no primeiro minuto, desviando cruzamento para escanteio. Em seguida, o Tigre respondeu em cobrança de falta cobrada por Igor Paulinelly, com a bola desviando na barreira e indo para escanteio. Na cobrança, a bola sobrou para o ataque do Joseense e o goleiro Rafael teve que fazer difícil intervenção. Mas com a estreia do atacante Luan e com o também atacante Brenner se movimentando mais, o São José era mais ofensivo. Aos 12min, Luan cabeceou com perigo e o goleiro do Tigre espalmou com perigo. Três minutos depois, o São José chegou de novo. Após cruzamento na grande área, o lateral-direito estreante Kawan fechou na segunda trave e, novamente, Guilherme Almeida desviou para escanteio. Depois, os dois times diminuíram o ritmo de jogo. Mesmo propondo a partida, o São José não conseguia mais chegar com perigo. Luan voltou a ter uma chance aos 41min, quando aproveitou cruzamento de Leandro, mas acabou cabeceando por cima do gol, sem muito perigo. E o primeiro tempo terminou empatado sem gols. Na volta para o intervalo, o técnico do Joseense tirou Daivid e colocou o estreante atacante Wilson, para tentar dar mais ofensividade ao mandante do duelo. Mas o que se via nos primeiros minutos era o São José novamente tentando pressionar no campo de ataque. Se tecnicamente o jogo estava fraco, o clima esquentou entre os jogadores, quando o lateral Luciano Pit, do São José, se desentendeu com os adversários por uma suposta falta de 'fair play' do Tigre quando o lateral-direito Kawan se machucou em campo. O saldo foi um cartão amarelo para o lateral-esquerdo da Águia. Aos 14min, com o clima mais tranquilo, a Águia abriu o placar. Após boa arrancada de Brenner pela esquerda, ele fez cruzamento para a grande área e o meia Leandro ajeitou, chutando no canto direito do goleiro, de perna esquerda: 1 a 0 para o São José. O Tigre do Vale, então, teve que partir para o ataque, em busca do empate. Mas não conseguia chegar com perigo. A primeira grande jogada do time da casa na etapa final veio no segundo tempo, quando Wilson concluiu no canto esquerdo e Rafael espalmou. Aos 32min, nova chance para o Tigre. Após cruzamento da esquerda, Rafael espalmou para a frente, na sobra, Lucas Ferreira, da entrada da área, chutou por cima, com perigo. Nos minutos finais, Atlético Joseense tentou sufocar o São José, que tratava de se defender e tentar explorar os contra-ataques. Ficha técnica Joseense: Guilherme Almeida; André, Guilherme, Giovanni e Diego; Vinícius (Willian), Daivid (Wilson), Igor Paulinelly e Igor Nazaret (Otávio); Nilto e Lucas Ferreira. Técnico: Rafael Attili São José: Rafael; Kawan (Kaique), Gabriel Franco, Barão e Luciano Pit; Wesley, Zanetti, Gabriel Freitas (Joedson) e Landro; Luan e Brenner (Luís Henrique). Técnico: Francisco Oliveira Gol: Leandro, aos 14min do segundo tempo. Árbitro: Pietro Dimitrov Stefanelli. Local: Estádio Martins Pereira, em São José dos Campos. Cartões amarelos: Zanetti, Luciano Pit e Gabriel Franco (S); Nilto (J). Público: 693 pagantes Renda: R$ 8.950