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Depois de estrear com derrota no Campeonato Brasileiro durante a semana, o Corinthians volta a campo neste sábado, às 19h, quando visita o Grêmio, em Porto Alegre. O duelo é válido pela terceira rodada da competição nacional, e os comandados de Tiago Nunes tentam somar os seus primeiros pontos. O Timão teve o seu duelo de primeira rodada adiado, por conta da final do Campeonato Paulista, e levou a virada para o Atlético-MG na última quarta-feira pela segunda rodada. Assim, a equipe chega com a dura missão de tirar pontos do time gaúcho em plena Arena do Grêmio. Para dar a volta por cima, Tiago Nunes conta com a volta de Luan. Ex-Grêmio, o meia-atacante foi preservado no duelo contra o Galo por questões físicas, mas o treinador corintiano garantiu sua presença no confronto deste sábado. Luan reencontrará o seu ex-clube pela primeira vez, e aposta no bom desempenho na Arena para dar a volta por cima, após ser alvo de protestos da Fiel. Ele é o segundo maior artilheiro da casa gremista com 41 gols. Além de Luan, o Corinthians trabalha para ter Gil e Léo Natel à disposição novamente. Os dois foram afastados do último jogo por precaução, depois de testarem positivo para covid-19 no exame RT-PCR. Como ambos já foram diagnosticados com a doença anteriormente, e provaram ter anticorpos através do exame sorológico, a diretoria corintiana tenta a liberação, baseado no caso dos jogadores do Atlético-GO, liberados para encarar o Flamengo na última quarta-feira. Tiago Nunes ainda espera os retornos de Carlos Augusto e Fagner, que ficaram de fora do último jogo por problemas médicos. O lateral-esquerdo tem mais chances, já que sofreu apenas um paulistinha. Já o direito se recupera de dores no tornozelo direito. Do outro lado, o Grêmio chega para a partida com o empate em 1 a 1 contra o Ceará na bagagem. Depois de poupar os titulares no último jogo, Renato Gaúcho terá força máxima, inclusive com a volta de Matheus Henrique. O volante aparece como uma das principais armas dos tricolores para o confronto. Os gaúchos têm a seu favor o retrospecto recente positivo, de não perder há três anos para o Corinthians. A última vez que o Timão somou três pontos contra o Grêmio foi pelo Brasileiro de 2017, quando venceu por 1 a 0, também em Porto Alegre, com gol de Jadson. FICHA TÉCNICA: Local: Arena Grêmio, em Porto Alegre (RS) Data: 15 de agosto de 2020, sábado Hora: 19h Árbitro: Bruno Arleu de Araujo (FIFA-RJ) Assistentes: Michael Correia (RJ) e Thiago Henrique Neto Correa Farinha (RJ) VAR: Rodrigo Carvalhaes de Miranda (RJ) GRÊMIO: Vanderlei; Orejuela, Geromel, Kannemann e Bruno Cortez; Matheus Henrique e Maicon; Alisson, Isaque e Pepê; Diego Souza Técnico: Renato Gaúcho CORINTHIANS: Cássio; Michel Macedo (Fagner), Bruno Mendez (Gil), Danilo Avelar e Sidcley (Carlos Augusto); Gabriel, Ederson, Ramiro, Luan e Mateus Vital; Jô Técnico: Tiago Nunes
Às 21h30 deste sábado, o Palmeiras entra em campo no Allianz Parque para enfrentar o Goiás, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. No primeiro jogo dentro de casa pelo torneio nacional, o time da casa enfrentará um adversário desfalcado em função de vários casos de covid-19. O técnico Vanderlei Luxemburgo deve promover mudanças na defesa para o confronto com o Goiás. A tendência é que, após descansarem no empate contra o Fluminense, o goleiro Weverton e o zagueiro Gustavo Gomez retornem à equipe titular no Allianz Parque. "É um jogo em que o adversário deve se defender e jogar no contra-ataque. Precisa de tranquilidade para poder atacar forte e não sofrer a transição ofensiva deles. E fazer ponto, porque estamos com um jogo a menos", disse Luxa, já que o duelo contra o Vasco foi adiado em função da final do Campeonato Paulista. No meio de campo, Patrick de Paula e Ramires, que começaram no banco contra o Fluminense, têm a chance de voltar ao time titular. Já o experiente zagueiro e capitão Felipe Melo segue como desfalque após disputar a final do Campeonato Paulista no sacrifício. No Allianz Parque, o Palmeiras ainda busca sua primeira vitória na temporada diante de um adversário da Série A do futebol brasileiro. O time dirigido por Vanderlei Luxemburgo acumula uma série de cinco empates e duas derrotas contra integrantes da elite em 2020. Já o Goiás vem sofrendo com uma série de casos de Covid-19 e, contra o Palmeiras, deve ter 15 desfalques por conta da doença. O técnico Ney Franco pode promover duas mudanças em seu time alternativo no Allianz Parque, com Juan Pintado e Douglas Baggio nos lugares de Yago Rocha e Thalles. "Sabemos da dificuldade. É completamente diferente", disse o zagueiro e lateral Heron, sobre o campo sintético do Allianz Parque. "Mas o time tem que se adaptar o mais rápido possível. O quique da bola é diferente, bem mais rápido. Corre muito mais", completou. FICHA TÉCNICA Data: 15 de agosto de 2020, sábado Local: Allianz Parque, em São Paulo-SP Horário: 21h30 (de Brasília) Árbitro: Paulo Roberto Alves Júnior Assistentes: Victor Hugo dos Santos e Rafael Trombeta VAR: José Mendonça da Silva Júnior PALMEIRAS: Weverton; Marcos Rocha, Vitor Hugo (Luan), Gustavo Gomez e Matias Viña; Patrick de Paula, Gabriel Menino e Ramires; Zé Rafael, Rony (Willian) e Luiz Adriano Técnico: Vanderlei Luxemburgo GOIÁS: Marcelo Rangel; Juan Pintado (Yago Rocha), Fábio Sanches, Rafael Vaz e Heron; Breno, Luiz Gustavo e Daniel Bessa; Douglas Baggio (Thalles), Vinícius Lopes e Victor Andrade Técnico: Ney Franco
Dribles desconcertantes, arrancadas rápidas e sem medo dos adversários. Jogadas geniais e vários golaços. E a esperança de um novo craque na Seleção Brasileira despontava. Assim era Neymar, que estreou com a camisa canarinho no dia 10 de agosto de 2010, há dez anos, na partida que também marcou a estreia de Mano Menezes no comando da equipe. Nos 2 a 0 sobre os Estados Unidos, em um amistoso, a então promessa santista marcou um gol e desequilibrou em campo. Com um futebol mais solto, mas vibrante, esperava-se que, enfim, o Brasil teria um novo ídolo, um verdadeiro camisa 10.Na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, sob comando do técnico Dunga, a Seleção Brasileira foi eliminada nas quartas de final para a Holanda. Antes da Copa, a polêmica era a não-convocação de Neymar, que na época tinha 18 anos e despontava como craque. Após o fracasso na Copa, Dunga foi substituído por Mano.Desde então, Neymar foi virando referência e, com o amadurecimento, sua convocação foi se tornando obrigatória. Não se via mais a Seleção Brasileira sem Neymar, que estava no auge e, pelo Santos, foi o protagonista no título da Libertadores de 2011 e teve participação direta em três títulos consecutivos no Paulista, além de uma Copa do Brasil.AUGE E QUEDA.Depois do fracasso nas Olimpíadas de Londres, onde o Brasil ficou com a medalha de prata, mesmo com Neymar em campo, as coisas melhoraram. E Neymar foi uma das estrelas da conquista da Copa das Confederações, em 2013, um ano antes da Copa do Mundo no Brasil. Com quatro gols – um deles na final – foi o vice artilheiro da competição. E ali já era o grande protagonista da equipe, que já não era mais comandada por Mano Menezes. Agora, o técnico já era Luiz Felipe Scolari.Já não havia nenhuma dúvida. Com apenas 21 anos, Neymar já era a principal referência e principal esperança do Brasil na Copa em 2014. Recém-contratado pelo poderoso Barcelona de Messi e companhia, já era um astro do futebol mundial e candidato a disputar a Bola do Ouro.Mas, o sonho do hexa virou pesadelo. Depois de altos e baixos nas primeiras rodadas, Neymar sofreu lesão nas costas, nas quartas de final, contra a Colômbia e deixou o campo. Horas depois, descobriu que era grave e que ficaria de fora do restante da Copa. E, na semi, veio o fatídico 7 a 1 sofrido para a Alemanha. E sem Neymar em campo.Depois disso, a Seleção Brasileira (que já tinha Dunga de volta no comando), teve mais dois fracassos seguidos: a Copa América de 2015, com atuação apagada de Neymar, e 2016, quando o jogador não chegou a ser convocado, pois foi poupado para as Olimpíadas.Nos Jogos do Rio-2016, com o técnico Rogério Micalle, Neymar brilhou e ajudou o Brasil a conquistar o seu primeiro ouro olímpico da história, apagando um pouco o vexame de 2014. Na Seleção principal, que já tinha Tite como treinador, após fracasso de Dunga na Copa América, a esperança era de que Neymar crescesse. Na eliminatórias, foi peça-chave e ajudou o Brasil na arrancada rumo à classificação para a Copa da Rússia, em 2018.No ano da Copa, porém, o camisa dez fraturou o metatarso no começo do ano. Precisou operar e voltou pouco antes do Mundial. E, sem estar em sua melhor forma, pouco contribuiu com o time, que acabou novamente eliminado nas quartas de final. Neymar ainda virou ‘meme’, por suas constantes quedas em campo, forçando faltas e pênaltis. Nesta época, já estava no PSG, da França.E, no ano passado, uma nova lesão após a primeira partida da Copa América tirou o jogador do torneio. O Brasil foi campeão, mas sem a presença do astro.Até agora, Neymar já fez 101 jogos pela Seleção Brasileira. Já foram 61 gols marcados e o camisa 10 é o quarto maior artilheiro canarinho, atrás apenas de Pelé, Ronaldo e Zico. Não é pouca coisa.Atualmente, a expectativa fica por conta da retomada na carreira de Neymar. Aos 28 anos, já está bem mais experiente. E, a pergunta que fica é: ele vai voltar ao seu melhor futebol e vai ajudar o Brasil a conquistar o hexacampeonato na Copa do Mundo de 2022 no Catar?
O Flamengo visita o Coritiba neste sábado pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. O duelo coloca frente à frente duas equipes que ainda não venceram na competição. Enquanto o Fla perdeu para Atlético-MG e Atlético-GO, o Coxa caiu para Inter e Bahia. Outro ponto em comum entre as duas equipes é que seus ataques passaram em branco nas duas primeiras rodadas. A partida está programada para às 19h30, no Couto Pereira, em Curitiba. Atual campeão brasileiro, as derrotas do Flamengo foram as maiores surpresas da competição. O vexame da última quarta-feira ao cair por 3 a 0 em Goiânia colocou em cheque o futuro da equipe na temporada. O VP de Futebol Marcos Braz acredita que o clube vive uma fase de transição desde a saída de Jorge Jesus. Ele descarta um clima de terra arrasada e minimizou o princípio de crise. "Não é o resultado que a gente gostaria. Não é o resultado que a gente entendia que fosse esse início de Campeonato Brasileiro. Mas não falta vontade dos jogadores, não falta concentração dos jogadores, não falta absolutamente nada. O que acontece é que estamos num momento de transição que não foi opção da diretoria do Flamengo. A gente aqui está longe de terra arrasada", garantiu o dirigente. Para enfrentar o Coritiba, o técnico Dome não vai contar com o goleiro Diego Alves, expulso contra o Atlético-GO. Além disso, ele tem os mesmos problemas que antecederam o jogo de quarta-feira. Na lateral-direita, o treinador vai ter de optar entre improvisar Rodrigo Caio ou outro jogador, ou escalar João Lucas. Do meio pra frente, Arrascaeta não deve atuar os 90 minutos, mas desta vez pode iniciar entre os 11. Após o fiasco contra o Atlético-GO, é pouco provável que o novo treinador vá inventar na escalação ou no esquema de jogo. No lado paranaense, o técnico Eduardo Barroca vem enfrentando uma série de problemas no elenco. Com dez atletas sem condições de jogo, ele tem quebrado a cabeça para escalar a equipe. Após a segunda derrota no Brasileirão, Barroca pediu serenidade e lembrou as ausências. "Nesse momento é muito importante ter serenidade para saber avaliar de forma racional. Precisamos encarar de frente, saber que temos responsabilidade, ter personalidade para encarar os adversários, ajustar os detalhes. Estamos com jogadores importantes fora. Cabe a mim dar confiança aos jogadores que eu tenho à disposição para que possamos virar essa chave", disse o treinador. Para o duelo contra o Flamengo, não existe expectativa de retorno para os ausentes. Assim, a base que entrou em campo contra Inter e Bahia deve ser mantida. O goleiro Muralha, que não pode enfrentar o Flamengo por questões contratuais, ficará de fora. Wilson será mantido no gol. Já no ataque, Sassá não aproveitou sua oportunidade como titular contra o Bahia. Ele deve voltara para o banco e Nathan pode iniciar entre os onze. FICHA TÉCNICA: Local: Estádio Couto Pereira, em Curitiba (PR) Data: Sábado, 15/08/2020 Horário: 19h30 Árbitro: Rodrigo Dalonso Ferreira (SC) Assistentes: Kleber Lucio Gil (SC) e Helton Nunes (SC) VAR: Caio Max Augusto Vieira (RN) CORITIBA: Wilson, Natanael, Rodolfo Filemon, Sabino e William Matheus; Nathan Silva, Matheus Galdezani e Ruy; Nathan (Sassá), Robson e Igor Jesus Técnico: Eduardo Barroca FLAMENGO: César, João Lucas (Gustavo Henrique), Rodrigo Caio, Léo Pereira e Filipe Luís; Willian Arão, Gérson, Everton Ribeiro e Arrascaeta (Vitinho); Gabigol e Bruno Henrique Técnico: Domènec Torrent
As quartas de final da Liga dos Campeões se encerra neste sábado, com o confronto entre Manchester City-ING e Lyon-FRA. O confronto vai ocorrer em Lisboa, onde toda a fase final da competição está sendo disputada. O Manchester City chega para a partida como favorito após eliminar o Real Madrid. Os ingleses buscam o título da Champions para consolidar seu nome entre os grandes da Europa. "Nossa equipe já conquistou a Premier League nos últimos anos. Agora, queremos a Liga doa Campeões para nos colocarmos em outro pedestal", disse o lateral Kyle Walker. O jogador vê como lado positivo o fato do Lyon não ter atuado muito após a volta do futebol. No entanto, Walker lembrou que os franceses mostraram força ao eliminarem a Juventus-ITA. "Realmente, o Lyon atuou pouco nos últimos tempos. Temos que fazer valer isso a nosso favor. Só que ele eliminaram a Juventus e não se faz isso sem ser uma equipe organizada", declarou. Do outro lado, o Lyon chega após surpreender e passar pela Juventus. Os franceses ficaram de fora da zona de classificação para a próxima Champions com a suspensão do Campeonato Francês. Por conta disso, o volante Bruno Guimarães destacou a necessidade de avançar neste sábado. "É claramente o jogo mais importante da temporada. Meu sonho é disputar a Champions League no próximo ano, então não temos escolha a não ser vencer", destacou. O brasileiro mostrou confiança para o duelo contra o City. "Temos um adversário de alto nível pela frente, mas também somos uma boa equipe. Afinal, se quisermos avançar, temos que vencer adversários como o Manchester City, mesmo sendo um time muito forte. Praticamos um grande futebol. Podemos chegar ao nível deles, já o fizemos no passado", afirmou. Para esta partida, o Lyon vai ter força máxima em busca da vaga para a semifinal da Liga dos Campeões.
Foi um jogo absolutamente sensacional. E, no confronto entre dois gigantes do futebol mundial, de Bayern Munique. E de forma avassaladora. Na tarde desta sexta-feira, simplesmente humilhou o Barcelona, com Messi e tudo, e goleou por 8 a 2, se classificando para a semifinal da Liga dos Campeões da Europa. O time bávaro impôs ao time do melhor jogador do mundo na atualidade a maior derrota da história catalã, fechando de forma melancólica uma temporada sem títulos dos espanhóis. Já os alemães vivem grande momento e já despontam como favoritos ao título europeu. As quartas de final competição está sendo disputada em Lisboa, Portugal, apenas com jogos de ida, por conta da pandemia do novo coronavírus. Agora, o atual octacampeão alemão encara o vencedor de Manchester City e Lyon, da França, que jogam neste sábado, a partir das 16h. Independente do resultado de amanhã, o time alemão será o único semifinalista que já foi campeão da Liga. O JOGO. A partida começou totalmente aberta. Depois do Barcelona chegar com perigo logo no primeiro ataque, quando a zaga do Bayern afastou, o time alemão abriu o placar aos 3min, com Thomas Muller, após bela tabela com a participação de Lewandowski, que foi para o canto direito de Ter Stegen: 1 a 0. A alegria alemã durou pouco. O Barcelona se recuperou do primeiro golpe e, aos 6min, após cruzamento da esquerda, Alaba tentou cortar e acabou fazendo gol contra, encobrindo o goleiro Neuer: 1 a 1. O gol animou o time espanhol, que teve grande chance com Suárez aos 8min, com defesa do goleiro, e bola na trave aos 9min, com Busquets. O jogo era lá e cá e Messi, aos 19min, fez uma de suas tradicionais arrancadas, mas o goleiro do Bayern estava atento e defendeu na hora do chute. O time da Baviera, então, acertou a marcação e não deixou mais o Barça jogar. Aos 20min, Perisic recebe na esquerda e bate cruzado, no canto esquerdo do goleiro, marcando um belo gol: 2 a 1. Os alemães quase fizeram o terceiro aos 26min, com Lewandowski, que aproveitou saída errada de Ter Stegen, que se recuperou depois fazendo grande defesa. Menos de um minuto depois, Gnabry recebe lançamento pela direita, avança e chuta cruzado, rasteiro, para marcar o terceiro. Parecia um rolo compressor. Aos 28min, o Barcelona saiu errado novamente, Lewandowski roubou a bola e chutou de novo para a defesa do goleiro. Dois minutos depois, não teve jeito. E Thomas Muller recebeu da direita e completou para gol, fazendo 4 a 1. Nos últimos minutos da primeira etapa, com ritmo alucinante, o Bayern teve a chance de marcar mais gols e desperdiçou inúmeras oportunidades. ETAPA FINAL. No segundo tempo, o time alemão voltou novamente em cima, tocando a bola e pressionando. Em cinco minutos, já tinha criado duas chances boas de gol. O Barcelona, porém, não estava morto. E aos 11 minutos Messi deu um passe espetacular para Jordi Alba, que tocou para Suárez; o atacante uruguaio driblou e marcou um golaço, diminuindo para 4 a 2. Mas a reação durou seis minutos. Aos 17min, Davies recebe na esquerda, avança até a linha de fundo e progride, de forma espetacular, para dentro da grande área, quando passa para Kimmich, na altura da marca do pênalti, chutando forte e fazendo 5 a 2. Menos de dez minutos depois, Coman quase marcou o sexto gol, em jogada parecida com o lance do quinto gol, mas desta vez com a zaga do Barcelona desviando para escanteio. O Bayern não tirava o pé e ia para cima, em busca do sexto gol. Aos 36min, Lewandowski ainda marcou o sexto gol, de cabeça, após cruzamento da esquerda. O gol foi checado pelo árbitro de vídeo e validado em seguida. E, aos 40min, teve gol brasileiro. Philippe Coutinho, que entrou no segundo tempo, recebeu pela esquerda, livre e chutou rasteiro, no canto direito do goleiro do Barcelona. Dois minutos depois, o brasileiro repetiu a dose: recebeu dentro da área, dominou, virou e chutou, sem muito esforço, para fazer o oitavo.