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Bombou! Iniciativa pioneria no mercado regional brasileiro, o projeto 'O Brasil do Futuro' -- principal iniciativa editorial de OVALE em 2021 -- registrou em sua primeira edição um alcance superior a 200 mil leitores, e isso contabilizando só as plataformas online, ambiente em que o jornal detém a liderança isolada de alcance e engajamento na RMVale. Realizada entre 30 de janeiro e 12 de fevereiro, a primeira edição do projeto teve como tema 'Vacinação pela Vida' e destacou a importância vital do processo de imunização no enfrentamento à Covid-19, em meio à pandemia que já ceifou a vida de mais de 236 mil brasileiros. Por meio do Núcleo de Jornalismo Investigativo e Grandes Reportagens de OVALE, tropa de elite do jornalismo na região, foram produzidas duas edições especiais do 'Documento OVALE' -- o primeiro deles com 40 páginas de matérias sobre o tema, com um olhar aprofundado, crítico, multifacetado; já o segundo, com 16 páginas, foi dedicado à cobertura do webinário online realizado por OVALE, entre 1º e 4 de fevereiro, com a presença de especialistas e autoridades. Além de uma arquitetura gráfica única, os cadernos são produzidos sob a égide do DNA do jornal, com a marca de OVALE: a prática diária e sacerdotal deste jornalismo livre, independente, crítico, plural e apartidário. Fiel à convergência de mídias, o projeto apresentou mais conteúdos, além dos cadernos impressos e do webinário online com a presença do secretários de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, e do secretário de Desenvolvimento Regional paulista, Marco Vinholi. Foram produzidos ainda dois podcasts ('A Revolta da Vacina 2.0' e 'A vacinação para todos'), vídeos do Verifica OVALE (serviço de checagem de informações do jornal, uma importante arma no combate às fake news), artes, stories e outros conteúdos. "Com a convergência das mídias, OVALE oferece aos leitores a experiência completa no consumo de informação de qualidade, com o material impresso, dono de uma maior densidade editorial, sendo complementado por vídeos e podcasts e dados adicionais nas plataformas digitais. Além disso, o jornal atinge todos os públicos, os formatos de leitor, desde o chamado formador de opinião até quem está interessado em hard news, no fast food da informação", disse o editor-chefe de OVALE, Guilhermo Codazzi. PENSAMENTO. Além do papel do jornal, de informar com qualidade, precisão e credibilidade, outro papel destacado pelo 'O Brasil do Futuro' é a importância do livre debate de ideias, por meio da realização de fóruns virtuais. "O jornal é o principal produtor de conteúdo jornalístico de toda a região, além de ser a principal caixa de ressonância do que é notícia na RMVale, devido ao engajamento nas redes sociais. Com os webinários, nós cumprimos nosso papel de ser o palco de debates importantes na definição do futuro do estado e do país", disse editor de Conteúdo de OVALE, Caíque Toledo. TEMAS. Após a primeira edição, o projeto abordará ainda outros três assuntos neste ano: a obra da Rodovia dos Tamoios, a região como o Vale do Silício brasileiro e a democracia. Em todas as edições será seguida a mesma formatação: os dois cadernos, um webinário e a produção de conteúdo digital complementar, com artes, podcasts, vídeos, stories, etc. Ao lado do debate sobre o futuro do país, outro foco central do projeto é o combate à indústria das fake news, vacinando a sociedade cada vez mais, mais e mais informação crível, de qualidade, credibilidade. "Fomentar o debate é o antivírus em meio à epidemia de desinformação", disse o diretor-executivo da ANJ (Associação Nacional de Jornais), Ricardo Pereira, um dos convidados do webinário OVALE.n  
Com uma formatação especial, as quatro edições do Documento OVALE no projeto 'O Brasil do Futuro' terão 40 páginas e serão compostas por conteúdo jornalístico multiplataforma, seguindo o conceito transmídia, em que o conteúdo disponibilizado em uma plataforma é complementado -- e não simplesmente reproduzido -- pelas demais, permitindo uma melhor experiência para o leitor. Além do caderno impresso, encartado na superedição de OVALE, o Documento OVALE será também uma série de vídeos, stories e posts no Instagram, Facebook e demais redes sociais, além de um podcast especial em cada edição. As informações do Documento OVALE serão debatidas em quatro webinários especiais, com a presença de autoridades e especialistas, reforçando a tradição de OVALE como palco de discussão e caixa de ressonância dos assuntos de maior relevância na RMVale -- o jornal tem expertise na realização de fóruns e debates. Transmitidos nas plataformas digitais, os webinários serão retratados em um Documento OVALE complementar, com 16 páginas, publicado sempre na superedição seguinte à publicação dos cadernos especiais. TEMAS. Além da primeira edição, encartada nesta superdição com a vacinação como tema, o projeto "O Brasil do Futuro" abordará nos próximos meses a obra da Rodovia dos Tamoios, a região como o Vale do Silício brasileiro e a democracia. "OVALE leva a outro patamar seu compromisso de produzir o melhor jornalismo da região e promover o livre debate de ideias, oxigenando assim o livre pensamento e contribuindo para a construção de uma sociedade mais igualitária e justa", afirmou o editor-chefe de OVALE, Guilhermo Codazzi.  
Vacinação já! Vacinação já para todos! Em meio à maior crise sanitária dos últimos 100 anos, com efeitos colaterais graves e profundos na economia e ainda outros setores da sociedade, só a imunização é capaz de reconduzir o país e o mundo de volta à normalidade -- ou, ao menos, até um chamado "novo normal" mais seguro. Por isso, a vacinação foi escolhida como tema de estreia do projeto "O Brasil do Futuro", criado de forma pioneira por OVALE com objetivo de aprofundar o debate acerca de assuntos vitais para o destino da região, do estado de São Paulo e, consequentemente, do país. Principal veículo de comunicação da RMVale, com o seu DNA calcado no sacerdócio diário do jornalismo independente, absolutamente livre, crítico, plural e apartidário, o jornal entregou ao seu leitor um material completo à respeito do processo de imunização, esperança maior contra a tragédia que já ceifou mais de 225 mil vidas brasileiras, apostando na elaboração de conteúdo especial e também no debate de ideias, com um denso conteúdo produzido pelo Núcleo de Jornalismo Investigativo e Grandes Reportagens. Trazendo a manchete 'Vacinação pela Vida' e com 40 páginas, o Documento OVALE especial a respeito da vacinação, publicado no último dia 30 de janeiro, foi complementado por outros conteúdos, sempre fiel à convergência de mídias que caracteriza o conceito transmídia praticado por OVALE, como, por exemplo, o podcast especial 'A Revolta das Vacinas 2.0', vídeos do 'Verifica OVALE' e muito mais. Entre 1º e 4 de fevereiro, com a participação de dezenas de milhares de leitores, OVALE promoveu um fórum virtual sobre a imunização, com o objetivo de aprofundar o debate sobre a importância da vacinação. Transmitido ao vivo no Youtube e Facebook do jornal, que é o líder de alcance e engajamento no mercado regional, o webinário propôs reflexões, trouxe dados novos, sinalizou caminhos e acrescentou informações de alta relevância. Cumpriu seu papel. Por meio de seu jornalismo de qualidade e do salutar debate de ideias, OVALE deixou clara a necessidade de vacinação já. Vacinação já contra a Covid-19. Vacinação já contra a indústria da desinformação, fake news. Vacinação já contra o terraplanismo sanitário genocida.
Logo depois que me graduei, em 1962, fui convidado pelo criador do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), o brigadeiro Casimiro Montenegro Filho (1904-2000), um homem visionário, para trabalhar no departamento de aeronaves. E foi um desses momentos que mudam a vida da gente. Reuni alguns colegas e nós, no CTA, nos reunimos para tentar ver quais seriam as chances de produzir um avião que pudesse ser lançado no mercado internacional. O cenário era muito difícil. Cheguei a ouvir de um colega da FAB (Força Aérea Brasileira) que "avião não era coisa que se fabricava, era coisa que se comprava". Independente desse ambiente razoavelmente hostil, começamos a pensar que precisávamos pensar um avião que ficasse mais ou menos fora da concorrência. Ele deveria ser um avião que outros não acreditassem que fosse viável para ser feito. Um avião diferente, que ninguém quisesse fazer. De menor porte, forte e que restabelecesse o tráfego aéreo nas pequenas cidades. Nesse momento, numa madrugada, recebi um telefonema do Neiva [José Carlos Neiva (1924- 2010), piloto de avião e industrial], que tinha uma fábrica em Botucatu, que depois a Embraer acabou comprando. Ele trazia junto com ele um francês, o Max Holste, que era fabricante de aviões na França. E foi com essa sequência de pensamentos e uma série de eventos que começamos. Tivemos primeiro que convencer o brigadeiro a contratar o Max. Não tínhamos dinheiro. Conseguimos hangar no CTA e começamos a pensar num avião diferenciado. Como prevíamos, os jatos começaram a crescer de tamanho e a ficar inadequados para as pequenas pistas. Foi aí que surgiu a ideia de fazer o avião que depois ganhou o nome de Bandeirante. Começamos a reunir algumas pessoas e trabalhávamos inclusive de noite. O entusiasmo foi crescendo. No dia 22 de outubro de 1968, o avião voou. O espanto foi muito maior quando o avião pousou. Era um avião feito por malucos que decolava e pousava.n
Curioso e teimoso. Não fosse assim, Ozires Silva jamais teria se tornado um dos alicerces da indústria aeronáutica brasileira. Ela nasceu quando o país sequer fabricava bicicletas, muito menos aviões. "O espanto foi muito maior quando o avião pousou. Era um avião feito por malucos que decolava e pousava", conta Ozires com entusiasmo sobre o voo do primeiro avião feito no país, o Bandeirante, em 22 de outubro de 1968. Pois ele não só ajudou a fazer aviões como acreditou nesse sonho por anos, contra todas as dificuldades imagináveis. Não foram poucos oficiais da Aeronáutica que tentaram demovê-lo da ideia de fazer aeronaves no país. Era mais fácil comprá-las do exterior, diziam. Bem, Ozires não acreditava nisso. Aos 90 anos de idade, completados no último 8 de janeiro, ele é exemplo de abnegação, persistência e de crença naquilo que considera o destino do país: "Sucesso". Ozires ajudou a transformar um sonho em realidade e a colocar o Brasil no mapa mundial da construção de aeronaves, e com destaque especial. "Tive uma vida muito agitada e empreendedora. Com auxílio de tanta gente boa, competente e inovadora, pudemos chegar aonde chegamos", diz ele em vídeo gravado pelo seu aniversário de 90 anos. A Embraer nasceu deste sonho louco de Ozires de um grupo de 50 pioneiros, entre civis e militares, que se juntou ao recém-formado engenheiro aeronáutico no ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) para criar e fazer voar o projeto IPD 6504, depois batizado de Bandeirante, pelo espírito desbravador. "E foi aí que, depois desse voo, começamos a pensar seriamente em como produzir esse avião", diz Ozires. Na infância, nas ruas de Bauru, o jovem Ozires sonhava com aviões feitos no Brasil, colorindo o céu do país. Na vida adulta, em São José dos Campos, tornou-se um dos pioneiros na fabricação da primeira aeronave feita em solo nacional, que culminou na criação da Embraer, que depois se tornou a terceira maior fabricante de aviões do mundo. O resto é história. "Ozires Silva faz parte de uma geração de empreendedores brasileiros que transformou a indústria nacional, levando o Brasil a ser respeitado e admirado mundialmente", afirmou Francisco Gomes Neto, que é presidente e CEO da Embraer. "Sua visão empreendedora e, principalmente, a sua contagiante paixão pela inovação construíram o caminho para a Embraer se expandir de forma que poucos imaginavam estar hoje entre os maiores fabricantes de aeronaves do mundo", completou o executivo da companhia..
Qual o legado de Ozires Silva? O avião com 'cara de Leão' da foto acima é um deles. Trata-se do mais moderno jato comercial fabricado pela Embraer, o E195-E2, cujo protótipo voou pela primeira vez quase 50 anos depois que Ozires viu o Bandeirante decolar da pista de terra do então CTA. Entre o pioneiro Bandeirante e o visionário Embraer E195-E2 Tech Lion, a indústria aeroespacial brasileira se criou, cresceu e tornou-se referência mundial graças ao empenho de Ozires Silva e de um grupo de profissionais que tiraram das pranchetas e do chão o primeiro avião. Esse legado inspira gerações desde então e faz de Ozires um patrimônio da Embraer e de seus milhares de funcionários. No aniversário de 50 anos da Embraer, em 2019, um imenso telão atrás do palco mostrava as lágrimas de Ozires Silva. Ovacionado, ele disse que ninguém imaginava aonde a Embraer chegaria. Aos funcionários, disse: "Vocês são grandes, muito maiores do que imaginam. A capacidade tem que ser extrapolada. O mundo não está nos esperando". "A Embraer é resultado da determinação de visionários que queriam transformar o impossível em realidade, e conseguiram. Foi com esse ímpeto que crescemos e assim continuaremos pelas próximas décadas", diz o presidente e CEO da Embraer, Francisco Gomes Neto. Ao completar 90 anos, Ozires mereceu referência do tenente-brigadeiro do ar Hudson Costa Potiguara, diretor-geral do DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial). "Ousou sonhar, planejar, projetar e construir o primeiro avião brasileiro, o Bandeirante, que mais tarde deu origem à Embraer, empresa nacional, que se tornaria a terceira maior indústria de aviação e referência mundial na produção de aviões." 'Ozires é parte do Espírito Aeronáutico Brasileiro', afirma presidente do Invoz Manoel Oliveira, presidente do conselho administrativo do Invoz, associação sem fins lucrativos que atua na educação, trabalhou durante 50 anos com Ozires Silva. "Eu o conheci em 1969 e fiquei encantado". Para ele, Ozires forma ao lado de Santos Dumont e do brigadeiro Casemiro Montenegro, criador do ITA, o "Espírito Aeronáutico Brasileiro". "Sem a sua existência, a história de nossa indústria aeronáutica teria continuado com seus altos e baixos. Ozires pensou grande, foi arrojado e confiou na capacidade dos brasileiros." Diretora-presidente do Invoz, que tem Ozires como presidente de honra, Neide Pereira Pinto o conhece desde 1982, quando entrou na Embraer. "Ele administrou a empresa com ousadia e com visão clara de onde queria chegar". Mas ela acha que o maior legado dele é na educação: "Trabalhou incansavelmente para melhorar o nível do ensino no país".
São dos Campos de pousos e decolagens. Aqui, nesta terra, a indústria brasileira conquistou o céu, graças às asas engenhosas e perseverantes que transformaram um sonho alado de um menino de Bauru em realidade, o impossível tornar-se o possível. Afinal, como produzir aviões em um país que não fabricava bicicletas?! "Tudo é loucura ou sonho no começo", dizia o escritor Monteiro Lobato (1882-1948). Era em São José dos Campos, 19 de agosto de 1969. E de um "sonho meio maluco", nascia a Embraer. Nascia muito mais do que uma fabricante de aeronaves. Nascia uma fábrica de sonhos. E, acima de tudo, renascia São José dos Campos, agora a capital da aviação, o orgulho de um povo batalhador que tem a alma de pipa e o coração de avião. E qual é o combustível para os sonhos? Com determinação, coragem e espírito desbravador, um homem deu asas ao sonho e foi o pioneiro no projeto que transformou a Embraer na terceira maior fabricante de aviões do mundo, com presença em 90 países e 145 milhões de passageiros transportados todos os anos: Ozires Silva. Não à toa, seu nome significa "sopro criador". Bandeira do Brasil e orgulho de São José, Ozires completou 90 anos de vida no último dia 8. Confira a história deste bauruense de São José. Pronto para o embarque? O Documento OVALE já vai decolar. - 'Era um avião feito por malucos': em primeira pessoa, Ozires Silva narra a saga do Bandeirante- Do sonho em Bauru à criação do primeiro avião em São José, Ozires tornou-se alicerce da indústria aeronáutica brasileira- Voo de Ozires na madrugada, em 1958, mudou a história da indústria aeronáutica- O mundo todo voa por aqui: da aviação a inovação e educação, os maiores legados de Ozires- Luz, câmara... animação: curta retrata trajetória de vida do sonhador Ozires desde a infância
No seu aniversário, você ganhou um bolo. Ozires Silva fez 90 anos e ganhou um desenho. Chama-se 'O voo do impossível' porque não era possível fazer aviões num país que sequer construía bicicletas. O curta de 14 minutos conta a trajetória de Ozires desde a infância até a consolidação da Embraer, que se tornou a terceira maior fabricante de aeronaves do mundo. Inédito, o projeto surgiu com João Marcos Massote, diretor de criação na área de Marketing e Eventos da Embraer. Ele foi diretor e um dos roteiristas da animação. "Senti uma forte necessidade de recontar a história da empresa tendo como fio condutor não mais os produtos ou decisões institucionais, mas o fator humano e as decisões do coração", disse Massote. "Quem conhece a Embraer sabe que as motivações que impulsionam aqueles que ali trabalham são de ordem puramente emocionais. Um orgulho e uma paixão genuína de pertencer a um projeto que sempre desafiou o impossível e mostrou que o Brasil poderia voar mais alto", completou. Divulgado nas redes sociais em 8 de janeiro, aniversário de Ozires, o desenho mostra o menino que sonhava fabricar aviões na década de 1940 ao lado do amigo Zico. Baseado em fatos reais, a animação revela detalhes da vida de Ozires, que liderou a criação da Embraer. O projeto foi tocado pelo estúdio de animação 3D Mono Animation, de São Paulo, com mais de 50 pessoas. "Chorei quando vi. Realmente a epopeia foi muito difícil", disse Ciro Bondesan, que trabalhou com Ozires e é retratado no filme. "Estou na cena do primeiro voo do Bandeirante. Sou um dos mais altos".