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Me informo, logo existo. Neste momento tão dramático da história global, em que a informação jornalística, a medicina e ciência são os melhores antídotos no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus e também à epidemia das fake news, o direito de informar direito e de compartilhar conhecimento, lançar luz à escuridão, é imprescindível para uma sociedade livre e democrática. Como a luz de um farol, nasce o projeto ValeSaber. Líder editorial, nas páginas impressas e nas plataformas digitais, OVALE oferece um benefício inovador, especial e exclusivo para médicos, advogados, professores e universitários: três meses de assinatura gratuita. É simples e prático. Com um rápido cadastro, os profissionais e estudantes terão acesso livre às informações online e receberão toda as edições impressas de OVALE, além das revistas e outros suplementos, e poderá usufruir dos benefícios do Clube OVALE, que oferece descontos nos 170 melhores estabelecimentos da região. Elaborado pelo jornal, o 'ValeSaber' conta com o aval da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e da APM (Associação Paulista de Médicos) de São José, assim como da Unitau e da Univap, as duas maiores universidades do Vale do Paraíba -- professores e alunos de ambas têm direito ao benefício. "Em tempos obscuros e adversos, em que os discursos prometem que nada nunca mais será como antes, este jornal pretende, com esse movimento vanguardista, não mais apenas apurar, selecionar e hierarquizar a melhor informação, mas dar subsídios reais à sociedade para o mundo seguinte, sem qualquer pirotecnia e com muito jornalismo", disse o diretor-presidente de OVALE, Fernando Salerno. "Diante da oferta praticamente inassimilável de informação, disponibilizar um panorama noticioso com alto grau de confiabilidade e credibilidade pode e vai fazer a diferença no futuro, seja no campo do direito e da medicina, como nas relações interpessoais". COMO FAZER. Para tanto, acesse o site: assine.ovale.com.br, insira o cupom de convênio no pop-up que aparece na loja e clique em validar. Preencha o cadastro informando todos os dados solicitados. Insira os dados do cartão de crédito -- a cobrança só tem início a partir do quarto mês, no valor de R$ 19,90, com mais de 50% de desconto. A assinatura pode ser cancelada a qualquer momento. Em seguida, preencha com e-mail e senha do cadastro que desejar e verifique no e-mail a confirmação de assinatura. Os cupons da promoção para cada entidade são: OVUNITAU20 (para alunos e professores da Unitau); OVUNIVAP20 (para estudantes e docentes da Univap), OVOAB20 (advogados da OAB) e OVAPM20 (médicos da APM). REPERCUSSÃO. Para a reitora da Unitau, professora Nara Lucia Perondi Fortes, é essencial que a sociedade tenha acesso à informação de qualidade. Ela destacou o projeto de OVALE. "A Universidade de Taubaté se orgulha por oferecer a melhor formação a jornalistas há mais de 40 anos. Olhando as redações de todo o Vale, do Brasil e do mundo, podemos reconhecer muitos de nossos egressos, que trabalham para levar, de maneira ética, informação bem apurada e de interesse público para a população", destacou. "Hoje, com a disseminação das fake news, a responsabilidade com a informação correta é uma das bases da democracia, é de responsabilidade de todos, e a Universidade está no cerne dessa missão", disse. "Em um momento tão delicado que estamos vivendo como o da pandemia da Covid-19, a informação qualificada pode salvar vidas", afirmou David Souza Lima, presidente da APM de São José dos Campos. "Ótima iniciativa do OVALE", disse o professor Milton Beltrame Junior, reitor da Univap. "Em tempos de fake news, a melhor forma de combate à desinformação é por meio de notícias em tempo real e por instituições de credibilidade como o OVALE. Aliado a isso, a comunicação e ambientes em que se constroem conhecimentos profissionais éticos do cidadão, como a Univap, aceleram o processo. Nós, da Univap, agradecemos participar dessa excelente iniciativa." Presidente da OAB em São José, Klaus Coelho Calegão destacou a iniciativa de OVALE, "principalmente nesse momento delicado que passamos, onde a informação de qualidade é essencial à sociedade".n
Empreendedorismo e inovação estão na pauta do segundo episódio do Webinar Economia Criativa OVALE, série de programas ao vivo com transmissão pelo Instagram do jornal (@jornalovale) que traz grandes nomes do mercado nacional e internacional. Desde seus aspectos mais desafiadores e profundos, até o dia a dia de uma empresa que acabou de nascer, o verdadeiro conteúdo raiz do tema será abordado na quinta-feira, a partir das 19h30. O convidado desta semana para abordar o assunto é Alexandre Barros, gestor de Inovação e Empreendedorismo do Parque Tecnológico de São José dos Campos e atual Head do Nexus - Hub de Inovação, também atuante dentro do Parque. Mentor e palestrante em instituições de ensino, universidades e empresas, Barros vai falar sobre os principais erros e acertos do empreendedorismo no Brasil e no mundo a partir de sua visão de quase dez anos liderando um dos principais polos de fomento e apoio às startups. Em sua palestra “Tenho uma ideia, por onde começo?”, ele aborda com didatismo os principais elementos que devem levar à criação e desenvolvimento de um negócio e que, normalmente, encontram uma realidade diferente na cabeça do empresário brasileiro. Boa parte desse conteúdo será entregue aos internautas do Webinar OVALE que, promete ser um verdadeiro guia para quem quer começar certo seu próprio negócio ou para quem já começou e quer entender em qual “capítulo” do empreendedorismo está. De 2015 para 2019, o Brasil triplicou o número de Start Ups, em um salto de 207%. Vale dizer que entre 10 Start Ups no país, apenas um é um "unicórnio" (empresas avaliadas em mais de US$ 1 bilhão), segundo dados da Associação Brasileira de Startups. Ainda assim, ideias bem recentes viraram empresas grandiosas como reza o mandamento da economia criativa. O próprio Zoom, empresa de teleconferências mais famosa do mundo já chegou ao valor de US$ 48 bilhões. Com tanta novidade no mercado nos últimos anos, vale dizer que toda ideia merece atenção, lembrando que ela é apenas 5%, e os outros 95% dependerá da execução, conforme Alexandre irá pontuar! Marque seus amigos empreendedores na publicação do feed de OVALE e participe! Caso queira enviar suas perguntas, acesse a apresentadora Maisa Dóris em seu Instagram, @maisa.doris. CONTEÚDO. A minha conversa com o Alexandre Barros é uma das coisas que achei bem interessante e que vamos abordar é que o preparo para o empreendedorismo vai além de conhecimento técnico. Muita coisa tem a ver com o emocional e muita coisa que chama a atenção é a ideia de que o empresário acha que é o principal. Mas é 5%. O que vai definir o negócio são os outros 95% e tem muito a ver com as parcerias, como você cria o meio ambiente para aquele projeto acontecer. Por exemplo, a maior parte de nós quer empreender com quem é semelhante, amigos da faculdade, etc, mas a grande questão é que se você tiver um sócio, o ideal é que ele seja o total oposto de você, para te complementar. Se você é comercial, o cara tem que ser técnico, por exemplo. E as vezes a sociedade mais comum é os dois serem técnicos e não tem outras área. Isso é um agravante e por isso as coisas acabam falhando lá na frente. A gente não vai falar apenas das startups, não é falar só de tecnologia. Maisa Dóris é jornalista especialista em marketing multimercados e autora do método MAXItexto. Semanalmente ancora e apresenta o Webinar Economia Criativa OVALE pelo Instagram @jornalovale. (isso é uma assinatura, não faz parte do texto). Webinar
Nota 10! Novidade nota 10! Tem lição de casa para alunos, pais e professores neste período de isolamento social. A parceria firmada entre OVALE e Laranja Roxa, empresa de São José dos Campos especializada em soluções criativas, focada na educação, ensina por A B que é possível aprender de forma divertida, lúdica, prática e... gratuita! É fácil, como 2 2 =4. OVALE e Laranja Roxa disponibilizam gratuitamente a partir deste final de semana cinco e-books especiais sobre educação, com conteúdo de qualidade e excelência gráfica. A parceria surge no período em que aulas presenciais estão suspensas, com estudantes em 'home office'. A meta é potencializar a capacidade de aprendizado à distância. "O objetivo é orientar os pais, professores e estudantes nesse período de pandemia por conta da Covid-19", afirmou o editor-chefe do jornal, Guilhermo Codazzi, criador do projeto 'Escola de Notícia', que ajuda alunos a desenvolverem anticorpos contra a 'epidemia' de fake news. Os e-books têm conteúdo e linguagem adaptados ao público pré-determinado. São livros digitais para Ensino Fundamental 1 e 2, Ensino Médio, pais e educadores. Os dois primeiros estão disponíveis a partir de sábado (16), para os papais e mães e o voltados aos professores; no domingo, serão outros três exemplares, voltados especificamente para os alunos. (veja abaixo como baixar) Flávia de Oliveira, neuropsicopedagoga especialista em Educação Emocional e Arteterapia e uma das sócias da Laranja Roxa, ressalta a importância e necessidade do estudo em casa nos dias atuais. "Como os estudos em casa são uma novidade que vem tirando o sono das escolas e das famílias, resolvemos produzir um material para contribuir com esse momento de forma criativa, leve e com muitas dicas práticas. E consideramos OVALE o parceiro ideal neste momento", afirmou. "A inovação está batendo na porta das escolas... E queremos estar lá para ajuda-las", ressalta. OS LIVROS. Os cinco e-books disponibilizados gratuitamente serão o 'A hora é agora', um guia prático para auxiliar os pais em casa, 'Guia dos estudos para crianças espertas', voltado para alunos do ensino fundamental 1 e outro volume para crianças do ensino fundamental 2, 'Guia de estudos para adolescentes', voltado para alunos do ensino médio, e o 'Muita calma nessa hora', um guia prático para auxiliar educadores na relação com os alunos e a família. Clique em cada título e baixe o conteúdo gratuito: - Muita calma nessa hora - A hora é agora - Guia Fundamental 1 - Guia Fundamental 2 - Guia Ensino médio
Foi um show. A estreia do 'Webinar Economia Criativa OVALE', realizada na noite do último dia 14 (quinta-feira), com a transmissão ao vivo no Instagram do jornal, foi um show de conteúdo. Na pauta, o Webinar destacou conceitos como, por exemplo, como posicionar a sua marca, trabalhar a imagem e concretizar vendas nas mídias sociais, cada vez mais relevantes, ainda mais em tempos de crise. O conteúdo de alta qualidade, em uma verdadeira aula, ficou a cargo de Rafael Kiso, convidado de estreia, Chief Digital Officer da Focusnetworks e fundador da mLabs, de São José dos Campos, plataforma líder de gestão de mídias sociais em todo o Brasil. Logo no começo, Kiso incentivou o público a adotar a sua metodologia baseada nos 4R´s: readaptação, resiliência, retorno e reinvenção. Sobre o "retorno", a ideia é ter planejamento para o pós-crise. "A história mostra que toda crise tem fim. Portanto, é preciso pensar em como enfrentá-la, mas também é necessário planejar a volta à normalidade. Uma pesquisa do Facebook usa a crise mundial de 2008 para mostrar que 40% dos pequenos negócios quebraram porque não tinham fluxo de caixa nem gestão, e 25% porque não tinham estratégia para a volta", enfatizou. DICAS. Entre muitos esclarecimentos e dicas sobre o uso de plataforma digitais para negócios, Kiso também frisou a importância de saber usá-las para despertar a atenção do possível cliente, porém respeitando o fluxo desse processo nas mídias sociais: 1. Criar consciência de que seu produto, serviço ou marca existe; 2. Provocar a consideração do seu público, ou seja, conquistar atenção; 3. Conversão ou venda; 4. Gerar experiência positiva; 5. Experiência compartilhada, uma boa forma de gerar indicações e novos clientes. FIQUE LIGADO. Gostou? Então anote aí na sua agenda: a próxima transmissão do Webinar Economia Criativa OVALE será na quinta-feira (21) e o convidado será o gestor de Inovação e Empreendedorismo do Parque Tecnológico, Alexandre Barros. Mentor e palestrante em instituições de ensino, universidades e empresas sempre com temas ligados a inovação, modelagem de negócios, investimento, marketing estratégico, empreendedorismo e negócios, Alexandre vai dividir as novidades do cenário das startups e empreendedorismo.
Referência em startups e economia criativa no Vale do Paraíba e especialista em Marketing Digital e Gestão da Inovação, Rafael Kiso é o convidado que abre o Webinar Economia Criativa do jornal OVALE, seminário pela internet que irá ao ar nesta quinta-feira (14), às 19h30, pelo Instagram @jornalovale. Kiso é CDO (Chief Digital Officer) da Focusnetworks e fundador da mLabs, plataforma líder de gestão de mídias sociais no Brasil, com sede em São José dos Campos. As plataformas são responsáveis por soluções que potencializam negócios e a comunicação através do universo digital para médias e grandes empresas nacionais e internacionais. Em 2017, Kiso foi eleito o melhor ‘Profissional de Planejamento Digital pela ABRADi-SP’. “Redes sociais são o futuro”, disse ele em entrevista a OVALE. O Webinar Economia Criativa de OVALE será apresentado pela jornalista Maisa Dóris, especialista em marketing multimercados. O seminário trará temas e convidados especiais todas as semanas, sempre às quintas-feiras, às 19h30. “São nomes de relevância nacional e internacional que falarão com exclusividade a OVALE sobre os caminhos do mercado”, disse Maisa. A ideia do seminário é abordar questões como o mercado, cooperação no processo de superação da crise e de fortalecer o negócio. “Propondo o pensamento alinhado com o coletivo sem perder a noção da autorresponsabilidade”, disse Maisa. Segundo ela, o programa nasce com a missão de “formar o internauta para os novos tempos”, criando “engajamento entre participantes, marcas e conteúdo”. “Um convite para empresários, empreendedores, profissionais e estudantes desocuparem o lugar na plateia e assumir o protagonismo”, afirmou a apresentadora.
OVALE abre espaço em suas redes sociais para debater a economia criativa, um dos mais fundamentais pilares dos negócios em nosso tempo e ferramenta indispensável para superar a crise. Diante de uma pandemia que impacta a economia global, o jornal faz a sua parte em debater soluções e lança o Webinar Economia Criativa, seminário pela internet que será divulgado semanalmente, sempre às quintas-feiras, às 19h30, pelo Instagram @jornalovale. Nesta próxima quinta (14), o programa de estreia terá Rafael Kiso, publicitário com MBA em Marketing, especialista em Marketing Digital e em Gestão da Inovação. Kiso é CDO (Chief Digital Officer) da Focusnetworks e fundador da mLabs, plataforma líder de gestão de mídias sociais no Brasil, com sede em São José dos Campos. “São nomes de relevância nacional e internacional que falarão com exclusividade a OVALE sobre os caminhos do mercado”, disse a jornalista Maisa Dóris, especialista em marketing multimercados e apresentadora do Webinar Economia Criativa OVALE. “Uma iniciativa que prestigia o público que atingiu 23 milhões de visualizações em abril nas plataformas digitais OVALE, em recorde histórico.” Segundo ela, o programa levará ao leitor e internauta o “conhecimento daqueles que marcham na rota não de uma era de mudanças, mas de uma nova era”. O Webinar Economia Criativa abordará questões como o atual mercado, cooperação no processo de superação da crise e de fortalecer o negócio. “Propondo o pensamento alinhado com o coletivo sem perder a noção da autorresponsabilidade”, disse Maisa. Segundo ela, o programa nasce com a missão de “formar o internauta para os novos tempos”, criando “engajamento entre participantes, marcas e conteúdo”. “Um convite para empresários, empreendedores, profissionais e estudantes desocuparem o lugar na plateia e assumir o protagonismo”, afirmou a apresentadora. Num contexto de globalização da economia, a expressão “economia criativa” explica a necessária junção da criatividade com o capital intelectual para tornarem-se matéria prima para a criação, produção e distribuição de bens e serviços, criando uma cadeia produtiva baseada no conhecimento e capaz de produzir riqueza, gerar empregos e distribuir renda.
Prazer, coronavírus. A ciência vem conhecendo cada vez mais intimamente um dos adversários mais aguerridos no campo da biologia e da saúde pública, o novo coronavírus. Desde que foi detectado na China, no final de 2019, o pequeno microrganismo foi capaz de infectar mais de 5,1 milhões de pessoas em todo o mundo e de causar mais de 335 mil mortes até 22 de maio. Laboratórios e países correm atrás de uma vacina para combater a moléstia, que vem causando a pior crise sanitária em 100 anos. Médico patologista clínico e gestor do Grupo Sabin Medicina Diagnóstica, Alex Galoro considera a busca científica para combater a Covid-19 uma das principais pautas da nossa era. “É uma das principais pautas que temos visto, de tanta busca científica para combater a doença. Várias pesquisas estão sendo feitas”. Segundo ele, o primeiro desafio foi obter conhecimento suficiente da doença para criar os exames diagnósticos. Isso ocorreu por meio de sequenciamento do vírus feito na China, para diferenciar de outros vírus. Desde então, os testes vêm sendo aprimorados. “O vírus é uma fita única de RNA. A doença não existia há poucos meses e nem método diagnóstico para detectá-la. Todos os laboratórios, no início da pandemia, ofereceram testes desenvolvidos internamente”, conta o médico Rafael Jácomo, do Grupo Sabin. A primeira batalha vencida pela ciência foi conseguir detectar o vírus no corpo de um infectado. Depois disso, seguir o vírus por seu caminho no mundo e mapear as mutações que vem sofrendo desde que saiu da China, passando pela Europa e vindo para a América. “Conforme o tipo de mutação, é possível saber de onde é a sequência e onde o vírus passou. É um interesse epidemiológico”, diz Galoro. “Pesquisa das mutações é importantíssima para saber se a vacina será efetiva. Até agora, a mutação não mudou a característica gênica do vírus, a capacidade de estimular o sistema imunológico”, conta o médico, o que pode facilitar para o desenvolvimento de uma vacina eficaz contra o novo coronavírus. VACINA. Segundo ele, as mutações têm implicação no quadro clínico ou na imunidade do paciente, o que pode reduzir ou acabar com a efetividade da vacina. “Por isso que HIV não tem vacina, porque sofre muitas mutações”. Galoro acompanha a pesquisa para desenvolver uma vacina contra o coronavírus e diz que há projeção de uma fórmula em setembro, na Europa. Além de ciência, claro, trata-se de uma corrida por dividendos. “Quem conseguir vai triplicar o valor da empresa”. “Outras linhas de pesquisa para vacina, como nacionais, apontam que a própria mucosa respiratória que produz anticorpos poderia ser usada numa vacina, que evitaria a infecção. É uma pesquisa sendo feita no Brasil.” Por enquanto, o maior desafio é encontrar uma fórmula eficaz como vacina e produzida em larga escala. Para tanto, cientistas têm acelerado processos com tecnologias de pesquisas anteriores, nas quais havia linha de fabricação de vacinas para coronavírus, mas não este novo. “Comitês de ética têm facilitado a evolução da pesquisa, para que pulem algumas etapas. Há um esforço conjunto para se chegar numa vacina.” Caso dê em nada a vacina europeia em setembro, Galoro crê numa fórmula pronta até o primeiro semestre de 2021. Segundo Galoro, há também pesquisas para entender como o vírus se espalha. Hoje, já se sabe que o vírus pode ficar em suspensão no ar em algumas situações e até por alguns dias, o que aumenta o poder de contaminação. “Isso faz diferença e mostrou que o contágio era muito maior do que o sarampo e outros vírus mais contagiosos”
Em meio à pandemia, um 'oceano' de números vai se acumulando. São as perdas estimadas com a crise econômica advinda do novo coronavírus, que paralisou países em todo o mundo. Ninguém sabe ao certo quanto o mundo perderá com a Covid-19, mas ninguém tem dúvida de que haverá maior desemprego, menos crédito e crescimento negativo em vários países. O Brasil é um exemplo. No início da pandemia, dizia-se que a economia do país teria um desempenho próximo de zero em 2020. Depois, a projeção passou para uma queda de 3%, que saltou para 5% e já há analistas apostando em 10% de retração. O desemprego pode ficar na casa de 16%. Professor associado da Fundação Dom Cabral, Carlos Braga acredita que vivemos um momento único na história recente da humanidade, que terá profundos impactos na economia mundial. Segundo ele, o tamanho desse 'terremoto' dependerá da duração da pandemia. "É a recessão mais dramática desde a crise de 1929", disse Braga em debate online organizado pela ACI (Associação Comercial e Industrial) de São José dos Campos. A própria entidade, que está fazendo pesquisas com empresários na cidade para conhecer o tamanho do prejuízo, estima uma retração de até 80% no setor industrial de São José. E sem contar o comércio, um dos mais impactados pela pandemia. "Começou com o impacto na oferta e depois problema no mercado de trabalho, além de impacto da demanda pela incerteza, que é uma característica dessa crise", disse Braga, que foi representante especial e diretor para a Europa do Banco Mundial em 2012. Segundo ele, a crise derrubou a oferta de produtos com a parada industrial em parte da China, afetando abastecimento mundial em setores como o automotivo. COMÉRCIO. Estudo do Sincovat (Sindicato do Comércio Varejista de Taubaté e região), com base em dados da Fecomercio (Federação do Comercio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), aponta que o varejo da RMVale, considerado não essencial, faturava, em dias normais, cerca de R$ 50 milhões por dia, o que daria o tamanho da perda da região. "Muitos lojistas estão tentando minimizar as perdas, oferecendo serviços pelas redes sociais e delivery. No entanto, o estabelecimento fechado ao atendimento presencial dos clientes está causando, além das perdas, uma grande ansiedade nos empresários", informou o Sincovat. Ainda segundo o estudo, do início da quarentena até 13 de maio, 930 funcionários foram demitidos em Taubaté e outros 4.054 tiveram seus contratos de trabalho suspensos ou uma redução de jornada e salário. "O Sincovat estima que o varejo de Taubaté perde, por dia, R$ 2,3 milhões. Já os segmentos considerados essenciais, mesmo funcionando, têm perda estimada de R$ 1,53 milhão por dia, ou seja, um prejuízo total de quase R$ 4 milhões de receita bruta." LITORAL NORTE. Dependente do turismo, um dos setores mais afetados pela pandemia, as quatro cidades do Litoral Norte registram mais de 1.000 trabalhadores demitidos do varejo, segundo o Sincovat. Outros 1.734 contratos foram suspensos e 594 tiveram redução de jornada e salário. De acordo com a entidade, Caraguatatuba, São Sebastião, Ubatuba e Ilhabela têm, em média, um prejuízo de R$ 4,074 milhões por dia. Caraguatatuba tem a maior perda diária: R$ 1,8 milhão de receita bruta de vendas. Os lojistas já dispensaram 304 funcionários e realizaram 720 suspensões de contrato e 264 reduções de jornada e salário. Em Ubatuba, a perda estimada é de R$ 1,09 milhão por dia, com 184 demissões no comércio, 235 com contratos suspensos e 83 com reduções no tempo de trabalho e na remuneração. São Sebastião registra 64 demissões, 166 contratos suspensos e 73 funcionários com horários reduzidos. As perdas diárias são de R$ 769 mil. Em Ilhabela, o comércio perde R$ 368 mil por dia, com 484 desligamentos, 623 suspensões de contrato e 174 reduções de jornada e salário.n
Em recente entrevista à revista TIME, o historiador, filósofo e autor dos best-sellers “Sapiens” e “Homo Deus – Uma breve história do Amanhã”, Yuval Noah Harari, trouxe à tona sua percepção da pandemia que a humanidade está enfrentando: “A melhor defesa que os seres humanos têm contra patógenos não é o isolamento – é a informação”. Em face às novas rotinas e dinâmicas do dia a dia, profissionais de vária áreas já perceberam que ainda que todos os cuidados necessários precisam ser mantidos e o isolamento social siga, há uma aproximação que se torna determinante: a colaboração mútua. Em uma de suas falas recentes o historiador e professor Leandro Karnal salientou: “A cooperação por meio da informação filtrada, ajustada e adequada é fundamental àqueles que entendem que guerras, revoluções e epidemias fazem parte de todo o processo histórico da humanidade e, mesmo com baixas irreparáveis, por outro lado aceleram processos de mudanças evolutivas em várias áreas e setores da sociedade”. É com essa motivação e “ativação” que se inicia a jornada de trazer ao leitor OVALE a informação direta e ao vivo da fonte, ou seja, o conhecimento daqueles que marcham na rota não de uma era de mudanças, mas de uma Nova Era. São nomes de relevância nacional e internacional que falarão com exclusividade ao OVALE sobre os caminhos do mercado no Webinar Economia Criativa semanalmente às quintas-feiras 19h30 pelo Instagram @jornalovale. Uma iniciativa que prestigia o público que atingiu 23 milhões de visualizações em abril nas plataformas digitais OVALE, em recorde histórico. As marcas convidadas para estarem com OVALE em mais esse canal de informação e interação com o internauta são certamente aquelas comprometidas em construir e sedimentar sua missão agregando valor e sentido na vida dos leitores em um novo momento que publicidade deixa de ser interruptiva para ser de fato contributiva, participante e apoiadora de mudanças sociais significativas e determinantes para os seus consumidores. Propondo o pensamento alinhado com o coletivo sem perder a noção da autorresponsabilidade, as grandes questões que irão orientar o Webinar Economia Criativa são: o que o mercado precisa que eu posso fazer e entregar hoje? Como eu coopero para o processo de superação da crise, saindo dela ainda mais forte e fortalecendo a quem eu puder alcançar com as minhas ideias e atividades? Webinar economia criativa OVALE TESTEMUNHAS DA HISTÓRIA. Se por um lado o termo “nova economia”, criado no final da década de 1990 para descrever o resultado da transição de uma economia baseada na indústria para uma economia baseada nos serviços ganhou força nos EUA e confirmou a chegada das novas tecnologias de informação e comunicação, altas taxas de crescimento econômico, baixa inflação e alto nível de emprego, num contexto de globalização da economia, a expressão “economia criativa” chegou para costurar esse processo de forma ainda melhor. Através dela a criatividade junto com o capital intelectual passou a ser a matéria prima mais importante para a criação, produção e distribuição de bens e serviços criando uma cadeia produtiva baseada no conhecimento e capaz de produzir riqueza, gerar empregos e distribuir renda. “A economia criativa abrange todo o ambiente de negócios que existe em torno da indústria criativa, aquela baseada em bens e serviços criativos”, afirma Ana Carla Fonseca Reis, economista especializada no tema. Historicamente a primeira referência governamental a importância de áreas ligadas à tecnologia e à criatividade para o crescimento econômico de um país deu-se em um relatório de 1983, publicado pela primeira-ministra Margaret Thatcher. Em 1994, o primeiro-ministro Australiano Paul Keating lançou o primeiro conjunto de políticas públicas de um país com foco em cultura e arte. O documento chamado Creative Nation citava o termo economia criativa. Logo depois, o primeiro-ministro britânico Tony Blair incluiu o assunto em sua plataforma de governo, durante sua campanha para o cargo de primeiro-ministro em 1996. O WEBINAR ECONOMIA CRIATIVA OVALE. Com estreia pela rede social do Instagram do veículo, o WEBINAR nasce com a missão de não só atualizar mas formar o internauta para os novos tempos, criando inclusive engajamento entre participantes, marcas e conteúdo. Um convite para empresários, empreendedores, profissionais e estudantes desocuparem o lugar na plateia e assumir o protagonismo, se não da história, da sua história por meio do conhecimento das maiores habilidades necessárias às pequenas iniciativas, aquelas capazes de transformar boas ideias em grandes negócios. Entrevistados de altíssima relevância irão compartilhar ideias disruptivas e caminhos viáveis para a retomada do nosso crescimento individual e coletivo. Nesta quinta, dia 14 às 19h30 a estreia é em grande estilo com Rafael Kiso, publicitário com MBA em Marketing pela HSM, especialista em Marketing Digital e em Gestão da Inovação pela ESPM. Kiso é Chief Digital Officer da Focusnetworks e fundador da mLabs, plataforma líder de gestão de mídias sociais no Brasil. Responsável por soluções que potencializam negócios e a comunicação através do universo digital para médias e grandes empresas nacionais e internacionais. Atualmente é constantemente fonte para matérias em veículos como Exame, O Globo, Estadão, Globonews, JovemPan, Meio & Mensagem, Uol, Valor Econômico, entre outros. Em 2017 foi eleito o melhor Profissional de Planejamento Digital pela ABRADi-SP e com certeza o nome certo para abrir a temporada que promete informação e conhecimento com o engajamento do público não só local mas de todo país! Maisa Dóris é jornalista especialista em marketing multimercados e autora do método MAXItexto. Semanalmente ancora e apresenta o Webinar Economia Criativa OVALE pelo Instagram @jornalovale.
O número de pessoas infectadas com o novo coronavírus é bem maior do que os dados oficiais das prefeituras do Vale do Paraíba. O motivo é simples: testa-se pouco na região, apenas os casos mais graves que procuram o sistema de saúde. Com isso, a subnotificação vira regra e impede que as Secretarias de Saúde tenham um panorama real sobre a quantidade de casos, o que prejudica o dimensionamento da rede de atendimento para acolher os pacientes graves. Em São José dos Campos, por exemplo, o prefeito Felicio Ramuth (PSDB) contratou uma segunda leva de 450 testes para tentar aproximar-se de um número mais real de casos confirmados na cidade. Na primeira pesquisa, os dados revelaram que mais de 3% da população da cidade poderia ter sido infectada pelo coronavírus, o que dá em torno de 25 mil pessoas. A cidade tinha 421 casos positivos até 15 de maio. "Vamos fazer a pesquisa por amostragem para fazer o teste rápido e descobrir o percentual de pessoas contaminadas. Pela primeira pesquisa, daria cerca de 25 mil pessoas, a maioria sem sintomas, e vamos repetir os testes para estipular por amostragem o número de infectados na cidade", disse Felicio. ESTUDO. Para tentar obter um quadro mais real da doença na região, o professor Paulo Barja, da FEAU (Faculdade de Engenharias, Arquitetura e Urbanismo) e da FEA (Faculdade de Educação e Artes), ambas da Univap (Universidade do Vale do Paraíba), acompanha diariamente a divulgação dos casos oficiais para estimar a taxa de subnotificação. Para tanto, ele usa modelos matemáticos da Fiocruz e da PUC (Pontifícia Universidade Católica) do Rio de Janeiro e explica que os dados utilizados são os dos "casos concluídos" --óbitos e curados. O resultado obtido por Barja é mais modesto do que o apontado pela pesquisa de São José, mas não deixa de revelar quão distante as cidades estão de resolver a subnotificação e quantificar os casos. Nesta sexta-feira (15), ele estimou o fator de subnotificação de São José dos Campos em 5,54, o que daria à cidade um total entre 2.300 e 2.400 casos confirmados. Para Jacareí, o professor apurou uma taxa de 9,87 de subnotificação, o que elevaria os casos da cidade para mais de 960, bem acima dos 98 registrados oficialmente. No Litoral Norte, região com 432 casos, o índice é de 4,4 de subnotificação, fazendo os casos confirmados subirem para cerca de 1.900. BRASIL. O quadro ainda é bem pior para o país, que tem 218 mil casos confirmados e Covid-19 e 14.817 mortes. Segundo Barja, o fator de subnotificação medido para o país é de 12, o que ele classifica como "gravíssimo". "Estimo que estejamos ultrapassando a barreira dos 2 milhões de casos no Brasil. Subnotificação, como sabemos, há no mundo todo, mas é mais grave quando há menos testes disponíveis", afirmou Barja. Para o professor, os casos não quantificados reforçam a necessidade de o Vale apostar numa estratégia regional de combate ao coronavírus, envolvendo as cidades. "Dentro desse macrocontexto, creio que a RMVale tem a necessidade de mostrar sua vocação para Região Metropolitana unificando estratégias." A regionalização seria a maneira mais eficaz de combater o pico da doença, que ainda não chegou à região e tampouco ao Brasil. PLANEJAMENTO. Conclusão semelhante chegaram pesquisadores brasileiros em estudo publicado no site Covid-19 Brasil. Eles estimam mais de 1,6 milhão de casos da doença causada pelo novo coronavírus no país, sendo 526 mil só no estado de São Paulo. O número é referente a 4 de maio e é 14 vezes maior que o registro oficial. De acordo com dados do Ministério da Saúde, na ocasião o país registrava 108 mil casos confirmados da doença, sendo 32 mil só no estado paulista. A contabilização desses casos ocultados das estatísticas pela subnotificação colocaria o Brasil como o novo epicentro da doença, ultrapassando os 1,2 milhão de casos registrados nos Estados Unidos. "A motivação do estudo é contribuir para o planejamento da epidemia", disse Domingos Alves, integrante do grupo Covid-19 Brasil, formado por cientistas de mais de 10 universidades brasileiras monitorar a epidemia.