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Aprovado! Lançado por OVALE no último dia 8, com três meses de assinatura grátis para advogados e demais profissionais do Judiciário, o ValeSaber foi aprovado entre os integrantes do universo jurídico, que destacam a importância da informação jornalística na construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Em parceria com a 36ª subseção da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), de São José dos Campos, OVALE disponibiliza três meses de assinatura grátis -- custo zero -- a advogados e membros do Judiciário, incluindo um conjunto de benefícios exclusivos. Basta baixar: ovale.com.br/valesaber e utilizar o cupom OVOAB20. Entre os benefícios, a assinatura contemplará: o recebimento das edições impressas, além de revistas e suplementos produzidos por OVALE; acesso ilimitado a todo o conteúdo digital do jornal; acesso imediato ao 'Clube OVALE', plataforma de benefícios que concede descontos exclusivos de até 50% em mais de 300 estabelecimentos regionais e nacionais. Quinzenalmente, a OAB vai ter uma página na edição de OVALE para tratar do Direito. Após os três meses, será cobrado o valor de R$ 19,90 por mês, o que corresponde a um desconto de 50,13% em relação ao preço regular da assinatura mensal de R$ 39,90. O cancelamento poderá ser feito a qualquer momento. Com o ValeSaber, OVALE oferece três meses de assinatura grátis também aos profissionais da saúde, alunos e professores universitários. AVALIAÇÃO. Secretário da Justiça e Cidadania do Estado, Paulo Dimas Mascaretti elogiou a concessão de benefícios aos advogados e a disponibilização da informação. "A iniciativa de liberar o acesso à informação para os profissionais da saúde, universitários, professores, advogados e operadores do Direito é de extrema relevância e contribui para o exercício da cidadania. Notícias precisas e atualizadas também são subsídios para que os profissionais do sistema de Justiça tomem decisões pertinentes e assertivas visando ao bem comum", disse. O desembargador Paulo César Ayrosa Monteiro de Andrade, do TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo, reforçou o papel imprescindível da imprensa. "Parabéns a OVALE pela iniciativa e comprometimento com a verdade e informação de qualidade, aliás, como deveriam ser todos os veículos de informação e jornalismo sério", declarou o desembargador. Para o jurista Pedro Dallari, relator e coordenador da Comissão Nacional da Verdade, o jornalismo é o principal antídoto às fake news. "É uma iniciativa excelente, que certamente será muito benéfica à comunidade jurídica do Vale. E espero que os beneficiários se engajem na sustentação de um jornal que expressa a relevância da região. Sou de opinião que o combate às fake news não deve ser feito por meio da censura, mas sim através de informação de qualidade, como a que é propiciada por OVALE", afirmou. Nas páginas de OVALE, informar direito é a lei maior..  
A pandemia e a fé. Maior crise sanitária e de saúde em 100 anos, a epidemia do novo coronavírus avança ferozmente para o Vale da Fé, região símbolo e capital da fé católica no Brasil. Também é área com mais municípios médios e pequenos e com infraestrutura mais frágil de atendimento à saúde. Maior parte das cidades não conta com leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), indispensáveis para cuidar de pacientes graves por Covid-19. “A gente sabe que o Vale Histórico tem um aumento no número de casos diferente aqui do Alto Paraíba e também do Litoral Norte. A região de Taubaté também tem condição melhor que o Vale da Fé. Vamos acompanhando esses dados”, disse Marco Vinholi, secretário estadual de Desenvolvimento Regional. “Há cidades sem nenhum caso e que passaram a ter vários”, afirmou Victor de Cassio Miranda (PSDB), o ‘Vitão’, presidente da RMVale e prefeito de Paraibuna. Mesmo contando com abundância de fé, principalmente a popular, prefeitos do Vale Histórico sabem que apenas crença não basta para enfrentar o coronavírus. Também é preciso crer na ciência. Os pequenos municípios estão tomando medidas impopulares, mas necessárias, de manter mais restrições do que as permitidas pelo governo estadual, no Plano São Paulo. “Não é hora de relaxar, e sim de continuarmos nos prevenindo, nos cuidando e nos mantendo atentos”, diz postagem da Prefeitura de São José do Barreiro nas redes sociais. De um único caso confirmado há duas semanas, a cidade de pouco mais de 4.000 habitantes viu o número de contaminados subir para cinco e depois para 11, maior aumento percentual da região (120%) em sete dias. Na vizinha Bananal, os 10,8 mil moradores viram a doença passar de 72 para 133 infectados em duas semanas, impactando fortemente a rede de saúde, que depende de cidades de referência para o atendimento. Com isso, o prefeito Carlindo Nogueira Rodrigues (PDT) estendeu até 16 de agosto o decreto que recua a cidade para a fase vermelha do Plano São Paulo, barrando comércios não essenciais, mesmo com a região na fase amarela. A restrição começou em 4 de agosto. Os 13 mil habitantes de Queluz estão sem atividades de setores não essenciais da economia para tentar conter o avanço da doença. A cidade também recuou para a fase vermelha depois que os casos subiram de 141 para 182 em 14 dias. Além das cidades do Vale Histórico, outras abriram mão da reabertura permitida pelo Plano São Paulo e seguem na fase laranja, casos de Lorena, Guaratinguetá e Piquete, também por conta do aumento do número de casos e de nortes. A preocupação faz sentido. Nas últimas seis semanas, as sub-regiões de Taubaté, Guaratinguetá e Cruzeiro lideram o crescimento de casos confirmados e de mortes por Covid-19 na região (leia texto nesta página). Não à toa, as regiões concentram a quase totalidade dos pequenos e médios municípios do Vale, incluindo as do Vale da Fé.. Sub-regiões com os menores municípios lideram alta de casos e mortes no Vale As sub-regiões de Taubaté e Guaratinguetá registram os maiores aumentos percentuais de casos confirmados de Covid-19 da RMVale, na última semana. Na sub-região de Taubaté (10 cidades), os casos passaram de 4.101 para 5.046 entre 6 e 13 de agosto ( 23%). Com nove cidades, a sub-região de Guaratinguetá relata crescimento de 21,7% (de 1.893 para 2.305. A sub-região de Cruzeiro (oito cidades) teve alta de 28%: 18 para 23 óbitos. Nas últimas seis semanas, as sub-regiões de Taubaté e Cruzeiro lideram a alta percentual de casos positivos e a de Guaratinguetá, o de mortes.
Atenção, turma! Tem aviso importante no ‘Escola de Notícias’, projeto inovador criado por OVALE para combater a epidemia de notícias falsas. Está curioso? É que as nossas aulas contam agora com material didático especial e 100% grátis -- é. Em parceria com a ‘Laranja Roxa’, empresa de soluções criativas na área de educação, OVALE lança um kit de combate às fake news. Clique e baixe o kit especial de combate às fake news O kit contém e-books, manuais para os professores, sugestões de atividades para sala de aula e dinâmicas, além de games para os alunos aprenderem brincando. Com projeto gráfico moderno e atrativo, com linguagem fácil, os kits têm material específico e exclusivo para Ensino Fundamental 1, Ensino Fundamental 2 e Ensino Médio. Eles são voltados para pais, alunos, professores, escolas e ainda leitores de OVALE. A ideia é ajudar a sociedade, desde cedo, a criar anticorpos contra essa verdadeira epidemia de fake news -- já classificada pela ONU (Organização das Nações Unidas) como uma ameaça à democracia global. “Após a pandemia do novo coronavírus, com a explosão de notícias falsas e o aumento na demanda por mais informações de qualidade, OVALE criou ferramentas para vacinar o leitores contra a indústria da boataria, como o ‘Verifica OVALE’ e o ‘Escola de Notícias’, que ensina didaticamente alunos, professores e leitores a separarem o que é jornalismo e o que é fake news. Agora, com o kit, temos um material didático e pedagógico que condensa todos esses conceitos e torna esse aprendizado mais fácil, dinâmico e divertido”, disse o editor-chefe de OVALE, Guilhermo Codazzi. ESCOLAS. O kit tem também um manual voltado aos professores, com a sugestão de atividades, dinâmicas e projetos a serem desenvolvidos em sala de aula. “Nós temos 10 aulas de uma hora e quarenta, descritas, detalhadas, com atividades práticas, dinâmicas, exercícios e projetos. Há ainda um material complementar, com vídeos, links, palestras, sobre o tema”, disse a neuropsicopedagoga Flávia de Oliveira, da equipe da Laranja Roxa. Além dos e-books e manuais, o kit conta ainda com um jogo, um ‘Quiz’ contra as fake news. Que tal dar um game over nas notícias falsas? É só baixar!
Como nas páginas de OVALE o respeito ao processo de informar direito é a lei maior, o jornal traz uma boa notícia. Em parceria com a 36ª subseção da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), de São José dos Campos, OVALE disponibiliza três meses de assinatura grátis -- custo zero -- a advogados e membros do Judiciário, incluindo um conjunto de benefícios exclusivos. Basta baixar: ovale.com.br/valesaber e utilizar o cupom OVOAB20. Entre os benefícios, a assinatura contemplará: o recebimento das edições impressas, além de revistas e suplementos produzidos por OVALE; acesso ilimitado a todo o conteúdo digital do jornal; acesso imediato ao 'Clube OVALE', plataforma de benefícios que concede descontos exclusivos de até 50% em mais de 300 estabelecimentos regionais e nacionais; Quinzenalmente, a OAB vai ter uma página na edição de OVALE para tratar do Direito. Após os três meses, será cobrado o valor de R$ 19,90 por mês, o que corresponde a um desconto de 50,13% em relação ao preço regular da assinatura mensal de R$ 39,90. O cancelamento poderá ser feito a qualquer momento. A iniciativa de OVALE, parte integrante do projeto ValeSaber, foi elogiada pelo presidente do TJ (Tribunal de Justiça) de São Paulo, desembargador Geraldo Francisco Pinheiro Franco. "A iniciativa deve ser aplaudida. O acesso à informação é importante em todos os momentos de nossa vida. E sobre todos os temas. E o mais importante é o desejo de disponibilizar o conteúdo da informação", afirmou o presidente. Em meio à epidemia de fake news, que ameaça a democracia, OVALE nunca foi tão lido -- são até 23 milhões de visualizações mensais -- e a informação de qualidade jamais foi tão imprescindível. "O aprimoramento da democracia no nosso país, exige maior aproximação entre o Poder Judiciário e a Imprensa. O Poder Judiciário, com a sua competência e estrutura na efetivação dos diretos fundamentais clássicos e a Imprensa, com a sua inarredável tarefa de não apenas conter arroubos autoritários do poder dominante, mas de conscientizar e, até mesmo, inspirar o cidadão comum", afirmou o diretor-presidente de OVALE, Fernando Salerno. "No Estado Democrático de Direito, o Poder Judiciário não pode e não deve estar em posição equidistante, mas sim na proa dos destinos de uma nação que se pretende verdadeiramente livre, justa, igualitária e, sobretudo, solidária", disse. APROVADO. A ação de OVALE foi elogiada pelo diretor do Fórum de São José, Daniel Toscano, Juiz Titular da 8ª Vara Cível e Coordenador do Cejusc. "A iniciativa do jornal é digna de elogios. Com o incremento das redes sociais, notou-se um aumento da quantidade de informações disponíveis ao público, o que é sempre muito bom. Ocorre que muitas dessas informações pecam pela baixa qualidade, são desencontradas, sem base factual, às vezes tendenciosas e até ofensivas. Constituem as chamadas fake news, que atingem de maneira irresponsável as instituições do Estado, especialmente o Congresso e o STF. Nesse ambiente, avulta de relevância veículos de comunicação consagrados, que seguem produzindo conteúdo de qualidade, de maneira imparcial e responsável", afirmou o magistrado. "Esse acesso é oportuno, e diria até mesmo essencial, nesse momento excepcional, quando a informação de qualidade se torna necessidade para o Estado Democrático de Direito e orienta o cidadão de forma adequada", disse o presidente da OAB de São José, Klaus Coelho Calegão.
Passando a quarentena em um sítio em Paraibuna, o cientista Ricardo Galvão, professor titular da USP (Universidade de São Paulo) e ex-diretor do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), anda de bicicleta e é apicultor. "Levo picadas de abelha para sobreviver às críticas do governo", brinca ele, para dizer que o protagonismo ambiental do país está sendo destruindo pelo governo "por ignorância". Em entrevista a OVALE, ele fala da Amazônia, do Inpe e do governo Bolsonaro. Confira: Essa pandemia impacta nas queimadas da Amazônia? No final de maio, nota técnica do Inpe mostrava preocupação de que o pico do coronavírus ocorresse com o pico das queimadas, que trazem muitas doenças pulmonares para a região. Felizmente, estamos vendo redução do pico de contaminados e o pico das queimadas não começou ainda. E a fiscalização? Certamente, com o coronavírus, as ações se tornam mais difíceis, mas o governo está usando isso como desculpa. Estamos com problemas muitos sérios de contaminação de índios e outras comunidades indígenas por causa de mineradores ilegais que continuam agindo livremente, sem nenhuma ação do governo. O que revela a pandemia? Faz pensar com mais seriedade sobre o futuro da humanidade. Deu uma dimensão clara de como estamos interligados e dependemos das ações corretas em relação ao futuro. Com relação às queimadas na Amazônia, isso já vinha ocorrendo. O que a pandemia revelou é a importância da ciência. Em geral, as pessoas leigas imaginam um cientista como o professor Pardal, que resolve tudo. Não entendem que o problema é resolvido porque o cientista passa a vida estudando e fazendo pesquisa básica e tem o conhecimento necessário para desenvolver as soluções, que não são encontradas de uma hora para a outra. Como vê a pressão que o governo sofre pela Amazônia? Quando fui desonerado, disse que a questão da Amazônia iria ter um impacto econômico grande. A questão da preservação da Amazônia e de minorar os efeitos do aquecimento global no país vão precisar totalmente da ciência. Não há desenvolvimento sustentável na Amazônia sem uma base científica sólida. O governo minimiza? Se a Amazônia for desmatada de 25% a 30%, a tendência é se transformar numa savana irreversível. Isso afetará todo o regime de águas do resto do país, o problema de aquecimento do gás carbônico, a biodiversidade e a nossa agricultura. Esse é um cenário com escala de tempo distinto da pandemia. As ações têm que ser contínuas e com controle muito forte da sociedade. O que achou da expressão 'passar a boiada' usada pelo ministro Ricardo Salles? Quando ele usou o termo, muita gente do governo contemporizou. Mas pela conversa que tive com ele antes, disse exatamente o que pensa. Salles tem percepção de desenvolvimento econômico ortogonal à preservação do meio ambiente e tem posição firme de que a preservação atrapalha o país. Mas parece que ele está mudando um pouco o discurso. Tenho esperança que possa melhorar porque a pressão econômica é enorme. Não é possível que ele seja tão ignorante que vá colocar o Brasil numa situação tão difícil. Mas se bobearmos, a boiada vai continuar passando. A quem interessa questionar os dados do desmatamento? Será que é a extrema ignorância ou há interesses econômicos escusos? Alguma coisa é movida por ideologias baseadas na soberba da ignorância. Manifestações de Bolsonaro e de ministros contra o aquecimento global minam fortemente a respeitabilidade do Brasil na questão ambiental. Todo o protagonismo do país em questões ambientais, que vem desde 1990, o governo está destruindo por ignorância. Não há outra razão. Há um desmonte no Inpe? Não coloco como desmonte, como ocorreu com o Ibama. O que há é uma reestruturação que não está sendo aceita pelos servidores e mais a troca de diretoria. O que vai acontecer no futuro é muito preocupante. Não está claro qual vai ser o futuro dessa reestruturação. Pode ser muito preocupante se os serviços de monitoramento e as atividades no desenvolvimento de satélite foram passados para outro organismo, principalmente um militar. Teme militarização no Inpe? Esse é um medo que existe. Sempre houve certa pressão para o Inpe virar uma estrutura militar e a comunidade científica sempre lutou contra isso. O instituto foi criado como um órgão de pesquisa civil, para atender todo o país. Infelizmente, o diretor interino nessa reestruturação que está fazendo está seguindo esse esquema típico dos organismos militares. Os servidores do Inpe sempre falaram na necessidade de uma reestruturação, mas a maneira como vem sendo feita, de cima para baixo e com um diretor interino, sem os devidos debates com os órgãos da comunidade, é muito perigoso. Em ciência não tem "ordem dada, ordem cumprida" e não é no sistema de ordem militar, de "faça isso ou faça aquilo". No meio científico, a discussão é absolutamente necessária. Em minha opinião, a maneira como vem sendo feita essa reestruturação não satisfaz o que praxe no meio científico.
Notícia nota 10, porém com oito zeros. Como? OVALE alcançou no mês de julho seu novo recorde histórico: são 100 milhões de visualizações em 2020, no período de sete meses, contando apenas as plataformas digitais. Traduzindo para o "internetiquês", o jornal está "bombando". OVALE nunca foi tão lido, curtido, assistido, compartilhado e, acredite, imprescindível. Como um farol, que conduz os leitores à luz do conhecimento e ao porto seguro da credibilidade, OVALE atinge o seu novo recorde de visualizações justamente em um período com forte turbulência, com a pandemia de Covid-19 e a epidemia de fake news, que colocam em risco a democracia global. Presente em todas as mídias, o jornal imprime sua marca -- o jornalismo independente, crítico, ético, apartidário e plural -- seja nas plataformas impressas ou nas digitais, nas quais lidera o alcance e engajamento na RMVale (chega a ter o dobro da soma de todos os concorrentes). "Em um momento tão dramático, com o mundo mergulhado na mais grave crise sanitária do século, a informação de verdade assumiu papel ainda mais vital, principalmente diante da disseminação das notícias falsas, desse crescimento do movimento negacionista e dos frontais ataques contra a democracia. É a valorização e o justo reconhecimento à imprensa. E OVALE é exemplo disso e agradece a confiança dos leitores", afirma o editor-chefe, Guilhermo Codazzi. E o jornal não para: o novo site já está sendo desenvolvido e estará no ar para a cobertura eleitoral. "OVALE está em uma revolução constante", disse Codazzi. PROGRAMA. Com reforço em seu site e nas redes sociais este ano, OVALE ampliou ainda mais a forma de levar informação de qualidade aos leitores. A atuação de destaque neste período de pandemia levou o jornal a ser selecionado pelo Google para uma campanha mundial de incentivo a veículos de comunicação em meio à crise da Covid-19. Trata-se do GNI (Google News Initiative), programa global de resposta ao novo coronavírus para o setor de notícias. O projeto reuniu veículos de imprensa de mais de 100 países com total de 12 mil inscritos, e OVALE foi um dos veículos selecionados no Brasil: o jornal recebeu um financiamento de US$ 15 mil (aproximadamente R$ 80 mil) para investimento exclusivo no reforço da cobertura jornalística, que tem sido destaque com sucessivos recordes de visualização..
Líder na RMVale, tanto nas mídias impressas quanto nas digitais, OVALE é o porta-voz da sociedade que dia a dia escreve a história de uma das regiões mais notáveis em todo o país. E o jornal, na vanguarda da informação, cumpre o seu papel e imprime diariamente o seu DNA editorial, constituído por jornalismo independente, plural, crítico, livre e apartidário. Imprescindível. OVALE, com até 23 milhões de visualizações mensais e ainda ostentando a liderança absoluta no alcance e engajamento nas redes sociais, é a 'caixa de ressonância' de tudo o que é de interesse público na região, fiscalizando, cobrando e consolidando-se mais e mais como o palco maior de debates sobre o destino do Vale do Paraíba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira. Reforçando o seu papel, cada dia mais imprescindível em um mundo bombardeado por fake news, e adaptando-se aos novos desafios, incluindo a maior cobertura eleitoral de sua história, OVALE lança neste fim de semana (dias 25 e 26) a sua superedição regional, absorvendo as três publicações locais -- Gazeta de Taubaté, Jacareí e Vale da Fé -- e concentrando energia na produção de um volume ainda maior de conteúdo jornalístico, basilar na construção de uma sociedade mais justa, democrática e igualitária. Na versão impressa, a Gazeta de Taubaté passa a circular com a marca OVALE -- no digital, a Gazeta manterá seu site e redes sociais próprios, operando normalmente. A superedição de OVALE, jornal que é uma das marcas mais fortes do jornalismo de São Paulo, terá a missão de pensar regionalmente, sem perder de vista o olhar local, já incorporado ao nosso DNA editorial. Em meio à epidemia de fake news, OVALE orgulha-se de responder com sua expertise: mais e mais jornalismo. JORNALISMO. De acordo com o editor-chefe de OVALE, Guilhermo Codazzi, a superedição regional oferecerá ao leitor o melhor conteúdo jornalístico da RMVale, sempre com credibilidade e a defesa do interesse público. OVALE aposta na produção de mais informações como antídoto às fake news, principalmente durante a pandemia da Covid-19 -- o jornal, inclusive, foi selecionado para um projeto global do Google, recebendo financiamento para a atividade jornalística. "OVALE vive em constante renovação, aperfeiçoando-se para levar aos leitores cada vez mais informações, com mais qualidade e que dialogue com todos os formatos de público", afirmou o editor. "A superedição apresenta um leque variado de assuntos e analisa-os com profundidade, pluralidade e independência. E, por dentro do que acontece em sua cidade, na região, no estado e no país, o leitor então forma a sua própria visão de mundo que o cerca. Informação de qualidade é uma boa notícia", disse.n
Estudo estima que o limiar de imunidade coletiva ao novo coronavírus (imunidade de rebanho) pode ser alcançado em uma região se 20% da população for infectada. No Vale do Paraíba, o percentual equivale a 500 mil pessoas e região tem 17,5 mil infectados, segundo números oficiais. Se a quantidade de contaminados for 10 vezes maior, como indicam alguns estudos, a região chegaria a 175 mil pessoas com a Covid-19. De acordo com os pesquisadores, se a projeção se confirmar, a taxa de contágio apresentaria queda. Primeiro porque significa que é pequeno o risco de ocorrer uma segunda onda avassaladora da pandemia nos países que adotaram medidas para conter a disseminação da Covid-19 e hoje já registram queda no número de novos casos. Em segundo lugar porque indica ser possível para uma cidade, estado ou país alcançar o limiar de imunidade coletiva mesmo tendo adotado medidas de distanciamento social que ajudam a evitar o colapso do sistema de saúde e a minimizar o número de mortes. "Nosso modelo mostra que não é preciso sacrificar a população deixando-a circular livremente para que a imunidade coletiva se desenvolva", disse a biomatemática portuguesa Gabriela Gomes, em entrevista à Agência Fapesp (Fundação de Apoio à Pesquisa de São Paulo). O modelo matemático ao qual a pesquisadora se refere foi desenvolvido em colaboração com cientistas do Brasil, Portugal e Reino Unido. Entre os coautores do artigo estão Marcelo Urbano Ferreira, professor do ICB-USP, o Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo. "Temos trabalhado juntos com Gabriela Gomes há alguns anos usando essa abordagem para descrever a dinâmica de transmissão da malária na Amazônia brasileira. O modelo é diferente dos demais, pois leva em conta o fato de que o risco de contrair uma determinada doença varia de pessoa para pessoa", explicou Ferreira. Gomes disse que os fatores que influenciam o risco de contágio para Covid podem ser divididos em duas categorias. Em uma delas estão os de ordem biológica, como a genética, a nutrição e a imunidade. Na outra se inserem os fatores comportamentais, que determinam o nível de contato com outras pessoas que cada um de nós tem no cotidiano. "Isso tem relação com o tipo de ocupação, o local de moradia, os meios de deslocamento e até o perfil de personalidade. Uma pessoa que prefere ficar em casa lendo um livro tem um risco menor de se expor ao vírus do que quem sai com muita frequência e se relaciona com muitas pessoas." De acordo com Gomes, os modelos que estimaram o limiar de imunidade ao coronavírus variando entre 50% e 70% consideram que o risco de infecção é o mesmo para todos os indivíduos. "Temos visto que, no caso da Covid-19, quanto maior é o grau de heterogeneidade da população, mais baixo se torna o limiar da imunidade de grupo", disse Gomes. Para os pesquisadores, se as medidas de distanciamento forem relaxadas antes de a imunidade coletiva ser alcançada, os casos podem voltar a subir..
A reabertura das atividades comerciais no Vale do Paraíba, a partir do dia 1º de junho, provocou um crescimento exponencial na Covid-19 e também mudanças no perfil dos infectados. Depois de registrar 2.244 diagnósticos positivos até 31 de maio, mais 89 mortes, o Vale acumulou 4.835 casos e 157 óbitos em junho. Mas julho foi pior: 10.473 casos e 326 mortes, 60% e 56% do total na região --17.552 casos e 572 óbitos, até sexta-feira (31). O retorno de atividades comerciais, como shoppings centers, concessionárias, escritórios e imobiliárias, provocou uma mudança no perfil dos infectados por Covid-19 na região. A análise foi feita com dados das três maiores cidades --São José dos Campos, Taubaté e Jacareí--, que concentram 56% dos casos e 57% das mortes do Vale. A maior parte dos contaminados antes da reabertura era de mulheres (67%), com 33% de pacientes homens. Depois da liberação das atividades comerciais, a balança se equilibrou: homem 50,1% e mulher 49,9%. A faixa etária dos contaminados também mudou. Antes da reabertura, as pessoas entre 30 e 60 anos eram 56% do total de diagnósticos positivos, com 30% de até 30 anos e 14% acima de 60 anos. Após as atividades comerciais, os índices passaram a 63% de contaminados entre 30 e 60 anos, com 23% de até 30 anos e 14% acima de 60 anos. A faixa entre 30 e 60 anos aumentou a prevalência entre os infectados, caindo um pouco a de pessoas com menos de 30. Já o perfil das pessoas que morreram praticamente não mudou com a reabertura: 62% de homens e 38% de mulheres. Antes do retorno, o percentual era de 60% (H) a 40% (M). DIVISÃO. A Covid-19 divide. De um lado, São José decidiu avançar para a fase amarela do Plano São Paulo à revelia do Estado e questionando seus dados -- até ter o decreto barrado pela Justiça, na sexta-feira (31). De outro, cidades do Vale Histórico aumentam as restrições com medo do avanço da doença. Antes afinada com o prefeito de São José, Felicio Ramuth (PSDB), para avançar o Vale à fase amarela, Taubaté recuou diante do aumento da pandemia. O prefeito Ortiz Junior (PSDB) desistiu de avançar Taubaté à fase amarela, citou aumento de 60% a 77% na ocupação de leitos de UTI e disse que é hora de “apertar o freio, e não o acelerador”. Em Jacareí, um decreto assinado pelo prefeito Izaías Santana (PSDB) determinou o fechado dos comércios não essenciais aos finais de semana. A medida passou a valer no sábado (18). Em Bananal, a prefeitura resolveu regredir para a fase vermelha do Plano São Paulo e barrar comércios não essenciais. As novas regras valem até 4 de agosto. “A segunda leva parece mais grave do que a primeira, os números estão mostrando para a gente. Estão mais altos em julho do que em junho”, disse o estatístico Paulo Barja. Governo aponta alta de casos na região e mantém fase laranja no Plano São Paulo O governo estadual informou que o Vale do Paraíba segue em ritmo de crescimento da Covid-19 e recomendou que os municípios mantenham a fase laranja, que impede ampliar a flexibilização. Por decreto, a Prefeitura de São José dos Campos flexibilizou a reabertura de bares, restaurantes, salões de beleza e academias na terça-feira (28), sem aval do Estado, mas foi obrigada judicialmente a recuar. "Vale teve crescimento de casos na semana passada, mas também de óbito, de 17% e 20%, o que manteve na fase laranja", disse o secretário estadual de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi. Ele negou que o problema de registro de dados no sistema do Ministério da Saúde (e-SUS), relatado por prefeitos da região, tenha sido responsável por manter o Vale na fase laranja. "Alguns prefeitos trouxeram a dificuldade de preenchimento do e-SUS, por instabilidade no sistema, que teria retardado os registros. Mesmo com isso não houve impacto comprovado que levasse [a região] para a fase amarela. Indicamos para que possa seguir na fase laranja".
Está procurando informação de qualidade? Então, não precisa nem dar um 'Google', pois já está no endereço certo! Líder no mercado jornalístico na RMVale, seja no impresso ou nas plataformas digitais, primeiro lugar em engajamento e alcance na região, OVALE nunca foi tão lido, visto, compartilhado, curtido e assistido. E tudo isso justamente neste período de crise, em que todo o mundo luta contra duas pandemias: a Covid-19 e a disseminação de notícias falsas. E qual é o melhor tratamento contra as fake news? Mais e mais jornalismo. E, em meio a tempos difíceis como esses, OVALE traz agora uma boa notícia. O jornal foi selecionado pelo Google para uma campanha mundial de incentivo a veículos de comunicação em meio à pandemia do novo coronavírus. Trata-se do GNI (Google News Initiative), programa global de resposta à Covid-19 para o setor de notícias. O projeto reuniu veículos de imprensa de mais de 100 países com 12 mil inscritos, e OVALE foi um dos veículos selecionados no Brasil. Ao todo, o país teve 380 iniciativas contempladas no programa. JORNALISMO. O jornal foi selecionado pelo Google, recendo financiamento de US$ 15 mil (aproximadamente R$ 80 mil) para investimento exclusivo no reforço da cobertura jornalística, que tem sido destaque com sucessivos recordes de visualização. Foram mais de 72 milhões de visualizações entre março e junho. "OVALE está em contínua revolução. Nunca produzimos tanto, nunca fomos tão lidos. O jornal cumpre o seu papel, seja nas páginas impressas ou digitais, informando com precisão, independência, ética, pluralismo e olhar crítico, independentemente da plataforma", disse Guilhermo Codazzi, editor-chefe de OVALE. "Em meio à pandemia da Covid-19 e da epidemia de fake news, OVALE é o farol de liberdade e credibilidade que ajuda a guiar a sociedade em direção a um porto seguro chamado verdade", completou. FUNDO. No total, o Google vai contribuir com mais de 5.300 pequenas e médias redações em todo o mundo. Diante dos desafios enfrentados pelo ecossistema mundial de notícias devido ao surto de Covid-19, o GNI contribuirá com "organizações de notícias que produzem conteúdo original para comunidades locais em todo o mundo".