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A Stone, fintech de serviços financeiros, tem novas oportunidades de emprego abertas nas cidades de São Paulo, Socorro, São José do Rio Preto, Indaiatuba, Valinhos, Araras, Piracicaba, Pindamonhangaba, São José dos Campos, Amparo, Itatiba, Hortolândia, Campinas, Jaboticabal, Sorocaba, Barueri, Osasco, Itapevi, Franca, Sumaré, Guaratinguetá, Barretos, Botucatu, Araraquara, São Carlos e Ribeirão Preto (SP). As novas contratações visam acompanhar o ritmo acelerado de crescimento da companhia, que em 2018 duplicou sua carteira de clientes. As vagas - para o time comercial - contam com salário a partir de R$ 3.254,00 (fixo + variável), relacionado ao cumprimento de metas. Além disso, a empresa oferece vale alimentação e refeição, vale transporte, seguro saúde e odontológico, seguro de vida, auxílio creche e auxílio academia. “São Paulo é um polo estratégico para a companhia. Por isso estamos investindo em oportunidades de emprego na região que nos permita continuar crescendo e atendo bem aos nossos clientes”, explica Augusto Lins, Presidente da Stone. “Nosso modelo de atuação é diferenciado, pois sabemos que o Brasil vai muito além das capitais. Somos movidos por empreendedores espalhados por todo o País. Precisamos reforçar ainda mais nossos times locais para atender com excelência nossos?clientes paulistas”, completa. Para se candidatar e descobrir as vagas com as quais mais se identifica e a cidade mais próxima de você, é só acessar https://bit.ly/StoneVagas. Não há pré-requisitos para a candidatura. No entanto, já ter atuado na área desejada é um diferencial. 
De janeiro a novembro deste ano, o Vale do Paraíba perdeu US$ 1,72 bilhão em exportações para China e Argentina, valor superior à exportação da região para 14 países, entre eles França, Alemanha e México. De acordo com dados do Ministério da Economia, a região soma US$ 2,64 bilhões exportados para China e Argentina nos 11 meses deste ano. Em igual período do ano passado, foram US$ 4,37 bilhões. A queda é de 40%. A retração pesou na balança comercial da região em razão de China e Argentina serem, ao lado dos Estados Unidos, as nações que mais importam produtos feito no Vale. Com isso, a exportação geral da região caiu 11% em 2019: US$ 9,47 bilhões contra US$ 10,6 bilhões. A participação dos dois países no total exportado pelas empresas do Vale recuou de 41% no ano passado, de janeiro a novembro, para 28% neste ano, no mesmo período. A desaceleração foi causada principalmente pela China, país que liderou a compra de produtos do Vale durante todo o ano passado, ultrapassando os Estados Unidos, mas que acumula sucessivas quedas desde janeiro deste ano. O Vale exportou 41% a menos para os chineses em 2019, em 11 meses, comparado ao volume de 2019. Trata-se da maior queda do ano. O valor caiu de US$ 3,45 bilhões para US$ 2,03 bilhões Ou seja, US$ 1,41 bilhão deixou de ser vendido para a China nesse período. Maiores compradores de aviões do Vale, Estados Unidos importam 24% a mais Na contramão de China e Argentina, os Estados Unidos compraram US$ 618,6 milhões a mais do Vale do Paraíba em 2019 comparado ao ano passado: US$ 3,18 bilhões ante US$ 2,56 bilhões, alta de 24%. Os americanos cresceram 10 pontos percentuais na participação total das exportações do Vale de janeiro a novembro, passando de 24% para 34%.
O saldo positivo de 6.110 postos de trabalho gerados na RMVale de janeiro a outubro deste ano, o melhor resultado para o mesmo período desde 2013, beneficiou as cidades da região no ranking nacional do emprego. Houve aumento de 180% na comparação com a lista de janeiro deste ano. Catorze municípios figuram entre as 1.000 cidades do país com os melhores saldos de novos postos de trabalho nos 10 primeiros meses de 2019. A região tinha cinco cidades nessa mesma condição em janeiro deste ano e 13, no período de janeiro a agosto. O número de municípios entre as melhores empregadoras do país é o maior para a região desde 2013, quando 16 cidades entraram no 'Top 1.000'. O ranking é feito por OVALE com dados do (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério da Economia. A lista traz 5.630 municípios e excetua as capitais. Com 1.541 novos postos de trabalho gerados entre janeiro e outubro, São José dos Campos lidera na região, ocupando a 90ª colocação do ranking nacional, a segunda melhor da cidade neste ano --entre janeiro e setembro, foi a 79ª. Os três primeiros lugares da lista são ocupados por Joinvile (SC), com 8.123 empregos, Barueri (SP), com 6.765, e Dourados (MS), com 6.577. Pindamonhangaba é a segunda cidade da região mais bem classificada no ranking, na 134ª posição com 1.174 postos de trabalho abertos de janeiro a outubro, também a segunda melhor colocação do município em 2019 --foi a 132ª entre janeiro e agosto. Na sequência, aparecem a cidade de Taubaté (180º lugar com 964 empregos), Guaratinguetá (303º/601) e Caçapava (338º/555). As outras cidades do Vale entre as melhores do país são Redenção da Serra (431º), Campos do Jordão (469º), Jacareí (691º), Lorena (710º), Santa Branca (717º), Aparecida (811º), Piquete (948º) e Cruzeiro (981º). 'Desempenho baixo da indústria reduz novos empregos no Vale', diz economista Na avaliação do economista Edson Trajano, que é pesquisador do Nupes (Núcleo de Pesquisas Econômico-Sociais), da Unitau (Universidade de Taubaté), o Vale do Paraíba não alcançou um resultado melhor no ranking por causa do desempenho da indústria. As 14 cidades que entraram no 'Top 1.000' do emprego nacional acumulam saldo de 7.003 empregos gerados entre janeiro e outubro, mas apenas 486 deles no setor industrial, 7% do total. Quem maios empregou foi serviços, com 3.884 vagas (55%), e depois a construção civil, com 2.388 (34%). O comércio perdeu 345 empregos. "Mesmo com pequeno crescimento, a indústria enfrenta desafios. São poucos empregos e muitos com salários menores, o que impacta outros setores".
O Vale do Paraíba gerou emprego pelo quarto mês consecutivo e abriu 1.095 postos de trabalho em outubro, de acordo com o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério da Economia. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira. É o melhor resultado para o mesmo mês dos últimos dois anos. No ano passado, a região abriu 979 empregos em outubro e gerou 2.072 vagas, em 2017. A última vez que o Vale gerou emprego por quatro meses consecutivos foi entre agosto e novembro de 2018. O resultado mantém o ano com saldo positivo, com seis meses gerando empregos e quatro, com mais demissões. O saldo acumulado de janeiro a outubro é de 6.110 postos de trabalho, o melhor resultado para o mesmo período desde 2013, quando a região criou 8.082 novos empregos nos 10 meses do ano. Até agora, agosto lidera o ranking da abertura de vagas na região (2.085), seguido de setembro (1.742), fevereiro (1.363), outubro (1.095), abril (1.049) e julho (830). Os cortes ocorreram em março (-1.138), janeiro (-663), maio (-147) e junho (-106). No ano passado, a economia do Vale abriu 979 novas vagas em outubro e 4.017 no acumulado do ano, entre janeiro e outubro. SETORES. Serviços foi o setor que mais contratou no ano, com 3.815 vagas abertas na região, seguido da construção civil (2.249), administração pública (972) e indústria (858). Comércio manteve o saldo negativo dos últimos meses e acumula 1.329 postos fechados no ano. Os números devem mudar a partir de novembro, quando entram na conta as contratações de temporários para o final do ano. Segundo pesquisa do Sincovat (Sindicato do Comércio Varejista de Taubaté e Região), o comércio varejista da RMVale deve contratar cerca de 1.700 trabalhadores temporários para o fim do ano. CIDADES. Após o segundo lugar em setembro, Taubaté assumiu a ponta do ranking da região com 386 empregos gerados em outubro. No acumulado do ano, ficou em terceiro lugar, com 964 postos de trabalho. São José dos Campos lidera o ranking do ano, com 1.541 novos empregos, mas caiu para o último lugar entre as 39 cidades do Vale na lista de outubro, com o corte de 72 vagas no mercado de trabalho. Ubatuba foi a segunda cidade que mais gerou empregos em outubro, com 188 vagas, seguida de São Sebastião (142), Aparecida (136) e Pindamonhangaba (126). No acumulado do ano, Pinda aparece logo após de São José, com 1.174 empregos, seguida de Taubaté (964), Guaratinguetá (601) e Caçapava (555). Jacareí perdeu 32 postos em outubro, a terceira pior da região, mas manteve o saldo positivo de 247 vagas no ano..
Depois de recorde histórico em maio, com 91,4 mil famílias atendidas no Vale do Paraíba, o Ministério da Cidadania retirou 10.812 famílias do programa neste mês de novembro, uma diminuição de 11,83% na comparação com maio; 36.761 pessoas pobres ficarão sem atendimento do Bolsa Família no Vale. O número de famílias pobres do Vale do Paraíba atendidas pelo Bolsa Família em novembro é o menor desde julho de 2017, mesmo com o aumento da pobreza por conta da crise econômica. "Não há dúvida de que tem mais gente pobre na região. A situação está cada vez pior, o desemprego só aumenta", disse o economista Luiz Carlos Laureano, pesquisador da Fapeti (Fundação de Apoio à Pesquisa, Tecnologia e Inovação), da Unitau (Universidade de Taubaté). Em novembro, o Ministério da Cidadania irá atender 80.588 famílias no Vale, a menor quantidade de beneficiados no governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que bateu o recorde histórico do programa em maio, quando atendeu 91,4 mil famílias. Desde então, os cortes se tornaram sucessivos e acumulam seis meses de baixa no programa, com retração de 11,83% no total de atendidos em novembro, na comparação com maio. Foram retiradas 10.812 famílias pobres do programa nesse período, o que representa 36.761 pessoas abaixo da linha da pobreza que ficarão sem atendimento do Bolsa no Vale. O programa atende famílias em situação de extrema pobreza, com uma renda mensal per capita de até R$ 89, e famílias em condição de pobreza, com renda por pessoa até R$ 178 mensais. Os cortes atingiram todo o país. Dados do Ministério da Cidadania mostra que, em novembro de 2019, o benefício será pago a 13,2 milhões de famílias, segundo menor volume registrado nos últimos oito anos. Em seis meses, o governo excluiu 1,15 milhão de beneficiários do programa. Desde a criação do Bolsa, em 2004, quando 3,6 milhões de famílias foram cadastradas, só no início do governo de Michel Temer (MDB) se viu um corte tão grande, quando 1,2 milhão de famílias foram retiradas em 10 meses. Ministério da Cidadania diz que a redução deriva de mudanças na economia do país O Ministério da Cidadania afirmou, por meio de nota, que a redução ocorreu porque o programa passa por um redirecionamento, em razão das "frequentes mudanças no cenário econômico". "Técnicos do Ministério da Cidadania têm se debruçado em estudos para aperfeiçoar a gestão do programa e os processos de inclusão, exclusão e manutenção de famílias na folha de pagamento, com o objetivo de beneficiar os que realmente precisam", informou a pasta. O ministério disse ainda que houve redução no número de famílias cadastradas no programa nos últimos meses, o que deve ser normalizado com a conclusão dos estudos técnicos.