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A venda de 80% da Aviação Comercial da Embraer para a norte-americana Boeing deixou duas dúvidas no ar. Primeira: os aviões comerciais da fabricante brasileira terão um mercado maior com a parceira americana? E segunda: qual o futuro da Embraer sem a Aviação Comercial, ficando com as áreas de Aviação Executiva, Defesa e Segurança, Serviços e outros negócios? Para os executivos da empresa, o futuro é de otimismo em ambos os cenários. Tanto para a nova companhia ao lado da Boeing --aBoeing Brasil Commercial-- quanto para a Embraer S.A, que completa 50 anos na próxima semana. "Vamos nos readequar para focar em iniciativas inovadoras e trazer mais rápido para o mercado", disse Daniel Moczydlower, vice-presidente de Engenharia e Tecnologia. "A Aviação Executiva está preparada para ser a principal área da Embraer", diz Gustavo Teixeira, diretor de Vendas da Aviação Executiva para a América Latina. Embraer e Boeing vão manter cooperação tecnológica após venda da área comercial Embraer e Boeing manterão parcerias tecnológicas mesmo após a separação da Aviação Comercial do restante da fabricante brasileira. O setor será comprado pela companhia norte-americana. Segundo executivos da Embraer, um dos pontos da transação foi deixar o caminho livre para parcerias tecnológicas entre as duas empresas, que serão vizinhas. A Boeing Brasil Commercial ocupará a atual sede da Embraer (Faria Lima), região sudeste de São José. E a Embraer S.A terá sua principal sede na unidade de Eugênio de Melo, na zona leste. "Desenhamos o acordo de tal maneira que possa existir cooperação tecnológica entre as duas empresas e que elas possam desenvolver tecnologia em parceria. Isso é uma mitigação da separação e maneira de continuar trabalhando. E faz todo sentido", diz Daniel Moczydlower, vice-presidente de Engenharia e Tecnologia da Embraer. "Além disso, cada uma das duas empresas será a maior fornecedora de peças e partes para a outra. Uma depende muito do sucesso da outra e, nesse contexto, faz todo sentido que a gente coopere e desenvolva tecnologias em conjunto".
Fazia calor naquele início de 1965 quando um encontro definiria os rumos de São José dos Campos que, até a década de 1950, era conhecida por ser território aprazível para tratar tuberculose, a "cidade sanatório". Eis que dois entusiastas da aviação se encontrariam e mudariam, ao lado de outros profissionais, o rumo da história de São José. O jovem militar da Força Aérea Ozires Silva, aos 34 anos e recém-formado no ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), conheceu o engenheiro francês Max Holste, famoso construtor de aviões em passagem pelo Brasil. Ozires contou seus planos de construir um avião bimotor nacional. Meio desconfiado da capacidade dos brasileiros, Holste engajou-se no projeto e um time de alto gabarito foi criado ao redor do sonho de levantar as asas do Brasil. Na manhã chuvosa de 22 de outubro de 1968, para uma "torcida" de engenheiros e militares, o primeiro protótipo do Bandeirante decolou da pista de terra batida do aeroporto de São José. "Não dá para descrever a emoção", lembra Ozires Silva. Para produzir o avião em série, foi criada a empresa de economia mista Embraer, em 1969, companhia aeronáutica que colocou São José no mapa mundial da aviação. A fabricante comemora seus 50 anos na próxima segunda-feira, com uma solenidade em sua sede, na unidade Faria Lima, região sudeste de São José. Também será uma despedida do local, que passará a abrigar a Boeing Brasil Commercial, empresa criada pela gigante norte-americana com a compra de 80% da Aviação Comercial da Embraer, que terá 20% do negócio. Se de um lado destaca-se o orgulho pela história da Embraer, por outro fica a expectativa de um novo capítulo na vida da companhia, uma "refundação" tanto para a fabricante quanto para a cidade. A Embraer se dividirá, com a Aviação Comercial nas "asas" da Boeing e os demais setores permanecendo sob o nome Embraer. Ambas terão unidades em São José e poderão escrever, juntas, mais 50 anos da história da aviação mundial..
A previsão é de um dos fundadores da Embraer, o engenheiro e coronel da Força Aérea da reserva Ozires Silva, 88 anos e ainda na ativa: "A Embraer tem que prestar atenção sempre no mercado. Na demanda futura". E foi assim que surgiu, no final de 2017, a notícia de que Embraer e Boeing estavam negociando alguma forma de "combinar seus negócios", o que culminou na venda de 80% da Aviação Comercial da brasileira para a fabricante norte-americana, por US$ 4,2 bilhões. O negócio deve estar concluído até o final deste ano. Muita gente torceu o nariz para a negociação, projetando a "morte" da Embraer após a venda da área comercial. No entanto, para Ozires Silva, a junção das aeronaves regionais ao portfólio da Boeing, maior fabricante de aviões do mundo, servirá para enfrentar a concorrência da Airbus, consórcio europeu que comprou fatia majoritária do programa de jatos regionais da canadense Bombardier, maior concorrente da Embraer. "Quando a Embraer foi privatizada, tinha certeza de que poderíamos conquistar o mercado, pela demanda crescente de transporte regional e pelos concorrentes. Tinha convicção de que precisávamos de uma companhia brasileira, propriedade intelectual brasileira, e que pudéssemos exportar para todo mundo", lembra o fundador da companhia. Agora, é momento de outras "refundação" na empresa, que completa 50 anos na próxima semana. A separação da Aviação Comercial fará a Embraer menor, com os segmentos de Aviação Executiva e Defesa, no entanto projetará a produção dos jatos comerciais para o mundo, em mercados que a Embraer teria dificuldade de disputar sem a presença da gigante Boeing. A norte-americana estima um mercado mundial de US$ 4,18 trilhões para novos aviões na próxima década, quando devem ser entregues mais de 35 mil aeronaves até 2028. Os aviões da Embraer poderiam concorrer em ao menos metade desse mercado mundial, cujo valor em reais (R$ 16,3 trilhões) supera em 2,3 vezes o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 2018, que foi de R$ 6,8 trilhões. Com dois novos jatos, Aviação Executiva da Embraer quer dominar mercado global Certificado nesta semana pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), o novo jato executivo Praetor 500, da categoria de jatos médios, é uma das estrelas do portfólio da Avião Executiva da Embraer para dominar o mercado mundial. Além dele, seu irmão gêmeo, o novo jato executivo super médio Praetor 600, certificado em maio, é outra aposta da fabricante para aumentar as vendas. Segundo Gustavo Teixeira, diretor de Vendas da Aviação Executiva para a América Latina, as performances de ambos os aviões superaram as expectativas e surpreenderam o mercado. "Apresentamos na Labace [feira em São Paulo] nosso principal lançamento, o Praetor 500, não só trazendo a homologação, mas a primeira venda no Brasil, de um produto disruptivo. Juntamente com Praetor 600, estamos entregando muito mais do que qualquer outro avião nesse seguimento". E completa: "Otimista com as vendas. O avião está entregando performance que supera qualquer competidor mais próximo". Unidade de Eugênio de Melo será a nova sede da Embraer em São José dos Campos Após meses de suspense, a Embraer confirma: "A empresa não vai deixar São José dos Campos", cidade onde foi criada e prosperou até tornar-se a terceira maior fabricante de aeronaves comerciais do mundo. Com a venda do segmento comercial para a Boeing, a nova empresa Boeing Brasil Commercial irá ocupar toda o complexo da atual sede da fabricante brasileira, na unidade Faria Lima, região sudeste de São José. Os trabalhadores que não serão incorporados à nova companhia serão deslocados para a unidade de Eugênio de Melo, na região leste da cidade, que passa por obras. Estão sendo construídos novas e modernas instalações no local para receber a equipe de engenharia, tecnologia e inovação da empresa, a Embraer S.A, separada da Aviação Comercial. Uma parte menor da equipe irá para a unidade de Gavião Peixoto, onde está parte da linha de montagem da Aviação Executiva e a de Defesa e Segurança. Em Eugênio de Melo, a inteligência da Embraer continuará pulsando em São José.
Espécie de 'startup' da fabricante de aviões, a EmbraerX está envolvida num dos projetos mais promissores para o futuro da mobilidade urbana. Trata-se de um táxi aéreo elétrico para operar nas cidades. O conceito da aeronave elétrica com capacidade de decolagem e pouso na vertical, conhecida pela sigla eVTOL, é um dos projetos da EmbraerX, este em parceria com a Uber. Subsidiária para negócios disruptivos da Embraer e com sede nos Estados Unidos, a empresa revelou, em junho deste ano, o primeiro conceito e design do veículo voador elétrico, que deverá ser usado como táxi urbano. O conceito mostra um helicóptero futurista, como aqueles utilizados em filmes de ficção científica: oito duplas de pás giratórias horizontais (quatro de cada lado da aeronave) e dois rotores traseiros e verticais, com três pás cada um. Segundo a EmbraerX, o novo conceito de aeronave é resultado de uma "ampla gama de testes e simulações que consideram a otimização operacional para o ambiente urbano, priorizando alta confiabilidade, baixos custos de operação, menos ruído, funcionamento totalmente elétrico e progressivamente autônomo". "A equipe da Embraer se concentrou na experiência do cliente em seu mais recente conceito de veículo aéreo, utilizando redundâncias de sistemas para alcançar os mais altos níveis de segurança, ao mesmo tempo em que o sistema propulsor de oito rotores gera sustentação ao longo de toda sua extensão e emite baixo ruído", afirmou Mark Moore, diretor de engenharia de aviação da Uber. Segundo o vice-presidente de Engenharia e Tecnologia da Embraer, Daniel Moczydlower, não é apenas criar um produto inovador que está em jogo. Mas um projeto mais amplo de mobilidade. "Criamos a EmbraerX e estamos trabalhando no projeto desse veículo, que é só uma parte da solução do problema, porque precisa ter sistema de tráfego aéreo que consiga lidar com número muito maior de aeronaves trafegando numa certa altitude, dentro do espaço urbano. Iremos precisar de tecnologia de controle de tráfego aéreo para desenvolver soluções para esse mercado"..  
O cargueiro multimissão KC-390, maior avião feito pela Embraer, pode se tornar o mais importante projeto para impulsionar a Embraer após a venda da Aviação Comercial, ao lado dos novos jatos executivos Praetor 500 e 600, estrelas em ascensão. O projeto do KC-390 surgiu há mais de 10 anos nas pranchetas dos engenheiros da Embraer e pretendia suprir a demanda da FAB (Força Aérea Brasileira) por uma aeronave que transportasse tropa, veículos e que fosse capaz de executar diferentes missões. No início, segundo apurou OVALE, a Embraer cogitou usar a mesma plataforma do E190, mas optou por um projeto totalmente novo e inovador, que substituirá a frota da FAB de C-130 Hércules. A Força Aérea encomendou 28 unidades do KC-390, num contrato de R$ 7,2 bilhões. Os aviões serão entregues até 2024. ENTREGA. A FAB confirmou nesta sexta-feira a OVALE que o primeiro KC-390 será entregue em solenidade no dia 4 de setembro, na Base Aérea de Anápolis, em Goiás. O governo de Portugal já encomendou cinco unidades do cargueiro, tornando-se o primeiro cliente de exportação do novo avião. O contrato significa a entrada da aeronave em operação na Europa e num país da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), que possui 29 países membros. A venda para Portugal deve abrir importante mercado para o avião da Embraer. Além disso, a Embraer formará uma joint venture com a Boeing para impulsionar as vendas do KC-390 nos mercados em que a companhia norte-americana atua. "É do interesse da Embraer e da FAB que a Boeing nos ajude a vender o avião fora do Brasil, e acreditamos que eles podem alavancar as vendas do KC-390, com mais empregos no Brasil e resultado para a Embraer", disse Daniel Moczydlower, vice-presidente de Engenharia e Tecnologia da Embraer. Com Gripen, Embraer será receptora de tecnologia e mira exportação do caça O projeto do caça supersônico Gripen, comprado pela FAB da fabricante sueca Saab, conta com transferência de tecnologia para empresas brasileiras, sendo a principal delas a Embraer. Como se trata de um programa estratégico da área de defesa nacional, o Gripen não fará parte da transação comercial entre Boeing e Embraer, permanecendo um projeto exclusivo da fabricante brasileira com a companhia sueca. O avião será finalizado e montado na unidade de Gavião Peixoto da Embraer, que pode se tornar um polo para exportação da nova aeronave. "Embraer é o principal parceiro nacional [da Saab], o receptor da tecnologia e que fará a montagem dos aviões em Gavião Peixoto", diz Daniel Moczydlower, da Embraer.
Instituições financeiras consultadas pelo Ministério da Economia reduziram a previsão para o resultado negativo das contas públicas neste ano. A estimativa do déficit primário do Governo Central, formado por Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, passou de R$ 105,918 bilhões para R$ 103,217 bilhões. A estimativa está abaixo da meta de déficit perseguida pelo governo de R$ 139 bilhões. O resultado primário é formado por receitas menos despesas, sem considerar os gastos com juros. Os dados constam da pesquisa Prisma Fiscal, elaborada pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia, com base em informações do mercado financeiro. Para alcançar a meta, o governo já bloqueou R$ 33,4 bilhões do Orçamento deste ano. A desaceleração da economia faz o governo arrecadar menos que o originalmente planejado, levando a contingenciamentos. Estimativa Para 2020, a estimativa das instituições financeiras é de um déficit de R$ 70 bilhões, contra R$ 76,153 bilhões previstos em julho. A meta de déficit primário para 2020 é de R$ 124,1 bilhões. A mudança na projeção para as contas públicas ocorreu porque as instituições preveem menos despesas, de R$ 1,415 trilhão para R$ 1,412 trilhão. A previsão para as receitas líquidas passou de R$ 1,308 trilhão para R$ 1,307 trilhão, neste ano. Para 2020, a previsão de receita líquida do Governo Central é R$ 1,398 trilhão, contra R$ 1,399 trilhão prevista no mês passado. No caso da despesa total, a projeção ficou em R$ 1,473 trilhão, ante R$ 1,478 trilhão, previsto em julho. A pesquisa apresenta também a projeção para a dívida bruta do Governo Central, que, na avaliação das instituições financeiras, deve ficar em 78,5% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas as riquezas produzidas pelo país), neste ano. A previsão anterior era 78,75% do PIB. Para 2020, a estimativa ficou em 80% do PIB, ante 80,2% previstos no mês passado.
No segundo trimestre, a taxa de desemprego do país recuou para 12%, percentual inferior aos 12,7% do primeiro trimestre deste ano e aos 12,4% do segundo trimestre de 2018. A taxa caiu em dez das 27 unidades da Federação na passagem do primeiro para o segundo trimestre deste ano, segundo os dados divulgados hoje (15) pelo IBGE. As maiores quedas ocorreram no Acre, de 18% para 13,6%, Amapá, de 20,2% para 16,9%, e em Rondônia, de 8,9% para 6,7%. Nas outras 17 unidades da Federação, a taxa se manteve. Na comparação com o segundo trimestre de 2018, a taxa subiu em duas unidades, Roraima (de 11,2% para 14,9%) e Distrito Federal (de 12,2% para 13,7%), e caiu em três: Amapá (de 21,3% para 16,9%), Alagoas (de 17,3% para 14,6%) e Minas Gerais (de 10,8% para 9,6%). Nas demais unidades, a taxa ficou estável. Busca por emprego Um contingente de 3,35 milhões de desempregados no país procura trabalho há pelo menos dois anos. Isso equivale a 26,2% (ou cerca de uma em cada quatro) pessoas no total de desocupados no Brasil. Os números do segundo trimestre deste ano são recorde desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), em 2012. Os dados foram divulgados hoje (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo os números, no segundo trimestre de 2018 o contingente de desempregados procurando trabalho há no mínimo dois anos tinha menos 196 mil pessoas, ou seja, era de 3,15 milhões. No segundo trimestre de 2015, o total era de 1,43 milhão de pessoas, ou seja, menos da metade do segundo trimestre deste ano. “A proporção de pessoas à procura de trabalho em períodos mais curtos está diminuindo, mas tem crescido nos mais longos. Parte delas pode ter conseguido emprego, mas outra aumentou seu tempo de procura para os dois anos”, avalia a analista da PNAD Contínua Adriana Beringuy.
Um circuito de lazer voltado para a família será lançado neste final de semana em trecho do Anel Viário, em São José dos Campos. O evento 'Viva o Domingo' é gratuito e acontece das 8h às 16h. Inspirado no 'Domingo na Paulista', em São Paulo, a iniciativa terá atrações como estações pet, espaços saúde, kids e melhor idade, dança, brincadeiras de rua, atividade física e food trucks. A iniciativa é da Record TV Vale, com o apoio da prefeitura. "Aos poucos, a população percebe que o espaço público é de todos nós, que a cidade pertence a ela também e que devemos preservá-la e usufruir de forma consciente e sustentável" disse o prefeito Felicio Ramuth. SAÚDE. No local, o Sesi vai oferecer uma estação sobre nutrição, corte de cabelo, sobrancelha, oficina de artesanato, além de atividades físicas. Entidades de serviços sociais, como Rotary Club, Próvisão e Gacc, vão participar do evento com exames básicos de saúde gratuitos, acuidade visual e ponto de vacinação de sarampo. EDUCAÇÃO. O evento também contará com atividades lúdicas e interativas com o público. Vai ter exposição do corpo humano, jogos de tabuleiros, teste vocacional, sorteio de bolsa de estudo, autoexame de mama. INTERDIÇÃO. De acordo com a prefeitura, serão cerca de 300 metros interditados, nos dois sentidos do Anel Viário, em um trecho entre uma loja de móveis e próximo ao viaduto Kanebo. Uma operação será iniciada às 4h de domingo pela Secretaria de Mobilidade Urbana para garantir a realização do evento e o tráfego próximo da região. Ao todo, 10 agentes da mobilidade irão atuar na operação. A Prefeitura recomenda que os motoristas sigam as orientações dos agentes e respeitem as ações de deslocamento..  
Somente 6,2% dos consumidores de Jacareí preferem fazer compras pela internet. O dado, apresentado por uma pesquisa desenvolvida pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, aponta que cerca de 73,4% dos moradores preferem consumir na própria cidade. A composição da pesquisa teve como 39,1% dos entrevistados pessoas acima de 54 anos, 35,5% entre 35 anos e 54 e 25,4% entre 18 e 34 anos. A maioria dos participantes, que representa cerca de 56,4% são pessoas pertencentes às classes D e E. Segundo o levantamento, 9,5% dos entrevistados ainda optam por fazer compras em São José dos Campos, o que teria como justificativa a maior diversidade ofertada pela cidade vizinha. As principais buscas são por roupas, sapatos, restaurantes, lanchonetes e entretenimento. A pesquisa ainda aponta que quanto maior a escolaridade e a renda dos participantes, maior a preferência por comprar na internet. Quando analisadas as compras realizadas na própria cidade, 61,6% dos consumidores buscam as lojas da região central e 9,5% os comércios de bairro. O shopping center seria responsável por atrair 2,3% dos consumidores de Jacareí. Para os consumidores entrevistados, a limpeza é crucial para que a loja seja valorizada. O item representa 94% dos atributos considerados pelos participantes, seguidos da segurança e da organização. Considerando que 58% dos entrevistados utilizam automóveis para fazer compras, estacionamentos são vistos como atributo por 83% dos consumidores..