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O Brasil registrou mais 4.917 casos confirmados de Covid-19, indica o boletim das 13h do consórcio de veículos de imprensa formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo neste domingo. Os números são consolidados a partir das secretarias estaduais de Saúde. Desde o sábado, o país teve mais 124 mortes causadas pelo novo coronavírus. Ao todo, o país tem 3.018.286 casos acumulados e 100.667 óbitos — ambas as marcas foram ultrapassadas no último sábado, seis meses após a primeira infecção pelo vírus ser confirmada no país, em 26 de fevereiro, em São Paulo; o primeiro óbito foi registrado no dia 12 de março, também na capital paulista. As estatísticas da pandemia no Brasil pelo consórcio de jornalismo são divulgadas três vezes ao dia, às 8h, 13h e 20h. A iniciativa, que compila números divulgados pelas secretarias estaduais, foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde na gestão do interino Eduardo Pazuello. O próximo boletim será divulgado às 20h, junto com a tendência da pandemia nos estados, cujo o cálculo é baseado na média móvel de mortes causadas pela Covid-19. Em todo o mundo, apenas Brasil e Estados Unidos, com 162 mil óbitos, têm mortes na casa dos seis dígitos. O terceiro país com maior volume de óbitos na pandemia, o México, tem 52 mil mortes, segundo levantamento da Universidade Johns Hopkins (EUA). Já são mais de 727 mil vítimas da Covid-19 em todo o planeta, entre os mais de 19 milhões de casos notificados.
O primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, anunciou que vai convocar eleições antecipadas. Doadores buscam angariar dinheiro para a reconstrução de Beirute, que teve o porto atingido por uma explosão na última terça-feira (4), deixando pelo menos 135 pessoas mortas, 5 mil feridas e cerca de 250 mil desabrigadas, No terreno, continuam os trabalhos de limpeza feitos por centenas de voluntários. Crise política Ainda com uma crise social, depois da tragédia no porto, surge agora uma crise politica na Líbia, com o pedido de demissão da ministra da Informação, Manal Abdel Samad. A crise politica pode apenas ter começado. Espera-se que nas próximas horas ocorram novas saídas do governo. Os libaneses não estão interessados nas teorias de como aconteceu a explosão. Querem justiça para as vítimas e condenação dos responsáveis que deixaram as quase 3 mil toneladas de amônia no porto de Beirute durante sete anos. Jovens ativistas prometem não deixar as ruas da capital até a demissão de todo o governo. Amônia Foi uma empresa portuguesa que encomendou as quase 3 mil toneladas de nitrato de amônia que explodiram no porto de Beirute. O destino da mercadoria era a Fábrica de Explosivos de Moçambique, mas nunca passou do Líbano, onde ficou retida. A fábrica moçambicana pertence a uma empresa da Póvoa de Lanhoso. À RTP a empresa garante que nunca foi proprietária dos químicos porque a compra não foi consumada.
O presidente Jair Bolsonaro participou, na manhã deste domingo (9), de uma videoconferência com outros chefes de Estado e de governo para tratar das ações de apoio ao Líbano. Na última terça-feira (4), uma grande explosão na zona portuária de Beirute, capital do país, deixou um saldo de centenas de mortes e milhares de feridos. Ao detalhar as ações do governo brasileiro, Bolsonaro disse que convidou o ex-presidente Michel Temer, que tem ascendência libanesa, para coordenar a missão. "Nos próximos dias, partirá do Brasil, rumo ao Líbano, uma aeronave da Força Aérea Brasileira com medicamentos e insumos básicos de saúde, reunidos pela comunidade libanesa radicada no Brasil. Também estamos preparando o envio, por via marítima, de 4 mil toneladas de arroz, para atenuar as consequências da perda dos estoques de cereais destruídos na explosão. Estamos acertando, com o governo libanês, o envio de uma equipe técnica, multidisciplinar, para colaborar na realização da perícia da explosão. Convidei, como o meu enviado especial e chefe dessa missão, o senhor Michel Temer, filho de libaneses e ex-presidente do Brasil", afirmou Bolsonaro. Em nota, a assessoria de Temer informou que o ex-presidente "está honrado" com o convite. "Quando o ato for publicado no Diário Oficial serão tomadas as medidas necessárias para viabilizar a tarefa", diz a nota. A videoconferência foi iniciativa do presidente da França, Emmanuel Macron, e contou com a participação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, do presidente do Líbano, Michel Aoun, além dos líderes de países como Egito, Catar e Jordânia, entre outros. Em seu breve pronunciamento, Bolsonaro classificou a reunião como necessária e urgente, reafirmou suas condolências às famílias das vítimas da tragédia e destacou a relação histórica entre Líbano e Brasil. "O Brasil é lar da maior diáspora libanesa no mundo, 10 milhões de brasileiros de ascendência libanesa formam uma comunidade trabalhadora, dinâmica e participativa, que contribui de forma inestimável com o nosso país. Por essa razão, tudo que afeta o Líbano nos afeta como se fosse o nosso próprio lar e a nossa própria pátria", disse.
Ser pai em 2020 é diferente. O Dia dos Pais também. Em meio ao isolamento causado pela pandemia do novo coronavírus, o amor pelo pai agora implica distância ou, no mínimo, cuidados máximos. Afinal, são esses cuidados que garantirão muitos dias dos pais a serem comemorados. A distância da filha Natássia Miranda – hoje, uma médica veterinária de 31 anos – não é novidade para Todor Jorge de Oliveira, 49 anos. “Já passamos seis anos separados por causa de eu ter ido estudar na Bulgária”, lembra o analista de projetos de Tecnologia da Informação (TI). Amor juvenil O retorno ao Brasil era uma certeza, mesmo com a possibilidade de desenvolver uma vida profissional na Europa, já que Todor tem também cidadania búlgara. “Eu não queria que minha filha crescesse com um pai fantasma, presente apenas na certidão. Ela foi fruto de um amor juvenil. Eu e a mãe dela tínhamos entre 16 e 17 anos quando veio a notícia da gravidez. Acabei sendo o primeiro dos meus amigos a ser pai”, acrescenta. Encarar a distância da filha agora, por causa da covid-19, “tem sido até fácil” para ele. “De fato, estamos nos vendo muito pouco este ano, depois que essa doença chegou. Mas temos nos falado por meio das redes sociais. Os contatos têm sido pelas vias virtuais mesmo. A gente até se encontrou em alguns aniversários da família. Mas estamos evitando. Ainda mais porque visito muito os meus pais, e eles são grupo de risco”. Neste Dia dos Pais, a solução foi se reunirem na casa dos avós, onde há um grande quintal. O encontro será restrito ao núcleo familiar, mantendo a distância segura e tendo todos os cuidados possíveis. “É difícil porque a gente sempre teve eventos em família. Sempre íamos a restaurantes. Agora, tudo está pausado. Mas o mundo inteiro está assim. Então não causa nenhum grande impacto. Aliás é até mais fácil, se comparado aos tempos de Bulgária, quando os contatos eram por cartas e a telefonia era bem mais complicada”. Cuidados Pais e filhos que moram juntos também tiveram as rotinas alteradas em função do novo coronavírus. A situação fica ainda mais complicada para quem não pode fazer teletrabalho. É o caso de Daniel Barbosa – pai de Fernanda, de apenas 4 meses. Ele trabalha como vigilante no Supremo Tribunal Federal (STF). A menina nasceu no dia 16 de março, quando o comércio começou a ser fechado em Brasília. “Desde então, tudo na minha vida mudou. Tanto com a bênção que foi a chegada da Fernanda, quanto com o início dessa pandemia”, disse ele à Agência Brasil. “Eu penso o tempo inteiro na minha família. Fiquei uma pessoa muito mais cautelosa em tudo que faço. Minhas ações todas são pensadas e repensadas porque não posso, de forma nenhuma, ser um cara inconsequente. Além disso, me apeguei ainda mais a meus pais”, acrescentou. Melhor momento do dia A maior preocupação de Daniel é com o risco de se contaminar e levar a doença para casa. “De forma nenhuma quero ser um vetor dessa doença para a minha família. Por isso, nem chego perto quando venho do trabalho. É direto ao banho, depois de colocar a roupa para lavar”. Fernanda foi uma filha muito planejada. O que não estava nos planos era a covid-19. Mas isso não tirou o brilho da paternidade. “É uma bênção para a minha vida. Chego em casa cansado e me deparo com aquele sorriso puro de quem, mesmo sendo tão novinha, já sabe quem é o pai. Ela já tem sentimento por mim, ela sorri. É amor!”, afirma o pai. “O momento em que a pego no colo após mamar é simplesmente o melhor do dia”, acrescenta. Instituto Pai por Inteiro Pai de duas filhas – Ana Rafaela, de 7 anos, e Gabriela, de 1 ano – o educador parental Rodrigo Gaspar, 35 anos, explica que os tempos de covid-19 trouxeram “um novo ritmo” para as famílias. “Nós precisamos redefinir melhor esse novo modelo de viver em casa, de fazer o homeschooling (educação domiciliar) com as crianças, de fazer as atividades de forma dividida e separada, onde não tem um ajudando o outro, mas pai e mãe, os dois, com uma carga muito parecida para tudo”. Por meio do Instituto Pai por Inteiro, Rodrigo Gaspar ajuda famílias e empresas a obterem “ferramentas e conhecimentos” relacionados à paternidade. Segundo ele, a paternidade e a maternidade podem ensinar as pessoas a lidar melhor dentro de seus ambientes de trabalho e em seus lares. “Os ensinamentos que vêm dessa biblioteca são únicos e muito proveitosos”, acrescenta ao afirmar que vê, também na paternidade, uma possibilidade de “entender que os filhos, de modo geral, sempre serão eternos mestres aprendizes”, e que, esses tempos de isolamento – onde núcleos familiares acabam compartilhando de forma muito mais intensa a rotina – podem ser uma oportunidade para tirar o que há de melhor no convívio familiar. “Eles podem representar oportunidades porque a relação com o filho enriquece na dedicação a buscar alternativas para brincadeiras novas e para novos desafios. A pandemia] fez com que tudo fosse reconfigurado. Não é uma situação fácil em 100% do tempo, como não é fácil também na paternidade. Mas aqui em casa estamos vencendo bem a pandemia e tendo momentos de muita qualidade em nossas vidas”. Para este Dia dos Pais, o educador parental pretende reunir a família na casa dos avós, que são “praticamente os únicos” com quem tem se encontrado durante os últimos meses. “Claro que tomaremos todos os cuidados. Mas vamos, sim, fazer uma grande celebração de como a paternidade pode, sempre, fazer com que cresçamos juntos”.
O número de casos confirmados de Covid-19 no Brasil subiu em533, indica o boletim das 8h do consórcio de veículos de imprensa formado por O GLOBO, Extra, G1, Folha de S.Paulo, UOL e O Estado de S. Paulo neste domingo. Os números são consolidados a partir das secretarias estaduais de Saúde. Desde o último boletim, foram registradas 3 mortes causadas pelo novo coronavírus. Ao todo, o país tem 3.013.902 casos acumulados e 100.54 6óbitos — ambas as marcas foram ultrapassadas no último sábado, seis meses após a primeira infecção pelo vírus ser confirmada no país, em 26 de fevereiro, em São Paulo; o primeiro óbito foi registrado no dia 12 de março, também na capital paulista.  As estatísticas da pandemia no Brasil pelo consórcio de jornalismo são divulgadas três vezes ao dia, às 8h, 13h e 20h. A iniciativa, que compila números divulgados pelas secretarias estaduais, foi criada a partir de inconsistências nos dados apresentados pelo Ministério da Saúde na gestão do interino Eduardo Pazuello. Em todo o mundo, apenas Brasil e Estados Unidos, com 162 mil óbitos, têm mortes na casa dos seis dígitos. O terceiro país com maior volume de óbitos na pandemia, o México, tem 52 mil mortes, segundo levantamento da Universidade Johns Hopkins (EUA). Já são mais de 727 mil vítimas da Covid-19 em todo o planeta, entre os mais de 19 milhões de casos notificados.  Até a noite de sábado, o número de mortes registradas no Brasil, em comparação com a semana retrasada, caiu apenas 10%, mantendo uma tendência de platô em um nível alto que se iniciou desde o início de junho. Pela primeira vez desde aquele mês, o país fechou uma semana com menos de mil mortes por dia em média. A tendência quinzenal de mortes é adotada para avaliar a dinâmica da epidemia por não considerar flutuações semanais que podem se atribuir a problemas de notificação das mortes. Por esse critério, pela primeira desde março apenas uma região do país está em tendência de alta (mais de 15% de aumento na série quinzenal: o Centro-Oeste. O Sul, que vinha de 14 semanas em uma tendência de alta também, demonstrou nessa semana um viés de estabilização, com aumento quinzenal de 8%, puxado por uma queda de 15% no Paraná.  
Ainda vai demorar para voltar ao normal, mas o happy hour, uma marca da cidade de São Paulo, já está liberado. Os  250 mil bares e restaurantes do estado foram autorizados pelo governador João Dória a funcionar até 22h, a partir  da última quinta-feira. Até então, a abertura só podia ser feita para almoço.  O estado de São Paulo atingiu a marca de 600 mil casos de Covid-19. Os responsáveis pelos restaurantes estão se adaptando para retomar as atividades. O Banzeiro, do chef Felipe Schaedler, que reabriu no Itaim no fim de julho para almoço, é um dos que estenderam o funcionamento para dois turnos. "Começamos fazendo uma "limpa" em custos fixos, contratos, etc. Até a quantidade de refrigeradores que utilizamos foi avaliada, com objetivo de economizar energia. Diminuímos as equipes de cozinha e atendimento (telefone e take away), e trabalhamos com menu com preço reduzido. Hoje nosso negócio corresponde a 18% do faturamento antigo, ainda é pouco, mas nos dá um fôlego para manter tudo funcionando", informa o chef Felipe Sc O chef Alex Atala resolveu reabrir o Dalva e Dito (mas só para almoço), no Jardins, o primeiro da sua grife, na sexta-feira, depois de quase cinco meses fechado. "O Dalva e Dito sempre foi sinônimo de Brasil, mas agora a gente traz, além de comida, uma gama de outros produtos que fazem parte do DNA do nosso país. E o mais importante: são produtos de pequenos produtores. Criamos um mercado brasileiro dentro do Mercadinho", conta Atala, por enquanto, que mantém o D.O.M. (duas estrelas Michelin) fechado. Capacidade reduzida e só mediante reserva; mesas distanciadas; álcool em gel na porta, talheres embalados, menu por QR code e uso de máscaras e protetores faciais de acrílico obrigatório por parte dos funcionários do salão. É este o desenho da maioria das casas reabertas no estado. A despeito das novas regras, a experiência de sentar em uma mesa em meio à pandemia causa estranhamento. Metade dos restaurantes de São Paulo decidiu não reabrir as portas ainda, segundo a Abrasel-SP (Associação de Bares e Restaurantes). Muitos não reabriram devido a restrição do horário de funcionamento e proibição do uso de calçadas —afirma Percival Maricato, presidente da Abrasel local. Ele estima que 20% do setor tenha fechado as portas de vez e diz temer que mais 20% possam falir até o fim do ano se operarem no prejuízo.A estimativa é que no retorno o faturamento dos restaurantes fique em  torno de 30% do que faturavam antes da pandemia. O Rancho Português, na Vila Olímpia, reabriu antes, seguindo os mesmos protocolos (garçons usando máscara e face shield), capacidade reduzida, termômetro da porta e muito álcool em gel. E agora pretende voltar a operar à noite. Assim como o famoso Bar da Dona Onça, no Copan, tocado há dez anos pelo casal de chefs Janaína e Jefferson Rueda, que também são donos na Casa do Porco (o único restaurante brasileiro na lista dos 50 melhores do mundo). Atualmente, o bar só funciona do meio-dia às 17h, com 30% da capacidade. A partir da próxima quinta-feira é provável que abra do meio-dia às 16h e das 20h às 22h. Janaína e o marido criaram um protocolo de segurança em parceria com o Instituto do Corac?a?o. Em relação à Casa do Porco, a reabertura ficou para a terceira semana de agosto. Mas é só uma previsão. Ela informa que fazendo os ajustes necessários para abrir já com o "Ocupa rua", projeto de ocupação de calçadas e parklets que deve sair em breve, para equilibrar a redução das mesas internas, respeitando o distanciamento. O "Ocupa rua" visa a ocupar as calçadas mais largas e as ruas do Centro de São Paulo com parklets, prevendo mesas de restaurantes e bares do lado de fora. O projeto começa pelo trecho compreendido entre as ruas Major Sertório, General Jardim, Bento Freitas e Araújo, onde fica A Casa do Porco, que será o "projeto piloto". Em nota, a Prefeitura de São Paulo informa que, em parceria com empresários da região da Praça da República, no Centro, vai implantar um projeto-piloto para que bares e restaurantes desse local possam utilizar os espaços públicos para o atendimento de seus clientes. O objetivo é fomentar as medidas de distanciamento social e criar alternativas para geração de renda a esses estabelecimentos. Se obtiver sucesso, informa a prefeitura em nota, a proposta pode ser replicada a outras regiões da cidade. Delivery com estrelas Se antes da pandemia, o delivery era, praticamente, restrito a pequenos e médios bares e restaurantes, hoje o serviço virou uma saída para os grandes, alguns até estrelados. Muitos estão reinventando o modelo de negócio para sobreviver e manter seus estabelecimentos de pé. As dificuldades, no entanto, são inúmeras, desde as adaptações necessárias para assegurar a operação mantendo a qualidade até acessar a programas de créditos do governo e a financiamentos. Afinal, até a retomada 100%, que ainda deve demorar, quais são os planos da turma que atua na linha de frente da gastronomia? — Certamente o começo será diferente, com menos gente, maior distanciamento. Mas vamos continuar nos reinventando e buscar saídas para que o cliente tenha um lugar de tranquilidade, prazer e alegria — ressalta Alex Atala. Ele fechou as suas casas em19 de março, cinco dias antes do decreto do governo do Estado. E lançou mão do delivery em três das suas marcas: Dalva e Dito, Marcadinho e Bio. — Com o passar das semanas, começamos a nos adaptar em termos de tamanho de equipe. Utilizamos a Medida Provisória 936 do governo federal que permitiu adequarmos a jornada de trabalho de parte do time. Procuramos ao máximo preservar os postos de trabalho, mas infelizmente, com quase três meses de portas fechadas, houve algumas demissões — conta. O mesmo ocorreu com o prestigiado japonês N?su, em Santana, que tem à frente os sushimen chef Odair Santos e chef Mauricio Nakatubo. O delivery, segundo a dupla, "surgiu da necessidade de se adequar à pandemia". Tem até carta de vinhos (Casa Flora) para harmonizar. — As entregas estão sendo realizadas por profissionais próprios em perímetro abrangente, além da Zona Norte e Zona Oeste, atente uma parte da Zona Sul — diz Nakatubo. Nos shopping, os restaurantes também estenderam o serviço, reforçando as entregas. Entre as marcas mais procuradas, Junji Sakamoto (Iguatemi), J1 (VillaLobos) e Johnny Rockets (Morumbi) investiram em plataformas de pedidos, com cardápios online. Clichê de lado, o modismo do "novo normal" que, ao menos por ora, veio para ficar.
O Twitter estaria em negociações sobre uma possível combinação com o TikTok, o aplicativo de compartilhamento de vídeo da China que o governo de Donald Trump declarou ameaça à segurança nacional. A informação é da Dow Jones, citando pessoas familiarizadas com o assunto. Enquanto isso, o TikTok planeja abrir um processo nos Estados Unidos  já na terça-feira contra a decisão do presidente Donald Trump de proibir no país o aplicativo para compartilhar vídeos, além do WeChat. Segundo a Dow Jones, não está claro se o Twitter buscará um acordo, que envolveria as operações da TikTok nos Estados Unidos, disseram as pessoas. Como o Twitter é muito menor, a empresa de mídia social concluiu que provavelmente não enfrentaria o mesmo nível de resistência e análise antitruste que a Microsoft, disseram fontes à Dow Jones. A Microsoft vem negociando há semanas com o dono da TikTok, a ByteDance. A companhia americana é considerada a favorita em qualquer acordo possível, de acordo com fontes. O chinês TikTok disse na sexta-feira que está "chocado" com a decisão de Trump, que proíbe residentes e empresas dos EUA de fazer negócios com os aplicativos WeChat e  TikTok. A medida começa a valer em 45 dias. Ele citou o risco de segurança nacional de deixar os dados pessoais dos americanos expostos. O porta-voz do ministério chinês das Relações Exteriores, Wang Wengbin, acusou Washington de "colocar interesses egoístas acima dos princípios de mercado e da norma internacional". Donald Trump alegou "urgência nacional" no caso do aplicativo de vídeos TikTok, muito popular entre os adolescentes, que Washington acusa, sem apresentar provas, de espionar os usuários americanos em benefício de Pequim.
Na reunião ministerial de 22 de abril que precedeu a queda do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro, o presidente Jair Bolsonaro deixou claro que estava insatisfeito com o sistema oficial de inteligência do Planalto. O incremento orçamentário das áreas responsáveis por esses serviço, recentes movimentos de reorganização de estruturas e ações como as de monitoramento de integrantes de movimentos antifascistas revelam a prioridade dada pelo governo ao tema desde a posse. Em pouco mais de um ano e meio da administração Bolsonaro, a Presidência da República gastou R$ 161 milhões com ações de inteligência e a segurança institucional do presidente, do vice Hamilton Mourão e de seus familiares. Os pagamentos efetuados em 2019 pela Presidência via GSI (Gabinete de Segurança Institucional) são 68% maiores do que a média anual do que foi gasto nos três anos anteriores à chegada de Bolsonaro ao poder. O órgão, comandado pelo ministro Augusto Heleno, abriga a Abin (Agência Brasileira de Inteligência), que acaba de passar por uma mudança que aumentou o escopo da sua ação. Em 31 de julho, Bolsonaro criou dentro da Abin uma unidade chamada Centro de Inteligência Nacional. Além de abrigar novos cargos, a nova estrutura terá as seguintes funções: executar atividades de inteligência destinadas "ao enfrentamento de ameaças à segurança e à estabilidade do Estado e da sociedade" e assessorar "os órgãos competentes no que se refere a atividades e políticas de segurança pública e à identificação de ameaças decorrentes de atividades criminosas".