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A Land Rover anuncia a chegada, em fevereiro, das novas versões PHEV (sigla em inglês de Plug-in Hybrid Electric Vehicle) das linhas Range Rover e Range Rover Sport, que combinam dirigibilidade dinâmica, luxo e capacidade off road. A introdução do motor elétrico promete aumentar a performance, o refinamento do conjunto e a velocidade de resposta, além de promover uma melhora no consumo de combustível. O novo conjunto híbrido plug-in soma as forças do já conhecido 2.0l Ingenium, que gera 300 cv, com o motor 100% elétrico de 85kW com baterias de lítio-íon. O resultado é um trem de força que entrega 404 cv, a 5.500 rpm, e 65,3 kgfm de torque, entre 1.300 e 4.500 rpm, acoplado a uma transmissão automática de oito velocidades. O resultado: mais agilidade e capacidade ao modelo. Em números, apenas com a força do motor elétrico, o veículo alcança velocidade final de 130 km/h. Com potências combinadas, a velocidade máxima chega a 220 km/h. O 0-100 km/h com os 404 cv pode ser feito em apenas 6,7 segundos, em um carro de 2.539 kg. Além da performance diferenciada, a combinação dos dois motores traz melhorias à autonomia e ao consumo de combustível. Apenas na propulsão elétrica, os Range Rover PHEV percorrem 48 km em completo silêncio, sem ativar o motor a combustão. Quando combinado ao motor Ingenium, a combustão, o modelo soma 784 km de autonomia. O conjunto, mesmo entregando mais performance, consegue consumir menos combustível, reduzindo consequentemente a emissão de poluentes. Beleza. Dentro da cabine, o luxo e o refinamento da linha se mantêm. Desde a tapeçaria dos bancos em couro windsor, até o acabamento de painel, teto e portas totalmente personalizados. Na linha 2020, todos os modelos Range Rover contam com as tecnologias de ponta da Land Rover como o Terrain Response 2, seletor de modos de condução de acordo com o terreno, e a multimídia InControl Touch Pro Infotainment com conectividade Apple Car Play e Android Auto.
A Hyundai Motor Brasil acaba de ampliar seu portfólio com a chegada do HB20 Sport. A versão inédita da nova geração do hatch compacto traz visual mais esportivo e itens exclusivos, além de motor 1.0 turbo com injeção direta de combustível. As vendas têm início no próximo dia 17 de fevereiro, com preço sugerido de R$ 70.990. A versão Sport do HB20 Nova Geração recebeu diversos itens que incrementam seu visual exterior. A começar pelo body kit, composto por saias laterais e spoiler de teto pintados em preto brilhante e saia traseira com filete em vermelho ou cinza - dependendo da cor escolhida para a carroceria. As novidades passam ainda pela grade frontal em formato de cascata, com contorno em preto brilhante, e pelo para-choque dianteiro, que pode vir com detalhe em vermelho ou cinza. Com rodas de liga leve 16 polegadas com design exclusivo, o veículo traz logo da marca sul-coreana em vermelho e assinatura Sport na coluna “C”. Tecnologia a bordo O HB20 Sport traz ainda carregador de celular sem fio - item até então disponível apenas para o Creta Prestige. E, também fazem parte do pacote tecnológico a nova central multimídia do tipo flutuante com tela touchscreen de oito polegadas, comandos de áudio no volante, conexão Bluetooth para telefonia, streaming de áudio, acesso à agenda telefônica e compatibilidade com iPod e MP3. São destaques ainda o ar-condicionado com mostrador digital, a direção elétrica progressiva, o volante com regulagem de altura e profundidade, retrovisores elétricos com repetidores de seta, o computador de bordo com sete funções, o piloto automático com limitador de velocidade e alavancas no volante para trocas de marcha (Smart Shift). O veículo está disponível em quatro cores externas, sendo três metálicas – Cinza Silk, Prata Brisk e Vermelho Magic – e uma sólida – Branco Atlas.
Além da localização e da metragem do imóveis, a incidência do sol também faz toda a diferença na hora de escolher um lugar para morar. “Tanto é que empreendimentos que apresentam uma iluminação solar adequada chegam a ser até 10% mais valorizado”, afirmar Deives Leal Domingues, gerente comercial da construtora Flaguma. Entre os benefícios estão a prevenção de aparecimento de mofo, umidade e o conforto térmico. “A luz natural auxilia na economia de energia elétrica, na conservação do imóvel e dos objetos que nele existem. Proporciona bem-estar e uma maior comodidade, motivos suficientes para considerar o posicionamento solar”, disse a decoradora Bia Ferreira, proprietária da Maison Revest. Detalhe que escapa a maioria das pessoas, mas lembrado por corretores de imobiliária, a posição de uma propriedade (face norte ou sul) é primordial na hora de alugar ou comprar. Afinal, trata-se da posição na qual o imóvel se encontra em relação ao sol. Qual a diferença? “Normalmente, os empreendimentos voltados para a face norte são as melhores opções. Entretanto, há lugares que possuem mais de uma face”, afirmou Deives Leal Domingues, gerente comercial da construtora Flaguma. “Outro ponto relevante é quais ambientes que serão mais utilizados, pois são eles que devem ter por mais tempo iluminação não artificial”, continuou. LUZ DO SOL. A confeiteira Vanessa Cursino Pascoli Cardoso, 29 anos, de São José dos Campos, não dispensá uma casa bem arejada e iluminada. “No meu apartamento ‘bate’ muito sol o dia todo! De manhã, na sacada do meu quarto e, de tarde, na sacada da sala”, disse. “Sempre gostei de bastante luz. Por isso opto por grandes janelas. No meu ponto de vista, a luz do solar é até um fator de saúde, principalmente para quem mora em prédio”, falou.  A confeiteira ainda compartilhou que sua amiga da porta de frente não teve a mesma sorte. “Na casa da minha vizinha, por exemplo, quase não entra sol nos cômodos e por isso algumas vezes até apareceu pontos de mofo”. Para evitar surpresas, especialistas sugerem que interessados na compra ou aluguel de um imóvel visite a propriedade em horários diferentes para ter certeza de que as informações estão conforme com o que foi dito durante a venda.
Áreas verdes favorecem o equilíbrio mental e emocional, estimulam a produtividade e a criatividade. Também elevam a autoestima e proporcionam melhores condições para praticar a concentração. Quem garante é Cyntia Galvão Salles, docente da área de arquitetura e urbanismo do Senac São José dos Campos. E, segundo ela, ter uma área em casa, ainda que em um ambiente pequeno, reservado para o plantio é possível. E não é preciso ter uma grande sacada para cultivá-las. Algumas espécies se desenvolvem bem na sala, na cozinha e até no banheiro, com pouca manutenção e pouco espaço. Engana-se quem pensa que não há como conciliar espaços internos com plantas e flores. A corretora de seguros Renata Silva Souza, 38 anos, prova isso: ela possui uma suculenta em seu apartamento e, segundo ela, pequenos cuidados são exigidos, mas nada complicado.  A planta, aliás, é o xodó da casa. “Ela fica na sacada para que possa tomar banhos de sol e uma vez por semana é regada. Além disso, quando preciso passar alguns dias fora de casa sempre a deixo com vizinhos para que sua rotina seja mantida”, finalizou a corretora. Mas, além de suculentas, plantas como aglaonema, dracena-compacta e sanderiana, pacová, fícus-de-folha-fina e palmeira-licuala são perfeitos para ambientes como salas, quartos e escritórios. Já a sacada, local sujeito à ação do vento, pede por folhas rígidas e “gordinhas”, como espada-de-São-Jorge, lança-de -São-Jorge com folhas unitárias e lança-de-São-Jorge com folhas em leque. No banheiro, o cuidado deve ser maior: o ideal é fazer rodízio para que a planta tome sol e, ainda sim, pode ser preciso a substituição com o tempo9. Dinheiro-em-penca, Mini-espada-de-São-Jorge, Calatéias, Begônias e Samambaias são as mais indicadas para esse cômodo. Cuidados De acordo com Cyntia Galvão Salles, docente da área de arquitetura e urbanismo do Senac São José dos Campos, a escolha do vaso - sempre com furos no fundo para fazer a drenagem eficiente na base - é um item importante. “O vaso deve ser preparado com uma camada de argila expandida, pedra brita ou caco de cerâmica ocupando um terço de sua altura, sobreposta por um elemento filtrante (areia ou manta geotêxtil). Só depois que pode ser coberta com o substrato ou terra preparada”, ensinou ela. O acabamento deve ser feito com plantas rasteiras, pedrisco ou até mesmo casca de pínus, pois são opções mais sustentáveis. “Vale lembrar que, apesar de cada espécie possuir uma preferência, as regas devem ser feitas duas vezes por semana no verão e uma no inverno. Se a planta estiver em ambiente úmido, vale não exagerar na quantidade de água e deixar as janelas abertas para ventilar”, completou. Para manter a vitalidade da planta também é importante retirar os ramos secos e repor os nutrientes. O indicado é que seja feito no mínimo quatro adubações no ano, intercalando entre a química e a orgânica.