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Chegou a época mais iluminada do ano. Já é possível ver casas com decorações que fazem nossos olhos brilharem. O momento de enfeitar o lar se tornou um ritual que uni toda a família. No entanto, para que essa ocasião seja repleta de alegria e confraternização, sem riscos de acidentes, alguns cuidados precisam ser tomados. “É necessário estar atento à segurança, tanto nas áreas externas como nas internas. Além disso, alguns itens podem incrementar o valor da conta de luz”, informou em nota a empresa de distribuição de energia Elektro. Decorar a casa para os festejos é uma delicia, mas é preciso estar atento com a segurança. As pequenas luzes que embeleza a árvore natalina por exemplo, podem causar “pane elétrica” e ocasionar tragédias. Só em 2019, foram registrados no Brasil 537 incêndios, com 61 fatalidades devido a sobrecarga de energia. Os dados são da Abracopel (Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade). “Quando os condutores atingem seus limites, acabam perdendo a capacidade de isolamento gerando fogo e perigo. Por isso, regras básicas de prevenção sempre devem ser seguidas para que o Natal tenha seu sentido mais genuíno”, alertou em nota Guilherme Mafra, gerente de segurança da Elektro. De acordo com o especialista a atenção não se restringe apenas para dentro da residência. “Ao enfeitar áreas externas, como fachadas, é necessário cautela como subir em escadas com prudência e não usar ferramentas com hastes metálicas, pois, um simples contato com a rede elétrica pode provocar choques que levam à morte. Além disso, nunca se deve utilizar postes ou fiações como apoio de objetos”, afirmou Mafra. EXTRA. O gerente ressalta ainda para que fiquemos de olho ao consumo de energia. Afinal itens como os pisca-pisca representam um incremento significativo no valor da conta de luz. Mas ele garante que dá para caprichar na decoração e, ainda assim, economizar. “O segredo é optar pelas luzinhas com lâmpadas de LED. Para se ter uma ideia, cerca de 100 mini lâmpadas convencionais possuem em média uma potência de 35W, enquanto a mesma quantidade de iluminação de LED tem em média 5W, sete vezes menor”, disse ele. “Desligar os pisca -piscas ao sair de casa ou na hora de dormir também ajuda na economia”.
A preocupação com a degradação do valor do patrimônio foi a principal razão que levou os síndicos a se candidatarem ao cargo, foi o que revelou uma pesquisa realizada pela administradora de condomínios LAR, em São Paulo. De acordo com os participantes, se nos edifícios houvesse uma gerencia mais eficiente, seria possível economizar o equivalente ou até mais do que o valor de um boleto mensal. “Não escolhi ser síndica. A necessidade de dar um ‘Up’ no condomínio é o que fez eu tomar tal decisão. O edifício precisava de muitas mudanças e aos poucos estamos conseguindo realizá-las”, afirmou Alessandra Claudia Monteiro, 48 anos, síndica de um condomínio residencial em São José dos Campos. A jovem que assumiu o cargo há dois anos conta que desempenhar essa função é bem difícil, no entanto, a gratificação de ver as melhorias acontecendo e os moradores satisfeitos recompensam todos os esforços. Administrar um condomínio exige que a pessoa desenvolva habilidades como liderança, iniciativa, zelo e muito jogo de cintura. “É essencial ser dedicado, manter-se imparcial, ter conhecimento profundo sobre a convenção de condomínio, procurar aprender um pouco de administração, contabilidade, normas e sempre buscar informações que possam trazer benefícios para o prédio e aos residentes. Além disso, o auxílio de uma empresa jurídica é primordial para que o síndico tenha uma boa performance e seja justo”, concluiu. PRINCIPAIS ANGÚSTIAS DOS GESTORES
Depois do Novo Onix Plus, é a vez da Chevrolet lançar a versão hatch do automóvel. Além do design mais esportivo, o Novo Onix se diferencia pelo acerto dinâmico exclusivo, que amplifica a sensação de prazer ao dirigir tão valorizada pelos consumidores. A direção elétrica está mais responsiva, enquanto os amortecedores ganharam carga adicional. Já em relação ao modelo de geração anterior, o Novo Onix está maior, mais refinado e tecnológico. Ele traz, por exemplo, soluções inéditas de segurança para a categoria, como airbags frontais, laterais e de cortina; controle eletrônico de estabilidade; assistente de partida em rampa e limitador de velocidade de série em todas as versões. O veículo inova também com a oferta de Wi-Fi nativo, sensor de ponto cego e assistente de estacionamento semiautônomo. Completam a lista o multimídia MyLink de nova geração, o carregador sem fio para smartphones, o ar-condicionado digital, o acendimento automático dos faróis, a chave eletrônica e as lanternas de LED com efeito de assinatura luminosa. Outra importante novidade é a nova família de motores 1.0 Flex Ecotec de alta performance e elevada eficiência energética tanto nas opções turbo como na aspirada, que colocam as versões hatch e sedã como os carros a combustão mais econômicos do país, de acordo com o ranking do Inmetro. O consumo médio na estrada com gasolina chega a 17,7 km/l. Já no caso do Onix turbo, a aceleração de 0 a 100 km/h também é surpreendente para a categoria. São 10,1s segundos, tanto na configuração com transmissão manual quanto na automática. Silencioso e suave
Em comemoração aos 60 anos de aniversário da fábrica Anchieta, em São Bernardo do Campo, a Volkswagen pela primeira vez vai expôr os principais modelos fabricados no local. A Garagem VW, localizada na Ala 5 da fábrica, reúne 20 modelos em perfeito estado de conservação. Os carros, que parecem ter acabado de sair da linha de produção, são fruto de um trabalho meticuloso de preservação e restauração realizado ao longo dos últimos 15 anos. Os modelos foram separados por temas. Entre os clássicos estão os modelos “irmãos” do Fusca, que traziam motor a ar, produzidos entre os anos 1950 e 1980. Estão lá, por exemplo, Fusca, 1600, 1600 TL, Brasília, Variant e SP1. A Kombi, claro, merece um capítulo à parte, especialmente para a última unidade produzida no Brasil, uma Kombi  Standard branca, de dezembro de 2013. O Passat e o Santana também têm lugar de destaque na Garagem VW. São modelos que elevaram os produtos da Volkswagen a um nível superior de tecnologia, com motores de refrigeração líquida e novos conceitos de segurança. A fase da Autolatina é homenageada por dois dos principais representantes: Apollo e Pointer – este, uma referência em design e ergonomia nos anos 1990. Nessa época, também fizeram grande sucesso os derivados do Gol (Voyage, Parati e Saveiro). INÉDITOS NAS RUAS. Outra novidade da Garagem VW é a exibição, pela primeira vez, de modelos protótipos da Volkswagen, que nunca chegaram às ruas brasileiras. O BY, por exemplo, foi um projeto baseado na família BX (Gol), mas com dimensões reduzidas e soluções inteligentes de aproveitamento interno. Já o VEMP foi um veículo desenvolvido pela Engenharia da Volkswagen no Brasil para utilização específica do Exército, com muitas peculiaridades mecânicas
Completando 40 anos de profissão e perto de chegar aos 60 anos de idade, ela estava de saco cheio. Já não suportava mais ser submissa ao marido, ao salário, ao governo e aos costumes vigentes. E, durante o período de abertura política do país, aceitou o risco de perder tudo o que conquistou dando um basta naquilo que lhe tirava a paz. O que mais queria era ser ela mesma na frente das câmeras, dona de sua voz, única autora de sua própria história. Assim é a Hebe Camargo retratada em “Hebe – A Estrela do Brasil”, um dos longas nacionais mais aguardados do ano, cuja estreia ocorreu em agosto nos cinemas. A apresentadora, natural de Taubaté, marcou época com seu carisma, estilo e opinião, tornando-se uma das apresentadoras de maior audiência no país. “Eu não sabia nada e descobri tudo por causa do filme”, contou Andréa Beltrão, atriz que dá voz a Hebe nos cinemas, em vídeo promocional. “Mergulhei numa pesquisa enorme. Vi muitas horas de materiais sobre ela na internet e fui montando meu quebra-cabeça”, continuou. “Ela veio de uma família pobre, tinha vários irmãos e sua mãe era uma mulher tradicional. Mas seu pai não. Artista, ele era livre, tinha uma cabeça maravilhosa e ajudou muito a Hebe”. O músico Fêgo Camargo, aliás, foi um dos motivos pelo qual a apresentadora foi embora de Taubaté na década de 1940 para nunca mais voltar. Segundo o biógrafo Artur Xexéo, autor de “Hebe, a Biografia” (ed. Best Seller), certa vez, a Prefeitura lançou um livro sobre a cidade e a artista se ressentiu de não ter na obra referência a seu pai. A cidade se redimiu antes da morte da apresentadora, em 2012. Desde 1967 conta com a escola municipal de artes Maestro Fêgo Camargo, fundada por um grupo de músicos. Leia Também Andrea Beltrão conta como foi viver Hebe Camargo no cinema Personalidade.  Segundo a roteirista Carolina Kotscho, foi um desafio escolher um recorte da história de Hebe para o filme. “Esse é sempre o desafio de biografias: contar uma vida de 82 anos em duas horas. Mas é nesse recorte que está a essência dela. É quando ocorre a tomada de consciência e ruptura na sua trajetória tanto na vida pessoal quanto na profissional”, afirmou ela. Para Maurício Farias, diretor do longa, Hebe teve como trunfo ter capturado desde o primeiro momento a simpatia do público. E, apesar das críticas no início de carreira, ela nunca perdeu o lugar que a identificava como uma pessoa generosa, modesta, humilde, simples, verdadeira, espontânea e inteligente. “Ela se tornou uma grande comunicadora por qualidades que tinha, como a forma contagiante de ver a vida. Ela passava uma verdade no que falava e é com esse conhecimento adquirido ao longo da vida, que ela conseguiu se transformar em unanimidade”.
Um Lobato para as crianças de hoje. Essa foi a linha de raciocínio de Walcyr Carrasco ao adaptar as obras “Reinações de Narizinho” e “A Reforma da Natureza”, recém-lançados pela editora Moderna. O projeto feito pelo escritor, segundo ele, é uma resposta a retirada de livros de Lobato das listas de leituras obrigatórias na escola. “Ultimamente, Lobato passou a ser menos adotado nas escolas porque levantaram questões, como o racismo, o fato de Pedrinho usar espingarda e etc. Ao mesmo tempo, muitas crianças de hoje vivem em outra realidade, em seu cotidiano nem há por exemplo, o telegrama”, afirmou Carrasco. “Eu trouxe Lobato para a criança de hoje, incorporando elementos da realidade atual. Entendi que ele é um autor de sua época, mas muitas coisas mudaram de lá para cá. Essa revitalização era necessária”, continuou. A ação também gerou críticas dos fãs mais puristas de Lobato. A verdade é que Carrasco, autor de diversas novelas, minisséries, peças de teatro e com mais de 40 livros infanto-juvenis no currículo, é um velho conhecido dos fãs do autor taubateano. Ele assina os episódios - até então inéditos - do “Sítio do Pica pau Amarelo”, em sua segunda fase, exibida em 2007 na Globo. Seu objetivo na época era criar histórias que mantivessem o clima de fantasia do universo de Lobato e seus personagens com uma preocupação extra: atingir o público adolescente. “Lobato me influenciou profundamente em todos os aspectos da minha vida, pois eu incorporei a Emília ‘perguntadeira’. Passei a questionar o mundo. Foi ele que desenvolveu minha inteligência e criatividade”, contou ele. “Posso dizer que meu gosto pela leitura começou por Lobato. Aos 12 anos, eu emprestava os livros de uma vizinha e amiga, Heloísa. Li todos! Comecei com ‘Reinações de Narizinho’ e fui adiante”, disse. “Ao ler Lobato, descobri minha vocação e resolvi ser escritor. E, mais tarde, tive a honra de também adaptar sua obra para a televisão”. Bastidores. Acostumado a adaptar vários clássicos - Carrasco é responsável por vários clássicos adotados como leitura paradidática em escolas de todo o país, como “Os Miseráveis”, de Victor Hugo; e “Romeu e Julieta”, de Shakespeare, onde ganhou o prêmio Jabuti de Literatura - o autor afirma ter sentido frio na barriga com o convite da editora. “Lógico que ao receber o convite tive receio. Lobato é um ídolo para mim! Mas, ao mesmo tempo, achei justo que esse grande autor seja levado às crianças de hoje, com o que tem de melhor”, disse Carrasco. A adaptação, segundo ele, foi fruto de um processo “cuidadoso e apaixonado”. “Eu me entreguei à Lobato. Amo demais todos os seus livros, e mantive todo o respeito. Lobato, para mim, é eterno”.