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O Superior Tribunal de Justiça determinou que animais de estimação não podem ser proibidos em condomínios. Ou seja, agora, espaços precisam de ações preventivas. “É necessário a regulamentação do tema, especialmente a posse responsável dos animais, o trânsito na área comum e a forma como deve ser feito o transporte deles”, afirmou Danilo Ulhôa Silva, especialista em Direito Imobiliário, os condomínios precisam de ações preventivas. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), existem mais de 132 milhões de animais domésticos em lares brasileiros e, na lista de favoritos, os cães aparecem na frente sendo 52 milhões, seguidos por 38 milhões de aves e 22 milhões de gatos. Possuir um animal de estimação é uma alegria para muitas pessoas. Além de divertir, ele faz companhia e, muitas vezes são a cura para os males da alma. Mas ter um animal em casa nem sempre agrada a todos e isso piora quando um regulamento interno proíbe a entrada de animais dentro de edifícios. Mas agora os donos dos pets podem comemorar: criar um mascote em casa é direito garantido na Constituição Federal e no Código Civil. “Recentemente o STJ (Superior Tribunal de Justiça), decidiu que as convenções não podem restringir o direito dos condôminos à posse de animais de estimação, exceto quando este causar risco à saúde, segurança e higiene dos demais condôminos”, afirmou Danilo Ulhôa Silva, especialista em Direito Imobiliário. Apesar de ser lei, algumas adequações são necessárias no estatuto dos edifícios para que haja um bom convívio. “É muito importante que síndicos e moradores façam uma revisão e atualização da convenção, não somente para o assunto da convivência com animais em condomínios quanto as demais regras que possam gerar conflitos e inadequações à realidade atual daquela comunidade”, enfatizou, em nota, Rafael Lauand, CEO da LAR e especialista em gestão de condomínios. Para não incomodar os vizinhos, a enfermeira veterinária Laís Sobral, dá algumas dicas. “O animal precisa gastar energia para não ficar ansioso. É essencial que haja passeios regulares, de preferência sempre no mesmo horário. Animal que passa o dia sozinho devido a rotina do tutor de trabalho precisa de distrações. Apresente brinquedos, bolas, petiscos para roer e, no caso de gatos, arranhadores”, aconselhou ela. “E, antes de adotar ou comprar um bicho pesquise sobre a raça, o possível porte, o comportamento e o temperamento do animal. Algumas raças necessitam de espaço e maior atenção e interação”, alertou. Arte Pets
Uma experiência de realidade virtual que revela como será o carro do futuro. É isso que a Ford está oferecendo em parceria com a startup de tecnologia Holoride e a Universal Pictures. Numa área especial da Universal Studios, em Los Angeles (EUA), o público poderá embarcar no novo Ford Explorer 2020 e, usando óculos de realidade virtual, fazer uma viagem de aventura ao lado da Noiva de Frankenstein numa versão repaginada. No caminho, repleto de monstros e obstáculos, os passageiros vão viver uma experiência totalmente imersiva de realidade virtual, complementada por efeitos sonoros e visuais que se adaptam aos movimentos do carro. A ideia é mostrar o futuro do entretenimento dentro dos veículos. Para isso, a Holoride, fundada em 2018, criou uma categoria de mídia totalmente nova (o “conteúdo elástico”), conectando a realidade extendida (XR) com dados em tempo real de aceleração, direção e frenagem do veículo e da rota de navegação. Para Brett Wheatley, vice-presidente de Marketing e Crescimento da Mobilidade da Ford, a tecnologia de veículos conectados pode revolucionar completamente a experiência de viagem, proporcionando uma produtividade e entretenimento nunca antes imaginados.  “Essa parceria nos permite mostrar o futuro do veículo conectado e pesquisar o que os clientes querem ou não querem em termos de experiências imersivas de entretenimento a bordo”, disse ele em nota. “Temos uma vasta experiência no desenvolvimento de conteúdo premiado de realidade aumentada e virtual e estamos entusiasmados em ver que as viagens diárias começam a se tornar uma nova plataforma de conteúdo”, completou Greg Reed, vice-presidente de Parcerias de Tecnologia da Universal Pictures.
A condução ao ar livre faz parte da herança do Chevrolet Corvette. Quando estreou, em 1953, o veículo estava disponível apenas no modelo conversível. O novo Corvette segue com a tradição, mas, além do inédito motor central já anunciado, ele estreia com teto rígido retrátil. “Colocamos o mundo em alerta quando lançamos o primeiro Chevrolet Corvette de motor intermediário há alguns meses. Agora, elevando o nível com o primeiro Corvette conversível com a capota rígida de sempre”, afirmou em nota Brian Sweeney, vice-presidente da Chevrolet nos EUA. O sistema é totalmente elétrico, diferentemente dos atuadores hidráulicos usados nos antigos modelos. Composto por duas peças, o teto pode se retrair em apenas 16 segundos. O design do conversível Stingray foi inspirado em caças aéreos. O teto é da cor da carroceria, mas pode incluir acabamento que imita fibra de carbono. O interior oferece mais segurança e uma aparência mais “limpa” em comparação com os modelos anteriores. “Nosso objetivo desde o início era garantir que os clientes não tivessem que sacrificar nenhuma funcionalidade, desempenho ou conforto ao escolher o conversível com capota rígida”, ressaltou Josh Holder, gerente de engenharia do programa Corvette. Desempenho.  O conversível é alimentado pelo motor possui 495 cavalos de potência e 65 mkgf de torque. A nova geração do Corvette não terá versão com câmbio manual. Nos Estados Unidos, o conversível custará US$ 7.500 a mais que o cupê. O preço inicial é de US$ 67.697 (aproximadamente R$ 280 mil). O veículo entrará em produção no final do primeiro trimestre de 2020. Uma versão com o volante à direita estará disponível em alguns mercados internacionais posteriormente.
A Caoa Chery apresentou nesta semana seu Arrizo 5e, primeiro sedan com motorização 100% elétrica oferecido no Brasil. O lançamento faz parte da estratégia da marca de eletrificação do mercado brasileiro. Destaque do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo de 2018, o Arrizo 5e traz baterias de íons de lítio com capacidade de carga de 53,5 kWh, uma das mais altas para modelos elétricos já disponíveis no mercado brasileiro. Com isso, sua autonomia chega a 322 quilômetros. O tempo estimado de carregamento das baterias é de até uma hora em sistema de carga rápida (eletropostos); de até oito horas em sistema Wall Box; e até 20 horas com cabo emergencial em tomada de três pinos. A potência do Arrizo 5e é de 90 kW, equivalente a 122 cv. O torque é de 276 Nm, ou 28,1 kgfm. Como comparação a versão do Arrizo 5 com motor a combustão, 1,5 l turbo Flex, tem 150 cv e 190 Nm / 19,4 kgfm, respectivamente. O modelo 5e tem 4,54m de comprimento, 1,81m de largura e 2,65m de entre eixos. O amplo porta-malas conta com o mesmo volume da versão com motorização flex, ou seja, 430 litros. Um diferencial tecnológico oferecido pela Caoa Chery é o sistema de baterias divididas em 24 módulos. Em caso de necessidade de reparo apenas um módulo pode ser substituído, sem a necessidade de troca do conjunto completo. O modelo tem oito anos de garantia para o sistema de propulsão elétrico e três anos para o veículo completo. O Arrizo 5e também chega ao mercado com o título de veículo elétrico com menor custo de manutenção preventiva da categoria. O valor total das revisões até 60 mil quilômetros é R$ 2.257, sendo 30% inferior aos preços praticados na versão Flex. Nas concessionárias. Até dezembro, o modelo será oferecido para clientes pessoa jurídica, como frotistas e locadoras, com início de comercialização para pessoas físicas a partir de janeiro de 2020, em concessionárias selecionadas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Brasília. Além de ser o único sedan 100% elétrico disponível no país, o Arrizo 5e chega ao Brasil por R$ 159.900.
Sucesso nos anos 1990, “Friends” marcou gerações. O famoso seriado americano que ficou no ar por dez anos retratava a história de seis amigos: Joey, Phoebe, Mônica, Rachel, Ross e Chandler que, morando longe da família, tinham de lidar com os dramas da fase adulta. As situações inusitadas exploradas nos mais de 200 episódios fizeram muitas pessoas sonharem em viver da mesma forma. Mas será que vale à pena? “Neste ano comecei a morar com oito meninas e, sem dúvida, esta é uma das mais enriquecedoras experiências. Tive que aprender a lidar com pontos de vista e personalidades diferentes da minha”, contou a estudante Júlia Cassoli, 18 anos, que faz parte dos 2 milhões de estudantes que saíram da casa da família segundo o MEC (Ministério da Educação). A opção pela república foi a forma encontrada pela jovem para driblar os altos custos de manutenção de uma casa. Mas, não se engane, na convivência coletiva algumas regras são importantes para que as coisas funcionem. “Aqui, por exemplo, cada uma tem seu dia para recolher o lixo. O objetivo das normas é manter a organização”, disse ela. “Mas dividir a casa vale, sim, à pena. No meu caso, os laços com as meninas são estreitos e elas são minha família”, concluiu. Além do público universitário, o compartilhamento de residências tem chamado atenção também de pessoas que já saíram dessa fase. É o caso de Alison Augusto Miranda Pereira, 28 anos, engenheiro da computação, que mora há dois anos com outros três amigos. “Dividir uma casa se mostrou uma opção muito mais barata. Moro em uma casa boa, meu quarto, por exemplo, é uma suíte e pago barato já que dividimos o aluguel. Ou seja, ganho economia, companhia e um ótimo lugar para viver”, completou. Segundo o engenheiro, a opção por viver coletivamente surgiu depois dele e seus colegas perceberem que tinham perfis semelhantes. “Nos conhecemos no trabalho e uma particularidade nos chamou atenção: descobrimos que tínhamos frequentado a mesma universidade em Itajubá (MG)”, contou ele. “Eu gosto de companhia. Sou um cara muito social, adoro ter pessoas para conversar, tomar uma cerveja. Os outros rapazes são de confiança e tenho afinidade com eles”, continuou. O sucesso da parceria, segundo Pereira: bom senso. Locações. O movimento de interessados por esse tipo de moradia é tão intenso que ganhou nome: coliving. Mas, se na república o espaço compartilhado é gerido pelos próprios moradores, o coliving traz uma proposta mais ampla, com locais administrados por uma equipe especializada. E o mercado imobiliário já está de olho na crescente demanda. Já existem empreendimentos voltados esse público. “Atualmente, empresas vêm realizando estudos para atender essas pessoas. Neles, são verificados quais produtos e serviços são adequados para esse público”, afirmou Caio Calfat, vice-presidente de Assuntos Turísticos e Imobiliários do Secovi-SP (Sindicato de Mercado Imobiliário). Confira abaixo os prós e contras da vida "coletiva": Arte Moradia