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Antes fechado para proteção e por ser local de treinamento da Marinha, o arquipélago de Alcatrazes foi aberto para a visitação no final de 2019. Localizado a 40 km da costa brasileira, o local é reconhecido por sua biodiversidade. São 1.300 espécies de fauna e flora - dentre elas, 100 em extinção. Segundo dados oficiais, o local com 67.479,29 hectares possui também o maior ninhal de Fragatas do Atlântico Sul e é área de alimentação, reprodução e descaso para mais de 10 mil aves marinhas. Suas águas guardam a maior quantidade de peixes do sudeste brasileiro, que lá encontram ambiente ideal para reprodução e crescimento. E, durante o ano todo, podem ser avistadas baleias e golfinhos. Essa é a primeira vez que o turismo na região é feito de forma organizada. Após a retomada do turismo na cidade visitantes poderão ver a ilha do barco e mergulhar de snorkel ou cilindro em pontos específicos da região. A descida em terra, por sua vez, segue proibida. HISTÓRIA. O nome Alcatrazes refere-se as gaivotas marinhas que por lá viviam. E era no refúgio que a Marinha de Guerra do Brasil aferia os canhões de seus navios em treinamento de artilharia. Ainda hoje é possível ver os antigos alvos pintados nas pedras do Saco do Funil, costão rochoso em uma das principais baia da ilha. Por conta das ações realizadas no local, a navegação na região esteve interditada entre 1998 e 2008. ATENÇÃO. Por ora, os passeios só poderão ser realizados por empresas autorizadas pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Biologia), órgão que, junto da Marinha, faz a gestão da área. E, durante um ano e meio, pesquisadores vão analisar os impactos do turismo na preservação dos corais e no comportamento dos peixes.
Marcada por lendas de piratas, o mar que cerca Ilhabela é pontilhado de naufrágios, boa parte disponível para mergulho. Mas, nem só de aventura vive o arquipélago. Localizada a cerca de 6 km da balsa no sentido norte da ilha, a chamada “Vila” guarda em suas antigas construções a história do município. No píer, os canhões usados para defender o território da invasão de piratas que se aproximavam pelo canal de São Sebastião. As peças da artilharia imperial datam de 1526. Próximo dali, a igreja Matriz de Nossa Senhora da Ajuda e Bom Sucesso, padroeira da cidade. Situada no Morro do Baepi, o prédio histórico possui 40 metros de comprimento e 10 metros de largura e foi construído por escravos em pedra, conchas e óleo de baleia entre 1697 e 1718. Seu teto exibe a imagem de Nossa Sra. D’Ajuda pintada a óleo. E, na escadaria, São Sebastião, São Benedito, São Pedro e São Paulo. Ainda na “Vila”, a Antiga Cadeia e o Fórum, localizados na praça Coronel Julião. Erguido entre 1805 e 1806, o prédio - hoje, tombado - foi utilizado até o período da República. No térreo, a cadeia, no piso superior, o fórum. Atualmente, o local abriga o centro de visitantes do parque Estadual de Ilhabela. Fechando o passeio, a Rua do Meio, que possui grande variedade de lojas, galerias, restaurantes e shopping e está localizada também próxima ao píer, em frente a igreja. Local certo para quem quer comprar uma lembrancinha para aguçar a curiosidade daquele que ainda não conhece o arquipélago. EXTRA: Fazenda do Engenho D´Água. Construída no século 17 e produtora de açúcar e aguardente na época, a fazenda foi tombada em 1945 pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico). O local ainda guarda muitas características originais, como os porões dos escravos, origem de muitas lendas sobre o engenho. Nos jardins, uma exposição permanente das obras de arte do artista plástico Gilmar Pinna. 
Aos poucos, as primeiras luzes do dia vão passando por entre as árvores da floresta, tingindo a penumbra e revelando a vida ali escondida. O silêncio é quebrado por um som que ecoa de longe: é o Tiê-sangue dando as boas-vindas. A melodia continua com o Tangará e com o Papagaiomoleiro. O cenário, que mais parece uma obra de arte pincelada pelas mãos do francês Claude Monet, fica em Ilhabela. Não por acaso, o município recebe viajantes atraídos para a prática de birdwatching (observação de pássaros). Com 92% do território coberto por Mata Atlântica, o arquipélago possui cerca 360 espécies de aves identificadas, como papagaios-moleiro (símbolo da cidade), saíras, tiês, tiribas, saís, bem-te-vis, diversos tipos de beija-flores, tucanos de bico verde e pica-paus. Nas regiões mais afastadas do centro urbano, protegidas pela natureza, é possível encontrar ainda algumas espécies ameaçadas de extinção como o macuco, a jacutinga, Foto Original: Aurelio Rufo-Sectur Ilhabela Papagaio-moleiro os gaviões pega-macaco e o pombo-pequeno. E é neste contexto que a Prefeitura, por meio de sua Secretaria de Turismo, criou no ano passado o Festival de Aves de Ilhabela, que contou com intensa programação entre palestras, minicursos, cinema, oficinas e atividades infantis. PASSARINHAR. Com temperaturas elevadas - média anual de 23ºC -, Ilhabela é recheada de montes que chegam a 1.300m de altitude. Tal geografia cria um habitat perfeito para os pássaros. Veja detalhes de algumas aves que poderão ser vistas por lá quando forem retomadas as visitações:  Albatroz: ave marinha de grandes dimensões, que move-se de forma muito eficiente no ar, cobrindo grandes distâncias com pouco esforço. Alimentam-se de moluscos, como lulas, peixes e krill. Beija-flor: entre as características distintivas do grupo contamse o bico alongado, a alimentação à base de néctar, plumagem iridescente e uma língua extensível e bifurcada. Bem-te-vi: Com 23,5 cm, caracteriza-se pela coloração amarela viva no ventre e uma listra branca no alto da cabeça, além do canto que nomeia o animal: é um dos primeiros a vocalizarem ao amanhecer. Caracoleiro Chegam a medir até 42 cm de comprimento com plumagem variável. Recebem tal nome popular devido ao fato de se alimentarem de aranhas, insetos e caramujos arborícolas e terrícolas. Coruja-preta: chegam a medir até 35cm de comprimento, com plumagem negra, listras brancas, bico e tarsos amarelos. Gavião pega macaco: espécie possui cerca de 72 cm de comprimento, 2,30 m de envergadura e chega a pesar até 6,5 kg. É uma das maiores aves no Brasil. A cor negra com manchas brancas torna-o uma ave de rara beleza. Seu tempo de vida é de aproximadamente 25 anos. jacutinga: mede cerca de 75 cm, alimenta-se de frutos e bagas. Espécie em via de extinção. Papagaio-moleiro: maior espécie do gênero, mede cerca de 40 cm de comprimento. Possui plumagem verde, boné geralmente amarelo, azul e vermelho, bico e anel perioftálmico brancos. Pica-pau: tamanho pequeno a médio, com penas coloridas e, na maioria dos machos, com uma crista vermelha. Suas patas possuem dois dedos voltados para frente e dois dedos voltados para trás, o que lhe auxilia a se agarrar nos troncos de árvores. São capazes de dar 100 bicadas por minuto no tronco de uma árvore e alimentam-se principalmente de larvas de insetos. Tucano de bico verde: medem cerca de 48 cm de comprimento, possuindo, como o próprio nome popular indica, bico de cor verde, garganta e peito amarelos e barriga vermelha. Se alimenta de frutos, artrópodes e pequenos vertebrados (filhotes e ovos de outras aves).  
Movimentos surpreendentemente delicados e um canto hipnotizador. O encontro com baleias é uma das experiências mais inesquecíveis que a natureza pode proporcionar. As águas calmas e quentes de Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, tem há alguns anos o privilégio de ser palco de grandes shows de acrobacias das baleias Jubartes. Espetáculo, aliás, que está tornando-se uma das principais atrações turísticas da cidade. Na última temporada, Ilhabela já recebeu 114 “ilustres viajantes”. E, de acordo com a prefeitura, a espécie está reocupando seu espaço. “As Jubartes ocupavam nossa região por milênios e, no inicio do seculo 20, começou a caça industrial que reduziu sua população de dezenas de milhares no Atlântico Sul para pouco mais de 2.000. No entanto, desde 1986, com a proibição da caça, este número vem crescendo significativamente”, informou a prefeitura por meio de nota. O arquipélago tem sido apontado como rota cada vez mais utilizada para as baleias chegarem ao seu destino - evento que acontece entre maio e agosto. As viagens das Jubartes duram cerca de dois meses (são, ao todo, 4 mil quilômetros), partindo do frio congelante dos mares antárticos rumo as águas tropicais (região de Abrolhos, sul da Bahia) para acasalar e dar à luz.  Refúgio. Outros animais marinhos estão presenteando as águas de Ilhabela com seu aparecimento. Saindo das águas em saltos incríveis, as baleia Bryde (residente da região), as Minke e Francas também estão dando as “caras” por aqui. Destaque ainda para os Tubarões-Baleias e as Mobulas gigantes. As espécies raramente são vista por aqui. No entanto, nos últimos dois meses foram registrados a presença de aproximadamente 20 deste animais. Vale ressaltar que o Tubarão-Baleia é o maior de todos os peixes e pode passar de 15 metros e 10 toneladas. As raias Manta com mais de 4 metros de largura/asa também foram flagradas na ilha. “Este ano tivemos um fenômeno muito interessante, que foi uma ressurgência de plancton e pequenos organismos que servem de alimento para diversas especies”, afirmou o órgão por meio de nota. O arquipélago de Ilhabela é conhecido ainda por ser o refúgio de fantásticas criaturas marinhas como as Orcas e golfinhos da família Toninha, Nariz de garrafa, Boto Cinza e o Pintado do Atlântico.
A belíssima paisagem é apenas parte das atrações de Ilhabela, no litoral de São Paulo. A região também guarda uma rica manifestação cultural. Ao chegar em uma localidade, é possível conhecer, além de suas belas praias, comunidades que têm muito a mostrar para os visitantes. Não à toa, o chamado TBC (Turismo de Base Comunitária) vem ganhando cada vez mais destaque no roteiro turístico local, tornando-se opção de passeio principalmente para aqueles que procuram uma experiência cultural genuína, com troca, integração e conexão com outras tradições. Localizadas em áreas de preservação ambiental, muitas das comunidades caiçaras encontram neste tipo de turismo uma fonte de renda. Mesmo ainda tímido, o projeto tem apresentado resultados animadores. “A iniciativa sendo ordenada e bem estruturada, representa importante experiência turística, agregando valor aos roteiros oferecidos, gerando renda e empregos para a região”, informou em nota a prefeitura. “Por se tratar de uma ação da própria comunidade visando seu protagonismo desde o planejamento, implementação e monitoramento do projeto, a prefeitura apoia a atividade por meio de estruturamento do local e capacitação da população através de cursos profissionalizantes”, continua informe. “Um dos principais desafios deste tipo de turismo é fazer com que os visitantes tenham uma imersão cultural com responsabilidade social e ambiental. Ou seja, um passeio diferente daquele que é realizado em massa com grandes grupos”, completa a nota. Além dos passeios em embarcações típicas - como a canoa de um pau só -, é possível curtir cada detalhe da vida dos moradores, acompanhar os rituais de pesca e deliciar-se de pratos tradicionais (receitas que são passadas de geração a geração). E mais: o ritmo de vida peculiar dos caiçaras não é a única coisa que faz sucesso. Eles também possuem um vocabulário específico: “um falar calmo, cadenciado, acentuadamente cantado e carregado de ironia”, nas palavras do professor Paulo Fortes Filho. BRAÇOS ABERTOS. De areias claras com cerca de 1,5km de extensão e mar aberto com ondas, Castelhanos é uma das praias mais conhecidas de Ilhabela devido a sua beleza e, principalmente, por ser um cartão postal do arquipélago. Se vista de cima, mostra o formato coração, característica única no mundo todo, o que torna a praia um lugar ainda mais especial. Mas não é somente um espetacular plano de fundo que a praia oferece. Por lá, existem antigas comunidades, que mantêm sua cultura através da pesca, do artesanato e da gastronomia. Quem chega a Castelhanos por meio o TBC tem a oportunidade de conhecer sua história, ter uma prosa com os anciões da comunidade, aprender artesanato e acompanhar uma pesca no cerco - técnica de pescaria japonesa. Para os aventureiros, a adrenalina também está garantida. O projeto oferece roteiros de trilhas em diferentes níveis de dificuldades em meio a Mata Atlântica, com direito a banho de cachoeira. 
Ilhabela iniciou a retomada de suas atividades turísticas de maneira gradual e com foco na segurança de moradores e turistas. A adoção de protocolos de prevenção e segurança definidas pela Prefeitura tem o objetivo de evitar a transmissão da Covid-19. Por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo, a administração pública tem disponibilizado materiais para os estabelecimentos comerciais no arquipélago com orientações para bares e restaurantes, náuticos, comércio e hotéis. Os informes tratam da forma de comunicação com os clientes, os cuidados com os funcionários, medidas sanitárias em áreas comuns e distanciamento no pagamento e no delivery. Ainda voltada para empreendedores e colaboradores de todos os segmentos turísticos (hospedagem, alimentação, comércio, eventos, guias e agências), a secretaria desenvolveu cursos sobre protocolos sanitários. On-line e com certificado, eles podem ser feitos até o dia 30 de outubro. Para garantir o cumprimento das normas e a segurança de todos, a fiscalização dos estabelecimentos reabertos ocorre diariamente. Na fila da balsa há uma barreira educativa na qual são exibidos vídeos para orientação pessoal e acontece uma distribuição de máscaras. A ilha permanece com sinalizações e a presença de carros de som e monitores nas praias do Perequê e do Curral para evitar aglomerações. Já o parque estadual segue fechado por determinação do Governo do Estado de São Paulo. EXPECTATIVA. Ilhabela está focada no turismo de natureza, investindo na manutenção e estruturação de trilhas da cidade e pontos turísticos. Os caminhos da cachoeira de Três Tombos, Parque das Cachoeiras e Porto dos Frades estão ganhando degraus, corrimões, guarda-corpos, bancos e decks, entre outros elementos. Outros acessos às demais praias e cachoeiras estão listados no planejamento municipal das manutenções, assim como o Centro de Atendimento ao Turista. A formação de guias turísticos através do convênio com a ETEC, workshops de avistamento de aves e baleias para profissionalizar o segmento, a sequência do incentivo ao roteiro histórico e mais de 300 vagas de capacitação em diversas áreas relacionadas são parte do plano de retomada, para qualificar trabalhadores e fomentar o setor. Para saber mais sobre as ações realizadas em Ilhabela, acesse: turismoilhabela.com.
Lançamento imobiliário traz novo conceito de bem viver com sustentabilidade, mobilidade, home office e opção de financiamento já na planta. Localizado entre as tranquilas ruas da Vila Maria e as infinitas possibilidades do centro de São José, o Libertá Residencial oferecerá bicicletas compartilhadas, para manter ou criar hábitos saudáveis, à disposição a qualquer hora do dia. Parte da energia elétrica das áreas comuns será gerada através de captação por células fotovoltaicas. A nova realidade que levou muitas pessoas a trabalhar de casa também estará presente. O projeto contará com coworking e lan house. Financia pela Caixa. Os apartamentos podem ser financiados na planta pela Caixa, o que facilita a compra. O atual momento do mercado também é um grande incentivador para quem pretende adquirir um imóvel para moradia ou investimento. As taxas do financiamento bancário estão muito reduzidas, em baixa histórica. Apartamentos e lazer. Serão unidades de 51 a 58,90m², 2 quartos, varanda com churrasqueira ecológica. Lazer, equipado e decorado, que terá ainda o sky lounge, espaço para convivência com uma bela vista do horizonte. A diretoria da incorporadora SI América, responsável pelo projeto, ressalta que tudo foi pensado para dar conforto às pessoas. Ambientes planejados, opções para home office, pequenos deslocamentos para compras e acesso rápido às demais regiões da cidade. O Libertá Residencial está sendo construído na av. 23 de Maio, 513, Vila Maria. Saiba mais: www.libertaresidencial.com.br.