Crime

Protestos pedem agilidade na investigação sobre a morte de Leuvis Manuel, alvejado por tiros no Rio

Autor morto possuía diversos livros incluindo, em um deles, uma homenagem para Marielle Franco

Patrick C. Santos
18/10/2021 às 13:29.
Atualizado em 18/10/2021 às 13:32
Leuvis Manuel (Reprodução/Globo)

Leuvis Manuel (Reprodução/Globo)

Amigos e conhecidos de Leuvis Manuel Olivero Ramos, pai, escritor e capoeirista assassinado no último dia 10 de outubro na Tijuca, zona Norte do Rio de Janeiro, fizeram um protesto no último domingo (17) em pedido de aceleração do processo investigativo, buscando saber quem matou Leuvis e o que motivou o crime.

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O protesto ocorreu no mesmo local onde o crime foi registrado.

Amigos pedem justiça pela morte do capoeirista (Reprodução/TV Globo)

Nascido na República Dominicana, Leuvis, 38 anos, foi morto a tiros no último dia 10 enquanto caminhava por uma rua da Tijuca. Segundo testemunhas, os disparos partiram de um carro que o alvejou com projéteis de arma de fogo.

Ele tinha cidadania dos Estados Unidos e estava no Brasil há quase 10 anos. Ele tinha um filho e namorava uma brasileira.

Dentre os 11 livros publicados pelo escritor, um deles consistia em uma crítica à milícia, juntamente de uma homenagem à vereadora Marielle Franco, assassinada em 14 de março de 2018 junto ao seu motorista Anderson Gomes.

O corpo de Leuvis será enterrado em solo norteamericano.

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