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Diástase abdominal pode ser tratada com tratamentos estéticos

Especialista explica como tratar a ruptura muscular que acomete mais de 30% das mulheres no pós parto

Publicado em 19/07/2021 às 00:41Atualizado há 22/07/2021 às 12:04
Camilla Estil (Arquivo pessoal)

Camilla Estil (Arquivo pessoal)

Nem sempre o abdômen volta ao que era antes da gestação – e, às vezes, o motivo não é simplesmente excesso de peso. Durante a gestação, os feixes da musculatura da barriga podem dilatar e se afastar, causando um afrouxamento, um problema chamado diástase reto abdominal. Especialistas estimam que aproximadamente 30% das mulheres sofram com o problema.

“A diástase é uma condição clínica que pode cometer homens e mulheres, mais as mulheres, principalmente no período gestacional e no pós-parto. Ela é caracterizada pelo afastamento da parede abdominal em relação à linha alba do corpo, o que na maioria das vezes acaba levando à flacidez abdominal e dor nas costas", conta Camilla Estil, proprietária da clínica Estil que é especializada em estética avançada e emagrecimento, no Jardim Aquarius, em São José dos Campos.

O controle do ganho de peso e a prática de atividades físicas que fortaleçam os músculos abdominais ajudam a prevenir a diástase. Para melhorar o quadro, existem hoje, tratamentos estéticos que podem ajudar na melhora da flacidez no local.

“Na clínica temos um protocolo exclusivo para tratar a diástase. Indicamos exercícios físicos específicos que auxiliam o diafragma combinados com a eletroterapia, que ajuda na flacidez muscular e tonifica os músculos abdominais. Usamos a combinação de vários aparelhos e procedimentos, como a radiofrequência, corrente aussie, led âmbar”, explica Camilla.

Segunda a esteticista, é preciso empenho pois o tratamento pode ser mais longo e pode durar de 2 a 3 meses dependendo de cada paciente. “Se a mulher segue todas as instruções e faz os tratamentos estéticos e exercícios corretamente os resultados aparecerão mais rápido”.

A educadora física Elisa Prits ficou grávida pela primeira vez em 2018 e engordou 15 quilos. Após o parto percebeu uma diferença no abdômen e uma fraqueza na região abdominal. Elisa também percebeu que estava sempre com vontade de ir ao banheiro e a bexiga estava sempre cheia. Ela estava com uma distensão no abdômen de cerca de 2,5 centímetros. E como sempre foi muito vaidosa com o corpo, logo foi procurar ajuda.

“Encontrei a Camilla e iniciei o tratamento com os protocolos indicados por ela para o problema. Além dos procedimentos estéticos, alguns exercícios também são feitos. É importante ter uma acompanhamento profissional, pois a diástase incomoda bastante nós mulheres. Finalizei o tratamento e percebo muita melhora na minha força abdominal e também na flacidez. Praticamente tenho minha barriga de volta, como era antes da gravidez”, conta Elisa.

Como descobrir a diástase?

É possível desconfiar de que se está com uma diástase depois do parto ao sentir a região abaixo do umbigo muito mole e flácida ou observar uma protuberância no abdômen ao levar algum peso, agachar ou tossir, e um dos principais sintomas, a incontinência urinária.

Para se certificar de que é uma diástase abdominal deve-se:

- Deitar de barriga para cima e pressionar os dedos indicador e médio cerca de 2 cm acima e abaixo do umbigo, e depois;

- Contrair o abdômen, como se fosse realizar um exercício de abdominal.

- O normal é que ao contrair o abdômen, os dedos saltem um pouco para cima, mas em caso de diástase os dedos não se movem, sendo possível até mesmo colocar 3 ou 4 dedos lado a lado sem que eles se movam com a contração abdominal.

Diástase abdominal

Diástase abdominal (Reprodução)

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