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Comissão de Meio Ambiente promove debate sobre compostagem

Vereadores e especialistas discutiram desafios da destinação e benefícios do aproveitamento de resíduos orgânicos

OVALEBrandStudioPublicado em 20/06/2021 às 23:52Atualizado há 24/07/2021 às 01:22
Pag 7-1 (Cléverson Nunes)

Pag 7-1 (Cléverson Nunes)

No mês em que se celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, a Comissão de Meio Ambiente da Câmara de São José dos Campos abriu debate sobre a importância da compostagem, um processo biológico de decomposição de matéria orgânica.

O assunto foi abordado em um painel no legislativo, no dia 2, promovido pelos vereadores Milton Vieira Filho (Republicanos), presidente da comissão, Amélia Naomi (PT) e Marcelo Garcia (PTB), membros, com a participação de especialistas e ambientalistas.

O encontro foi transmitido ao vivo pela TV Câmara e redes sociais oficiais e contou a presença do agrônomo Paulo Fortes, da bióloga Deise Soares Martins e do ativista Lucas Lacaz Ruiz, além da participação à distância do engenheiro agrônomo Antônio Storel e do empreendedor Junnio Gomes.

Os convidados destacaram que a compostagem contribui para redução do volume de lixo orgânico que vai para os aterros sanitários e a emissão de gases poluentes.

Dando continuidade às atividades da comissão, no dia 11 de junho, os vereadores Amélia Naomi (PT) e Marcelo Garcia (PTB) visitaram uma empresa de compostagem orgânica, na região norte, para conhecer como é feito o trabalho de reciclagem de resíduos orgânicos. O material vem de residências e restaurantes da cidade e é colocado em canteiros chamados leiras. O composto orgânico resultante do processo de decomposição é usado como fertilizante ecológico.

Programa de incentivo

Na Câmara, tramita o projeto de lei 246/2020, de autoria da vereadora Amélia Naomi (PT), que autoriza a criação de um programa de incentivo à prática de compostagem de resíduos orgânicos domésticos em domicílios, instituições públicas ou privadas e condomínios residenciais (Composta São José). O benefício para quem aderir seria a concessão de um desconto de 50% na taxa de lixo do imóvel a partir do ano seguinte.

A proposta prevê ações como a implantação de sistemas de compostagem doméstica nas escolas; em empreendimentos habitacionais de interesse social; orientação aos grandes geradores de resíduos sólidos, especialmente supermercados, shoppings e atacadistas; sensibilização e educação ambiental em feiras livres.

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