Folias de Reis são destaque em exposição e documentário do Museu do Folclore

Da Redação | @jornalovale

A exposição e o documentário foram apresentados ao público no último sábado (9), em dois eventos virtuais promovidos pelo Museu do Folclore, gerando um total de 926 visualizações, 93 curtidas e 83 comentários. A abertura da exposição, seguida de um bate-papo, aconteceu pelo Facebook, às 16h30, e o lançamento do documentário pelo YouTube, às 19h.

Confira aqui a exposição

Confira aqui o documentário

Exposição virtual

A exposição, intitulada ‘A estrela que move o Vale’, reúne 180 fotos de 12 Folias de Reis que participam anualmente da Chegada das Bandeiras. Todos as fotos são de autoria do fotógrafo Paulo Amaral, 46 anos, responsável por sugerir a realização da exposição. O profissional registra eventos culturais há mais de vinte anos, em particular, os ligados à cultura popular.

Também participaram do bate-papo sobre a mostra, além do próprio Paulo Amaral, a folclorista Angela Savastano e a museóloga Mariana Boujadi, responsável pela orientação técnica da exposição. A pesquisadora Tiane Tessaroto foi a mediadora do encontro.

“A exposição virtual estimula a construção de novos percursos, significando e resignificando formas de leitura e de interpretação dos registros fotográficos, dos textos e dos contextos apresentados. Uma exposição virtual é, sobretudo, uma exposição sem fronteiras visíveis”, destaca Mariana.

Documentário

O documentário mostra imagens, em vídeo e foto, de 13 Folias de Reis participando da Chegada das Bandeiras, de visitas a outros presépios e de gravaçõs feitas por alguns grupos neste período da pandemia. O material também traz depoimentos de mestres e contramestres falando do quanto é importante manter a tradição das Folias de Reis e da importância que elas tem para os devotos.

A pesquisadora Tiane Tessaroto foi responsável pelo trabalho de pesquisa, roteiro e locução do documentário, com edição do profissional Danilo Ferrara. O material é uma realização do Museu do Folclore, em parceria com a Fundação Cultural Cassiano Ricardo e Prefeitura de São José. A produção e gestão coube ao CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular).

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