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Julho 17, 2019 - 00:00

'Não tratamos o drogado, mas a pessoa', diz coordenadora


VOCAÇÃO. Natural de Sergipe e formada em matemática, Daniela Lima tornou-se voluntária da Fazenda da Esperança e viu nascer a vocação por seguir o trabalho na recuperação de dependentes. Em 2013, foi morar na fazenda de Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, onde ficou por cinco anos e tornou-se responsável pela unidade. No começo de 2018, assumiu a fazenda feminina de Guaratinguetá e fez votos de pobreza, obediência e castidade, mantendo-se leiga. "Tinha o desejo de me casar, mas renunciei por amor a Deus e para viver esse amor a todos". Cuidando da unidade e de 60 mulheres, Daniela diz que foi conquistada pela espiritualidade da missão. "O carisma da esperança é o de acreditar sempre". Explica: "A gente não tratar o drogado, a prostituta. É a pessoa. Porque a essência é boa. Foi ser feliz na droga. Então é acreditar nessa essência"..

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