Fatores como chuvas, imprevistos e até paralisação judicial atrasaram obras

DATAS. No caso da ponte estaiada, o governo Felicio credita o atraso no cronograma ao período de chuvas e a interferências das redes subterrâneas, que não estavam previstas inicialmente. A gestão tucana também cita a paralisação judicial dos serviços, que embora tenha durado apenas 11 dias, teria gerado a desmobilização de profissionais, máquinas e equipamentos. Já no caso da Via Cambuí, são citados itens que não estavam previstos no projeto inicial, como a rotatória da Avenida Madre Tereza de Calcutá, no acesso do Santa Cecília; a alça de acesso na Avenida Glaudiston de Oliveira, no Putim; e rotatória e duplicação no acesso à Igreja da Cidade..

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