Equipamentos para recarregar baterias dos VLPs da Linha Verde custarão R$ 4,36 milhões

Apenas uma empresa apresentou proposta na licitação da Prefeitura de São José dos Campos; custo da primeira fase da Linha Verde já chegou a R$ 161,69 milhões

A Prefeitura de São José dos Campos deve pagar R$ 4,36 milhões pelos equipamentos que serão usados para recarregar as baterias dos 12 VLPs (Veículos Leves sobre Pneus) que irão operar na Linha Verde.

Esse foi o valor oferecido pela única empresa que apresentou proposta na licitação – o valor máximo era de R$ 4,57 milhões. O contrato será assinado com a Nansen Instrumentos de Precisão, que tem sede em Contagem (MG).

Ao todo, serão comprados seis equipamentos para a recarga das baterias – são os chamados eletropostos, que recarregam as baterias de veículos elétricos. A recarga completa será feita em até três horas.

Segundo o edital, os equipamentos serão instalados no terminal da Linha Verde, que será implantado na Estrada do Imperador, próximo ao entroncamento com a Rua José Izaltino Silva, no bairro Campos dos Alemães.

LINHA VERDE.

Somados os outros contratos, o custo da primeira fase da Linha Verde já chegou a R$ 161,69 milhões – esse cálculo já inclui os equipamentos para recarregar as baterias dos VLPs.

A primeira fase da obra, que tem início na Estrada do Imperador (região sul) e segue até o Terminal Intermunicipal (região central), custará R$ 55,832 milhões, sendo R$ 30 milhões de aporte do governo estadual. O serviço é executado pelo Consórcio Projeto Linha Verde, formado pelas empresas Compec Galasso e Geosonda, e tem previsão de entrega para 21 de outubro – o cronograma, no entanto, está bem atrasado. Na segunda fase das obras, que ainda não foi licitada, será criado o Anel Viário Leste, uma nova via que permitirá a interligação de toda a cidade ao Parque Tecnológico, sem a necessidade de uso da Via Dutra.

Além da obra, R$ 60,9 milhões devem ser gastos com a desapropriação de áreas pertencentes à CTEEP (Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista), que somam cerca de 400 mil metros quadrados. Os 12 VLPs, encomendados à BYD do Brasil, custarão R$ 34,732 milhões. E a Urbam (Urbanizadora Municipal), estatal controlada pela Prefeitura, receberá R$ 5,867 milhões para fazer a supervisão da obra e também a supervisão ambiental do projeto Linha Verde.

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