ACI cria grupo para debater ações contra coronavírus em São José

Objetivo do comitê de crise criado pela empresária Eliane Maia, recém empossada como presidente da ACI, é apoiar empresários nesse momento de crise e debater alternativas

Da redação @jornalovale | @jornalovale

Uma das primeiras medidas da nova presidente da ACI (Associação Comercial e Industrial) de São José dos Campos, a empresária Eliane Maia, empossada em reunião virtual nesta quarta-feira, foi criar um comitê de crise para tentar minimizar os impactos da pandemia do coronavírus.

O objetivo é apoiar empresários no momento de crise e orientar tanto na parte legal como na interface com governos e bancos.

O grupo contará com membros da ACI e do secretário de Gestão Administrativa e Finanças de São José dos Campos, José de Mello Correa, que vai atuar como conselheiro da indústria.

"Já havia colocada essa questão do comitê de crise, mas não se imaginava que passaríamos por essa situação. Grande desafio, mas acho que venceremos", disse Eliane.

"Propus a criação de um comitê de crise para analisar a situação e tomar decisões para atender expectativas e anseios do comércio e indústria da cidade."

Segundo ela, o momento é de encontrar alternativas para minimizar os impactos da pandemia do coronavírus na economia, o que inclui fornecer um canal seguro de informações aos empresários.

"ACI será canal de comunicação com tudo o que tem sido aprovado pelos governos, como acessar créditos, pagamento de folha, bancos, linhas de crédito, para minimizar a crise", disse.

Eliane defendeu um momento de construção e parcerias com saídas para a crise, não de consternação e divisões.

"Temos um portal que vamos colocar para empresário usarem como ferramenta, oferecendo produtos, serviços e fazendo promoções. Mandar para todos os associados. Ajudar nesse momento, fazer vídeos para divulgar, com ideias e formas para enfrentar a crise", afirmou a empresária.

Quanto à quarentena decretada em São Paulo, que fechou o comércio considerado não essencial até 7 de abril, ela mantém a posição de seguir a recomendação do Estado.

"Primamos pela obediência ao regulamento legal. Temos que evitar ao máximo que o vírus se propague. Vamos ter que repensar a questão do trabalho com essa pandemia."

A presidente acredita que "o mundo vai ser diferente quando voltarmos" e que os negócios terão que ser repensados..

 

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