Ideias

ESPECIALIDADE EM MATAR E NÃO EM CURAR

João Júlio da SilvaJornalista em São José dos CamposPublicado em 26/06/2021 às 02:00Atualizado há 24/07/2021 às 01:08

O Brasil já ultrapassou meio milhão de mortos pelo coronavírus, consequência do boicote criminoso a vacinas, da defesa do tratamento precoce com medicamento ineficaz (leia-se cloroquina), da sabotagem de medidas de distanciamento e do uso de máscara. Portanto, a identidade do grande responsável pelo genocídio é bem conhecida (me recuso a citar a monstruosidade). Há provas relevantes de irresponsabilidade com a saúde pública, tendo como foco a tal "imunidade de rebanho", uma aberração do negacionismo. Palavras escabrosas: "Eu não sou coveiro. E daí? Quer que eu faça o quê?".

Meio milhão de mortos não deve significar nada para um especialista em matar! Sim, em junho de 2017, quando era um insignificante parlamentar do baixo clero, ao ser questionado sobre a quantidade de projetos de sua autoria que foram aprovados durante quase três décadas em que esteve no Congresso, o parasita (com dois projetos aprovados) lembrou que defendeu a aprovação da fosfoetanolamina - a "pílula do câncer". A substância, tal como a cloroquina, também não tem nenhuma comprovação científica de tratamento. O inepto afirmou: "Cura ou não cura, não sei. Sou capitão do Exército, a minha especialidade é matar, não é curar ninguém". E acrescentou: "Se eu não fosse preparado para matar, eu não seria militar".

Aprovada em março de 2016, sem comprovação da eficácia da pílula, a decisão acabou suspensa no mesmo ano pela suprema corte. Para um serial killer de crimes contra o povo, além do desrespeito à vida, deve ser bem compensador defender medicamentos sem nenhuma eficácia!.

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