Brasil

Decisão de Fachin tinha intenção de evitar suspeição, mas objetivo fracassou

Publicado em 13/03/2021 às 02:00Atualizado há 24/07/2021 às 03:39

ESTRATÉGIA. A decisão do ministro Luiz Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), em anular as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na segunda-feira tinha como objetivo inicial evitar que fosse decretada a suspeição do ex-ministro da Justiça e ex-juiz Federal Sergio Moro, que esteve à frente dos julgamentos do ex-presidente no âmbito da Operação Lava Jato. No entanto, apesar dessa tentativa, outro ministro do STF, Gilmar Mendes decidiu levar a julgamento o pedido da defesa do ex-presidente, quanto à suspeição de Moro, o que ocorreu já no dia seguinte, na terça. Por enquanto, dois votos, de Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, foram favoráveis à suspeição. Kássio Marques, que pediu vistas do processo e adiou o julgamento, teria dito nos bastidores que poderia votar a favor da suspeição de Moro..

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