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Novo filme da série 'Vai que Cola' volta às origens de seus personagens

Da redaçã[email protected] | @jornalovale

O programa "Vai Que Cola", que começou para dar holofote ao talento do humorista Paulo Gustavo, criou asas e ganhou vida própria depois de 7 anos de sua estreia.

Com personagens carismáticos e talentos novos, a sitcom tipicamente brasileira ganhou status de "Sai de Baixo", ainda que passando somente no canal de TV por assinatura.

Não poderia ser diferente: o humor escrachado e caricato se une à liberdade de expressão que não seriam bem recebidas na TV aberta, o que não impede o público de conhecer a obra.

Com imensa popularidade, "Vai Que Cola" ganhou seu primeiro longa metragem em 2015, expandido o universo do cenário rotatório da série.

Visto por 300 milhões de espectadores, uma sequência era inevitável: a turma da pensão da Dona Jô volta às telonas para "Vai Que Cola 2", que estreia nos cinemas nesta quinta-feira.

Apesar de perder Paulo Gustavo, estrela do primeiro filme, a obra tem um punhado de histórias cativantes para explorar, personagens direto do subúrbio do Rio de Janeiro.

"A gente aproveita o que foi construído em sete temporadas e volta no tempo para mostrar como tudo aquilo começou", disse o diretor César Rodrigues em entrevista promocional.

Dessa vez, o filme conta as origens de cada personagem, desde Jéssica, interpretada por Samantha Schumtz e todos seus namoricos, desde Velna, personagem de Fiorella Mattheis, com seus inúmeros disfarces.

"Quando você pensa que já viu todas as loucuras do Vai Que Cola, você está errado. No filme, a gente se solta mais do que na série. É como um cachorro que saiu para passear", conta Samantha, em meio a risadas.

O destaque fica para o personagem Ferdinando e sua saída do interior para a cidade grande. De acordo com o ator Marcus Majella, o personagem vai beijar dois homens no filme.

"E aqui não vai ter ninguém para censurar", afirma o ator, referindo-se ao episódio da semana passada, em que o prefeito Marcelo Crivella (PRB) mandou retirar livros que continuam imagens de dois homens de beijando da Bienal do Livro.

No filme, as loucuras de Ferdinando são ainda mais amplificadas. Seus sonhos absurdos vão ficar vívidos na tela dos cinemas, ainda mais saindo da mente de sua versão mais jovem.

"Como ele transita entre a fantasia e a realidade, no cinema, ao contrário da série, a gente consegue ver como ele pensa", afirma Majella.

Sem economizar nas risadas, o filme ainda conta com a participação de Serginho Malandro, que reencena o clipe de "Lua de Cristal", da Xuxa, com Ferdidando.

Assim como na série, o telespectador não vai ficar sem os improvisos que acontecem na série ao vivo.

"Toda a cena em que Maicól e Ferdinando se encontram foi improvisada", disse o ator Emiliano D'Ávila..

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