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RMVale vive desafio de tentar evitar terceira onda do novo coronavírus

RMVale entra no segundo semestre para evitar a 3º onda de contaminação por Covid-19; junho terminou como 3º mês mais mortal e com mais casos

Xandu Alves@xandualves10Publicado em 03/07/2021 às 02:00Atualizado há 22/07/2021 às 12:29
Vacinação contra a Covid-19 em São José (Divulgação/PMSJC)

Vacinação contra a Covid-19 em São José (Divulgação/PMSJC)

O Vale do Paraíba terá nas próximas semanas a missão de evitar a terceira onda de contaminação pelo novo coronavírus, com um novo aumento de casos, internações e mortes.

O termômetro é o mês de junho, que terminou na última quarta-feira (30) com queda nos três indicadores com relação a maio, mas com todos eles ainda em patamar elevado. Isso aumenta o risco de recrudescimento da doença.

No total de casos confirmados de Covid-19 e mortes pela doença, junho assumiu a posição de terceiro pior e mais mortal mês de toda a pandemia, como antecipou OVALE.

O mês terminou com 35.956 diagnósticos positivos em junho, atrás apenas de maio (39.901) e janeiro (38.365).

Com relação a maio, o mês de junho reduziu em 3% o total de casos confirmados, mas é preciso levar em conta que o período teve um dia a menos. Observando a média diária de contaminados, ambos os períodos têm números semelhantes: 1.199 casos por dia em junho e 1.190 em maio, em média.

Já na comparação com abril, que registrou 32.565 infectados, junho registra um crescimento de 10,4% na quantidade de contaminações, o que não deixa de ser preocupante.

ÓBITOS.

Quanto ao número de mortes, junho acumulou 805 vítimas contra 998 em maio, uma redução de 19%. Ainda assim, o mês foi o terceiro mais letal da pandemia, atrás de maio e abril (955 mortes).

Junho teve quatro vezes mais mortes do que dezembro (196) e quase o dobro dos óbitos de janeiro (483) e fevereiro (487), o que revela a extrema gravidade da doença neste ano.

Para o coordenador-executivo do Centro de Continência Contra a Covid-19 de São Paulo, João Gabbardo, os indicadores devem cair nas próximas semanas.

"Estamos conseguindo evitar uma terceira onda, mas não podemos relaxar ainda"..

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