São José dos Campos
20º / 26º
No decorrer do dia o dia terá com variação de nebulosidade na região.
Brasil
Outubro 12, 2018 - 20:21

Após missa, Haddad pede paz e promete assistência à infância

Fernando Haddad

Religiosidade. O candidato a presidente pelo PT, Fernando Haddad, durante missa em homenagem a Nossa Senhora Aparecida, em S. Paulo

Foto: Ricardo Stuckert

Depois da missa, já na rua em frente à igreja, o candidato do PT lembrou a reunião que teve nesta semana com representantes da CNBB e falou sobre os princípios acordados com a organização religiosa na quinta-feira

Camila MacielAgência Brasil

O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, participou na manhã desta sexta-feira de missa em homenagem a Nossa Senhora Aparecida e ao Dia da Criança na Paróquia dos Santos Mártires, no Jardim Ângela, bairro periférico da zona sul paulistana.

Após a cerimônia, que lotou a igreja, Haddad pediu paz e prometeu mais atendimento à infância, se for eleito.

Depois da missa, já na rua em frente à igreja, Fernando Haddad lembrou a reunião que teve nesta semana com representantes da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) e falou sobre os princípios acordados com a organização religiosa. "Preservar a vida, combater a violência, combater a corrupção, preservar o meio ambiente e garantir a democracia. Alguém é contra isso?", perguntou Haddad aos presentes, que o aplaudiram. Em seguida, o padre Jaime Crowe manifestou apoio para o candidato petista.

Haddad disse que tem como meta colocar toda criança a partir de 4 anos na escola. "Vamos fazer busca ativa de crianças que ainda não estão na escola nesta idade, porque é obrigatória a matrícula desde que eu, como ministro da Educação, propus e foi aprovada a Emenda Constitucional n° 59", afirmou, em entrevista à imprensa. Durante o ato, entregou ao padre Jaime um livro com os resultados do Projeto São Paulo Carinhosa, executado durante sua gestão na prefeitura de São Paulo.

Em seu sermão, Crowe lembrou as vítimas da violência, inclusive em campanhas políticas, e o fato de, em 1996, o Jardim Ângela ter sido apontado pela ONU (Organização das Nações Unidas) como a região urbana mais violenta do mundo, com 130 mortes a cada 100 mil habitantes..

 

Publicidade
Publicidade
Publicidade  
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade

BRASIL

MUNDO