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Alunos de curso técnico da ETEP desenvolvem dispositivo de transferência hidráulico

Protótipo é um dispositivo desenvolvido para facilitar a locomoção de pessoas com limitação de movimentos, cuja função é de fazer a transferência de pessoas entre a cama para uma cadeira de rodas e vice e versa, ou fazer a transição da cadeira de rodas para o carro, a capacidade máxima é de 100 quilos

Julia CarvalhoPublicado em 31/08/2017 às 11:25Atualizado há 08/07/2021 às 03:52
Os alunos realizaram vários testes do projeto (Divulgação)

Os alunos realizaram vários testes do projeto (Divulgação)

Alunos do curso técnico profissionalizante de Mecânica da Escola de Tecnologia e Educação Profissional (ETEP) criaram como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) um protótipo do dispositivo de transferência hidráulico, que visa reduzir esforço para profissionais de saúde, além de ser um facilitador para os portadores de necessidades especiais, pessoas com limitação de locomoção ou idosos.

O protótipo é um dispositivo desenvolvido para facilitar a locomoção de pessoas com limitação de movimentos, cuja função é de fazer a transferência de pessoas entre a cama para uma cadeira de rodas e vice e versa, ou fazer a transição da cadeira de rodas para o carro, a capacidade máxima é de 100 quilos.

"Esse projeto é importante para poupar esforços de familiares na hora transferir o paciente da cama para a cadeira, sem piorar estado do acamado ou deficiente e sem maiores esforços do operador. Conversei com meu vizinho e ele tem um filho deficiente, esse dispositivo facilitaria muito a vida dos pais", afirmou um dos criadores do dispositivo, Eliezer Rodrigues, de 23 anos.

Segundo a diretora do Colégio Técnico da ETEP, Claudia Aparecida Moreira Guedes, a instituição trabalha com projetos práticos, como esse, para que os profissionais que concluem os cursos técnicos possam se inserir rapidamente no mercado de trabalho.

“Esses cursos suprem uma demanda por mão de obra especializada e qualificada, assim, os estudantes têm um diferencial competitivo e acabam se inserindo mais rapidamente no mercado de trabalho”, explica Claudia.

Eliezer Rodrigues, de 23 anos, construindo o protótipo (Divulgação)
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