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Agosto 31, 2017 - 12:32

EUA e Coreia do Sul fazem manobras em zona fronteiriça com Coreia do Norte

Mísseis foram exibidos durante desfile militar em Pyongyang em abril de 2017

Mísseis foram exibidos durante desfile militar em Pyongyang em abril de 2017

Foto: /REUTERS/Damir Sagolj

Agencia Brasil

As forças aéreas de Coreia do Sul e Estados Unidos fazem manobras nesta quinta-feira (31) com a simulação de bombardeios sobre alvos norte-coreanos em uma região próxima da fronteira entre as Coreias, uma exibição de força após o último lançamento de um míssil por parte do regime de Kim Jong-un. A informação é da Agência EFE.

Participaram do exercício quatro caças F-35B, dois bombardeiros estratégicos americanos B-1B e vários caças sul-coreanos F-15, um exercício conjunto de alto perfil concebido como advertência à Coreia do Norte, informou o exército da Coreia do Sul.

O exercício "demonstra a absoluta determinação dos aliados para fazer frente às provocações do Norte que ameaçam a paz regional e global", indicou o comandante da força aérea sul-coreana, Won In-chul, em declarações veiculadas pela agência local Yonhap.

Vários caças japoneses e bombardeiros americanos de longo alcance baseados na Ilha de Guam também intervieram nas manobras, o que supõe um nível de efetivos sem precedentes, segundo a mesma fonte.

Os "exercícios de ataques de precisão a instalações-chave norte-coreanas" aconteceram na província sul-coreana de Gangwon, que fica na região nordeste deste país e próxima da fronteira com o Norte.

As manobras acontecem dois dias depois que a Coreia do Norte fez seu último teste com um míssil balístico que sobrevoou o território do Japão, e no mesmo dia em que Washington e Seul concluíram suas amplas manobras militares anuais Ulchi Freedom Guardian.

As manobras entre EUA e Coreia do Sul, e que às vezes incluem o Japão, costumam gerar fortes protestos da Coreia do Norte, já que o regime de Kim Jong-un as considera uma simulação de uma invasão a seu território e as utiliza como justificativa para seus testes armamentistas.

O lançamento de um míssil balístico na terça-feira passada em direção às águas do Pacífico foi uma "advertência" para os EUA e um "prelúdio" de um eventual ataque contra a Ilha de Guam, segundo Pyongyang.

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