São José dos Campos
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No decorrer do dia o dia terá com variação de nebulosidade na região.
Ideias
Julho 14, 2017 - 23:41

CARTAS


MANTIQUEIRA

Em março, mais precisamente dia 24, às 15h, o Auro Lúcio Silva, que esteve à frente da organização do 1º Encontro no ano passadom esteve na Fundação Cultural Cassiano Ricardo, en reunião com o Sr. Aldo, presidente da FCCCR. Segundo o Auro, que se afastou da Comissão Executiva do 2º Encontro, porque está fora do país, o Sr. Aldo disse na ocasião a ele que não tinha dinheiro para disponibilizar para a realização do evento. Mas, o Auro Lucio, argumentou que não estava ali pedindo dinheiro. Queria que a Fundação cedesse a mesma infraestrutura que no ano anterior. Ou seja, tendas, palco, mobiliário, som e iluminação, e que o resto ficaria por nossa conta conseguir verba, assim como no 1º Encontro. O Sr. Aldo, então, disse que a FCCR ajudaria, sim, e que a Fernanda entraria em contato. Falamos com o Auro Lucio no dia12 e ele disse que entregou uma proposta para o Sr. Aldo, de três folhas. Desde então, nem Fernanda nem Sr. Aldo entraram mais em contato, apesar de inúmeros recados deixados nos devidos departamentos. Também temos documentado e, este sim protocolado, uma nova proposta de solicitação de equipamentos feitos pela Orbe, ONG que "abriga" e administra inclusive os poucos recursos do Encontro. Também não tivemos resposta a cerca desse pedido até hoje. No último domingo (9), estive na Mostra de Arte e Cultura, em São Francisco Xavier, e a Fátima Gilberti, diretora geral da MACsugeriu que o 2º Encontro fosse realizado no Casarão da Fazenda, onde está acontece a MAC deste ano, pois os eventos terminam no próximo dia 31 e a tenda e outras estruturas do local poderiam ser usadas. Vale ressaltar que apenas o Casarão não pode ser utilizado, porque a exposição de arte ficará no local até o dia 15 de agosto, à disposição dos alunos das escolas, que terão visitação monitoradas. Em princípio pareceu uma ideia interessante, mas encontramos certos problemas estruturais para abrigar o evento de literatura. A tenda é pequena e esta fixada no gramado. Caso chova no dia do evento, o espaço fica inutilizável. Outra coisa é a falta de sanitários. Tem apenas dois - feminino e masculino - pequenos. Mas o maior problema, além da distância do centro de São Francisco Xavier, é a acessibilidade. O Casarão, que não pode abrigar um número concentrado de pessoas, pois o piso pode ceder, fica no alto de um morro. Queremos deixar claro que a ideia de ocupar o Casarão não foi a Prefeitura e nós que levamos a proposta, por escrito para o subprefeito, Marcos Rosa, pedindo autorização. Ele achou ótima a saída, pois tiraria facilitaria a organização. Mas declinamos da ideia pela falta de acessibilidade principalmente, pois alguns escritores que confirmaram presença têm certa idade. Para um cadeirante ou pessoa com pouca mobilidade, por exemplo, não teria o conforto necessário, nem ao menos sanitário apropriado. A administração se apropriou de uma ideia nossa para reverter o jogo. A nossa maior prova são as pessoas que estavam presentes no domingo quando surgiu a ideia da utilização do Casarão. Outra coisa que foi apontada pela prefeitura foi uma reunião na última segunda-feira (10) com a Comissão Executiva em São Francisco Xavier. Não é verdade que o Sr. Tom esteve na cidade para falar sobre o Encontro. Ele esteve, sim, para se reunir com outras pessoas por conta de uma festa Julina e do aniversário da cidade. Pergunto: Se ele queria saber do que precisávamos para a realização do Encontro, porque não procurou nas propostas que foram entregues há vários meses na prefeitura e na FCCR? Ele tem tudo à mão. Não há necessidade de nos encontrar para isso. Mesmo que ele tivesse ido para isso, chegou tarde demais. Um mês antes da realização do evento é pedir para que ele seja cancelado. Como poderíamos organizar um evento dessa envergadura em apenas um mês? E se ocorresse qualquer acidente, concorda também que a responsabilidade cairia sobre nós, da Comissão Executiva? Enfim, esgotamos todas as possibilidades e estamos com as nossas consciências tranquilas. Fizemos o que tinha que ser feito.

Neusa Spaulucci

São José dos Campos

FLUXO DO FUNK

Engraçado que estou vendo um monte de gente xingando achando que são os "menos favorecidos" que fazem essa bagunça. Mas quem esta fazendo e quem frequenta, são os próprios "riquinhos" dessa região Não esqueçam que pobre não tem dinheiro para ter carro equipado com som! Há alguns dias passei ao lado da igreja Sagrada Família, só tinha carros bons e adolescentes, jovens da própria região, nesses encontros! Se os pais segurassem seus filhos e os educarem pra não estar na rua meia noite fazendo zona, isso não aconteceria! E por favor, parem de achar que é só pobre que faz bagunça.

Letícia Ribeiro

São José dos Campos

INTERNAÇÃO À FORÇA

Concordo, pois chega um momento que eles (usuários de crack) não tem mais discernimento dos seus atos. Mas quem é contrário, pode usar da sua bondade e adotar um desses dependentes e cuidar da recuperação dele em casa.

Joaquim Freire Machado

São José dos Campos

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