A Trinta e Um Filmes é formada por Yuri Moraes, Caue Bravim, Adriano Vilas Boas, Ulisses Fonseca e Antonio de Laet. Parte da galera que deu seus primeiros passos na área de criação no Vale está conquistando São Paulo com seu humor ácido. Em entrevista a Societá, Yuri Moraes contou novidades da carreira.
Como está a carreira de vocês por São Paulo?
Trabalhamos com publicidade de pára-quedas, em grandes agencias como a F/NAZCA. Conseguimos um espaço legal na TV com a NH&CI e estamos caminhando para a política agora.
Vocês se consideram estrelas do humor?
(Risos). Não. É meio complexo, que nunca nos vimos muito como humoristas em si. Acho que o entretenimento destrói vidas e isso é muito doloroso.
Como é conviver com personalidades da MTV?
É ok. Temos uma relação profissional legal com o pessoal porque trabalhamos diretamente com eles atrás das câmeras. É uma relação meio maluca na realidade. Tem gente boa, mas tem gente de caráter duvidoso, como o Ronald Rios.
De onde vem a inspiração?
Da vida principalmente. A maioria dos quadros são uma distorção insana de coisas que realmente aconteceram conosco ou com pessoas próximas, por incrível que pareça.
Como surgiu a ideia?
Queríamos fazer um programa com as esquetes mais insanas já vistas na TV, mas no início falhamos. Então resolvemos fazer paródias com trocadilhos e imitações com perucas para ganhar muito dinheiro, o tipo de dinheiro que as pessoas geralmente não veem durante a vida.
E os novos projetos?
Estamos com uma peça de teatro musical, uma pequena ópera sobre o imperador chinês Kublai Khan, neto de Genghis Khan, vai ser hilário.