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March 20, 2017 - 16:47

Após arrastão, estudantes da Unifesp fazem protesto pedindo segurança

Protesto Unifesp

Foto: Divulgação

*Atualizado às 17h38

Daniela Santos
São José dos Campos

Estudantes da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) realizaram nesta segunda-feira (20) um protesto pedindo por mais segurança durante os horários de entrada e saída da instituição. Na última quinta-feira (16) houve um arrastão dentro da universidade.

De acordo com alunos, havia cerca de 400 participantes. O ato iniciou na manhã desta segunda em frente à unidade Talim, na região central da cidade. No início da tarde, os estudantes se concentraram na Praça Afonso Pena e, em seguida, foram para frente do Paço Municipal.

Segundo o estudante Vinicius Nunes, que cursa o quinto ano de engenharia da computação, o ato desta segunda-feira reuniu alunos e professores da instituição e eles pediram uma resposta imediata ao executivo municipal.

“O prefeito Felicio se comprometeu a marcar, ainda nesta semana, uma reunião com a Polícia Militar, Polícia Civil e representantes da Unifesp. Se ele não cumprir o prometido, na semana que vem voltaremos a protestar”, falou ao O VALE.

Vinícius também discorreu um pouco sobre as dificuldade enfrentadas pelos estudantes, diariamente.

“A Unifesp está com dívida de mais de R$ 2 milhões e, por conta disso, muitos seguranças foram retirados de lá. Não temos nem Bombeiros. Semana passada, houve um arrastão dentro da universidade. Quatro homens entraram armados. Além desse problema, ainda há a questão do transporte. Só há uma linha que atende o local e ela demora entre 1h30 a 2 horas para chegar”, finalizou.
 
Em nota, instituição informou que “Com relação à segurança interna, o ICT/Unifesp vem estudando medidas para reforçá-la, tais como, implantação de mais câmeras de vigilância, instalação de novas cercas e aumento das rondas por vigilantes terceirizados”.

Em nota, a prefeitura comunicou que abriu um canal de diálogo e que se compromete a estudar as reivindicações dos estudantes e reiterou que uma nova reunião deve ser feita entre o executivo e uma comissão dos estudantes para dar prosseguimento nas ações. 

O VALE
entrou em contato com a Polícia Militar, mas até o fechamento desta reportagem não houve retorno.


 

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