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Brasil
Junho 04, 2018 - 22:03

Singapura designa uma 'área especial' para Trump e Kim

Kim Jong-un

Encontro. Kim Jong-un estará com Trump no dia 12 de junho

Foto: /Arquivo

A "área especial" também será palco de possíveis reuniões entre os representantes dos Estados Unidos e da Coreia do Norte

Da Agência [email protected]

As autoridades de Singapura designaram uma zona do centro da cidade-estado como "área especial" para a cúpula do dia 12 entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, divulgaram nesta segunda-feira (4) os veículos de imprensa locais.

O jornal oficial do governo de Singapura publicou no domingo uma ordem pública para anunciar a medida, que será efetiva entre os dias 10 e 14, e afeta uma área do núcleo urbano.

Na zona delimitada, onde haverá fortes medidas de segurança, está localizado o Hotel Shangri-la, um dos lugares divulgados pela mídia para o encontro entre Trump e Kim.

Na área cotada também estão outras redes hoteleiras como Hilton e Four Season, além de vários shoppings e pelo menos cinco estações do sistema de metrô.

As autoridades, no entanto, ainda não anunciaram o local da reunião prevista para terça-feira da próxima semana.

A "área especial" também será palco de possíveis reuniões entre os representantes dos EUA e da Coreia do Norte, e de "qualquer atividade prévia e eventos sociais relacionados com a cúpula".

A reunião entre Trump e Kim será a primeira entre líderes dos dois países após quase 70 anos de confrontos iniciados com a Guerra da Coreia (1950-1953) e de 25 anos de negociações fracassadas e tensões por conta do programa atômico norte-coreano.

PREPARATIVOS.

Com três generais de seu núcleo de poder afastados, o ditador norte-coreano Kim Jong-un começou a arrumar as malas para o encontro com o presidente Donald Trump, em Singapura, na terça-feira da semana que vem.

Um dos generais demitidos, Ri Myong-su, chefe do Estado-Maior, foi confidente de Jong-il, o pai de Kim. Os outros dois eram o chefe da Defesa e o diretor do birô político das Forças Armadas.

Essa reorganização em Pyongyang foi noticiada em Seul, na vizinha Coreia do Sul, filtrada por serviços secretos. Pode não ser verdadeira, como em alguns exemplos do passado.

Os cargos vagos já estariam ocupados por jovens militares. O especialista em Coreia do Norte Kim Yong Hyun vê a reforma como sinal de que Kim Jong-un está mesmo decidido a ter um país em desenvolvimento sem armas nucleares a continuar pobre com armas nucleares..

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