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Maio 08, 2018 - 22:52

Marun critica Barroso e insinua que imprensa paga por vazamentos

Marun

Marun

Foto: /Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro questionou a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal de negar o pedido da defesa do presidente para arquivar o inquérito contra o presidente Temer

Débora BritoAgência Brasil

O ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, Carlos Marun, voltou a criticar nesta terça-feira a atuação do Poder Judiciário e defendeu que seja encerrado o inquérito dos portos, no qual o presidente Michel Temer é investigado por supostamente favorecer a empresa Rodrimar por meio de decreto.

Marun questionou a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso de negar o pedido da defesa do presidente para arquivar o inquérito. Para ele, o processo está "completamente contaminado" devido ao "vazamento seletivo" de informações para a imprensa. E insinuou que órgãos da imprensa poderiam estar pagando para receber os dados do inquérito e publicar denúncias contra Temer.

"Esse inquérito dos portos deveria ser encerrado, porque é fonte permanente de vazamentos, e vazamento é crime. Se um cidadão é receptador de produto de crime, ele é preso. Existem órgãos da imprensa que parecem que são receptadores de crime, do crime de vazamento, e isso não é sequer investigado com mais atenção. Tem que se ter cuidado em relação a isso. Quem é que me garante que não estão pagando, que estão chegando nos órgãos de imprensa mediante remuneração financeira?", disse Marun. O ministro reiterou que não descarta nenhuma hipótese sobre os vazamentos e exigiu que seja aberta uma investigação. Marun também desafiou que se apresente provas de que o decreto dos portos tenha sido editado por Temer para favorecer empresas.

CONGRESSO.

Marun disse que o Congresso deve ser respeitado na sua prerrogativa de legislar e que os outros poderes devem obedecer o que é aprovado e promulgado no Parlamento. Para o ministro, um juiz de primeira instância impedir a nomeação de um ministro indicado por Temer e o ministro Barroso pedir a quebra do sigilo bancário do presidente são exemplos de "operadores do Judiciário" que, em sua opinião, descumprem a lei..

 

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