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Economia
Abril 25, 2018 - 02:15

União quer 'dados técnicos' para alterar projeto do BRT

Ônibus em São José

Mudanças. Prefeitura solicitou quatro alterações ao governo federal

Foto: Rogério Marques/ Arquivo OVALE

Após ultimato de Felicio, Ministério das Cidades diz que ainda não foi possível ainda dar uma resposta sobre as mudanças solicitadas na proposta em razão da falta de estudos

Lucas [email protected]

A novela sobre a definição do milionário projeto do BRT (Transporte Rápido de Ônibus) ganhou um novo capítulo em São José dos Campos.

O Ministério das Cidades afirmou que ainda aguarda dados técnicos para avaliar se é possível ou não fazer as mudanças solicitadas pelo prefeito Felicio Ramuth (PSDB). A informação foi repassada com exclusividade ao OVALE.

De acordo com o Ministério, a solicitação para que as mudanças no projeto fossem feitas ocorreu por meio de uma carta consulta, enviada pela prefeitura no ano passado.

Após a ameaça da prefeitura de abandonar o projeto, caso as mudanças não sejam autorizadas, o Ministério havia solicitado prazo de 10 dias para dar seu parecer. Agora, passado o prazo, o governo federal diz que o pedido precisa ter um embasamento técnico.

Em nota, o Ministério alega que, para que sejam feitas as avaliações, a prefeitura deve explicar e comprovar o porquê das mudanças serem feitas.

"O Ministério considera que para a avaliação solicitada é necessária a comprovação por dados técnicos da necessidade de alteração do escopo do empreendimento, assim, não foi possível manifestação conclusiva por este Ministério", diz a nota do governo federal.

PAÇO.

No entanto, a prefeitura alega que todas as informações já foram enviados ao Ministério.

"Todos os esclarecimentos para a solicitação já foram encaminhados ao Ministério das Cidades. Foram feitas duas reuniões em setembro de 2017 e janeiro de 2018. Continuaremos aguardando o posicionamento oficial que ainda não recebemos", diz a prefeitura.

Para que o recuso aprovado seja usado, Felicio cobra o aval para mudanças no projeto.

Caso todas as respostas sejam negativas, o tucano já ameaça não utilizar o financiamento de R$ 800 milhões. Caso o Ministério das Cidades permita apenas algumas alterações, o recurso será utilizado parcialmente..

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