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Economia
Março 28, 2018 - 22:08

Salário e emprego sofrem queda no Vale após reforma trabalhista

 Emprego

Emprego. Jovens observam vagas de emprego no PAT de São José

Foto: /Rogério Marques/OVALE

Salário médio das 50 carreiras que mais contratam caiu de R$ 1.479,81 (pré-reforma trabalhista) para R$ 1.405,08 (pós-reforma trabalhista); na mesma base de comparação, saldo de empregos reduziu de 3.441 para 3.146 vagas

Xandu [email protected]

O salário médio das 10 carreiras que mais geraram vagas de emprego na RMVale nos últimos quatro meses caiu 6% após a aprovação da reforma trabalhista, em novembro do ano passado.

Nesse período, o rendimento médio dessas profissões foi de R$ 1.355,97, contra R$ 1.443,19 registrados de janeiro a novembro de 2017, antes de a reforma trabalhista começar a vigorar.

Na mesma comparação, os empregos gerados pelas 10 carreiras com maior saldo na região caíram 8,57%.

Foram 3.146 vagas abertas de novembro de 2017 a fevereiro deste ano contra 3.441 postos de trabalho criados entre julho e outubro do ano passado --ambos os períodos com quatro meses.

O levantamento foi feito com base nos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho.

Aprovada para gerar empregos no país, a reforma trabalhista tem até aqui um efeito tímido no Vale do Paraíba. As 39 cidades têm saldo de 2.206 empregos perdidos entre novembro do ano passado e fevereiro deste ano. Já entre julho e outubro de 2017, o saldo é de 2.631 postos de trabalho abertos no Vale.

Para José de Arimathéa, gerente administrativo do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) de Taubaté, a região ainda sofre com a crise econômica de maneira mais intensa do que outras, em razão do perfil da sua produção industrial..

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