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Fevereiro 09, 2018 - 00:49

Começou a folia: antigas marchinhas continuam dando tom do Carnaval

Clube de Campos santa Rita

Santa Rita. Confete e serpentina

Foto: Tião Martins/AESJ/Divulgação

Da Redaçã[email protected]

"Oh abre alas, que eu quero passar...."! As marchinhas carnavalescas que davam o tom da antiga folia valeparaibana se mantém na ativa até hoje. A imensidão de blocos que levarão animados foliões para as ruas de São José e cidades da região comprovam o fato.

Nas bandas de cá, os bonecões do Pirô Piraquara anunciaram a abertura dos trabalhos já na quinta-feira à noite. Mas se até o momento poucas pessoas tiveram a oportunidade de festar, a partir dessa sexta e nos próximos dias, o agito promete imperar.

Quem ficar por aqui vai se surpreender. A programação da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, do Sesc, do Parque Vicentina Aranha, dos shoppings e de iniciativas comunitárias não deixarão ninguém parado. Além deles, clubes e bares trarão além de marchinhas, o melhor do eletrônico, do pop e do samba. A ideia é que gregos e troianos se divirtam.

Antiga animação.

Pode-se dizer que a fundação do São José Futebol Clube, em 1913, marcou o Carnaval local. Na época, num casarão na r. 15 de novembro, a então AESJ (Associação Esportiva São José) era responsável pelos antigos bailes.

Sim, não devíamos nada ao Copacabana Palace, do Rio. Famosos sobrenomes da cidade, sempre bem vestidos e com muito brilho, ocupavam as mesas do salão.

Até que, em 1963, foi inaugurado o Clube de Campo Santa Rita, que significou na época um passo em direção a modernidade. O novo salão é palco dos bailes desde então.

"Antes as festas eram frequentadas apenas pelos associados e convidados. Depois, se de um lado pessoas estavam interessadas em participar dos bailes, de outro, vimos que a cobrança de ingressos nessa época poderia ser um auxílio na manutenção do clube. Resolvemos abrir a todos", contou Kako Blanch, presidente do Santa Rita desde 2014.

De 300 convidados, passou a 700 convidados e hoje chega a 3.500, sendo um dos maiores bailes da região. "Abrimos para jovens, com música eletrônica, mas também reservamos espaços para o samba. As tardes são de matinês para a criançada", afirmou ele.

"Nosso plano é a partir do ano que vem fazer um resgate dos antigos Carnavais e em ao menos um dia fazer um baile só com as tradicionais marchinhas", adiantou. O salão, aliás, acabou de passar por nova reforma para atender outros eventos, além do Carnaval.

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