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Política
Fevereiro 06, 2018 - 22:04

Câmara de Taubaté deverá ouvir secretário sobre HU municipal

Aposta por mais vagas. Município quer retomar a gestão do Hospital Universitário a partir de maio

Aposta por mais vagas. Município quer retomar a gestão do Hospital Universitário a partir de maio

Foto: /Arquivo/OVALE

Grupo contrário à retomada do hospital pela Prefeitura de Taubaté quer que governo Ortiz Junior esclareça as principais dúvidas ainda não respondidas sobre esse projeto

Da redaçã[email protected]

Vereadores contrários à retomada da gestão do Hospital Universitário pela Prefeitura de Taubaté pretendem convocar o secretário de Saúde do município, João Ebram Neto, para prestar esclarecimentos à Câmara sobre os pontos ainda não explicados do projeto. A medida foi anunciada na sessão dessa segunda-feira pelos vereadores Bilili e Digão, ambos do PSDB, mesmo partido do prefeito Ortiz Junior.

A intenção dos vereadores tucanos era de aprovar a convocação nessa mesma sessão, mas uma manobra da base governista impediu que isso acontecesse. Na ocasião, o presidente da Casa, vereador Diego Fonseca (PSDB), se recusou a colocar o requerimento em votação. O tucano alegou que o regimento interno exige que requerimentos de convocação sejam escritos. No entanto, o regimento permite que esse pedido seja feito de forma verbal, como era o caso.

O também governista Nunes Coelho (PRB) chegou a sugerir que o secretário fosse ouvido em reunião reservada, mas Digão e Bilili insistiram para que isso aconteça de forma pública, com transmissão da TV Câmara e com a presença de representantes de outras partes envolvidas, como o governo estadual e a Unitau (Universidade de Taubaté).

Ficou acertado que o requerimento será apresentado por escrito e colocado em votação na sessão da próxima semana. A previsão é que o secretário seja ouvido no dia 28 de fevereiro, às 19h.

DÚVIDAS.

Um dos pontos a serem esclarecidos é como se dará a entrada de pacientes na unidade. A promessa de Ortiz é que a municipalização garantiria as vagas do HU para os taubateanos. "Não vai ser um hospital municipal, vamos continuar atendendo pacientes de todas as cidades", disse Bilili.

Os vereadores também querem cobrar informações sobre prazos e investimentos necessários para a mudança, prometida para vigorar a partir de 1º de maio. "Pelo que eu saiba não existe absolutamente nada, existe um sonho", afirmou Digão.

Outro ponto a ser debatido é o que será feito com os 540 funcionários do grupo São Camilo que hoje atuam no HU.

O projeto de retomada da gestão do HU foi anunciado por Ortiz no ano passado. O município terá que arcar com R$ 60 milhões por ano.

Mesmo ainda sem o acordo com o estado, o governo Ortiz já realiza um processo licitatório para definir a entidade que irá gerir o hospital..

 

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