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Brasil
Fevereiro 13, 2018 - 21:10

Unidos da Ilha, Salgueiro e Beija-Flor empolgam público na Sapucaí

União da Ilha - Grupo Especial

Legemda. Unidos da Ilha (foto maior), Imperatriz Leopoldinense (acima)e Unidos da Tijuca (abaixo) no desfile

Foto: /Dhavid Normando/Riotur

Apuração dos votos do Grupo Especial no Rio de Janeiro será nesta quarta-feira; encerramento dos desfiles nesta madrugada teve tom crítico da tradicional escola azul e branco de Nilópolis; artistas globais são destaque

Da redaçã[email protected]

O carnaval do Rio de Janeiro em 2018 conhecerá o seu campeão nesta quarta-feira à tarde, com a apuração dos votos na Marquês do Sapucaí. Os desfiles na capital fluminense acabaram na madrugada desta terça-feira.

Com um tom crítico, a Beija-Flor encerrou os desfiles das escolas de samba do Grupo Especial. Além empolgar o público nas arquibancadas e frisas do Sambódromo, quando as últimas alas deixavam a passarela a pista foi invadida e uma multidão foi atrás da azul e branco de Nilópolis, da Baixada Fluminense. A Beija-Flor defendeu o enredo Monstro é aquele que não sabe amar, os filhos abandonados da pátria que os pariu, criado pelo coreógrafo da comissão de frente Marcelo Misailidis, baseado no livro de terror Frankenstein, de autoria de Mary Shelley.

O público também respondeu bem à passagem do Salgueiro, que homenageou as mulheres guerreiras africanas e em diversas atividades. A comissão de frente da escola emocionou boa parte do público. Os componentes executaram a coreografia do casal Hélio e Beth Bejani, que estão no Salgueiro há 12 anos, e arrancou aplausos, principalmente quando representavam o momento do nascimento de uma criança negra, em uma alusão à fertilidade. Os integrantes saíam de uma alegoria no formato de uma cabaça e após ser dividida em fatias, os componentes apareciam para o público. "Aquilo me arrepiou desde a primeira vez que a gente ensaiou. É nascimento. É vida", apontou Hélio.

PORTELA.

No enredo De Repente de Lá Pra Cá e Dirrepente de Cá Pra Lá, a Portela, que foi a segunda a se apresentar no Sambódromo, levou a águia, o seu símbolo, já no abre alas. Na frente da escola estavam também dois personagens que fazem parte da história da escola. O cantor e compositor Monarco e a cantora Tia Surica.

A escola contou a história dos imigrantes judeus que tiveram que sair de Portugal por perseguição religiosa e se instalaram, onde inauguraram no Recife, em Pernambuco, a sinagoga Kahal Zur Israel, a primeira das Américas.

O desfile da União da Ilha trouxe de volta para o Grupo Especial a alegria contagiante que a caracterizou em carnavais passados. O último carro, intitulado Ilha prepara a mesa do bar, faz a festa, estava com um time dos melhores chefes de cozinha que trabalham no Brasil. O chefe Claude Troisgros se emocionou de ver a culinária brasileira na avenida. "Foi maravilhoso, deu uma alegria representar a culinária brasileira no carnaval do Rio de Janeiro, que é o melhor do Brasil. É uma honra, estou muito emocionado com isso".

Os desfiles da segunda-feira (12) na Marquês de Sapucaí começaram com a Unidos da Tijuca, que levou para lá um elenco para homenagear o ator, escritor, produtor cultural e até carnavalesco Miguel Falabella. Ao descer do carro alegórico, a atriz Araci Balabanian estava emocionada ao chegar na Praça da Apoteose..

 

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