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Janeiro 12, 2018 - 23:57

Ex-executivo da Embraer vai de Paris a Singapura de moto

Viagem

Ricardo Lugris trabalhou na Embraer durante 32 anos

Foto: /Divulgação

Ex-executivo da Embraer percorreu 35 mil quilômetros entre Paris e Singapura no comando de uma motocicleta; durante seis meses de viagem de pura adrenalina, ele teve a oportunidade de interagir com diversas culturas

Danilo [email protected]_

Atrás de novas culturas e descobertas, o ex-executivo da Embraer Ricardo Lugris decidiu percorrer o trajeto de 35 mil quilômetros entre Paris e Singapura no comando de uma motocicleta BMW 1200 GS Adventure, em 2015.

Lugris trabalhou durante 32 anos na empresa de aviação, sediada em São José dos Campos, até se mudar para Paris e tirar seis meses sabáticos para se dedicar a viagem, que lhe rendeu o livro 'Tempo em Equilíbrio - Entre Paris e Singapura', lançado na última quarta-feira (10) em São José. "O mais distante de Paris que se pode chegar por terra é Singapura", disse ele que passou por 20 países.

Com gasto médio de 100 dólares por dia, entre comida, hospedagem e combustível, Lugris destaca a importância de se planejar para fazer o trajeto.

"Você tem que cumprir obrigações básicas como documentação, visto, passaporte e estar com a saúde em dia".

O Deserto de Gobi, localizado na região sul da Mongólia, foi um dos pontos que mais chamou a atenção do viajante, que teve uma queda de moto.

"Um dos lugares mais isolados do mundo. Longe de qualquer oceano e mar. Viajar é a única coisa na vida que você gasta e volta mais rico. Oportunidade de interagir com um mundo de pessoas de outras culturas, aprender línguas e a ser mais tolerante aos hábitos".

EXPERIÊNCIA.

Morando em Paris, o empresário fala das diferenças entre viajar por espontânea vontade e profissionalmente, como nos tempos de Embraer.

"A diferença entre viajar profissionalmente e por espontânea vontade está no tempo disponível. Não tem data de retorno. Você não precisa frequentar reuniões e nem mesmo se preocupar com o nó da gravata. A questão do status não é importante", explicou o empresário gaúcho de Bagé..

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