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Janeiro 12, 2018 - 23:57

Empresário de São José cria 'império' de casas nos EUA

Luiz Carlos Oliveira, empresário de São José abriu negócio para investir em aluguel de casas de férias em Orlando, nos Estados Unidos

Negócio. Luiz Carlos Oliveira, empresário do Vale investe na Flórida

Foto: Divulgação

Joseense administra 300 imóveis para aluguel em Orlando, nos EUA, mercado que cresce 28% ao ano com a ajuda de brasileiros, cujo investimento teve alta de 205% em uma década

Xandu [email protected]

O administrador de empresas Luiz Carlos Oliveira, de 52 anos, foi com a família passar férias em Orlando, nos EUA, e voltou de lá com um negócio na cabeça: investir em casas de férias.

De volta a São José, ele comprou seu primeiro imóvel nos EUA em 2009 e isso mudou sua vida, depois de 22 anos no mercado financeiro.

Ele abriu a BRA Strategy USA, em 2012, e hoje administra 300 casas de férias somente em Orlando, cidade que reúne os principais parques temáticos dos EUA.

Com mais cinco imóveis particulares, o consultor alcançou uma taxa de ocupação de 80% nas residências que administra. Elas não estão alugadas apenas em outubro e novembro, meses de 'baixa temporada' na cidade, que recebe 66 milhões de turistas por ano.

O negócio é baseado nas plataformas de casas compartilhadas. O investidor compra a casa e a disponibiliza em sites de compartilhamento. "As plataformas alugam para o mundo inteiro e não tem sazonalidade", diz Oliveira.

Oliveira garante que o investimento traz retorno rápido. Primeiro pelo valor das casas, quase a metade do cobrado no Brasil para residências de padrão semelhante. Segundo pela ocupação constante.

"Com 40% de taxa de ocupação por ano dá para pagar todas as despesas das casas, incluindo a prestação. A partir disso já tem lucro."

De acordo com ele, o investidor tem a vantagem de dar uma entrada relativamente baixa e pagar as prestações com o faturamento da residência. É possível quitar o imóvel em seis anos.

Para uma casa de US$ 800 mil, por exemplo, Oliveira explica que a entrada seria de 30% a 40% do valor. O faturamento do aluguel pagaria as prestações e, no final, o investidor teria sua casa quitada gastando menos de US$ 350 mil do seu próprio dinheiro..

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