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Política
Novembro 10, 2017 - 22:30

Por regularização, Banhado é alvo de estudos com a ajuda de drones

Banhado drone

Cartão-postal. Pesquisador controlando o drone em frente ao Banhado, na região central de São José

Foto: /Fotos: Rogério Marques/ OVALE

Pesquisadores de universidades da Bahia, São Carlos e São José utilizam drones para levantamento aéreo da área do Banhado, que será alvo de regularização; os moradores defendem permanência e trabalho ambiental

Xandu Alves@xandualves10

Pesquisadores de universidades da Bahia, São Carlos e São José fazem um levantamento da área do Banhado, na região central, para projeto de regularização do bairro.

O trabalho é feito em colaboração aos moradores, que pediram à Prefeitura de São José que regularize a área.

Neste final de semana, profissionais da Universidade Federal da Bahia, da USP (Universidade de São Paulo) de São Carlos e da Univap (Universidade do Vale do Paraíba) estão realizando um levantamento aéreo do Banhado usando um drone.

As imagens serão usadas para delimitar a área alvo de regularização. Depois de analisados, os dados farão parte do projeto de assentamento das cerca de 400 famílias que vivem no local, batizado de Jardim Nova Esperança.

Trata-se de novo capítulo sobre a utilização do Banhado, que também é alvo de um projeto viário, a Via Banhado, que foi retomado em julho deste ano. A previsão da Secretaria de Mobilidade de São José é que o projeto executivo seja concluído até o final deste ano.

Com isso, os moradores correm contra o tempo para finalizar o projeto. "A chance de regularizar aumenta", disse David Morais, líder no Banhado.

"Projeto vai contemplar melhorias ambientais, em moradias e em áreas insalubres. E vai demonstrar viabilidade de preservar ambiente mantendo as famílias", disse Jairo Salvador, defensor público de São José.

Prefeitura diz que não há pedido de regularização e promete abrir diálogo

A Secretaria de Gestão Habitacional e Obras de São José disse que não há pedido de regularização protocolado pelos moradores do Banhado. Disse que a transferência de famílias do local começou em 2007 e mais de 200 saíram. "A prefeitura fará todo um trabalho de diálogo com a comunidade para que as famílias sejam amparadas da melhor forma"..

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