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Política
Novembro 06, 2017 - 23:57

Izaias quer 25% de funcionários efetivos em cargos de comissão em Jacareí

Izaias

Lei. Proposta elaborada pelo prefeito será votada em dois turnos

Foto: /Rogério Marques/OVALE

Projeto encaminhado pelo prefeito deve ser aprovado por nove dos treze vereadores de Jacareí. Votação será nesta quarta-feira

Hernane Lélis@hernanelelis
JACAREÍ

O prefeito Izaias Santana (PSDB) quer estabelecer uma cota mínima de 25% para o preenchimento de cargos comissionados por servidores efetivos da Prefeitura de Jacareí, autarquias e fundações. A proposta, protocolada na Câmara, visa atender uma recomendação do Tribunal de Justiça no julgamento de uma Adin (Ação Direta de Inconstitucionalidade).

O projeto será votado em dois turnos e deve receber o aval de ao menos nove dos treze parlamentares que ocupam uma cadeira no Legislativo. A primeira votação será na sessão desta quarta-feira (08). Na mensagem direcionada à Câmara, o prefeito cita que além de atender a Adin, a proposta também tem como objetivo valorizar o servidor efetivo.

O governo Izaias não informou a quantidade total de cargos comissionados e nem quantos são preenchidos por efetivos nas fundações e autarquias. Disse apenas que somente a prefeitura possui 347 cargos em comissão. Desses, 108 são ocupados por efetivos e 12 estão vagos. Os 227 que restam estão preenchidos por pessoas de confiança do governo.

DEMAGOGIA

O projeto que fixa percentual mínimo de 25% para a nomeação de servidores de carreira em cargos de comissão segue na esteira das reformas administrativas promovidas pelo prefeito Izaias. As mudanças também foram promovidas por conta de uma Adin, criando novos cargos e possibilitando o reajuste de salários na administração.

Apenas as alterações realizadas no Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto ) e na Secretaria de Saúde estabeleciam quais cargos deveriam ser preenchidos por efetivos. "É um pouco de demagogia querendo compensar os equívocos dele de ter criados cargos, principalmente na área da saúde, aumentando os custos da folha de pagamento. É muita demagogia", disse o vereador Arildo Batista (PT)..

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