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Novembro 15, 2017 - 00:18

Com expansão do Cemaden, São José vira 'QG' contra desastres

Desastre. Região central de São Luiz do Paraitinga ficou inundada em 2010 pelas águas do Rio Paraitinga

Desastre. Região central de São Luiz do Paraitinga ficou inundada em 2010 pelas águas do Rio Paraitinga

Foto: Rogério Marques / Arquivo OVALE

Ligado ao Ministério da Ciência, o Cemaden expandirá área para o Centro Empresarial 4 do Parque Tecnológico, inaugurado nesta terça-feira; espaço do órgão federal em São José crescerá de 1,2 mil para 3,1 mil metros quadrados

Xandu Alves@xandualves10
São José dos Campos

São José dos Campos se tornará o 'QG' contra desastres naturais no Brasil.

A expansão e integração do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais) dentro do Parque Tecnológico da cidade, na região leste, vai dotar o órgão federal de sua estrutura mais completa.

Ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, o Cemaden expandirá sua área para o Centro Empresarial 4 do Parque Tecnológico, inaugurado nesta terça-feira (14).

O espaço do Cemaden crescerá de 1,2 mil metros quadrados para 3,1 mil m². A expansão está prevista para ser concretizada até julho de 2018, com investimento de R$ 2 milhões na adequação do local, com sistemas de prevenção de incêndio, ar condicionado e rede lógica.

"O projeto básico foi contratado e está em elaboração e depois lançaremos o edital para o serviço de adequação do espaço", disse Osvaldo Moraes, diretor do Cemaden.

A estrutura restante do Cemaden em Cachoeira Paulista, primeira cidade a abrigar o órgão em 2011, quando foi criado, também virá para São José, que se tornou sede do serviço em 2015. São 40 bolsistas do órgão, além de depósito e um pequeno setor de teste e validação de equipamentos.

Desde 2011, o Cemaden emitiu mais de 7 mil alertas ao Cenad (Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres), do Ministério da Integração Nacional, que age após os eventos.

Com cerca de 100 funcionários, metade deles com título de doutorado, o Cemaden tem uma imensa sala de operação para monitorar os desastres no país.

Também desenvolve modelos matemáticos e ferramentas de visualização para aumentar a antecedência com que consegue prever um desastre..

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