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Novembro 28, 2017 - 23:45

Reconstrução da Síria vai custar US$ 250 bi, diz ONU

Segundo a ONG, as vítimas foram executadas pela acusação de "espiar a favor da aliança das cruzadas", em referência à coalizão internacional

Ruínas. A Síria vive uma guerra civil há alguns anos e ONU prevê gasto bilionário para a reconstrução

Foto: / UNRWA

Membros do Estado Islâmico, que participaram da guerra civil no país do Oriente Médio, vieram de mais de 100 países diferentes, usando a força contra a população civil

Eleutério Guevane ONU News

A reconstrução da Síria custará pelo menos US$ 250 bilhões, disse nesta terça-feira Staffan de Mistura, enviado especial do secretário-geral das Nações Unidas para o país. Ele informou aos Estados-membros do Conselho de Segurança da ONU que a guerra dos últimos seis anos obrigou metade da população síria a fugir das suas casas.

De Mistura disse acreditar que chegou o momento da verdade para o diálogo, falando dos preparativos para a oitava rodada do diálogo de paz entre as partes do conflito que devem começar nesta quarta-feira em Genebra, com participação de uma delegação do governo da Síria e representantes da oposição.

A ação de "várias partes e as várias mudanças de agenda" estiveram entre os obstáculos para se obter um acordo nos últimos anos, disse o enviado especial da ONU. Segundo ele, continua real "o perigo de fragmentação da integridade territorial, da soberania e da independência" da Síria.

De Mistura falou ainda da atuação Estado Islâmico do Iraque do Iraque e do Levante, grupo terrorista que considerou o "maior e o mais rico da história. Os integrantes do EI vieram de mais de 100 países, praticando o uso da força contra civis numa escala horrível", argumentou.

RECUO.

Ele destacou a preocupação da ONU com a violência das últimas semanas na parte oriental da região de Ghoutha, após um comboio de várias agências da ONU e da Cruz Vermelha da Síria não ter conseguido entrar na localidade de Nashabieh. Estima-se que 400 mil pessoas vivam nessa área rural de Damasco. Os confrontos obrigaram o comboio a recuar com alimentos, artigos de saúde e de nutrição para mais de 7 mil necessitados da região..

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