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Outubro 31, 2017 - 19:00

3º Ateliê Internacional reúne mais de 100 bailarinos em Campos

Aula de Jazz como professor Edson Santos, por Marcos Alonso/Ateliê/SPCD

Aula de Jazz como professor Edson Santos, por Marcos Alonso/Ateliê/SPCD

Foto: Marcos Alonso/Ateliê/SPCD

Evento reúne, até o dia 4 de novembro, estudantes de todo o país em busca de novas experiências e aprendizado com renomados mestres da dança

Especial para OVALE
Campos do Jordão

O auditório Claudio Santoro, em Campos do Jordão (SP), sedia a partir de hoje (31), o 3º Ateliê Internacional São Paulo Companhia de Dança. O evento reúne mais de 100 bailarinos e professores do país e exterior até o dia 4 de novembro num consenso: o amor pela dança. O ateliê é aberto para visitação do público.

Os estudantes terão a oportunidade de aprender com mestres de renome nacional e internacional, tais como Ady Addor, Eva Schul, Edson Araya, Edison Santos, Sérgio Rocha, Carlos Eduardo Pereira da Silva, Gisèle Santoro e Inês Bogéa. A programação inclui aulas, palestras e oficinas ministradas no auditório e no museu Felícia Leirner.

Segundo a diretora artística da São Paulo Companhia de Dança, Inês Bogéa, o evento busca ser um espaço de arte, de troca de ideias, de movimentos e de encontros. “É também um tempo para conhecer um pouco mais de perto parte da realidade do ensino e aprendizagem da dança no Brasil”, ressaltou.

Durante cinco dias, os bailarinos participantes se dividirão em dois grupos distintos para aulas de balé clássico, dança contemporânea e jazz e participarão de processos coreográficos. Toda essa vivência resultará num grande espetáculo ao final do evento, no sábado (4), às 20h15, no auditório Claudio Santoro.

O Ateliê Internacional é uma realização do Governo do Estado de São Paulo e Secretaria de Estado da Cultura via Proac (Programa de Ação Cultural), Associação Pró-Dança e São Paulo Companhia de Dança.

A programação completa pode ser conferida no site www.spcd.com.br.

Dançando com a alma.

“A dinâmica do movimento retrata que a técnica é um veiculo, mas o importante é dançar com a alma”, diz o professor de balé clássico Edison Araya, integrante do Ballet de Santiago do Chile.

E foi exatamente para “dançar com a alma” que bailarinos vieram de todos os cantos do país para participar do Ateliê Internacional. A distância, aliás, não foi empecilho para Cristiane Ribeiro, 31 anos, que saiu de Viamão, no Rio Grande do Sul, em busca do contato com mestres da dança: “Vim em busca desse intercâmbio, uma oportunidade de adquirir novas experiências e aprendizados”, afirmou.

“Reconstrói, contrai, girou e ficou, voa”, orienta o professor e coreógrafo Edson Santos, professor de jazz e diretor artístico da Cia. Independente de Dança de SP.

Entre os estudantes, as repetições e os novos passos da coreografia transbordam em suor e leveza nos movimentos. Um deles é Suarrily José de França, 25 anos, que ingressou no balé aos 14 anos na igreja.

Nascido em Recife, ele mora hoje em Taubaté, onde é integrante da Companhia Ballet da Cidade. “Busco uma nova visualização do que é dança”, contou ele, ressaltando com orgulho a oportunidade em já ter dançado na Alemanha.

Denyse Ribeiro e Jamille Gabriely sob supervisão de Ana Cláudia Mattos (especial de Campos do Jordão)

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Acompanhe ao longo da semana no site de OVALE, reportagens especiais produzidas durante o evento. 

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