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Política
Setembro 11, 2017 - 22:59

Apuração do caso Maninho terá ritmo lento em São José

Olho nele. Maninho (centro) e o secretário Paulo Guimarães (D)

Olho nele. Maninho (centro) e o secretário de Mobilidade, Paulo Guimarães (direita), semana passada

Foto: /Reprodução / Facebook

Trabalho de apuração poderia ser mais rápido se presidência tivesse seguido parecer da assessoria jurídica

Redaçã[email protected]
São José dos Campos

O trabalho de apuração do Caso Maninho, na Câmara de São José dos Campos, poderia ser mais célere se o presidente da Casa, Juvenil Silvério (PSDB), tivesse seguido o trâmite recomendado pela assessoria jurídica.

A denúncia por quebra de decoro e improbidade administrativa contra o vereador Maninho Cem por Cento (PTB), protocolada na Câmara em agosto, foi aprovada em plenário na última terça-feira e enviada à Comissão de Ética, que agora definirá um cronograma de trabalho.

Em 14 de junho, entretanto, a assessoria jurídica havia recomendado um rito diferente, com sorteio de uma comissão processante formada por três parlamentares.

"De posse da denúncia, o presidente da Câmara, na primeira sessão, determinará sua leitura e consultará a Câmara sobre o seu recebimento. Decidido o recebimento, pelo voto da maioria dos presentes, na mesma sessão será constituída a comissão processante com três vereadores, sorteados entre os desimpedidos, os quais elegerão desde logo o presidente e o relator".

A presidência do Legislativo, porém, colocou a denúncia em votação e, após aprovação do plenário, mandou para a Comissão de Ética, onde a formação já está pré-definida.

Juvenil alegou, por meio da assessoria de imprensa, que o trâmite adotado seguiu o pedido do autor da denúncia.

DENÚNCIA.

Um pedido de investigação assinado por João Lucas Guizalbert chegou ao Legislativo em agosto. A denúncia de iniciativa popular contra o parlamentar foi motivada por reportagens de OVALE, que mostrou que o vereador empregava em seu gabinete, no Legislativo, funcionário comissionado para trabalhar exclusivamente em seu jornal particular.

O caso, revelado em abril deste ano, também está sendo investigado pelo Ministério Público, em São José..

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