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Política
Setembro 04, 2017 - 23:51

São José define meta para reduzir a conta de água em 452 prédios

Limpeza do Calçadão

Haja água. Funcionários da Prefeitura de São José tiraram o último domingo para limpar o Calçadão

Foto: /Jouvani Reis/PMSJC

Convênio entre governo Felicio Ramuth (PSDB) e Sabesp impõe à gestão meta de diminuir uso de água em 128 milhões de litros, suficiente para abastecer 1.000 pessoas. Em troca, terá 25% de desconto na conta mensal

João Paulo [email protected]
São José dos Campos

A Prefeitura de São José dos Campos começa hoje a fechar as torneiras e a reduzir o consumo excessivo de água em 452 prédios públicos.

Convênio assinado entre o governo Felicio Ramuth (PSDB) e a Sabesp, na tarde de ontem, impõe à gestão meta de diminuir o uso de água em 128 milhões de litros por ano, o suficiente para abastecer 1.000 pessoas. Em troca, terá 25% de desconto na conta de água por mês.

A administração espera economizar R$ 2,1 milhões anuais com o novo convênio.

 O Pura (Programa de Uso Racional da Água) vai começar pela orientação de alunos e servidores municipais. Em um segundo momento, haverá adequações nos prédios, substituindo encanamentos e instalando dispositivos para ampliar a economia.

A assinatura do acordo com a Sabesp, ontem, no Paço Municipal, contou com a presença de 12 nomes do primeiro escalão do governo. O grupo assistiu ao ato e, em seguida, participou da reunião do secretariado, que ocorre às segundas-feiras.

"Não foi simples. A Secretaria de Manutenção da Cidade está desde o segundo mês levantando todos os próprios públicos. A Sabesp exige a relação de todos e o consumo médio. É um trabalho bastante grande de levantamento e diagnóstico", afirmou o prefeito Felicio Ramuth.

PORTE.

O superintendente regional da Sabesp, Fernando Lourenço de Oliveira, disse que São José é a maior cidade do interior paulista a aderir ao programa de redução do consumo de água. Na região, a parceria já existe em aproximadamente 10 municípios, incluindo Caçapava, Pindamonhangaba e Campos do Jordão.

"Uma das coisas mais difíceis para as prefeituras neste programa é manter a adimplência. Não pode atrasar conta de água. Se atrasar uma conta, perde-se o benefício. Nessa época de crise financeira e política, as cidades passam por momentos difíceis. A Prefeitura de São José tem conseguido e, por isso, nós assinamos o contrato", afirmou Oliveira..

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